Tópico da Língua Portuguesa

Língua Portuguesa

Língua Portuguesa

Língua portuguesa
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Português
Falado em: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e em cerca de 18 outros países.
Total de falantes: 230 milhões (aprox.)
Posição: 6ª como língua nativa ou segunda língua; 5ª como língua nativa [1]
Classificação genética: Indo-europeia
Itálica
Românica
Ocidental
Galo-ibérica
Ibero-românica
Ibero-ocidental
Galaico-português
Português
Estatuto oficial
Língua oficial de: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Macau, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste

Anteriormente oficial =

Ceuta, Casamança, Estado da Índia, Estado Independente do Acre, Guiné Equatorial, Malaca, Cisplatina (Uruguai), República Juliana, República Rio-Grandense, Sri Lanka ]

Variantes =

Papiamento (Aruba e Antilhas Holandesas), Samaracano (Suriname), Galego (Galiza), Crioulos de Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Casamance, Guiné Equatorial e Angola; Indo-Português (Índia e Sri Lanka), Papiá Kristang (Malaca e Cingapura) e dialeto macaense (Macau) ]
Regulado por: CPLP
Códigos de línguas
ISO 639-1: --
ISO 639-2: pt
ISO/DIS 639-3: por
SIL: POR

A língua portuguesa, com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial de Portugal e do Brasil, e idioma oficial, em conjunto com outros idiomas, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, sendo falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli), além de ter também estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul e na União Africana.

A situação da Galiza e do galego em relação ao português é controversa. De um ponto de vista político e, portanto, oficial, o galego é uma língua porque assim o determinam os organismos de Estado espanhol e da Região Autónoma da Galiza, com legitimidade democrática. De um ponto de vista científico, a ideia de que o galego é uma variedade dialectal da língua portuguesa reúne hoje um vasto consenso, sendo estudado a par com as restantes variedades do português nas universidades e centros de investigação linguística. Ver o artigo Língua galega).

A língua portuguesa é uma língua românica (do grupo ibero-românico), tal como o castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.

Assim como os outros idiomas, o português sofreu uma evolução histórica, sendo influenciado por vários idiomas e dialetos, até chegar ao estado conhecido atualmente. Deve-se considerar, porém, que o português de hoje compreende vários dialetos e subdialetos, falares e subfalares, muitas vezes bastante distintos, além de dois padrões reconhecidos internacionalmente (português brasileiro e português europeu). No momento actual, o português é a única língua do mundo ocidental falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (note-se que línguas como o inglês têm diferenças de ortografia pontuais mas não ortografias oficiais divergentes), situação a que o Acordo Ortográfico de 1990 pretende pôr cobro.

Segundo um levantamento feito pela Academia Brasileira de Letras, a língua portuguesa tem, atualmente, cerca de 356 mil unidades lexicais. Essas unidades estão dicionarizadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa .

O português é conhecido como A língua de Camões (por causa de Luís de Camões, autor de Os Lusíadas), A última flor do Lácio, expressão usada no soneto Língua Portuguesa de Olavo Bilac ou ainda A doce língua por Miguel de Cervantes.

Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa se espalhou pelo mundo, estendendo-se desde a costa Africana até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Namíbia, Suíça e África do Sul. Encontram-se, também, numerosas comunidades de emigrantes, em várias cidades em todo o mundo, onde se fala o português como Paris na França; Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá; Boston, New Jersey e Miami nos EUA e Nagoya e Hamamatsu no Japão.
 
O "É assim"...

O "É assim"...

Tenho reparado nos últimos tempos (meses) que grande parte das pessoas começa a frase com "é assim" e depois desbobina...
Será que não têm mais nenhuma palavra para começar?
O que leva as pessoas a falarem assim? Só pq o vizinha/amigo fala ?
Digam de vossa justiça...
 
Há determinadas expressões que depois de muitas vezes ditas ficam no ouvido e até nós as repetimos sem querer. Eu não gosto muito da expressão "Tipo, blá... Tipo,. ..." Mas volta e meia e sou eu que falo assim.
 
Só digo é assim, quando estou a tentar explicar uma coisa e a outra pessoa(s) não perceberam à primeira. A conversa de velha é que acaba sempre em "é assim..." é o novo "é a vida...". Pior para mim é aqueles que dizem sempre "é naquela..." e nunca dão um exemplo, uma pessoa fica sempre à toa
 
A minha última ex fazia isso e eu detestava. Interroguei-lhe porque e disse-me que era vício. Logo depois disso começou a dizer muitas menos vezes...
 
Acho que quem deu um grande impulso nesta forma magnífica de começar um discurso foram os primeiros "Bigbrotherianos".:sh)
Era recorrente as respostas do confessionário começarem por :"é assim..."
Julgo que quem utilizava esta expressão estava convicto que ao usar tal expressão, mais facilmente faria passar as suas ideias...





Saludos
 
é assim, o pessoal tem alguns tiques a falar.. e depois, tipo.. usam estas bengalas! mas tambem tou como diz o gonças.. antes isto que os "graças a deus" e etc :sh)
 
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