Tópico da Língua Portuguesa

Na Nova Enciclopédia Larousse não está presente o termo "estória". Vale o que vale.

Eu por mim continuarei a usar o termo "história" para designar, um conto, digamos assim.
 

Exactamente, não existe essa palavra na Língua Portuguesa falada em Portugal!

Os próprios correctores ortográficos tratam dessa palavra como um erro.


De qualquer maneira o dicionário "oficial" da língua portuguesa é o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa e duvido muito que venha lá essa palavra!
 
Última edição:
[Pergunta] Quando é que se usa a palavra estória em vez de história ?

Hugo Assunção :: ::
[Resposta] estória é uma palavra vinda do Brasil. Note-se, era assim que se grafava no século XV. Só depois veio história. Um brasileiro lembrou-se de grafar história, quando se tratava de "ciência histórica" e de grafar estória para significar "narrativa de ficção", "conto popular", etc. Mas os dicionários brasileiros aconselham a que se escreva sempre história, embora se aceite a liberdade jornalística da distinção de um e outro conceitos.


J.N.H./J.M.C. :: 01/01/1997

in:http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=188
 
É disso ainda que estou á espera Jacaré, que fundamentes por A + B, porque não é correcto usar a palavra estória... [;)]

isso é o mesmo que eu te pedir para provar por A+B que não é correcto usar a palavra Pharmácia!


E um dicionário qualquer de Português de Portugal chega para isso! [:p]

E mais uma vez, se não chegar pode-se ficar com o «oficial» Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa.
 
Editado Quando?

É que já disse meio milhão de vezes. Existiu, mas já não existe!

Tb tenho lá dicionários com a palavra Pharmacia! Não quer dizer que estejam correctos HOJE!
Não estou a falar de dicionários de 1900 e trocópasso...



E, colocando pelo vosso prisma, já existiu, e só á bem pouco tempo deixou de existir, não sei porque raio é essa atitute toda para cima de quem usa...


Não vejo ninguêm, pessoas da geração dos meus pais, a criticarem as reformas que aconteceram na lingua, que sei que para eles também estão erradas!!


É uma questão de tolerância!!!!



um dos grande problemas do mundo tem sempre de haver alguêm dono da razão...





Nunca me viram aqui corrigir ninguêm por usar história em vez de estória...

Sabem porquê?

Porque eu sei que a a maior parte do pessoal nem sabia que essa palavra existia...

Não me interessa vir para aqui marrar que eu é que sou o sabixão e o dono da razão, porque não sou!!!
 
isso é o mesmo que eu te pedir para provar por A+B que não é correcto usar a palavra Pharmácia!


E um dicionário qualquer de Português de Portugal chega para isso! [:p]

E mais uma vez, se não chegar pode-se ficar com o «oficial» Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa.
Não me interessa a palavra pharmácia para nada, não é dela que stou a falar, e continuas a fugir com o rabo á seringa. apr:)
 
Então, o que é que defendes, concretamente? :)
Que a palavra existe e é sinónimo de história?
Ou que existe e tem significado distinto de história???
Defendo que existe, e que deixou de se usar.


E como existe, foi assim que aprendi, e sei que, apesar de os moralistas gostarem todos de apontar o dedo, e reparem que estou a evidenciar a atitude de apontar o dedo, percebem o que quero dizer, vou continuar a usar.
 
História/estória, de novo
[Pergunta] Suponho que a palavra estoria foi agora introduzida no Português pelos acordos luso-brasileiros. Pergunta: em que situações se aplicam ou devem aplicar os dois termos?

Obrigado por este excelente trabalho principalmente para quem como os emigrantes se encontra longe da nossa terra.



Carlos Gaspar
:: jornalista :: Toronto, Canadá
[Resposta] A palavra original é, de facto, estória, originária do Brasil, onde se grafava assim já no século XV. E foram os brasileiros que passaram, depois, a distinguir história (no sentido de ciência histórica) de estória (para significar conto popular, historieta), como regista o Dicionário da Gramática da Língua Portuguesa, de António Matoso (Quarteto Editora, Coimbra):

«Termo inventado pelos brasileiros para designar as pequenas histórias do dia-a-dia e as chamadas "histórias da carochinha". Chegou a ter alguma aceitação em Portugal onde parece estar a perder terreno. Aliás, o nosso "historietas" cremos que substitui perfeitamente [o] neologismo.»

Por seu lado, Edite Estrela, no seu Dúvidas do Falar Português (Editorial Notícias, Lisboa), justifica o aparecimento da variante estória por duas vias: « Por decalque da forma inglesa "story" ou por via popular, isto é, por transposição para a escrita da pronúncia corrente /storia/.»

in: http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=73
 
História/estória
[Pergunta] Graficamente tenho lido como sendo sinónimos os vocábulos "história(s)" e estória(s), os quais, nem pelo contexto os consigo diferenciar. A justificação que me deram nem de longe, nem de perto, justifica este hibridismo linguístico.
Gostaria de ser esclarecido.
Muito obrigado.

Jorge :: :: Lisboa, Portugal
[Resposta] Não são sinónimos. É a mesma palavra com dupla grafia, e derivada do latim «historia(m)». No português medieval, escrevia-se historia, estoria, istoria, assim como homem, omé, omee (com til no 1.º e), ome. Compreende-se, porque a ortografia ainda não estava fixada.
No Brasil, talvez por influência do inglês «story» (conto, novela, lenda, fábula, anedota, etc.) e «history» (narração metódica dos factos notáveis ocorridos na vida dos povos), começaram a empregar o português antigo estória para significar o mesmo que o inglês «story». É uma palermice, porque, até agora, nunca confundimos os vários significados de história. O contexto e a situação têm sido mais que suficientes para distinguirmos os vários significados. A estória só vem confundir as pessoas.
Seria ridículo começarmos, por exemplo, a empregar homem para indicar o ser humano em geral, isto é, a espécie humana, a humanidade; e omem, para designar qualquer ser humano do sexo masculino, como por exemplo em «aquele omem que está ali», «o omem (= marido) da Joana», «sanitários para omens», etc.
Alguém teria cara para abraçar esta ridicularia? Mas têm-na para escrever história e estória.
Sigamos o nosso Camões, que escreveu histórias na estância 39 do Canto VI de Os Lusíadas:
«Remédios contra o sono buscar querem,
Histórias contam casos mil referem».

in: http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=2798
 
Se vais continuar a usar, vasi continuar a usar MAL...

Uma pessoa tem de evoluir.

Tb quando aprendi o código a lei das rotundas era diferente. Ou quando nasci o iva era a 17%. As coisas mudam e as pessoas têm de evoluir.

Eu não apontei o dedo a ninguém, nem por acaso vi isso acontecer!

Moralistas? O único aqui és tu que pelos vistos apesar de avisado queres continuar a usar uma palavra que já não se usa por snobismo!

Eu tb usava, e cada vez uso menos pq entendi que deixou de ter significado!
 
Não me interessa a palavra pharmácia para nada, não é dela que stou a falar, e continuas a fugir com o rabo á seringa. apr:)

Está difícil!

Mais uma tentativa! [:p]

Vai a um dicionário qualquer de Português de Portugal para saberes como se escrevem palavras e qual o significado das mesmas! O teu Professor não te ensinou isso?

E mais uma vez, se não chegar podes ficar pelo «oficial» Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa, que mesmo não tendo ainda visto tenho a certeza que não vem a plavra estória como não vem a plavra pharmácia. [;)]
 
Algarve, Alentejo, são palavras portuguesas?

Agora são... [;)]


E com isto quero chegar ao ponto de terem origens fora de Portugal, os famosos "Al..."



Assim como estória...

O que queres dar a entender é que da palavra estória, derivou para a palavra história, só que não é assim e vê os posts que já coloquei

Então não fales, não escrevas, nem leias, pois grande parte do nosso vocabulário deriva do latim, ou....ou....ou....
 
Bom e pensava eu que os ditados populares existiam por um qualquer motivo plausivel

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura

Afinal existem "pedras", mesmo muito duras ( leia-se casmurras )
 
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