Tópico das Casas

E como é actualmente? É uma zona segura actualmente? Eu vi muita xungaria a uns 700 metros do CMP, já mais para os lados da Almirante Reis, junto à morgue. Há lá umas fábricas abandonadas que são mesmo convidativas para os drogados irem tomar o calduço. A camara devia fazer algo ao respeito.

continua mahoso, sobretudo no inverno e á noite.
Com o fecho da faculdade acaba por ser uma zona muito deserta.

O inicio daquela encosta após o jardim do torel é má, bem como a parte de trás do Hs josé, até ao martim moniz.

até que o hospital seja mandado abaixo não vejo perspectivas de melhoria, para requalificar a zona.
 
depende de há quantos anos a casa é do teu sogro,
se tem outras filhas não pode vender (nem dar) sem o acordo delas
há muitos detalhes a considerar

A casa já tem uns 20 anos ou mais. Foi feito ilegalmente sem licenças.
Antes de falecer o pai do meu sogro é que teve de legalizar o terreno herdado e legalizar a casa que já tava feita a uns 20 anos no mínimo.

Uma advogada tratou do processo todo e arranjou maneira de legalizar sem problemas.
Apenas pagou 5 anos de imi atrasados ou outro imposto qualquer.
A casa nas finanças vale 93 mil €. Casa rasteira com 400m2 de terreno e 260m2 de área coberta , foi legalizada como tendo 140m2 de área privada e 120m2 área coberta mas não privada que entretanto foi fechada feito mais 2 quartos e 2 wc é uma sala e cozinha.

Legalmente a casa é recente. Aos olhos das finanças.
 
Muito obrigado.
Andei a pesquisar sobre isso e pelo que vi da para fazer por englobamento, o que provavelmente sendo os únicos rendimentos da pessoa em questão em Portugal deverá ser o mais vantajoso.
Entretanto também encontrei a hipótese da tributação na categoria B, tendo para isso apenas que entregar a declaração de início de actividade.
Qual a hipótese que consideram mais válida tendo em conta que as rendas serão inferiores a €10.000/ano?


Se não tiver rendimento em Portugal, penso que nao consegue submeter a declaracao de IRS apenas com rendimentos dessa categoria (a ver se alguem confirma ou desmente)


De qualquer forma penso que por norma no pais onde ele vive, tem de declarar "rendimentos obtidos no estrangeiro" e/ou "rendimentos de rendas" pelo que acho que em PT não deve pagar nada, mas sim no pais onde tem a residencia fiscal.
Penso que isto seja o "by the book"... se ainda vai dando para fazer artimanhas, não sei.
 
Obrigado pela resposta.
Alguém pode dar uma ajuda a descortinar este assunto?
A pessoa passaria recibos de renda em Portugal com o seu NIF, não tendo que submeter irs em Portugal ou outro tipo de declaração ao estado?
 
Isto só lá vai com verdadeira responsabilização dos bancos.
Avaliou por 500? Então a hipoteca garante pelo menos 500 pela duração TOTAL do mútuo.

Avaliação bancária das casas tem maior aumento desde Dezembro
RAQUEL GODINHO | rgodinho@negocios.pt | 25 Maio 2016, 11:52
http://www.jornaldenegocios.pt/merc...ancaria_tem_maior_aumento_desde_dezembro.html

É que depois a conversa é sempre a mesma... IRRA!

Malparado acumulado nos bancos é risco para a estabilidade do sector
MARIA JOÃO GAGO | mjgago@negocios.pt | 25 Maio 2016, 13:01
http://www.jornaldenegocios.pt/empr...os_e_risco_para_a_estabilidade_do_sector.html

Os bancos são tratados nas palminhas, fazem porcaria da grossa e depois ai ai ai, venham daí as salvações nacionais. [8b]
 
Obrigado pela resposta.
Alguém pode dar uma ajuda a descortinar este assunto?
A pessoa passaria recibos de renda em Portugal com o seu NIF, não tendo que submeter irs em Portugal ou outro tipo de declaração ao estado?

Tem de fazer IRS em Portugal e pagar imposto relativo a renda em Portugal, só não te consigo confirmar se podes englobar no rendimentos (para fugir a taxa dos 28%) ou não, tenho feito a uma prima do meu pai que está em França englobando e nunca pagou IRS nem foi chamada as finanças.

Este ano vou começar a fazer a um primo que está na Polónia e em principio vou fazer igual, se for chamado, depois corrijo.
 
Se não tiver rendimento em Portugal, penso que nao consegue submeter a declaracao de IRS apenas com rendimentos dessa categoria (a ver se alguem confirma ou desmente)

Só para me corrigir... acabei de testar e é realmente possível submeter declaração de IRS apenas com rendimentos tipo F!
I stand corrected!

[TABLE="width: 100%"]
[TR]
[TD="width: 10%"]
Categoria
[/TD]
[TD]
Deduções específicas
[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 10%"]Categoria A[/TD]
[TD="width: 22%"]Rendimentos do trabalho dependente[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 10%"]Categoria B[/TD]
[TD]Rendimentos empresariais e profissionais[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 10%"]Categoria E[/TD]
[TD="width: 22%"]Rendimentos de capitais[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 10%"]Categoria F[/TD]
[TD]Rendimentos prediais[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 10%"]Categoria G[/TD]
[TD]Incrementos patrimoniais[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 10%"]Categoria H[/TD]
[TD]Pensões[/TD]
[/TR]
[/TABLE]



tenho feito a uma prima do meu pai que está em França englobando e nunca pagou IRS nem foi chamada as finanças.

Apenas declaras rendimentos de tipo F??
Estive a simular no portal das finanças e com declaração em branco e 6000€ de rendimentos tipo F, aparece na mesma 28% para pagar....
 
Só para me corrigir... acabei de testar e é realmente possível submeter declaração de IRS apenas com rendimentos tipo F!
I stand corrected!







Apenas declaras rendimentos de tipo F??
Estive a simular no portal das finanças e com declaração em branco e 6000€ de rendimentos tipo F, aparece na mesma 28% para pagar....

Foi feito pelo programa e não pelo portal, penso que foi no anexo F no proximo fds devo fazer o IRS depois vejo como fiz o ano passado.
 
Boa tarde,

Gostaria de saber como é que se calcula (por comparação com outros apartamentos semelhantes) de uma forma simples o valor de um determinado apartamento.

Imaginemos que temos uma rua com prédios todos iguais e com várias habitações à venda:

Se os apartamentos T1 com 40m2 dessa rua forem todos vendidos por um valor médio de 100 mil euros, pois é esse o valor que o mercado está disposto a pagar por eles, então qual é o valor dos apartamentos T1 e T2 de 60m2 que estão à venda nessa mesma rua?

Devemos fazer uma proporcionalidade directa do género:

Se T1 com 40m2 = 100 mil euros, então

T1 com 60m2 = 100.000 x 60/40 = 150 mil euros

T2 com 60m2 = 100.000 x 60/40 + 10 mil euros (por ter mais 1 assoalhada) = 160 mil euros


Este modo de cálculo por proporcionalidade directa da área do apartamento faz sentido?
Devemos valorizar o facto do apartamento ter mais divisões ou apenas a área é que interessa?
 
Devemos fazer uma proporcionalidade directa do género:

Se T1 com 40m2 = 100 mil euros, então

T1 com 60m2 = 100.000 x 60/40 = 150 mil euros

T2 com 60m2 = 100.000 x 60/40 + 10 mil euros (por ter mais 1 assoalhada) = 160 mil euros


Este modo de cálculo por proporcionalidade directa da área do apartamento faz sentido?
Devemos valorizar o facto do apartamento ter mais divisões ou apenas a área é que interessa?

O facto de ser T2 é sempre uma mais valia. Quem geralmente "manda paredes a baixo" para transformar T3 em T2 ou T4 em T3 faz geralmente uma má opção de longo prazo.

Área só é importante quando a diferença é significativa de uma para outra casa.
Existem muitos outros aspectos que fazem a diferença: orientação solar, acabamentos interiores altura do andar , etc.

A regra da proporcionalidade não resulta muito bem pois ignora aspectos práticos.
 
O facto de ser T2 é sempre uma mais valia. Quem geralmente "manda paredes a baixo" para transformar T3 em T2 ou T4 em T3 faz geralmente uma má opção de longo prazo.

Área só é importante quando a diferença é significativa de uma para outra casa.
Existem muitos outros aspectos que fazem a diferença: orientação solar, acabamentos interiores altura do andar , etc.

A regra da proporcionalidade não resulta muito bem pois ignora aspectos práticos.

Ha uns 13/14 anos comprei 2 T3 no mesmo prédio, um vivi uns anos transformado em T2 e vendi em 2007. O outro ainda tenho e tem estado sempre arrendado tb em versão t2. Nada de arrependimento
Ficou com uma sala de 32m2 e antes tinha uma sala de 18m2.
 
imoveis-100mil_alt-1.jpg

imoveis-mundo.jpg

http://observador.pt/especiais/onde-100-mil-euros-compram-mais-casa-em-braga/
 
Notícia do Expresso:

O valor médio da avaliação bancária da habitação ‘disparou’ 16% em Almada, 12,3% na Amadora e 11,9% em Oeiras, desde março de 2013, altura em que o mercado imobiliário bateu no fundo, tanto em termos de preços como de número de negócios realizados. De resto, toda a região suburbana de Lisboa, incluindo ainda Loures, Vila Franca de Xira e Seixal registaram subidas acima dos 6% nos últimos três anos.

Já o mercado das transações imobiliárias indica valores bastante diferentes. Na análise homóloga feita pelo Índice CI no último trimestre de 2015, concluiu-se que houve subidas nos preços de 11,9% em Lisboa e de 6,5% em Cascais, por exemplo. No entanto, nos subúrbios da capital, em vez de subidas (como conclui a análise dos dados do INE), registam-se algumas descidas: 6,6% na Amadora, 6,5% em Vila Franca de Xira, 5% em Oeiras e 4,6% em Odivelas.

Em jeito de resumo: avaliação bancária das casas por parte da banca, para efeitos de crédito habitação, dispara em toda a Área Metropolitana de Lisboa, no entanto o valor das escrituras, ou seja, o preço de venda das habitações só cresce em Lisboa e Cascais e baixa em todos os restantes locais.

Conclusão: nos suburbios de Lisboa volta a ser fácil comprar casa: avaliações da banca a subirem em contra-ciclo com os preços efectivos de venda que estão a cair, ou seja, facilmente voltamos a ter financiamentos de 100% do valor de escritura.
 
Notícia do Expresso:



Em jeito de resumo: avaliação bancária das casas por parte da banca, para efeitos de crédito habitação, dispara em toda a Área Metropolitana de Lisboa, no entanto o valor das escrituras, ou seja, o preço de venda das habitações só cresce em Lisboa e Cascais e baixa em todos os restantes locais.

Conclusão: nos suburbios de Lisboa volta a ser fácil comprar casa: avaliações da banca a subirem em contra-ciclo com os preços efectivos de venda que estão a cair, ou seja, facilmente voltamos a ter financiamentos de 100% do valor de escritura.

não entendo bem o que os bancos pretendem com isto, estamos com uma bolha nas mãos para breve
 
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