Tópico das Casas

Vou meter as ideias na gaveta... [:D]:sh)

2k m2 para construção, mais terreno, mais projectos e licenças e o camandro e facilmente metemos a construção nos 3k m2. :sh)
Se a casa do amigo do Darius for como a dele, aos preços atuais não está nada cara.
Só na parte de estrutura e alumínio dobrava facilmente o preço. E já estamos a falar de valores na ordem dos 300000€.

Edit: não se pode comparar o preço de construção da casa dele com uma casa mais simples (com a mesma área).
A parte de grosso da casa dele (estrutura mais paredes) ficou mais cara que a minha casa já com étics, impermeabilização, betonilhas, rebocos, Pinturas, pavimentos exteriores (a parte de betão, assentamento de ladrilhos, tubos de queda das águas pluviais.
 
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A tela que falam, é a denominada "tela pitonada"?

A minha levou laje (parece-me) como a do allstarfabio, depois aquela "tinta preta", tela pitonada e geodreno à volta.
Ainda não passou pelo inverno mas, nestas terras, parece-me suficiente.

Falando nesses promenores... se são picuinhas com barulhos, evitem tubos de queda interiores junto do quarto :sh)
E os tubos foram devidamente insonorizados, assim como as fixações?
 
Que tubos insonorizados são esses?


Edd :)

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Podem ser estes, por exemplo.
Aqui com tubo e curvas insonorizados.
A abracadeira também é isofonica.
Para além das vantagens a nível sonoro, tens uma resistência infinitamente superior ao PVC. Eu salto em cima dum tubo destes e não parte. O pvc se deixar cair no chão parte.
T
 
E os tubos foram devidamente insonorizados, assim como as fixações?

Penso que não, pois está entre dois tijolos térmicos (que me parece também têm algumas propriedades acústica) - o que agora sei que é insuficente.
 
Tenho ouvido aí alguns temas sobre avaliações de casas.

Isso concretamente tem a ver com o quê? A casa está na agência por 250k e o banco antes de conceder o crédito manda lá alguém e avalia por 190, é isso?

E o avaliador, é contratado por quem, pelo banco?

É que tenho ouvido grandes discrepâncias. E muitos negócios a ficarem pelo caminho…
 
Tenho ouvido aí alguns temas sobre avaliações de casas.

Isso concretamente tem a ver com o quê? A casa está na agência por 250k e o banco antes de conceder o crédito manda lá alguém e avalia por 190, é isso?

E o avaliador, é contratado por quem, pelo banco?

É que tenho ouvido grandes discrepâncias. E muitos negócios a ficarem pelo caminho…
O avaliador é contratado por quem empresta o dinheiro, no caso o banco.
As pessoas pedem o que lhes vai na cabeça, o que não quer dizer que vá ser vendida ou valha esse preço.
Pelo que tenho visto, quase nenhuma casa vale o que pedem, algumas nem metade.
 
O avaliador é contratado por quem empresta o dinheiro, no caso o banco.
As pessoas pedem o que lhes vai na cabeça, o que não quer dizer que vá ser vendida ou valha esse preço.
Pelo que tenho visto, quase nenhuma casa vale o que pedem, algumas nem metade.

Ou seja, basicamente o banco não “papa” a especulação imobiliária, na gestão do risco.

O problema é que um tipo quer comprar uma casa no condomínio X, nova, vendida pela agência Y, e se quiser mesmo aquela casa não tem alternativa.

Se me pedem 250k pela casa, se o avaliador diz que vale 190k, quem vende lava daí as mãos. E la se foi o negócio , ainda antes de eu entrar com os capitais próprios.
 
Ou seja, basicamente o banco não “papa” a especulação imobiliária, na gestão do risco.

O problema é que um tipo quer comprar uma casa no condomínio X, nova, vendida pela agência Y, e se quiser mesmo aquela casa não tem alternativa.

Se me pedem 250k pela casa, se o avaliador diz que vale 190k, quem vende lava daí as mãos. E la se foi o negócio , ainda antes de eu entrar com os capitais próprios.
O mais provável é antes da avaliação teres dado o sinal do cpcv, ou seja o vendedor está numa posição confortável e quem fez esse negócio que tu referes, provavelmente está numa situação mais desconfortável. Mas tudo tem solução.
 
A minha questão é baseada em casos reais que tenho ouvido, com grandes discrepâncias.

Eu próprio posso achar que as casas não valem o que pedem por elas. Mas se , tirando exceções , isso é transversal a todo o mercado….

Exemplo: Casa de 250k. Supondo 50k de capitais próprios , que é bem acima dos 10% da “praxe”. Depois vem o banco e diz que dá 190k. Ficamos ali com um gap de 10k. Se o vendedor não aceitar fazer os 240k, não há negócio para ninguém.

Pior ainda: o banco avaliar por 190k e exigir 20% de capitais próprios sobre o valor emprestado. Ou seja, tenho de avançar com o € para colmatar a diferença entre a avaliação do banco e o valor de venda, é mais a % de capitais relativas ao que o banco me passa para a mão.

Estamos a falar de 250, mas o mesmo é válido para 170, 300, 500k.
 
A minha questão é baseada em casos reais que tenho ouvido, com grandes discrepâncias.

Eu próprio posso achar que as casas não valem o que pedem por elas. Mas se , tirando exceções , isso é transversal a todo o mercado….

Exemplo: Casa de 250k. Supondo 50k de capitais próprios , que é bem acima dos 10% da “praxe”. Depois vem o banco e diz que dá 190k. Ficamos ali com um gap de 10k. Se o vendedor não aceitar fazer os 240k, não há negócio para ninguém.

Pior ainda: o banco avaliar por 190k e exigir 20% de capitais próprios sobre o valor emprestado. Ou seja, tenho de avançar com o € para colmatar a diferença entre a avaliação do banco e o valor de venda, é mais a % de capitais relativas ao que o banco me passa para a mão.

Estamos a falar de 250, mas o mesmo é válido para 170, 300, 500k.
Haverá sempre discrepâncias, que resultam de muitas variáveis, que além do próprio imóvel, poderá estar relacionado com a apetência ao risco de cada IF, interesse no negócio, carteira de crédito habitação do banco, etc e isso é muito dinâmico.

Mas as pessoas podem sempre pedir reavaliação. Às vezes a avaliação sobe.

As pessoas também podem negociar antes de assinar papéis, estudar bem o mercado, procurar outros bancos, etc. Para muitas famílias é a principal compra que irão fazer, como tal é uma compra que deve ser tratada com calma.

Infelizmente ainda há pessoas quem assinam de cruz o cpcv e depois ficam enrascadas.
 
A minha questão é baseada em casos reais que tenho ouvido, com grandes discrepâncias.

Eu próprio posso achar que as casas não valem o que pedem por elas. Mas se , tirando exceções , isso é transversal a todo o mercado….

Exemplo: Casa de 250k. Supondo 50k de capitais próprios , que é bem acima dos 10% da “praxe”. Depois vem o banco e diz que dá 190k. Ficamos ali com um gap de 10k. Se o vendedor não aceitar fazer os 240k, não há negócio para ninguém.

Pior ainda: o banco avaliar por 190k e exigir 20% de capitais próprios sobre o valor emprestado. Ou seja, tenho de avançar com o € para colmatar a diferença entre a avaliação do banco e o valor de venda, é mais a % de capitais relativas ao que o banco me passa para a mão.

Estamos a falar de 250, mas o mesmo é válido para 170, 300, 500k.
O banco limita sempre o ltv ao valor mais baixo, seja da venda, seja da avaliação. No caso desse exemplo de 250k e avaliação a 190k, com ltv de 90%, o banco iria emprestar apenas 171k. Ou seja, seriam necessários 69k e não esquecer despesas onde facilmente se gastam mais 10k. 80k seria o mínimo de capitais próprios para esse negócio.
 
O mais provável é antes da avaliação teres dado o sinal do cpcv, ou seja o vendedor está numa posição confortável e quem fez esse negócio que tu referes, provavelmente está numa situação mais desconfortável. Mas tudo tem solução.
Os cpcv têm isso salvaguardado , pelo menos os que eu fiz.
Caso o banco não aprove o crédito, não fica sem o sinal.
 
Os cpcv têm isso salvaguardado , pelo menos os que eu fiz.
Caso o banco não aprove o crédito, não fica sem o sinal.
Não aprovar é uma coisa. Mas há casos em que num pedido de 250k, para dar seguimento ao exemplo dado, o banco aprova 90% da avaliação de 190k. Ou seja, houve aprovação, só que não vai de encontro com o que o comprador pretende.
 
No meu caso o Banco avaliou 80K acima do valor de venda. isto há dois meses, mais dia menos dia.

Cada caso é um caso, mas estejam preparados...tive uma situação que acompanhei com outra casa, que a avaliação ficou abaixo 20K abaixo da venda projectada e nao houve nada para ninguem.

Noto que os bancos estão agora bem mais cautelosos, mas acho que o mercado continua louco.
 
Mas o teu caso foi “diferente”, JN, conforme falámos aqui na altura.

Eu diria que poderá ser a própria banca a ter um contributo importante para “normalizar” o mercado imobiliário.

Diria que 80 ou 90% das casas devem ser compradas com recurso a crédito, sobretudo as que são habitação principal.

Até posso ter uma % de capitais próprios jeitosa, se depois houver um desfasamento grande entre valor de venda e avaliação, fica tudo pendurado.
 
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