Essa luz que continua presente nos LED, mesmo após desligar o circuito, é fruto de um sinal de enviesamento, que é emitido para monitorizar esse circuito.
Os LED como têm um resistência muito alta, comparada com as lâmpadas de filamento, não conseguem baixar essa voltagem de enviesamento para o limite mínimo que é esperado que uma lâmpada de filamento o faça.
Por esse facto, surgem duas situações "incomodas" em usar uma lampada LED em circuitos (com monitorização) que não foram desenhados para isso:
* Emissão de luz, mesmo quando o circuito está aparentemente desligado. O sinal de enviesamento tem corrente suficiente para acender um LED. Numa lâmpada de filamento, não existe qualquer luz visível emitida
* Mensagem no computador de bordo, ou códigos de avaria em memória relacionados com esse circuito em particular. O sinal de enviesamento, como já disse, não foi feito para esse tipo de lâmpadas, e a resposta ao sinal de enviesamento é em tudo semelhante a uma lâmpada queimada.
Uma forma de remediar os problemas anteriores, passa por incluir uma resistência em paralelo com o LED. É o que é feito nas chamadas lâmpadas LED "CAN-BUS". Meti entre aspas pois isto nada tem a ver com CAN BUS, apesar de terem esse nome... Aqui, para além de se perder a principal vantagem dos LED, que é o seu baixo consumo energético, não é garantido que funcione em todos os sistemas. A corrente de enviesamento pode variar significativamente entre fabricantes e mesmo entre circuitos.