Topico de Anedotas....hehehe

Sócrates

Um cidadão morreu e foi para o céu.
Enquanto estava em frente a São Pedro nas Portas Celestiais, viu uma enorme parede com relógios atrás dele.
Ele perguntou:
- O que são todos aqueles relógios?
São Pedro respondeu:
- São Relógios da Mentira... Toda a gente na Terra tem um Relógio da Mentira.
Cada vez que você mente, os ponteiros movem-se mais rápido.
- Oh! Exclamou o cidadão. De quem é aquele relógio ali?
- É o da Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
- E aquele, é de quem?
- É o de Abraham Lincoln. Os ponteiros moveram-se duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.
- E o Relógio do Sócrates, também está aqui?
- Ah! O do Sócrates está na minha sala.
- Ai sim? - espantou-se o cidadão. Por quê?
E São Pedro, rindo:
- Uso-o como ventoinha de tecto!
 
Um Pato entra numa loja de artigos para animais.
Pato: Boa Tarde!
Empregado: Boa Tarde!
Pato: Tem comida para patos?
Empregado: Não, não tenho comida para patos.
Pato: Obrigado! Boa Tarde!
O dono da loja fica um bocado supreendido e intrigado. No dia seguinte,
o pato volta...
Pato: Boa Tarde!
Empregado: Boa Tarde!
Pato: Tem comida para patos?
Empregado: Não, já te disse ontem, não temos comiga para patos.
Empregado: Obrigado! Boa Tarde!
No dia seguinte...
Pato: Boa Tarde!
Empregado: Boa Tarde!
Pato: Tem comida para patos?
Empregado: Não, já te disse duas vezes e não te digo mais nenhuma! Se
voltas cá a perguntas se tenho comida para patos prego-te as patas ao
chão!!!
Pato: Obrigado! Boa Tarde!
E no dia seguinte...
Pato: Boa Tarde!
Empregado: Boa Tarde!
Pato: Tem Pregos?
Empregado: Não...
Pato: E comida para patos?
 
Aeroporto de Buenos Aires, 15:30.

Pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma mijada e um peidinho não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que o levaria para o outro aeroporto da cidade, de onde partiria o voo para Córdoba, resolveu segurar as pontas. “Afinal de contas, são só 15 minutos de viagem”.
Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta”. Tranquilo. O avião só saía às 16:30. Entrando no autocarro, sem sanitários, sentiu a primeira contracção e tomou consciência de que sua gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no W.C. do outro aeroporto.
Virou para o amigo que o acompanhava e subtil, falou:

- Cara, mal posso esperar para chegar na m€rda do aeroporto porque preciso largar um barro!

Nesse momento, sentiu um urubu beliscando sua cueca, mas botou o esfíncter pra trabalhar e este segurou a onda. O autocarro nem tinha começado a andar quando para seu desespero, uma voz em castelhano disse pelo altifalante:

- Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora.

Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo!
Fez um esforço hercúleo para segurar o trem de m€rda que estava para chegar na estação a qualquer momento. Suava em bica.
Seu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar o sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava se distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário. Tão branco que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiénico então: branco e macio e com textura e perfume e - Ops! - sentiu um volume almofadado entre seu traseiro e o assento do autocarro e percebeu consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar prós amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na privada, tão perfeita obra. Dava pra expor na bienal.
Mas sem duvida, não nesse caso.
Olhou para o amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessou sério:

- Cara, caguei!

Quando o amigo parou de rir, uns cinco minutos mais tarde, aconselhou-o a ficar no centro da cidade, escala que o autocarro faria no meio da viagem, e que se limpasse em algum lugar. Mas ele resolveu que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controle: “Porra, limpo-me no aeroporto” - pensou - “pior que isso não fico”.

Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Ele arregalou os olhos, segurou-se na cadeira mas não pode evitar e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de m€rda. Desta vez como uma pasta morna.
Foi m€rda pra tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cuecas, barra da camisa, pernas, panturrilhas, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais m€rda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que ele nem tentou segurar, afinal de contas o que era um peidinho pra quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e ele se cagou pela quarta vez.
Lembrou-se de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar Modess na cueca, mas colocou com as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tira-lo, levou metade dos pelos do cu junto.
Mas era tarde demais para tal artificio absorvente. Tinha menstruado tanta m€rda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudá-lo a limpar a sujeirada.

Finalmente chegou ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, suplicou ao amigo que apanhasse sua mala na bagageira do autocarro e a levasse ao sanitário do aeroporto para que ele pudesse trocar de roupas.
Correu ao banheiro e entrando de box em box, constatou a falta de papel higiénico em todos os cinco. Olhou para cima e blasfemou: “Agora deu, né?”. Entrou no último, sem papel mesmo, e tirou a roupa toda para analisar sua situação (que concluiu como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no seu dia.
Seu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o voo. Jogou por cima do box o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulóver de gola “V”.

A temperatura em Buenos Aires era aproximadamente 35 graus.
Desesperado começou a analisar quais de suas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Suas cuecas, jogou no lixo. A camisa a mesma história. As calças estavam deploráveis e assim como suas meias, mudaram de cor tingidas pela m€rda. Seus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar.
A necessidade é a mãe da invenção, então ele transformou uma simples privada em uma magnifica maquina de lavar. Virou as calças do lado avesso, segurou-as pela barra, e mergulhou a parte atingida na água. Começou a dar descarga até que o grosso da m€rda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saiu do banheiro e atravessou o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exactamente limpas) e o pulóver sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarcou no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o “rapaz que estava no banheiro” e atravessou todo o corredor até ao seu assento ao lado do amigo que sorria. A hospedeira aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Ele chegou a pensar em pedir uma Gillette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidiu não pedir, disse:

- Nada, obrigado, eu só quero esquecer este dia de m€rda!
 
Vida de Homem


DEUS CRIOU O BURRO E DISSE:

"Serás Burro, Trabalharás incansavelmente de sol a sol, carregando fardo nos lombos. Comerás capim, não terás inteligência alguma, viverás 60 ANOS."

"SERÁS BURRO"

O BURRO RESPONDEU:

"Serei Burro, mas viver 60 ANOS é muito, Senhor dá-me apenas 30 ANOS"

Deus lhe deu 30 ANOS.

DEUS CRIOU O CACHORRO E DISSE:

"Serás Cachorro, vigiarás a casa dos homens e serás seu melhor amigo. Comerás os ossos que ele te jogar, viverás 20 ANOS."

"SERÁS CACHORRO"

O CACHORRO RESPONDEU:

"Senhor, comerei ossos, mas viver 20 ANOS é muito, Senhor dá-me 10 ANOS."

Deus lhe deu 10 ANOS.

DEUS CRIOU O MACACO E DISSE:

"Serás Macaco, pularás de galho em galho, fazendo macaquices, serás divertido e viverás 20 ANOS."

"SERÁS MACACO"

O MACACO RESPONDEU:

" Senhor, farei macaquices engraçadas, mas viver 20 ANOS é muito, dá-me apenas 10 ANOS."

Deus lhe deu 10 ANOS

DEUS CRIOU O HOMEM E DISSE:

"Serás homem, o único ser racional sobre a face da Terra, usarás tua inteligência para te sobrepores aos demais animais e à Natureza. Dominarás o Mundo e viverás 30 ANOS."

O HOMEM RESPONDEU:

"Senhor, serei Homem o mais inteligente dos animais, mas viver 30 ANOS é muito pouco, Senhor dá-me os 30 ANOS que o BURRO rejeitou, os 10 ANOS que o CACHORRO não quis e também os 10 ANOS que o MACACO dispensou."

E ASSIM DEUS FEZ O HOMEM...

"Está bem... Viverás 30 ANOS como homem. Casarás e passarás a viver 30 ANOS como BURRO, trabalhando para pagar as contas e carregando fardos.

"Serás aposentado e viverás 10 ANOS como CACHORRO, vigiando a casa. E depois ficarás muito velho e viverás mais 10 ANOS como MACACO, pulando de casa em casa, de um filho para outro, fazendo macaquices para divertir os NETOS..."
 



Um rapaz, que tinha uma namorada que se chamava Wendy, gostava tanto dela que tatuou na pilinha o nome dela, Wendy, mas só se lia o nome inteiro quando estava com erecção, porque em estado normal só se lia WY.

Um dia foi a um WC público, dá com um preto a fazer chichi ao lado, e lê-lhe WY.

Pergunta-lhe: «Tu também conheces a Wendy?».

Responde o preto: «Não! Eu tenho escrito: Welcome to Jamaica and have a nice daY».
 
XIRIBIRI...

O José já namorava há 5 anos com a Maria, uma morena de corpo escultural, rabinho perfeito, peito delicioso e olhando para ela, tinha simplesmente as medidas perfeitas de uma deusa grega.

Só tinha um problema: Até hoje, Maria pura e simplesmente não dava baldas, a não ser uns apalpões.

Um dia, estavam os dois na boa no sofá, mexendo ali e mexendo aqui... quando José começa a tirar a blusa à Maria.

Tira também a saia da sua amada... mas quando começava a achar que finalmente iria "acontecer", Maria avisou logo:

- José, eu sou uma mulher de família, só vou "coisar" contigo depois de casarmos. Depois eu até faço XIRIBIRI contigo.

José, sem entender o que era XIRIBIRI, levantou-se, saiu e foi então para casa da Joana, uma loirinha linda que era um caso antigo dele e que era daquelas altamente liberais.

Ao chegar, José não pensou duas vezes e foi logo para cima dela.

Depois de várias posições e jeitos ele não pensou duas vezes e pediu:

- Joana, não achas que já estamos sem muitas ideias para as nossas quecas ???

- Também acho, Morzinho.

- Então, não poderiamos fazer um XIRIBIRI?

Joana ficou branca e gritou logo:

- QUEM PENSAS TU QUE EU SOU ???? POSSO SER TUA AMANTE, FAZER TODO O TIPO DE COISAS, MAS ACHAS QUE EU SOU DESSAS QUE XIRIBIRI ?!?!?!?!

Pôs o José imediatamente porta fora, que saiu atrapalhado, corado com a vergonha.

A solução seria ir a uma casa de putas.

De noite, ao chegar lá, viu umas e outras e estando preparado para gastar uns cobres foi logo ter com a putinha mais linda, uma loirinha de fazer parar o trânsito.

Ao chegar ao quarto não deu hipótese, foi directo ao assunto:

- Então, fazes realmente tudo????

- Claro, estou aqui para te dar prazer, fofinho!!!!

- Qualquer coisa mesmo??

- Já disse que faço de tudo para ganhar dinheiro.

- Então vá, tal começarmos por um XIRIBIRI?

Sem pensar, a **** alça da mão e prega-lhe um estaladão na cara e grita:

- SEU DESAVERGONHADO, SOU **** MAS NÃO SOU QUALQUER UMA! QUEM PENSAS TU QUE EU SOU...?

A **** continuava o seu discurso, enquanto fora do quarto toda a gente ouvia os berros.

Sem perceber o que se passava, o chulo invade o quarto e pergunta:

- O que é que está a acontecer aqui???

- Amigo, eu só perguntei se ela fazia tudo...(respondeu José).

- Aqui todas fazem de tudo!

- Mas quando lhe pedi para ela fazer XIRIBIRI ela enlouq....

Sem deixar o José acabar de falar, o chulo saca dum revólver e berra:

- ISTO AQUI É UMA CASA DE PUTAS, MAS AS MINHAS MENINAS NÃO SÃO DESSE TIPO, SAIA JÁ DAQUI, SEU F...O D. P..A!!! SENÃO FURO-TE O CORPO TODO!!!

Então, José foi logo para casa da Maria, e ao chegar disse:

- Maria, casa comigo agora, já, por favor.

José não aguentava mais ficar sem saber o que era XIRIBIRI.

Dois dias depois eles casaram.

Foram de lua de mel, mas no caminho tiveram um acidente e Maria morre.

José, então, chora de raiva pois agora nunca saberia o que era XIRIBIRI...

Se ele não soube, eu também não sei...

Recebi esta "anedota" por e-mail hoje e quis publicá-la aqui para que vocês ficassem TÃO LIXADOS como eu, que perdi um tempo do caraças a ler isto e não descobri o que é essa merd@ do XIRIBIRI... [:)][:)][:)]
 
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