Tópico do BTT

leva a de cozinha, então. tens é que desmontar a bicla e pesar cada componente... e mesmo assim não sei como farias com os aros e o quadro...

sempre disposto a ajudar com ideias brilhantes. [:)]

Da próxima vez que for às compras, faço de balança humana e tento ver que sacos equivalem ao peso da bicicleta.

Depois peso os tomates, as batatas, os feijões, etc, e tenho o peso certo [kiss][kiss][kiss]
 
Quando converti as minhas rodas para tubeless tive de usar o compressor....
Quando falam em pressões mais baixas, falam em quantos bar? Eu agora que uso tubeless ponho cerca de 3bar.

Neste momento não uso mais de 2.5bar (seja tubeless ou não, atrás ou à frente e mais em estrada), em terreno acidentado e de grau de dificuldade elevado para mim, pelo menos o pneu da frente vai para 1.5bar +/-
 
Como tenho aros UST, seria um desperdício não os usar pelo que desde que tenho as XT tenho usado tubless sem espinhas até agora.
Os dois últimos set de pneus foram convertidos com bomba de pé mas tive de usar compressor de postos de abastecimento para converter os maxxis kevlar.

Em principio, vou enviar o meu amortecedor para a revisão, a fazer no moca ou no pombo. Funciona bem, é mais just in case...
Troquei-lhe tb à hora de almoço as espirais e os cabos uma vez que as que tinha já tinham rolado muito tempo na zoulou.
Vieram umas brancas que assentam que nem uma luva no aspecto da montagem. Noto um aumento de suavidade pelo menos no bloqueio uma vez que ainda não afinei a transmissão.
 
Tenho um conhecido que foi o mes passado a santiago, e teve zonas com tanta pedra que teve de andar com a bicicleta as costas. Será mesmo assim ou o percurso que ele escolheu não foi o ideal?

É mesmo assim. Esse sitio chama-se Labruja. Se vais fazer não te preocupes que não custa assim tanto. Eu fui com ela às costas e uma mochila também e foi na boa. Pelo que tinha ouvido falar pensava que era muito pior.
 
Neste momento não uso mais de 2.5bar (seja tubeless ou não, atrás ou à frente e mais em estrada), em terreno acidentado e de grau de dificuldade elevado para mim, pelo menos o pneu da frente vai para 1.5bar +/-

lpsimaof said:
EU uso como máximo 2,0.. bar, máximo 30psi.

Com essas pressões baixas, 1.5 a 2.0 bar, não sentem os pneus a dobrar-se nas curvas?
Nunca usei menos de 2.5bar porque acho que as reacções da bike ficam mais lentas e menos precisas, e também porque tenho receio que num impacto mais forte, tipo um salto, os pneus descolem. :confused:
 
Quando converti as minhas rodas para tubeless tive de usar o compressor....
Quando falam em pressões mais baixas, falam em quantos bar? Eu agora que uso tubeless ponho cerca de 3bar.

Se tens tubeless porquê tanta pressão? Eu uso entre os 2,5 e 3 bar, para evitar a dentada de cobra em terrenos com muita pedra.
 
Abaixo dos 2Bar para mim torna-se perigoso.. Em pedra sentes o aro a bater, o pneu dobra e em certas travagens chega a descolar momentaneamente. Uso normalmente o minimo que está no pneu, ~ 2,4Bar ...
 
Com essas pressões baixas, 1.5 a 2.0 bar, não sentem os pneus a dobrar-se nas curvas?
Nunca usei menos de 2.5bar porque acho que as reacções da bike ficam mais lentas e menos precisas, e também porque tenho receio que num impacto mais forte, tipo um salto, os pneus descolem. :confused:

Depende do peso, do conjunto pneu/jante/tubeless, do terreno e do tipo de andamento/condução.

Eu só uso pressões acima dos 2 bar atrás, e à frente só em estrada.

À volta dos 2 bars à frente é meio caminho andado para eu ter o pneu a resvalar em terreno com gravilha/areia/calhaus/raízes. Com 1.5bar não tenho falta de precisão antes pelo contrário. E se ando a 1.5 é porque não vou a andar rápido, até porque não sou um ciclista rápido[:D]

Atrás uso mais pressão por causa do peso, e porque a subir não costumo ter problemas de tracção (antes de eles aparecerem já não tenho pernas para a subida[:)])
 
Atrás uso mais pressão por causa do peso, e porque a subir não costumo ter problemas de tracção (antes de eles aparecerem já não tenho pernas para a subida[:)])

Pois, este é um ponto onde sei que fico prejudicado ao usar uma pressão mais alta. Não são raras as vezes em que mais tracção no pneu de trás (racing ralph) era bem vinda, principalmente em pedra.
 
Ao montar os travões coloca-se alguma anilha entre o quadro/forqueta e os travões? Já sei que leva anilhas entre o parafuso e os travões, mas entre os travões e o quadro é necessário?
 
Ao montar os travões coloca-se alguma anilha entre o quadro/forqueta e os travões? Já sei que leva anilhas entre o parafuso e os travões, mas entre os travões e o quadro é necessário?

Depende do fabricante.
Nos XT não tenho, mas os Avid levam umas anilhas maleáveis para facilitar a afinação.

Que travões são? Montagem postmount ou IS?

9ailL.jpg
 
Quando pensava que a lama tinha dado folga por uns meses eis que o S Pedro deu um ar da sua graça ontem à noite. Caiu aqui um diluvio que ensopou de novo os caminhos.
Descarreguei uns tracks do strava (já sei como se faz) dos atletas aqui da zona e hoje fui seguir um que me levou para uma zona onde nunca tinha andado. Já é algo para o antigo mas resolvi arriscar e então, a meio de uma calçada romana, tive de voltar para trás pois o mato era tal que além de não se conhecer a calçada, era completamente impossível fazer o trajecto mesmo com a bike ás costas. Saí completamente do traçado o que me fez andar à descoberta. Com a agravante de que no inicio do ano, resolveram fazer a instalação de condutas de gás deixando os caminhos em misero estado, suprimindo até alguns. Isto tudo a que se junta marcas das lagartas da maquinaria em terreno solto e hoje enlameado. Já estão bem a ver o filme...
No regresso e desorientado, meti-me por um desses caminhos abertos à força de escavadoras que, segundo me disse uma alma caridosa que encontrei a guardar gado, ia dar a uma estrada nacional que eu conhecia. E de facto foi. Não me avisou foi da brutal descida que ia encontrar. Foi, de longe, a mais inclinada que já apanhei até agora. Teria cerca de 70m mas descia à vontade mais de 200. Tanto que tive de parar a meio com receio de que os travões me falhassem com o sobreaquecimento. Ainda bloqueei a roda traseira pensando que podia servir como uma espécie de lastro mas era ainda pior. Quando tentei retomar, não consegui sequer montar na bike. Pura e simplesmente não consegui.
O que vale é que o piso é terra solta e fofa. Uma eventual queda não teria consequências graves.

Fica a foto da paragem.
 
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