Tópico do BTT

Nuno,

A fita que tinhas no aro é das que colam ao aro ou é apenas das fitas que colocas para proteção das câmaras de ar?

Eu até tirei fotos mas foi com a máquina e ainda não as passei para o pc.

A fita do aro é preta e não parece daquelas fininhas só para proteger dos furos.

Vou ver se hoje consigo ir experimentar no terreno antes de converter a de trás.
 
Já converti o da frente e parece estar a aguentar-se. Já não perde ar pelo menos!



O kit custa 32€ na Rombikes mas tenho ideia que nas Movefree tb é o mesmo preço.

Em relação à montagem é fácil mas eu tb tenho compressor que ajuda. Mas parece-me que não vou ganhar nada no peso com esta alteração. :rolleyes:

As câmaras de ar são umas Schwable EXTRALIGHT muito levezinhas
.

Tinhas comprado Slime e metias dentro dessas câmaras de ar que ficavas bem servido igualmente em termos de prevenção de furos. [;)]
 
Tinhas comprado Slime e metias dentro dessas câmaras de ar que ficavas bem servido igualmente em termos de prevenção de furos. [;)]

Epá quando desmontei o pneu e vi a câmara pensei logo nisso! [:D]

Mesmo o liquido da Joe's dá para meter nas câmaras e acho que é o que vou fazer na RR.

Entretanto o google é amigo e cá está uma foto da fita de origem.

Mavic-Crossride-2.jpg
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.

Subscrevo na íntegra!
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.

Exactamente a minha opinião.
 
Epá quando desmontei o pneu e vi a câmara pensei logo nisso! [:D]

Mesmo o liquido da Joe's dá para meter nas câmaras e acho que é o que vou fazer na RR.

Entretanto o google é amigo e cá está uma foto da fita de origem.

Mavic-Crossride-2.jpg

Esta fita em nada é igual à que se utiliza nas conversões para tubless. Vale mais uma boa fita isoladora, que acaba por fazer o aro tubless e já nem precisavas das fitas de borracha do kit...
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.
Ora nem mais. A não ser que seja para competição pura não vejo as desvantagens de utilizar uma bicicleta de menos que 500 euros.
 
Na generalidade, concordo com o que dizes JGTB.

Mas para o caso em análise aqui, mesmo tendo aquilo a que chamas uma bicicleta "com equipamento normalíssimo", se notares, em 2 (ou talvez 3 dos pontos que enumerei) é em tudo muito melhor.

A questão é que as limitações de uma bicicleta de 200€ vão depender, naturalmente, da utilização que se lhe vai dar. Isso já foi discutido aqui.

Da minha experiência pessoal, uns travões de disco mecânicos (exceptuando como é óbvio uns BB7 p. ex.) tornam-se até perigosos se se deseja fazer uma utilização mais agressiva em pendentes de maior grau. Idem para a suspensão.
 
Claro que o que conta mais é quem vai em cima a pedalar mas há uma coisa importante: O prazer de pedalar. Uma coisa é fazer uma maratona numa bike com material aceitável e outra é fazer numa bike com uma suspensão digna de uma vibroplate, transmissão que ao fim de uns kms na lama se desafina totalmente etc..... A partir de um certo ponto é um martírio continuar. São dores nos pulsos pela aspereza da suspensão, são os nervos porque as mudanças não entram correctamente etc.....
Não é preciso uma bike de 3500 euros para se ter alguma fiabilidade e acabar uma prova com um sorriso. Basta por exemplo uma Rockrider 8.1 que não custa isso nem de perto nem de longe.

Para quem começa, não é necessário uma bike de topo mas começar (no BTT) com uma de gama muito baixa também não é bom. Muita gente desiste por causa dos constantes problemas que vão aparecendo.
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.

Tens toda a razão. Mas será que um 320d vale o triplo de um Clio?

E nisto podemos comparar também com a forma física das pessoas. Eu se estou numa forma física muito má, em poucos treinos sou capaz de ter uma evolução fantástica, com um esforço baixo. Mas quando estamos em grande forma, para melhorar um pouco já temos de nos esforçar bastante.

No fim, cada um tem de encontrar o seu equilíbrio e temos sempre de saber que um hobbie nem sempre é racional.
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.

Pois eu respeito a tua opinião mas não vejo as coisas assim. Ando com pessoal com o mesmo nivel de pernas, uns com mais kit de unhas que outros, mas há sempre os que no final das voltas grandes se queixam que estão cheio de dores de costas proque andaram 3h a levar porrada nos trilhos e eu de FS saio de lá com menos dores.
Outro exemplo e podia relatar-te inumeros, é em voltas em que a areia / lama etc etc está presente pessoal com transmissões de gama inferior à que eu tenho XT, terem que parar em cada entrada de subida porque a corrente xupa, ou a avózinha não entra.

O Nuno sabe o trato que eu dou a minha....não sou meigo, e provavelmente com uma de 500€ não fazia 10% do que faço. Mas lá está respeito essencialmente a opinião e a carteira de cada um.
 
Ora nem mais. A não ser que seja para competição pura não vejo as desvantagens de utilizar uma bicicleta de menos que 500 euros.

Não concordo.
Se for para uma utilização soft, maioritariamente em estradas e ciclovias, até concordo.
Experimenta ir para a serra de Valongo com uma Berg dessas e vê os problemas a surgirem. Não é necessário competir, basta uns passeios domingueiros com os amigos.
 
Este tema das limitações é interessante, na minha opinião. Acho que se sobrevaloriza um pouco essa questão, fazendo passar a ideia de que toda a gente precisa de uma bike xpto.

A minha bicicleta é uma Mondraker de 2009, com um equipamento normalissímo, tipo um amortecedor Rock Shox Tora SL e travões hidráulicos de gama média. Há pouco tempo, tive oportunidade de andar uns 10 km em Monsanto com uma Scott Spark FS, totalmente em carbono, com um custo superior a 3500 euros. Ou seja, uma bike que vale 10 vezes mais do que a minha. No entanto, ao andar com a bicicleta, fiquei sem perceber para onde foi esse dinheiro. É melhor que a minha, indiscutivelmente, mas não faz nada que a minha não faça. Não é 3000 euros melhor do que a minha, por isso nunca seria uma compra justificável.

É verdade que não sou um especialista, nem um biker intensivo, por isso poderá faltar-me sensibilidade, mas continuo a achar que se exagera quando se diz que uma bicicleta de 500 euros é limitada. Parece que é tudo riders de topo.

Uma das pessoas que anda comigo regularmente fez Lisboa-China, que são cerca de 13000 km, sempre com uma bicicleta da Decathlon, que, nova, lhe custou 200 e tal euros. Trouxe a bicicleta no avião e continua a andar com ela, sendo que ainda há pouco tempo fez Lisboa-Algarve-Lisboa.

A bicicleta continua quase original, só vai mudando correntes e pneus e levou agora uma Suntour usada, mas fraquinha. Este gajo anda em qualquer lado com a bicicleta e nunca o vi queixar-se ou dizer que não faz aquele trilho porque a bicicleta é fraca. O que vejo é gajos com bicicletas caras a desviarem-se das descidas, enquanto ele enfrenta os calhaus sem queixumes.

Conhecem a maratona de Portalegre, umas das mais duras do país? No ano passado, um amigo meu completou-a com uma Scott dos anos 90, sem travões de disco e mariquices do género.

Resumindo, o que conta mesmo é o motor que vai em cima do selim.

Isto é como nos carros, também andam por aí muitos gajos montados em Ferraris mas a única coisa que fazem são uns passeios ao fds na marginal.

Concordo que há muito pessoal que tem grandes bicicletas e são os primeiros a fugir das descidas mais difíceis, mas foram eles que as pagaram por isso para mim é completamente indiferente.

Cada um compra o que quer e melhor se adapta ao que faz, se for para dar umas voltas soft qualquer bike serve, se quiseres fazer os trilhos mais técnicos de Monsanto aí já se começam a notar as limitações.

Esta fita em nada é igual à que se utiliza nas conversões para tubless. Vale mais uma boa fita isoladora, que acaba por fazer o aro tubless e já nem precisavas das fitas de borracha do kit...

Eu sei que podia ter convertido com fita, liquido e válvulas compradas à parte, ia acabar por gastar quase o mesmo dinheiro e ia ter mais trabalho.

As fitas de borracha do kit são próprias para meter em cima das de origem. Pelo menos é o que diz nas instruções, a outra fita é para utilizar caso os aros não tenham já a fita. [;)]

Na generalidade, concordo com o que dizes JGTB.

Mas para o caso em análise aqui, mesmo tendo aquilo a que chamas uma bicicleta "com equipamento normalíssimo", se notares, em 2 (ou talvez 3 dos pontos que enumerei) é em tudo muito melhor.

A questão é que as limitações de uma bicicleta de 200€ vão depender, naturalmente, da utilização que se lhe vai dar. Isso já foi discutido aqui.

Da minha experiência pessoal, uns travões de disco mecânicos (exceptuando como é óbvio uns BB7 p. ex.) tornam-se até perigosos se se deseja fazer uma utilização mais agressiva em pendentes de maior grau. Idem para a suspensão.

Eu já andei com um gajo em Monsanto com uma bicicleta do Decathlon já com alguns anos em cima com v-brakes e era sempre a dar pau... mas as unhas contam muito.
 
Voltar
Superior