Tópico do crime

Não é raro nos USA os policias estarem com 1 mão pistola e na outra mão o taser, se o choque nao resultar ( o espigão nem sempre toca na pele ) vai de chumbo.
 
O SOS Racismo e os seus "braços armados" na politica ainda não vieram condenar estas ações? Ah pois...isto de estar sentado em sitios distantes ou condomínios fechados enquanto os outros, os que vivem isto no dia-a-dia, sofrem as consequências, não vale!! Só quando for na rua deles, ou no prédio ou no carro deles, é que sentirão na pele o que é viver ao pé destes enxames de abelhas prestes a explodir por tudo e por nada. Mas somos um país altamente seguro e acolhedor, nada a temer.

SOS Racismo condena morte na Cova da Moura e critica PSP

"O SOS Racismo condenou esta terça-feira a morte de um homem na Cova da Moura após ser baleado pelas autoridades, naquilo que referiu ser "mais um na longa lista de mortos às mãos da PSP".
"Odair Moniz junta-se à longa lista de pessoas negras mortas às mãos da polícia de segurança pública" e a "sua morte acontece num contexto político de exacerbação do discurso de ódio e de um securitarismo estigmatizante dirigido às comunidades negras", refere a associação antirracista, que questiona a justificação da PSP.​
(...)
"Como é que alguém que se despistou num carro em fuga pode sair em condições de querer agredir agentes armados? Tendo sido a tentativa de agressão com arma branca, segundo a PSP, supõe-se então ter existido uma efetiva proximidade com o agente atirador? Se sim, porque não alvejou a vítima na parte inferior do corpo para imobilizá-la, em vez de atirar para a axila?", questiona a SOS Racismo.

Por outro lado, o SOS Racismo considera que a PSP está "inegavelmente infiltrada pela extrema-direita racista", pelo que "as mortes de pessoas negras às mãos de agentes policiais levantam as maiores dúvidas e preocupações sobre as reais motivações das intervenções".

Nesse sentido, a associação pede um inquérito para apurar "todas as responsabilidades dos agentes envolvidos neste assassinato, incluindo as da própria cadeia de comando" e, enquanto decorrer o processo, "exige-se a sua suspensão imediata de funções".

Para o SOS Racismo, há "um padrão de intervenção policial que opta por uma espécie de exceção jurídica em que a violência e a morte nos territórios e corpos habitados por pessoas negras passam a ser uma regra".​(...)"


https://www.cmjornal.pt/portugal/det...-e-critica-psp
 
SOS racismo, um antro de gente sem qualquer interesse para a nossa sociedade...

Mais um exemplo do discurso de ódio destes"senhores"

" COMUNICADO – Condenação de Cláudia Simões prova que a justiça portuguesa tem cor

01/07/2024 SOS Racismo Comunicados de imprensa
Em janeiro de 2020, numa paragem de autocarro no concelho de Amadora, Cláudia Simões foi selvaticamente agredida em frente à sua filha menor pelo agente da PSP, Carlos Canha. As agressões continuaram dentro de um carro-patrulha com insultos racistas contando com a cumplicidade dos agentes João Gouveia e Fernando Rodrigues.

Os agentes agressores beneficiaram do apoio corporativista dos sindicatos da polícia e do beneplácito da sua própria hierarquia. O então diretor da PSP, Magina da Silva, mesmo perante imagens que revelavam o agente Carlos Canha sentado em cima do corpo da vítima e ferimentos evidentes na face de Cláudia Simões, vem a público desmentir o uso desproporcional de violência e declarar não ter visto “nada de anormal” na sua detenção. Este apoio de que Carlos Canha e os seus colegas beneficiaram prova que a força do racismo estrutural está nas instituições.

Após quatro longos anos de espera na angústia, ansiedade e dor, a justiça portuguesa resolveu sancionar a vítima e poupar os carrascos. Neste julgamento, o sistema tomou um lado e duplicou a força da violência e racismo institucional a que Cláudia Simões foi sujeita, naturalizou e legitimou as práticas de violência racistas das forças policiais e, assim, voltou a desproteger e, pior ainda, a sancionar mais uma das suas vítimas. Se o direito restituísse sempre justiça, serviria para reparar os danos provocados à vítima e aplicar as devidas e proporcionais consequências ao agente agressor e aos seus cúmplices, que teriam sido os pesadamente condenados por terem gratuita e barbaramente agredido a cidadã Cláudia Simões. Se as instituições da República fossem sensíveis à ideia de igualdade plena e de justiça racial, Cláudia Simões teria sido cuidada e amparada pelo Estado em vez de ver todas as dolorosas sessões do seu julgamento serem transformadas num tribunal dos horrores, onde ela foi sistematicamente achincalhada, humilhada e discriminada e psicologicamente violento.

Pelo contrário, Cláudia Simões é mulher, negra e de condição social modesta e o racismo e a impunidade parecem continuar a grassar dentro das forças de segurança, nomeadamente na PSP, sobautorização dos tribunais. Em sala de audiência, o racismo esteve sempre presente na violência psicológica, humilhação, difamação e inomináveis pressões que a procuradora da república, os juízes e advogados dos agentes agressores exerceram sobre Cláudia Simões e as suas testemunhas. De facto, juízes, procuradora da república e advogados dos agentes da PSP orquestraram e colaboram num exercício de absoluta desumanização de Cláudia Simões.

Todo o julgamento foi um exercício de tortura psicológica e moral contra Cláudia Simões. Um inaceitável e revoltante festival de indignidades vexatórias, com chacotas sobre a queda de cabelos da vítima, repetidas exigências de retirada da peruca em plena sala, correções ofensivas à forma desta se sentar e insinuações difamatórias sobre a mitomania e oportunismo da vítima.

Ao longo do julgamento, os juízes, o ministério público e os advogados dos agentes reafirmaram insistentemente que não estavam a julgar um crime de racismo. Porém, não deixaram de julgar o antirracismo. Na leitura da sentença, voltou a juíza a atacar o movimento antirracista e as e os intelectuais que tiveram a coragem de denunciar a violência racista das agressões à Cláudia Simões e de apoiá-la.

Face ao cenário a que se assistiu desde o início do caso, a expectativa de que perante um agente policial racista se viesse a fazer justiça por uma pessoa negra, mormente uma mulher negra, era quase nula. Porém, o que não se esperava era que o próprio tribunal se transformasse numa amplificação tão persistente da violência racial como se viu acontecer até ao fim do julgamento.

A condenação de Cláudia Simões é a prova de que a justiça em Portugal tem cor e que o racismo goza de proteção institucional. Este veredito normaliza a violência policial racista.

O SOS Racismo lamenta que, mais uma vez, a justiça tenha escolhido premiar a impunidade e legitimar a violência policial racista.

O SOS Racismo manifesta a sua total solidariedade com Cláudia Simões e mostra-se totalmente disponível para estar ao seu lado para prosseguir a luta no sentido de reverter esta inaceitável sentença.

O SOS Racismo condena a tentativa de silenciamento do movimento antirracista e de intimidação a ativistas e académicos que se mobilizam na luta contra o racismo e inerente violência.

O SOS Racismo mantém-se empenhado em denunciar e combater a cada vez mais preocupante porosidade entre expressões do racismo e práticas de justiça.

1 de julho de 2024

SOS Racismo
 
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Ja vomito a conversa que a PSP está infiltrada de gente do Chega. É por isso que querem agora quotas de trans / afro / ciganos, é para poderem ir para as rusgas de bisnagas, bananas, ou vibradores fofinhos para não magoar os bons chefes de família que são abordados.
Estamos como o outro, À beira do abismo e acho que vamos dar um passo em frente...

E uma palavra para os danos patrimoniais causados a terceiros, isso nem piam...claro, quem ficou com o prejuízo, que vá pedir ajuda à SOS "mamadu".
 
com sorte o carro era roubado, não tinha seguro e os proprietários que se amanhem com o FGA.

Por acaso o FGA até funciona rápido e bem. Uma colega da minha mulher teve um acidente com um desgraçado que não tinha seguro nem carta, e estava embriagado, e em poucos dias a coisa resolveu-se. O gajo veio com a história que queria pagar o arranjo, ela viu o cheiro a alcool e chamou logo a policia. Relativamente a ela, fez a participação na seguradora dela apenas.

O gajo foi detido pela polícia, e não soube mais nada.





Não que interesse para o caso, mas era português.
 
Pois, mas tb é por isso que uma parte do seguro que pagamos vai para esse fundo. Portanto é bom que quando necessário, ele funcione.

Quanto ao PSP constituido arguido, sabem se é procedimento comum e depois é retirada a " acusação " ou a investigação já apontou como ele tendo agido erradamente?

É que a mesma ainda está em curso..

Por ex nos USA sempre que um agente mata um suspeito, é colocado em serviço não operacional até que tudo seja esclarecido e depois volta ao normal.
 
Pois, mas tb é por isso que uma parte do seguro que pagamos vai para esse fundo. Portanto é bom que quando necessário, ele funcione.

Quanto ao PSP constituido arguido, sabem se é procedimento comum e depois é retirada a " acusação " ou a investigação já apontou como ele tendo agido erradamente?

É que a mesma ainda está em curso..

Por ex nos USA sempre que um agente mata um suspeito, é colocado em serviço não operacional até que tudo seja esclarecido e depois volta ao normal.

É sempre constituído arguido, claro! Sempre que alguém mata outra pessoa, independentemente das razões, é constituída arguida. Para já não foi deduzida nenhuma acusação, e pode até nem ser.
 
É sempre constituído arguido, claro! Sempre que alguém mata outra pessoa, independentemente das razões, é constituída arguida. Para já não foi deduzida nenhuma acusação, e pode até nem ser.

Ah ok ! então porquê o alarido se faz parte do procedimento normal?
 
Se ninguém ainda aqui colocou, coloco eu para ficar imortalizado.

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Ja vomito a conversa que a PSP está infiltrada de gente do Chega. É por isso que querem agora quotas de trans / afro / ciganos, é para poderem ir para as rusgas de bisnagas, bananas, ou vibradores fofinhos para não magoar os bons chefes de família que são abordados.
Estamos como o outro, À beira do abismo e acho que vamos dar um passo em frente...

E uma palavra para os danos patrimoniais causados a terceiros, isso nem piam...claro, quem ficou com o prejuízo, que vá pedir ajuda à SOS "mamadu".

Seria bom que essas flores de estufa dessem o corpo ao manifesto. Podia ser que fossem violentados e aí sim, alguma coisa daria mais poderes às autoridades.
 
Se ninguém ainda aqui colocou, coloco eu para ficar imortalizado.

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Porque está a colocar o ónus no senhor polícia? E não no suposto criminoso?

Esta gente não pensa? Acham que tomam todos por parvos?

Concordo com o início da frase, devem ser apuradas as circunstâncias da morte da pessoa. O resto é usar um infortúnio que é sempre a morte de uma pessoa, mesmo em circunstâncias por esclarecer, para fazer passar a sua propaganda.
 
Porque está a colocar o ónus no senhor polícia? E não no suposto criminoso?

Esta gente não pensa? Acham que tomam todos por parvos?

Concordo com o início da frase, devem ser apuradas as circunstâncias da morte da pessoa. O resto é usar um infortúnio que é sempre a morte de uma pessoa, mesmo em circunstâncias por esclarecer, para fazer passar a sua propaganda.

Eles pensam sim Sra

Isto é tudo estudado.

Enquanto tiverem palco, continuam a cavalgar nesta estrada do oportunismo

Mas cada vez vão tendo menos adeptos. Felizmente
 
Se ninguém ainda aqui colocou, coloco eu para ficar imortalizado.

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Por outro lado temos aqui as declarações do Ventura em relação a esse caso.

Oiçam com atenção para verificarem que tudo o que ele diz faz sentido. Não adianto mais nada do conteúdo para não estragar a surpresa e assim ouvem/vêm tudo de seguida.

Contado ninguém deve acreditar na situação de em determinado local a polícia não conseguir entrar porque algumas pessoas andam a incendiar coisas, atirar pedras, petardos, etc etc.

Depois há quem se queixe que a polícia só serve para andar na "caça à multa". A polícia/GNR cumpre ordens superiores e actua consoante o que pode ou não pode fazer baseado na lei existente.

Deveríamos condecorar este PSP por ter travado um criminoso

Conferência de imprensa do Presidente do CHEGA, André Ventura, reagindo aos desacatos na Amadora e a mais uma tentativa de humilhação da MAI, às Forças de Segurança.


 
Após ter sido apedrejado, uma das pessoas entrevistadas diz "...não posso falar muito, eu vivo aqui no bairro".

Está tudo dito.
 
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Recomeçou, um autocarro da CARRIS já foi......e como são gente de bem, mandaram sair o motorista e roubaram-no...

EDIT: Afinal é um Conecto da Carris Metropolitana.

Nojo de gente [:vm)][:vm)]

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