Bodycams e já. Não há motivo para que não estejam já atribuidas às forças policiais, nem mesmo uma impugnação judicial sobre o concurso interposta por um dos fornecedores concorrentes, mas por alguma razão continuam sem equipar as nossas forças policiais. Para o bem e para o mal. Neste momento serviria para podermos aferir se a pessoa que foi morta foi vitima do excesso e uso indevido de força desproporcional ou se perante o ataque dessa pessoa o agente apenas agiu em sua legitima defesa. Uma coisa é evidente, façam-se os inquéritos necessários para apurar todos os factos, mas não podemos ter indivíduos a ameaçar de morte, seja na comunicação social, seja nas redes sociais e nada se faça para os identificar e levar à justiça e não podemos permitir que os desacatos das ultimas noites continuem, a sensação de insegurança de quem vive naquelas zonas deve ser aterradora. Por outro lado, não podemos ter a policia a "invadir" a casa da pessoa que morreu sem um mandato de busca.
Já foi feita uma investigação a isto? porque assumes como se fosse algo assente?
"O relato é de Catarina Morais, do Movimento Vida Justa, advogada que representa a família de Odair Moniz, o homem de 43 anos que morreu esta segunda-feira baleado pela PSP no bairro do Zambujal, na Amadora, depois de uma fuga às autoridades."
Sobre esse movimento, que tresanda a Bloco... (um movimento que estava sem gás desde 2023,
Manifestação Vida Justa – Vida Justa....) ganhou agora novo folego. vivem e sobrevivem disto...
"Todos os dias, vemos os lucros das petrolíferas e das grandes empresas a crescerem, e os salários de quem trabalha a desaparecerem.
O governo está mais preocupado em pagar a dívida pública, ao dobro da velocidade que a União Europeia nos quer obrigar, do que em ajudar a maioria das pessoas a resistirem a esta crise.
O estado de guerra na Europa transformou-se – com as sanções cegas que não param o massacre e a escalada dos combates na Ucrânia – numa guerra às pessoas que trabalham. Dando ainda mais dinheiro aos ricos, enquanto baixam, cada vez mais, os salários reais dos trabalhadores.
Em muitos dos bairros, as autoridades atacam e fecham os pequenos comércios que servem as comunidades, apreendendo as mercadorias e pondo em causa a sustentabilidade dos bairros e a manutenção da economia local. Há uma guerra contra as populações mais pobres que tem de parar.
Para inverter esta situação, as pessoas têm de ter o poder de exigir um caminho mais justo que distribua igualmente os custos desta crise. Não pode ser sempre o povo a pagar tudo, enquanto os mais ricos conseguem ainda ficar mais ricos."