Bom, lá vou eu começar este debate..hehe[8D] Em Julho de 1998, meu primo mais velho estava para o interior curtindo as férias, e a namorada dele apareceu em casa, e como costume, acabou ficando para dormir. Minha mãe, já amiguíssima dela, disse: - Patrícia, porque vc não fica hoje em casa para ajudar o Fernando a estudar matemática (minhas notas estavam um horror), e já que está tarde mesmo, amanhã te levo pra casa.. Liga para a sua mãe!? - Tudo bem! ,respondeu ela.
Nossa história era um tanto conturbada, pois apesar de ela dizer que amava meu primo, percebia uns olhares bobos para o meu lado. No entanto, nunca tinha tomado nenhuma iniciativa porque além do fato de ser ela ser namorada do meu primo, morria de medo de ser mal interpretado. Era muito inseguro. Só que de um tempo para cá eles estavam distanciados, ele afim de cair fora; tanto é que ele estava para interior e ela não.
Patrícia era baixinha, gostosinha, bundinha deliciosa; e meu primo me contava cada história dela!...
Umas 22hs , depois de estudar, estava eu no meu quarto, quando ouço ela bater. Abro e ela diz: -Está muito quente lá no outro quarto, mesmo com ventilador não dá! - posso dormir aqui?! Vc dorme no chão e eu na cama?! -Aqui ta friozinho, deixa, vai!? (meu quarto tinha ar condicionado)- Sem problema, só não te convidei pq achava que ficaria com medo de mim! eu respondi. " - Claro que não, vc vai me agarrar por acaso!? Comentou ela.
Nesta hora o tesão foi a mil. Luzes apagadas, eu duríssimo no chão ela lá, a poucos metros de mim. Puta merda, será que eu me arrisco ou não!? perguntava pra mim mesmo. E se eu for, ela não aceitar e contar para meu primo!? Fui para a cama e disse: - Patrícia, afasta pra lá, não estou conseguindo dormi no chão, aqui cabe nós dois! Com uns 10 minutos pensei: Puts, é agora ou nunca! imaginei. Comecei me encostando nela, como quem não quer nada. Percebi que ela não se afastou. Tomei coragem e coloquei meu braço por cima dela, ela sem reagir. Comecei a passar as mãos no ombro. Ela disse: - Vc está me estranhando, vc está louco, melhor vc voltar pro chão! e se afastou na cama. Puts, melhor esquecer essa loucura! pensei. Mas o tesão era maior que minha racionalidade. Vou tentar só mais uma vez! disse pra mim.
Comecei encostando meus pés no dela. Depois aproximei minhas pernas na dela, fiz leves toques, ela sem reagir. Descansei minha mão, paradinha da silva, em cima da lateral da bunda dela, fiquei por vários minutos inerte, meu coração parecia que ia entrar em colapso; nesta hora o coração mais imenso do que nunca, parecia que tinha triplicado de tamanho. Droga, eu preciso dessa garota!!!! dizia contido. Fiz levíssimos movimentos com os dedos. Fui manipulando até encontrar a lateral da calcinha, fiozinho minúsculo. Depois, acompanhando o fio desci lentamente em direção à vcs sabem onde. Ela reagiu: - vc está me tentando, Nando! Se a tua mãe souber disso estamos mortos! Não faz isso, por favor! Respondi: - É que eu não agüento, Pat, somos adultos, quero só um sexo gostoso, sei que vc quer também!” Continuei: “-Acho injusto contermos o que nossos corpos estão pedindo, só isso!!!” E continuei alisando-a. Fui pra cima dela e tasquei um beijo. Boca deliciosa, quente e molhadíssima. Quase engoli a língua dela.
Ela, por instinto, demonstrando reação, tentou me conter, escapando do macho como as demais fêmeas; como pata que corre do patarrão por várias horas, mas ele a alcança molhada, louca para ser dominada. Estávamos assim. Meti a boca no pescoço da Pat, chupava o queixo, a orelha, depois desci para barriguinha com pelinhos macios deliciosos, dourados certamente, a barriga parecia uma tábua, reta e na mesma altura da perseguida. Fui metendo a boca e ela urrando. Chupei, chupei, chupei de doer. A moça entrou em desespero, partiu com a boca pra cima de mim: chupava, ia buscar de baixo para cima. Daí para frente, coloquei a camisinha e soquei a moça de todas a maneiras! Ela gozou dezenas. Entre um intervalo e outro mais beijação; descontei tudo que meu primo me dizia. Fomos dormir lá pelas 4:00h, prometemos nunca mais repetir. Quebramos o pacto só mais uma vez. Depois, ao invés de dormirmos agarradinhos, ela achou melhor voltar para o outro quarto, com medo do que minha mãe poderia pensar. Ledo engano: no outro dia, depois que ela foi embora, minha mãe com aquele risinho bobo dela veio me perguntar se tinha sido boa a minha primeira vez.. Perguntou se tinha usado camisinha e me deu um beijo. Tinha 15 anos na época, mas até hoje aquela noite permanece em minha memória.
Quanto a ela, depois de um tempo brigada com meu primo, ainda hoje o namora. Penso que ele desconfia que nós nos beijamos, mas certamente que nunca imaginou o que de fato aconteceu!
Nossa história era um tanto conturbada, pois apesar de ela dizer que amava meu primo, percebia uns olhares bobos para o meu lado. No entanto, nunca tinha tomado nenhuma iniciativa porque além do fato de ser ela ser namorada do meu primo, morria de medo de ser mal interpretado. Era muito inseguro. Só que de um tempo para cá eles estavam distanciados, ele afim de cair fora; tanto é que ele estava para interior e ela não.
Patrícia era baixinha, gostosinha, bundinha deliciosa; e meu primo me contava cada história dela!...
Umas 22hs , depois de estudar, estava eu no meu quarto, quando ouço ela bater. Abro e ela diz: -Está muito quente lá no outro quarto, mesmo com ventilador não dá! - posso dormir aqui?! Vc dorme no chão e eu na cama?! -Aqui ta friozinho, deixa, vai!? (meu quarto tinha ar condicionado)- Sem problema, só não te convidei pq achava que ficaria com medo de mim! eu respondi. " - Claro que não, vc vai me agarrar por acaso!? Comentou ela.
Nesta hora o tesão foi a mil. Luzes apagadas, eu duríssimo no chão ela lá, a poucos metros de mim. Puta merda, será que eu me arrisco ou não!? perguntava pra mim mesmo. E se eu for, ela não aceitar e contar para meu primo!? Fui para a cama e disse: - Patrícia, afasta pra lá, não estou conseguindo dormi no chão, aqui cabe nós dois! Com uns 10 minutos pensei: Puts, é agora ou nunca! imaginei. Comecei me encostando nela, como quem não quer nada. Percebi que ela não se afastou. Tomei coragem e coloquei meu braço por cima dela, ela sem reagir. Comecei a passar as mãos no ombro. Ela disse: - Vc está me estranhando, vc está louco, melhor vc voltar pro chão! e se afastou na cama. Puts, melhor esquecer essa loucura! pensei. Mas o tesão era maior que minha racionalidade. Vou tentar só mais uma vez! disse pra mim.
Comecei encostando meus pés no dela. Depois aproximei minhas pernas na dela, fiz leves toques, ela sem reagir. Descansei minha mão, paradinha da silva, em cima da lateral da bunda dela, fiquei por vários minutos inerte, meu coração parecia que ia entrar em colapso; nesta hora o coração mais imenso do que nunca, parecia que tinha triplicado de tamanho. Droga, eu preciso dessa garota!!!! dizia contido. Fiz levíssimos movimentos com os dedos. Fui manipulando até encontrar a lateral da calcinha, fiozinho minúsculo. Depois, acompanhando o fio desci lentamente em direção à vcs sabem onde. Ela reagiu: - vc está me tentando, Nando! Se a tua mãe souber disso estamos mortos! Não faz isso, por favor! Respondi: - É que eu não agüento, Pat, somos adultos, quero só um sexo gostoso, sei que vc quer também!” Continuei: “-Acho injusto contermos o que nossos corpos estão pedindo, só isso!!!” E continuei alisando-a. Fui pra cima dela e tasquei um beijo. Boca deliciosa, quente e molhadíssima. Quase engoli a língua dela.
Ela, por instinto, demonstrando reação, tentou me conter, escapando do macho como as demais fêmeas; como pata que corre do patarrão por várias horas, mas ele a alcança molhada, louca para ser dominada. Estávamos assim. Meti a boca no pescoço da Pat, chupava o queixo, a orelha, depois desci para barriguinha com pelinhos macios deliciosos, dourados certamente, a barriga parecia uma tábua, reta e na mesma altura da perseguida. Fui metendo a boca e ela urrando. Chupei, chupei, chupei de doer. A moça entrou em desespero, partiu com a boca pra cima de mim: chupava, ia buscar de baixo para cima. Daí para frente, coloquei a camisinha e soquei a moça de todas a maneiras! Ela gozou dezenas. Entre um intervalo e outro mais beijação; descontei tudo que meu primo me dizia. Fomos dormir lá pelas 4:00h, prometemos nunca mais repetir. Quebramos o pacto só mais uma vez. Depois, ao invés de dormirmos agarradinhos, ela achou melhor voltar para o outro quarto, com medo do que minha mãe poderia pensar. Ledo engano: no outro dia, depois que ela foi embora, minha mãe com aquele risinho bobo dela veio me perguntar se tinha sido boa a minha primeira vez.. Perguntou se tinha usado camisinha e me deu um beijo. Tinha 15 anos na época, mas até hoje aquela noite permanece em minha memória.
Quanto a ela, depois de um tempo brigada com meu primo, ainda hoje o namora. Penso que ele desconfia que nós nos beijamos, mas certamente que nunca imaginou o que de fato aconteceu!