Topico dos autocarros

Quem havia de ganhar era os Auto-Transportes do Fundão[:cool:]
Caso o Barraqueiro não entre, de certeza que quem ganha é a Transdev! A meu ver (isto porque aquele organograma que postaram é uma salganhada[:)]), são os que controlam a outra metade que não é controlada pelo Barraqueiro[:D]

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Quem querem que ganhe?? [;)]

Não conheço as propostas.

Mas quero que ganhe a proposta que tenha o maior equilíbrio entre serviço prestado / custo de operação. Como em tudo, acho que os privados gerem muito melhor os dinheiros e serviços públicos do que o estado/autarquias.

Mas os operadores privados em Portugal... adiante. Tenho uma excelente imagem do Rui Moreira, de certeza que está a constituir uma boa proposta, porque não?
 
Nenhuma, como é evidente, mas um grupo que entra em quase tudo, estranhei, apenas isso.

Repara uma coisa...

Tu já levantaste autos em nome de segurados, certo ?


Já te ocorreu que pode se passar o mesmo neste caso ? Há quem faça as coisas pela calada... [;)]
 
Boas, meu nome é Cláudio e resido no Porto. Gosto de fotografia e ,dentro desta, uma das coisas que costumo fotografar são carros e autocarros (principalmente os antigos :p). Deixo então aqui algumas fotos de autocarros da Espirito Santo e da A.V. Tâmega:
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Bolas, não deu[8b]
 
Se o Grupo Barraqueiro não concorrer e se não houver um consenso entre as autarquias, não tenho a mínima dúvida que a gestão seja entregue ou à Arriva ou à Transdev.

Acho difícil que a Vimeca ou a ValpiBus, consigam competir com estes colossos dos transportes.
 
Atenção que ainda não há propostas para nada, estas empresas apenas levantaram o caderno de encargos para ser estudado e eventualmente apresentarem propostas. O que quer dizer que há grupos que podem vir a entrar no assunto e outros que podem ficar pelo caminho.

Chamo a atenção para este pormenor do caderno de encargos: "O caderno de encargos prevê ainda a renovação da frota da STCP, cuja idade média não poderá superar os 16 anos, além de manter a mesma tipologia, incluindo os veículos a gás natural, que correspondem a cerca de metade das viaturas."

...

O regulamento estipula, igualmente, que os autocarros não possam ter mais de 16 anos (a frota da STCP tem hoje uma idade média de 11,5 anos), donde - dado o período de concessão ser de oito anos, acrescidos de mais dois eventuais -, a quase totalidade da frota composta por 475 autocarros, será renovada.

Parecendo que não... é importante. [;)] A vários níveis.

Se o que aqui está é verdade, 475 veículos / 10 anos anos, dá quase 50 carros por ano. €€€
 
Até parece que é complicado arranjar veículos usados, lá fora...

Aliás, para se ter uma média de 16 anos, imaginem a quantidade de tralha que se pode trazer... É que basta comprar meia dúzia de veículos novos para baixar a idade média.

16 anos ? [:)] No máximo 8 e é se querem ter veículos recentes.
 
Até parece que é complicado arranjar veículos usados, lá fora...

Aliás, para se ter uma média de 16 anos, imaginem a quantidade de tralha que se pode trazer... É que basta comprar meia dúzia de veículos novos para baixar a idade média.

16 anos ? [:)] No máximo 8 e é se querem ter veículos recentes.

A STCP tem por norma comprar viaturas usadas?
 
A STCP tem por norma comprar viaturas usadas?

Estás a confundir as coisas...

Uma coisa é um operador só comprar novo, outra coisa é o regulamento de um concurso permitir uma idade média de 16 anos...


Por cada autocarro com 8 anos, o futuro operador poderá colocar ao serviço 1 carro com 20 anos, que a idade média se manterá abaixo dos 16 anos exigidos. Pois...
 
Até parece que é complicado arranjar veículos usados, lá fora...

Aliás, para se ter uma média de 16 anos, imaginem a quantidade de tralha que se pode trazer... É que basta comprar meia dúzia de veículos novos para baixar a idade média.

16 anos ? [:)] No máximo 8 e é se querem ter veículos recentes.

Como fez por exemplo os TST, que compraram novos os Temsa e depois importam os MB com 8 anitos ou mais.
 
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No Salão de Hannover


Volvo vai lançar autocarro urbano Elétrico Híbrido


A Volvo vai lançar novo autocarro urbano 7900 Electric Hybrid no Salão de Veículos Comerciais de Hannover, no próximo mês de setembro. A nova versão possui tecnologia ‘plug in’, que permite reduzir o consumo de combustível e das emissões até 75 por cento em comparação com um autocarro diesel convencional. O consumo total de energia diminui até 60 por cento. Três autocarros estiveram em testes em condições reais de operação no ano passado na cidade de Gotemburgo. Os resultados vieram confirmar a redução no consumo de energia e nas emissões. O teste veio ainda demonstrar que o Volvo 7900 Electric Hybrid efetua cerca de 70 por cento da rota urbana em modo elétrico. O construtor sueco adianta que outra das vantagens desta solução consiste na sua flexibilidade: pode circular com autocarro elétrico em zonas selecionadas, mas funciona como um híbrido em qualquer careira. O tempo de carga nos terminais das carreiras é de seis minutos.


O Volvo 7900 Electric Hybrid partilha a tecnologia do Volvo 7900 Hybrid, sendo por isso um produto fiável e seguro. O Volvo 7900 Electric Hybrid já recebeu encomendas de operadores da cidades de Hamburgo, Luxemburgo e Estocolomo. Essas unidades serão entregues em 2014 e 2015. A produção em série deste modelo irá arrancar no início de 2016.

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por: Carlos Moura

http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=38045
 
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