Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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O combustível não é todo igual, existem aditivos na sua composição que diferem entre si. Os Efitec, Ultimate e Gforce por exemplo.

Muitas vezes metem gasolina "normal" depois mudam o filtro e vem uma nhanha estranha lá agarrada... Com BP Ultimate nunca tive nhanhas agarradas ao filtro de gasolina, mas pronto é um mito e a gasolina é toda igual em todo o lado [:D]

Isto sem falar na questão da poluição e do enxofre mas a malta já se vai habituando aos combustíveis mais caros, chegando a 2009 é tudo corrido a gasolina 95 com 10ppm ou menos (a 98 deve ficar a 0ppm, a Repsol diz que a Efitec 98 já é livre de enxofre) e é ver os preços a subir porque a refinação fica mais cara [;)]
 
chegando a 2009 é tudo corrido a gasolina 95 com 10ppm ou menos (...) e é ver os preços a subir porque a refinação fica mais cara [;)]

E como... Além da chatice técnica que é eliminar o enxofre, ainda há o problema do enxofre retirado ser altamente corrosivo. Ataca as condutas de transporte.. a manutenção da refinaria sobre, bem como o risco de fugas perigosas.

Mas, como dizia o outro, "habituem-se". O crude com baixo teor de enxofre (sweet) está em declínio de produção. Para repor os níveis de produção, tem que se ir buscar crude com alto teor de enxofre (sour).

not good... :/
 
Eu abasteço há anos no carrefour aqui de Braga mas há quem diga que estes combustíveis mais baratos não têm algumas propriedades necessárias para a correcta lubrificação da cabeça do motor ou algo que o valha! Isto tem algum fundamento?

Um abraço.
tb ja ha muitos anos abasteço nos combustiveis mais baratos e ate ver é sempre a rolar, trocar sempre o filtro de gasoleo quando é necessario pela kilometragem....
 
Feira Nova em Aveiro, o Gasóleo continua a 1€.

Suponho que no Carrefour e no Jumbo tb...

Não sei o preço das gasolinas, mas ao almoço passo lá, e depois coloco aqui...
 
O combustível não é todo igual, existem aditivos na sua composição que diferem entre si. Os Efitec, Ultimate e Gforce por exemplo.

Muitas vezes metem gasolina "normal" depois mudam o filtro e vem uma nhanha estranha lá agarrada... Com BP Ultimate nunca tive nhanhas agarradas ao filtro de gasolina, mas pronto é um mito e a gasolina é toda igual em todo o lado [:D]

Isto sem falar na questão da poluição e do enxofre mas a malta já se vai habituando aos combustíveis mais caros, chegando a 2009 é tudo corrido a gasolina 95 com 10ppm ou menos (a 98 deve ficar a 0ppm, a Repsol diz que a Efitec 98 já é livre de enxofre) e é ver os preços a subir porque a refinação fica mais cara [;)]
É tudo corrido, porque nós como é da praxe, não decidimos introduzir quando foi anunciado! Logo depois somos obrigados!
Espanha já aderiu na redução de enxofre!
 
Galp e a repsol em estarreja desceu 1 centimos na gasolina 95.
Agora está Galp-1,35 e repsol. 1,33apr:)
Podia descer mais que eu não me importava
 
Ainda me lembro quando metia á uns anitos 2.5 euros de gasolina no meu fiat Uno, e andava... agora o mínimo que meto é 20 euros.... menos é para tar sempre na bomba...


Intermarche sempre, já tive 3 carros e devo ter metido gota aí umas 10 vezes nas bombas dos chulos....

Uma altura até me dei ao trabalho de ver se aquela gasolina de 100 octanas que está aqora a 1,50 conseguia fazer mais KM.

Mas k grande barrete, admito fui comido.... primeiro o ponteiro ficou muito abaixo do normal pelo mesmo dinheiro que metia...
e andei menos km com exactamente o mesmo tipo de condução.


O meu colega atesta o carro dele a Gpl com 16 euros, faz cerca de 400km...
 
É tudo corrido, porque nós como é da praxe, não decidimos introduzir quando foi anunciado! Logo depois somos obrigados!
Espanha já aderiu na redução de enxofre!

Fora Espanha tens outra carrada de países... Até para os transportes marítimos já se começa a usar combustível com teor mais baixo de enxofre, e não estou a falar de barcos de recreio...
 
Gasolineiras deixam de divulgar preços na Internet


COMBUSTÍVEL VERDE 'SOBE' PREÇO DE ALIMENTOS


CÁTIA ALMEIDA
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A escalada do preço dos cereais e a canalização desta matéria-prima para os biocombustíveis vão provocar um aumento do preço de alimentos básicos em Portugal, alerta a Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA).

Entre os produtos mais afectados encontram-se as rações para animais (e consequentemente a carne), pão, óleo, massas, cereais para o pequeno-almoço, farinhas e ovos. A Associação do Comércio e Indústria da Panificação (ACIP) já anunciou que o pão vai voltar a subir este ano entre os 8% e os 10%. Aumentos de outros produtos são esperados para breve.

Pedro Queiroz, director-geral da FIPA, afirmou ao DN que as empresas ainda não reflectiram os aumentos nos preços finais ao consumidor, tendo optado por esmagar as margens de lucro. Contudo, frisou, "esta situação não é suportável por muito mais tempo, sendo expectável uma subida dos preços já em 2008".

Apesar de garantir que os preços ainda não aumentaram na indústria, destacando que se os consumidores estão a pagar mais é a distribuição que está a lucrar com isso, o certo é que as estatísticas internacionais da OCDE e da Organização Mundial de Alimentação (FAO) revelam uma forte subida do preço de produtos como o queijo, manteiga, leite e carne.

Nos cereais, o aumento é bem evidente: as cotações do trigo e da cevada subiram 47% em apenas um ano, enquanto o milho subiu 32%. Sendo Portugal um forte importador de trigo (mais de 90%) e de milho (50%), a indústria agro-alimentar está a ser muito afectada por estas cotações.

Além de outras causas, Pedro Queiroz destaca que a "pressão" sobre os cereais deve-se à utilização destes produtos no biocombustível. "Cada vez mais os stocks alimentares são utilizados nas energias alternativas em vez de serem canalizados para a alimentação. Além disso, o facto de a União Europeia e outros países estarem a dar incentivos para estes combustíveis está a provocar uma distorção no mercado."

O responsável adiantou que não "está contra os combustíveis limpos, mas se a política ambiental está a afectar bens essenciais alimentares, devia ser revista". Questionado sobre o facto de apenas 2% da produção de cereais se destinar aos biocombustíveis, Pedro Queiroz destacou que esta percentagem é significativa numa altura em que os stocks mundiais estão em baixo, prevendo-se um aumento deste montante nos próximos anos.

De acordo com um estudo elaborado pela HBR, "os stocks nunca estiveram tão baixos na Europa. Dão apenas para dois meses de consumo, o que leva a uma situação do preço do pão a curto prazo. Já em Setembro deve aumentar entre 3% a 5% e no próximo ano o aumento pode ser mais elevado".

A ACIP já anunciou aumentos maiores, o que leva alguns profissionais do mercado a considerarem que é frequente um "aproveitamento" da subida das matérias-primas para aumentar "em demasia" o produto final.

A pesquisa concluiu que em Portugal "as farinhas estão a subir de preço lentamente e quase de forma escondida". Os industriais estão à espera de "que alguém fique com o ónus do aumento [considerado inevitável], para depois poderem acompanhar a subida de preços".

Agricultores com visão diferente

Uma posição diferente da FIPA tem a Confederação dos Agricultores de Portugal. Luís Mira, secretário-geral da CAP, afirmou ao DN que a subida do preço dos cereais - que poderá provocar aumentos nos produtos alimentares - não se deve aos combustíveis verdes. "É muito mais devastador um tufão ou cheias do que os biocombustíveis. Os preços subiram devido às alterações climatéricas e ao aumento da procura face à oferta."

Adicionalmente, existem políticas que estão a prejudicar a produção. "A União Europeia obriga a que 10% dos terrenos não sejam cultivados, uma medida tomada quando havia excedentes." Outra razão prende-se com "a proibição de importar milho geneticamente modificado".

O aumento da procura é explicado pelo crescimento da população mundial e também pela subida do consumo em países em desenvolvimento, como a China e a Índia.

Desde o início dos anos 90, este dois países mais do que duplicaram o consumo de óleos vegetais, passando de 12 para 34 milhões de toneladas. Perante a "inquietação" gerada em torno da subida do preço das cereais, o Comité das Organizações Profissionais Agrárias da União Europeia emitiu um comunicado no início do mês a defender que "a política comunitária em matéria de bioetanol não é a causa da situação actual". O clima é o grande responsável, considerou.|

Em http://dn.sapo.pt/2007/07/27/dnbolsa/combustivel_verde_sobe_preco_aliment.html


Produção de biocombustíveis vai triplicar em Portugal

A corrida à produção de biocombustíveis está ao rubro. Em Portugal, existem actualmente duas unidades com dimensão relevante, a Iberol, em Alhandra, e a Torrejana, em Torres Novas, a produzir com uma capacidade da ordem das 200 mil toneladas, que é toda comprada pela maior petrolífera nacional, a Galp. Uma produção que hoje garante o abastecimento de 3% do consumo nacional de combustíveis.

Mas com os vários projectos já anunciados - Martifer, Enersis, Galp, entre outros -, a produção nacional deverá aumentar para as 650 a 700 mil toneladas. Um valor suficiente para satisfazer a ambiciosa meta nacional de 10% para incorporação bio até 2010 e provavelmente até para exportar.
 
COMBUSTÍVEL VERDE 'SOBE' PREÇO DE ALIMENTOS
A escalada do preço dos cereais e a canalização desta matéria-prima para os biocombustíveis vão provocar um aumento do preço de alimentos básicos em Portugal, alerta a Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA). Produção de biocombustíveis vai triplicar em Portugal


POIS.. é exactamente isto que NÃO deviamos estar a fazer... ocupar solo arável para alimentar desperdício. Os biocombustíveis só são sustentáveis se vierem de reciclagem ou excedentes de produção.

E os políticos não vêm, nem querem ver, nada disto.. andam mais preocupados mais em ganhar votos do que em resolver problemas. É só irresponsabilidade... acho que tenho que me candidatar a primeiro-ministro.
 
E como... Além da chatice técnica que é eliminar o enxofre, ainda há o problema do enxofre retirado ser altamente corrosivo. Ataca as condutas de transporte.. a manutenção da refinaria sobre, bem como o risco de fugas perigosas.

Mas, como dizia o outro, "habituem-se". O crude com baixo teor de enxofre (sweet) está em declínio de produção. Para repor os níveis de produção, tem que se ir buscar crude com alto teor de enxofre (sour).

not good... :/

Pormenores em termos técnicos existe solução[;)], no aspecto da qualidade do petróleo a ser extrarído os mapas cartográficos dos poços e reservas de petróleo estão em permanente actualização em todo o planeta.

Desde que haja procura comercial (e há) o preço final não interessa.

Se tivesse havido um crescimento económico/ambiental sustentado logo a seguir ao fim da II Grande Guerra Mundial e durante as décadas de 50/60 e inico da de 70 aquando do surgimento das 1ª preocupações ambientais/energéticas se calhar hoje o espaço de reserva e manobra dos departamentos de investigação e desenvolvimento das petrolíferas e não só não tivesse só menos de 50 anos para encontrar a solução energética para pós era do petróleo.
 
O erro não são os BC[;)] o erro a evitar e já assinalado e identificado é o estilo de produção (Intensivo vs Sustentado).

Pois, o problema é que não se está a ir por aí, depois é pior a emenda que o soneto [s)]

Para uma minoria[;)]

O problema é mesmo o jornalista que se "lembrou" de escrever a notícia, é que isso já anda assim desde o ano passado, a BP e a Repsol foram as primeiras, passado poucas semanas foi a Galp... Mas só agora é que deram por ela, é o bom jornalismo [:D]
 
Pormenores em termos técnicos existe solução[;)], no aspecto da qualidade do petróleo a ser extrarído os mapas cartográficos dos poços e reservas de petróleo estão em permanente actualização em todo o planeta.

Desde que haja procura comercial (e há) o preço final não interessa.

Não é bem assim. Se por um lado é verdade que algumas dificuldades técnicas podem ser ultrapassadas, por outro isso implica atrasos consideráveis na produção.

P.ex., se dum momento para o outro todo o crude fosse heavy sour, as refinarias, mesmo 100% preparadas para isso, não poderiam tratar 100 000 barris/dia mas apenas, digamos 50 000 deles. Consequência: um carro em cada 2 teria que encostar.
 
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