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Acho que não é difícil de ver onde isto vai parar... abaixo dos $250-300 o barril não estabiliza. Isso vai-se traduzir em gasolina a 2,5-3 euros o litro. Coisa de 150 a 200 euros por depósito.
Nessa altura a classe baixa será forçada a deixar o carro e a classe média não vai poder ir de carro se morar a mais 15 km do trabalho. Os preços das casas/alugueres nos centros disparam (o que pelo menos terá o efeito secundário de incentivar ao restauro dos prédios velhos...). Dentro das cidades veremos mais bicicletas, mesmo em terrenos acidentados. É neste período que o consumo baixa e o preço estabiliza.
Depois é uma lotaria. No melhor cenário as empresas conseguem adaptar-se e os governos aguentam as tensões sociais. Neste caso, em princípio escapamos a guerras. O petróleo continuará a subir, mas mais devagar, e as renováveis entram para cobrir o défice de produção energética.
No pior cenário os países começam a ir à bancarrota, as empresas vão à falência, o desemprego explode, as pessoas saem à rua e é a confusão geral. Os governos do ocidente declaram guerra ao médio-oriente para sacar os recursos e passaremos dezenas de anos de miséria, fome e sofrimento.
Acho que não é difícil de ver onde isto vai parar... abaixo dos $250-300 o barril não estabiliza. Isso vai-se traduzir em gasolina a 2,5-3 euros o litro. Coisa de 150 a 200 euros por depósito.
Nessa altura a classe baixa será forçada a deixar o carro e a classe média não vai poder ir de carro se morar a mais 15 km do trabalho. Os preços das casas/alugueres nos centros disparam (o que pelo menos terá o efeito secundário de incentivar ao restauro dos prédios velhos...). Dentro das cidades veremos mais bicicletas, mesmo em terrenos acidentados. É neste período que o consumo baixa e o preço estabiliza.
Depois é uma lotaria. No melhor cenário as empresas conseguem adaptar-se e os governos aguentam as tensões sociais. Neste caso, em princípio escapamos a guerras. O petróleo continuará a subir, mas mais devagar, e as renováveis entram para cobrir o défice de produção energética.
No pior cenário os países começam a ir à bancarrota, as empresas vão à falência, o desemprego explode, as pessoas saem à rua e é a confusão geral. Os governos do ocidente declaram guerra ao médio-oriente para sacar os recursos e passaremos dezenas de anos de miséria, fome e sofrimento.
As soluções:
Transportes
Fazer caminho-de-ferro para ligar as cidades. Fazer estações longe do centro das localidades, onde haja espaço para estacionar. Ligar periferias aos centros por metro. Mais transportes públicos. Ordenar o território, não permitindo a construção de bairros habitacionais em locais mal servidos por transportes públicos, alocar espaços específicos para indústrias, serviços e comércio e ligar esses espaços por serviço público regular. Investimento em energias alternativas (solar, vento, nuclear, ondas, maré, etc...). Pistas para ciclistas.
Alimentação
Controle estatal apertado sobre a produção de biocombustíveis. Usar o solo marginal para culturas energéticas e o solo fértil para culturas alimentares.
Turismo
Ligar os países por comboio de alta velocidade. Usar para isso o dinheiro que se gastaria em elefantes brancos, como p.ex. o novo aeroporto, que, por este andar, quando estiver concluído, já não haverá querosene para os aviões...
Claro que tudo isto só poderá acontecer no dia em que as pessoas deixarem de olhar para o umbigo. Isto é, NUNCA.
A reivindicação é antiga e a novidade está apenas no rosto do protesto, refere o Diário Económico de terça-feira. É que o gás natural paga 5% de IVA enquanto o propano e butano 21% em imposto de valor acrescentado, esclarece a mesma fonte.
A diferença é igualmente gritante quando comparada com o mercado espanhol, «onde tanto o gás natural como o gás butano e propano pagam, indiferentemente, 16% de IVA», explica o diário.
«Esta discrepância distorce a concorrência e promove a desigualdade social», alertou o responsável da empresa que é simultaneamente um dos principais fornecedores nacionais de gás propano e butano. «Porque é que o gás natural, cujas infra-estruturas são financiadas por fundos públicos e comunitários, paga 5% de IVA e o gás de garrafa, que não tem qualquer tipo de apoio e actua num mercado concorrencial, suporta um encargo de 21%?», questionou Ferreira de Oliveira.
A medida introduzida no final da década de 90 para fomentar exactamente o consumo do gás natural, começa agora a ser questionada em vésperas da primeira etapa da liberalização do gás natural, destinada aos grandes industriais, já em 2008.
Em 1997, ano que marca a introdução do gás natural em Portugal, foram fornecidos 46,5 milhões de metros cúbicos a clientes industriais. Nesse ano, o petróleo de Brent cotava-se, em média, a 20 dólares o barril, e passados 10 anos temos um preço médio de referência de 65 dólares o barril, o que significa que enquanto o preço do petróleo se agravou 225%, o gás natural subiu apenas 64,4% para os clientes industriais.
No caso dos clientes domésticos, o consumo só começa a ser expressivo a partir de 1999, altura em que o preço do metro cúbico era vendido a 50 cêntimos e hoje custa 71,5 cêntimos, ou seja, subiu 43% em 8 anos. Nesse mesmo período, o preço do petróleo de Brent aumentou 364,3% de um preço médio de 14 dólares o barril em 1999 para 65 dólares o barril em 2007.
Honório Novo acrescentou que o PCP apresentou também uma proposta para que passe de 21 para 5 por cento a taxa do IVA sobre o gás butano e o gás propano, «equiparando-os em termos concorrenciais ao gás natural».
«Vastas camadas da população portuguesa não têm qualquer alternativa às garrafas de gás butano de 13 quilos. Nada justifica esta tributação diferente», argumentou o deputado.
De acordo com Honório Novo, a redução para 5 por cento «vai diminuir a compra de garrafas de gás butano em Espanha», onde na região fronteiriça próxima de Chaves «pode comprar-se uma garrafa por 12,5 euros quando em Portugal o preço é de 18,5 euros».
Segundo um analista suíço, "vamos ver um desenvolvimento no preço do petroleo se ocorrer uma recessão no Estados Unidos. O preço base situa-se algures nos 80 dólares".
a diferença reduz-se no outono a aumenta na primavera, porque se gasta mais gasóleo no inverno e mais gasolina no verão.
Não são assim tão más notícias Alpiger a Galp com esta operação sempre aumenta o nº de postos em Espanha e respectiva quota de penetração de mercado.
O volume de vendas em Espanha deverá saltar de 2,7 milhões para 5,3 milhões de toneladas de combustíveis, enquanto a quota global de mercado aumentará de 4% para 7%.
No entanto, há regiões onde a soma da rede Galp e Agip permitirá uma aproximação a quotas de mercado de 10%, como a Catalunha, onde a empresa passa a deter 9,7% do mercado de retalho, ou a região de Valência, onde deterá 9,1% do mercado.
Nas Astúrias, onde a presença era fraca, a Galp passa a ter 10,5% do mercado local - agora a implantação mais forte no país vizinho.
A Extremadura, onde a Galp tinha a presença mais significativa (com uma quota de 6,5%), é agora ultrapassada pelas vendas obtidas na Galiza, onde a empresa passa a deter uma quota de 7,3%. Em Castela-a-Mancha, a quota de mercado passa de 1,8% para 5,6%, e em Múrcia aumenta de 1,2% para 5,3%. Em Madrid, a Galp também melhora a sua posição relativa, passando de 4,2% para 5,5%, enquanto em Aragão atinge 4,4% (tinha 0,8%).
As regiões com presença mais fraca são agora a Cantábria (3,5%), Andaluzia e País Basco (ambas com quotas de 3%) e La Rioja (com 1%). Este reforço da rede exigirá fortes mudanças no sistema de fornecimentos.
Se o brent descer por via de uma recessão nos E.U.A...ainda seremos mais "lixados" e "entalados" por outras razões, por via de estarmos naquilo a que se chama economia global!!!
Se estiver certa, significa que tenho de jogar no euromilhões![Acho que a tua estimativa de preço por alturas do Natal deve estar certa! [8b] Infelizmente[s)]
Lá tenho eu que repetir a mesma lenga-lenga. O preço do gasóleo e da gasolina não tem uma diferença constante ao longo do ano: a diferença reduz-se no outono a aumenta na primavera, porque se gasta mais gasóleo no inverno e mais gasolina no verão.
Neste momento estamos a atingir o pico de aproximação que acontece todos os anos, e veja sempre os mesmos comentários de que não tarda muito ficam ao mesmo preço. Depois ninguém repara que a diferença aumenta na primavera.
Já há uns 2 ou 3 anos a diferença chegou aos 17 cêntimos! Tenham calma!