Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

  • Vão baixar e muito

    Votos: 115 9,3%
  • Vão ser iguais ás restantes bombas

    Votos: 557 45,1%
  • Vão desactivar as bombas

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  • Vão fazer 50% desconto aos membros do AHO

    Votos: 507 41,1%

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Exactamente, todos esses factores concretos causam o aumento do preço do barril do petróleo. Factores concretos e não puras previsões! Prevêm que chova amanhã e sobe, prevêm que venha um furacão e sobe ... Toda esta especulação é que acho excessiva e ridícula!

Fica ao critério individual a análise do cenário energético actual.
 
Porque há muito, ora bolas. [:D] Há mesmo muito, muito petróleo. É um recurso abundante.

Claramente, não sabes onde é que está esse petróleo.

Mas apesar de não saberes, o facto é verdadeiro. Ainda temos uns 6 triliões de barris para queimar (só queimámos 1 trilião). Só que..

1. A esmagadora maioria desse petróleo, 5 triliões, é de difícil extracção e processamento (xisto e areia betuminosa, heavy sour crude...), portanto..

2. Não o vamos extrair à taxa actual de 87 milhões por dia.

3. Mesmo o light sweet crude será cada vez mais difícil de extrair porque os reservatórios estão a esvaziar. Mais difícil = MAIS CARO.

Pensar que a culpa é da especulação da OPEP é meio caminho andado para querer invadir e acabarem por morrer 2 biliões de pessoas numa guerra estúpida de pirataria.

Nessa guerra, eu não entro.
 
Não me venhas a mim dizer o que eu sei ou deixo de saber.

Hoje em dia é explorado petróleo que há uns anos atrás se dizia impossível. A tecnologia não pára, meu caro.

MUITO antes do petróleo chegar ao fim, já ele será quase obsoleto. O que aconteceu com o carvão acontecerá com o petróleo.

Quanto à verdadeira extensão das reservas, é um dos segredos mais bem guardados do Mundo. Mas não te preocupes. Enquanto não vires os grandes lideres Mundiais preocupados com alternativas (e, neste momento, eles não estão), o petróleo continuará a jorrar.
 
O bom petróleo

Há menos de um mês, quando o petróleo atingiu os 100 dólares por barril, o país não falou de outra coisa.

André Macedo

Hoje a excitação é menor: os 101,32 dólares já não provocam tanto espanto, apenas o medo de que a escalada continue a marcha em frente. Na altura do primeiro recorde, o Diário Económico publicou uma foto de uma família que colocara no jardim todos os produtos fabricados com petróleo ou que precisavam de combustível. Não faltava nada, estava lá tudo: brinquedos, roupas, carros, telemóveis, sabão – um verdadeiro bazar que ia do pequeno agrafo ao potente jipe citadino 4x4. Não sobrava espaço na fotografia. Havia até comida: são precisos sete litros de petróleo para fazer um quilo de carne. A conclusão era impressionante.

Com o crude a preços estrelares, das três uma: ou estoiram os orçamentos familiares; ou rebenta o mundo; ou então mudamos de hábitos e tornamo-nos ascetas.

Será mesmo assim?

Os catastrofistas dizem que sim e aproveitam para culpar a globalização, mãe de todos os males para estes adoradores da mãe natureza, como lhes chama o economista Martin Wolf. A tentação de impor uma sociedade de crescimento zero é o passo seguinte destes alarmistas, que interpretam tudo como um sinal de que o fim está próximo. Felizmente esta visão negra é manifestamente exagerada. É verdade que o petróleo nunca esteve tão caro. É verdade que, desde 2003, o preço já se multiplicou por três. É também indesmentível que o consumo mundial – associado à bulimia americana e ao crescimento chinês e indiano –, também deu um salto sem paralelo e que vai manter a velocidade torpedo: nos próximos 15 anos, o consumo crescerá 50%. Finalmente, confirma-se que os problemas geopolíticos (Irão, Iraque, Venezuela) e geológicos (poucos investimentos em novas explorações na década de 90) tornam a economia mais vulnerável aos movimentos especulativos. Com a produção e o consumo alinhados, a especulação aproveita o medo para ganhar uns dólares a mais e compensar as perdas noutros negócios atingidos pelo ‘subprime’.

Dito isto, sobram as boas notícias. Se é verdade que, no curto prazo, não há muito a fazer, a história recente aponta o caminho. Nos anos 80, quando o petróleo atingiu os 39,50 dólares, logo se vislumbrou a morte do nosso saboroso modo de vida. Petróleo e moralismo andam juntos como pão e manteiga. Não foi assim: as petrolíferas investiram na pesquisa de novos poços, as pessoas reduziram o consumo (carros mais pequenos) e os estados apostaram no nuclear e começaram a pensar noutras fontes de energia. Os grandes estados produtores de crude sabem-no bem: se o preço sobe demais, o estímulo à procura de alternativas recebe o incentivo adequado. O etanol, feito a partir de açúcar, milho ou batatas, está cada vez mais em voga. As boas notícias não ficam por aqui: com o petróleo a 100 dólares, a pesquisa de crude nas areias do Canadá, no Árctico ou nas profundezas do Golfo do México passa a ser economicamente justificável. Os custos de exploração deixam de ser de um ou dois dólares por barril, passam a 20 ou 30, mas a margem e a procura justificam o investimento. Ou seja, a concorrência estimulada pela globalização é a resposta certa aos obstáculos. O mundo está longe de acabar tal qual o conhecemos. Ainda bem. O mercado funciona. Viva o mercado.

Artigo em http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/editorial/pt/desarrollo/1092183.html
 
UE investe na biomassa

A União Europeia utiliza cada vez mais os combustíveis ecológicos para o aquecimento de cidades inteiras. A biomassa é obtida a partir de árvores mortas, cascas dos troncos, ramos, escamas de pinhas, restos de relva cortada e serradura que sobram nas carpintarias, restos de colheitas, cascalho, produtos de papel e outros objectos. Além do mais, a biomassa não contribui para o efeito de estufa.

Notícia em formato de vídeo em http://www.euronews.net/index.php?page=europeans&article=467640&lng=6#
 
eu concordo com os k dizem k existe o factor psicologico. aqui na minha zona houve um senhor k se foi queixar á psp, k o carro se avariou porque pos gasolina do intermarche, entao a psp foi buscar uma amostra( a mnado de nao sei quem) e mandou analisar( a mando de nao sei quem) e o laboratorio nao ENCONTROU NADA DE ANORMAL, o senhor nao ficou satisfeito com o resultado e entao a advogada das bombas(hipermercado) mostrou ao senhor as facturas de compra da gasolina e a gasolina era transportada pela GALP . por isso podemos por á vomtade. e digo mais estas bombas são muito mais fiscalizadas k as de renome.apr:)
 
Eu atesto sempre o meu Saxo.

O Depósito tem 45 Litros.

Na Repsol, Galp, BP ... já cheguei com o carro quase a "vapores" e nunca passou dos 44 Litros.

No Intermarché já atestei com 48 Litros.

Agora tirem as conclusões que quiserem.

Também tenho um Saxo a diesel para trabalhar, e por norma meto no Jumbo e Intermarché, e nunca consegui meter mais de 42 litros, e já com a reserva acesa há quase 100 km.
Aliás, da última vez, até fez um consumo - 4,2 litros -, inferior ao habitual - 4,5/4,6.[;)]
 
Eu atesto sempre o meu Saxo.

O Depósito tem 45 Litros.

Na Repsol, Galp, BP ... já cheguei com o carro quase a "vapores" e nunca passou dos 44 Litros.

No Intermarché já atestei com 48 Litros.

Agora tirem as conclusões que quiserem.

Este post já é antigo mas vou contar uma coisa que se passou numa bomba para dar uma ideía.

Há 2 anos fui com o meu pai a uma bomba em Tomar encher um 'garrafão' com gasóleo. Supostamente esse reservatório levaria 5 litros como estava escrito no mesmo.

Acontece que a bomba passou em muito os 5 litros, e o meu pai ficou logo com a ideia de que a bomba estava a contar a mais.
Entrou na caixa e pediu para chamar a polícia explicando o sucedido.

Passado 2 ou 3 minutos chega o dono da bomba de gasolina com 2 embalagens de 5 litros (que pareciam ser de anticongelante ou assim) e tirou da mesma bomba os 5 litros, que encheram completamente essas tais embalagens de 5 litros.

Ou seja, o meu pai é que comprou um reservatório no hipermercado que dizia ser de 5 litros e era de mais, a bomba estava certíssima.
O proprietário da bomba explicou que têm inspecções regulares e que tinha graves problemas se adulterasse as bombas. Foi de uma simpatia exemplar e até queria oferecer os 5 litros de gasóleo, que o meu pai lógicamente não aceitou e pagou.

Essa diferença de 4 litros num depósito é cerca de 10%, o que é uma loucura, mas que é perfeitamente possível de fazer se for mesmo até ao fim.
Só em tubagens leva uns litros, e depois de o ponteiro chegar à posição zero ele não anda para trás, ou seja, tem sempre folga.

Se houvesse dúvidas, essas deveriam ter sido esclarecidas na hora, e não deixar passar para depois contar o que pode ser um erro (como foi com o meu pai) como uma verdade adquirida.
 
vou falar do caso de Rio Tinto. Não posso precisar os valores porque nunca os sei de cabeça. Mas a GALP é um roubo apesar de estar sempre cheia. Depois ha varias alternativas a preço médio, e ha ... o Jumbo. Neste, não há dia, mas não ha mesmo, em que não haja filas de 20 minutos.

Agora façam as contas, entre meter na repsol ou meter no jumbo a menos 0,05€ e esperar 20 minutos com o carro ao relenti com os custos inerentes para meter gasolina manhosa.

Mais lenha para a fogueira. Um grande amigo mecânico, ja mudou injectores a 3 carros "habitues" do Jumbo.
 
Também tenho um Saxo a diesel para trabalhar, e por norma meto no Jumbo e Intermarché, e nunca consegui meter mais de 42 litros, e já com a reserva acesa há quase 100 km.
Aliás, da última vez, até fez um consumo - 4,2 litros -, inferior ao habitual - 4,5/4,6.[;)]

Também tenho esse carro e até já o postei aqui no fórum que faço médias superiores com o Gasóleo do Jumbo do Almada Fórum.
Tenho a noção de que esse gasóleo, apesar de ser mais barato, é de pior qualidade e portanto acaba-se por pagar o mesmo. Não é nada indicativo, e não quero ferir susceptibilidades, mas é a ideia com que fico depois de abastecer lá e fazer umas contas aos consumos e à relação de preço do litro e dos kms que ando.
 
No fim do processo de refinação é feito um controlo de qualidade, e a que passa esse controlo segue para as bombas da marca. A que não passa, mas obviamente tem condições para "alimentar" os veículos segue para os hipers. É por isso que também as conseguem mais baratas. Ou vocês acham que os hipers investem nas bombas só para chamar clientes? Têm que ter lucro, e claro podem-no reduzir, mas também beneficiam na compra por ser o combustível que não passou nos testes de qualidade. Isto acontece em qualquer processo fabril, e as refinarias não são excepção.

Espero que tenhas provas do que escreveste aqui!
é que por exemplo no jumbo de alverca o combustivel vendido no primeiro ano é da repsol
 
O que para aqui se diz em relação ao combustivel de "supermercado"...

Uns dizem que os seus baixos preços de devem a serem restos dos tanques das refinarias, outros que não passaram nos testes de qualidada, outros que lhe misturam água....

Tenho 2 postos bem perto de casa, Intermarché e Continente e até á data nunca ouvi ninguem se queixar.
Trabalhei 9 anos numa empresa que tinha um posto de marca conceituada no mercado, chegamos a ter várias vezes água no gásoleo e situações bem piores.
O que era bom mesmo é que ele custasse 50 cent o litro.
 
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