Tópico dos incêndios florestais

Mas é um paródia e está contextualizado. O que o XLPower faz é uma ad hominem e isso não tem valor nenhuma, bem pelo contrário...

Tens que levar as coisas menos a peito.

Então se visse como alguns comediantes americanos gozam com o Trump, nem imagino o que dirias. Um deles uma vez até disse que o Trump colocava o pénis do Putin na boca dele.
 
Sim sou leigo!
respondendo por ordem e tendo seguido a noticia
1. a afiramçaõ foi do jornalista no local
2. acabaram por o fazer segundo me apercebi
3. portanto e de acordo com ponto 2. tinham água
4. não têm que andar com mangueira na mão feito loucos mas se andarem dessa forma sem mangueira será pior
5. de acordo mas lá não habitava ninguém segundo a jornalista

e por último não disse mal de ninguém apenas coloquei as questões e por isso pedi a ajuda ao Ruie34.

E tu és leigo também?? ou expert na matéria?
Os jornalistas são do mais leigo na matéria. A maior parte só diz asneiras e acha se dono da razão.

Por isso mesmo nem vejo notícias acerca de fogos nem ando a mandar teorias para o ar porque o meu entendimento na matéria é 0.

À custa destes fogos já deve haver centenas de pessoas com equivalência em engenharia florestal e apagar fogos. Não sabem do assunto limitem-se a estar caladinhos.
 
Os meios aéreos permitem-te um ataque inicial rápido e ataques "cirúrgicos" em combates prolongados (defender viaturas e tripulações em apuros, defender instalações criticas), bem como baixar a intensidade a incêndios que lavrem em zonas sem acessos.

São um instrumento acessório importante, que em Portugal (inexplicavelmente) têm tentado fazer com que substitua contra-fogos e máquinas de rasto. Estes sim os meios de eleição, quando utilizados de forma correcta e quando o clima (ventos) assim o permite., para extinguir este tipo de incêndios.

Em termos políticos e orçamentais são um terreno "pantanoso", seja pela carga emocional que a população lhes associa e os seus benefícios políticos, sejam relativamente aos contratos e valores envolvidos.
As pessoas do campo afinal sempre sabem, de há muitos anos para cá q um tio meu, por sinal de muito perto de onde lavra este incêndio, diz q foi uma estupidez proibirem os contra-fogos.

Pelas tuas palavras Ruie34 fico sem certeza se de facto foram proibidos, mas se assim for, na minha opinião de leigo estão a abdicar de uma ferramenta muito eficaz.
 
N razões.

Uma delas e importante: gerir água! Estar no monte, ser o único carro com água num raio de kms.... vais gastar a tua água num local qualquer?

Imagina a logistica de água num fogo desta dimensão. Não como numa zona mais urbana onde essa questão nem se põe.

Outra: imagina uma encosta confinante com uma estrada. Começou a arder por causa de um cigarro. Controlas o fogo para não alastrar, mas depois convém que deixes toda essa berma queimada... se a apagares, passados uns dias estás lá outra vez a apagar esse pedaço. Nessa altura podes nem chegar a tempo e alastrar.

E muito do fogo apaga-se... com fogo. Apagar certos pedaços é mesmo estar a pedir problemas.

Este pormenor lembra-me uma conversa que tive à cerca de duas semanas com um ex comandante dos bombeiros de Pedrogão Grande, segundo ele quando fizeram uma ETA para abastecer a zona com agua da barragem do Cabril ele fez uma guerra para ter um sistema de abastecimento rapido para os autotanques e carros dos bombeiros, poucos acharam que tal seria necessário, mas por "sorte" la avançaram com tal preposta, que é basicamente uma "torneira" de grande caudal onde os autotanques estacionam por baixo abrem a "tampa" de cima e levam com uma descarga rápida, e conseguem abastecer em muito pouco tempo, não sei se também serve para os carros de bombeiros, infelizmente nem todos tem esta visão, são pequenos pormenores destes que podem ajudar e muito no combate aos incêndios.
 
Sim sou leigo!
respondendo por ordem e tendo seguido a noticia
1. a afiramçaõ foi do jornalista no local
2. acabaram por o fazer segundo me apercebi
3. portanto e de acordo com ponto 2. tinham água
4. não têm que andar com mangueira na mão feito loucos mas se andarem dessa forma sem mangueira será pior
5. de acordo mas lá não habitava ninguém segundo a jornalista

e por último não disse mal de ninguém apenas coloquei as questões e por isso pedi a ajuda ao Ruie34.

E tu és leigo também?? ou expert na matéria?

O Tjqueiroz já respondeu a quase tudo.

Sim sou leigo, daí eu ter colocado em cima da mesa cenários plausíveis para a actuação dos bombeiros.
Que podiam estar simplesmente a ver para onde evoluiria o fogo, dada a escassez de recursos antes de atacar.

Não colocaste questões de forma inocente, poupa-me, colocaste em causa o trabalho dos bombeiros, logo com 3 pedras na mão, à boleia de um jornalista sensacionalista.
Assumiste o pior em vez de tentares perceber o porquê.

É ligeiramente diferente [:D]
 
Os meios aéreos permitem-te um ataque inicial rápido e ataques "cirúrgicos" em combates prolongados (defender viaturas e tripulações em apuros, defender instalações criticas), bem como baixar a intensidade a incêndios que lavrem em zonas sem acessos.

São um instrumento acessório importante, que em Portugal (inexplicavelmente) têm tentado fazer com que substitua contra-fogos e máquinas de rasto. Estes sim os meios de eleição, quando utilizados de forma correcta e quando o clima (ventos) assim o permite., para extinguir este tipo de incêndios.

Em termos políticos e orçamentais são um terreno "pantanoso", seja pela carga emocional que a população lhes associa e os seus benefícios políticos, sejam relativamente aos contratos e valores envolvidos.

Obrigado, já fico mais esclarecido quanto à aplicabilidade dos meios aéreos e concordo em pleno com o que disseste. De salientar a discussão salutar que aqui se tem desenvolvido, obrigado a todos.
 
As pessoas do campo afinal sempre sabem, de há muitos anos para cá q um tio meu, por sinal de muito perto de onde lavra este incêndio, diz q foi uma estupidez proibirem os contra-fogos.

Pelas tuas palavras Ruie34 fico sem certeza se de facto foram proibidos, mas se assim for, na minha opinião de leigo estão a abdicar de uma ferramenta muito eficaz.

A utilização de contra-fogos é decidida pelo comandante de operações, ordenada pelo oficial de combate e realizada pelos operacionais. A questão é que hoje em dia, a maioria dos operacionais não têm formação de relevo/experiência na sua realização. Tendo sido extinto o único grupo com pessoas qualificadas para o fazer, o GAUF.

Como os profissionais não se sentem familiarizados com a sua utilização, não arriscam. Pois estão sujeitos a acabar sentados frente a um juiz. O contra-fogo é uma ferramenta "poderosa", para o bem e para o mal. Há uns 13/14 anos estive à beira de ver o seu lado mais negro, num contra-fogo ordenado por um comandante distrital muito conceituado, safou-me a descarga de um heli em cima de nós e da viatura....

Que eu saiba a sua utilização não foi legalmente proibida, apenas terá caído em desuso e consequentemente perdeu-se o know how.

Nos últimos meses houve elementos de comando a fazer formação nessa ferramenta. No entanto, e de acordo com os elementos que me chegaram aos ouvidos, a mesmo foi manifestamente insuficiente.
 
Tens que levar as coisas menos a peito.

Então se visse como alguns comediantes americanos gozam com o Trump, nem imagino o que dirias. Um deles uma vez até disse que o Trump colocava o pénis do Putin na boca dele.

Tudo bem, tens razão também. Critica à vontade, mas evita ad hominem, só descredibilizam o teu discurso (por mais correto e coerente que possa ser) [;)]
 
Os meios aéreos permitem-te um ataque inicial rápido e ataques "cirúrgicos" em combates prolongados (defender viaturas e tripulações em apuros, defender instalações criticas), bem como baixar a intensidade a incêndios que lavrem em zonas sem acessos.

São um instrumento acessório importante, que em Portugal (inexplicavelmente) têm tentado fazer com que substitua contra-fogos e máquinas de rasto. Estes sim os meios de eleição, quando utilizados de forma correcta e quando o clima (ventos) assim o permite., para extinguir este tipo de incêndios.

Em termos políticos e orçamentais são um terreno "pantanoso", seja pela carga emocional que a população lhes associa e os seus benefícios políticos, sejam relativamente aos contratos e valores envolvidos.

Tenho ideia que são bastante utilizadas, no incêndio de Pedrogão Grande, ando pelo menos uma do município da Sertã andou lá que eu vi, infelizmente o condutor da maquina faleceu pouco tempo depois a combater outro incêndio no município da Sertã.[s)]
 
Tenho ideia que são bastante utilizadas, no incêndio de Pedrogão Grande, ando pelo menos uma do município da Sertã andou lá que eu vi, infelizmente o condutor da maquina faleceu pouco tempo depois a combater outro incêndio no município da Sertã.[s)]

Elas sempre foram utilizadas, mas não em massa como está a acontecer, e bem, este ano. Isto porque quem ordenasse a sua utilização, estava sujeito a ir a tribunal responder pelos efeitos da sua acção.
 
Mais de um ano depois do grande incêndio de Pedrógão Grande, ainda arrepia passar na estrada nacional 236-1, entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra, que ficou conhecida como a estrada da morte. Muito já foi limpo, mas os sinais do fogo ainda estão bem visíveis.
O eucalipto ganha força e volta a dominar a paisagem. Daqui a uns anos volta a repetir-se a mesma tragédia, aqui ou noutro lado qualquer, e talvez aí repensem a gestão da floresta portuguesa.

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LOOOOOLLL


https://www.jn.pt/nacional/interior...s-9693824.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

Proteção Civil desmente Proteção Civil sobre hélis com retardantes

A Proteção Civil desmentiu-se, esta quarta-feira, ao garantir que os contratos de 40 helicópteros não previram o uso de retardantes, em reação à notícia avançada pelo JN. No caderno geral de adjudicações, no anexo C, o uso de retardantes era uma das exigências a todos os privados. Veja a imagem desse documento.


Proteção Civil refere ainda que "todos aviões anfíbios - médios e pesados - contratados pela ANPC utilizam espumífero certificado nas missões que realizam a partir da sua base de origem". A verdade é que apesar dos apelos de especialistas em fogos e dos bombeiros, nenhum dos meios aéreos que atua em Monchique, quer sejam helicópteros, quer sejam aviões, está usar qualquer retardante.
 
Mais de um ano depois do grande incêndio de Pedrógão Grande, ainda arrepia passar na estrada nacional 236-1, entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra, que ficou conhecida como a estrada da morte. Muito já foi limpo, mas os sinais do fogo ainda estão bem visíveis.
O eucalipto ganha força e volta a dominar a paisagem. Daqui a uns anos volta a repetir-se a mesma tragédia, aqui ou noutro lado qualquer, e talvez aí repensem a gestão da floresta portuguesa.


Estas coisas impressionam.
O ano passado fui a essa zona, Sertã, pedrógão, etc, e isto em Dezembro, e nas zonas que tais, mesmo após chuvas e meses passados dos incêndios, ainda cheirava a queimado.....:sh)
 
Mais de um ano depois do grande incêndio de Pedrógão Grande, ainda arrepia passar na estrada nacional 236-1, entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra, que ficou conhecida como a estrada da morte. Muito já foi limpo, mas os sinais do fogo ainda estão bem visíveis.
O eucalipto ganha força e volta a dominar a paisagem. Daqui a uns anos volta a repetir-se a mesma tragédia, aqui ou noutro lado qualquer, e talvez aí repensem a gestão da floresta portuguesa.

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Fantástico, daqui a 10 ou 20 anos volta a arder tudo. [8b]
 
Já aqui disse varias vezes, os pinheiros queimados não renascem desaparecem, os eucaliptos queimados rebentam por baixo pelas raízes, no lugar de um aparecem 4 ou 5, se não arrancarem as raízes com máquinas de arrasto, os eucaliptos vão dominar a floresta, podem as esganiçadas do BE proibi-los na Assembleia da Republica à vontade, que eles não ligam a pessoas ignorantes no assunto.

Eucaliptos e Acácias vão dominar a floresta.
 
Fantástico, daqui a 10 ou 20 anos volta a arder tudo. [8b]

Os incêndios são cíclicos, e sim daqui a 10 anos vai voltar a acontecer um incêndio e se as condições meteorológicas forem adversas, terá tendência a ser mais grave...

Basta ver o incêndio de Monchique, ardeu em 2003 e agora arde sem parar novamente, daqui a 10/15 anos voltaremos a falar nele.

Elas sempre foram utilizadas, mas não em massa como está a acontecer, e bem, este ano. Isto porque quem ordenasse a sua utilização, estava sujeito a ir a tribunal responder pelos efeitos da sua acção.

Sei do caso de uma junta de freguesia que abriu estradões para cota fogo/acesso dos bombeiros, e foi metida em tribunal, nesse mesmo ano a zona ardeu toda...

Todos querem se sejam abertas as estradas... mas só se for no terreno do vizinho.
 
Histórico das minhas questões

Não consigo perceber.

Em muitas imagens vejo os bombeiros com a mangueira na mão e a olhar para o fogo. Estarão à espera de ordens (e de quem?) para abrir a água?

Ruie34, parece-me que tens conhecimentos. ajuda aí a entender a folosofia

Uma resposta correcta:

Não te consigo dizer. Podem ser boas e más razões...

Nunca trabalhei assim. Onde andei nestes mundos éramos "depreciativamente" apelidados como "os cães". Precisamente porque na maioria das vezes íamos ter com "ele". Mas muitos não tínhamos filhos para criar...


Ok pois é incompreensível.

Veja-se a imagem abaixo. A casa que se v~e vai estar em perigo pois o fogo tende a subir vindo do vale lá em baixo. os bombeiros ali estão parados a olhar, em vez de começarem a molhar todo o declive. Parece que estão á espera de um heli [8b] ou de ordens superiores. Não há habitantes na casa pois são estrangeiros senão tinham sido despejados para os bombeiros ficarem a olhar o fogo a subir.

Outra resposta correcta :

N razões.

Uma delas e importante: gerir água! Estar no monte, ser o único carro com água num raio de kms.... vais gastar a tua água num local qualquer?

Imagina a logistica de água num fogo desta dimensão. Não como numa zona mais urbana onde essa questão nem se põe.

Outra: imagina uma encosta confinante com uma estrada. Começou a arder por causa de um cigarro. Controlas o fogo para não alastrar, mas depois convém que deixes toda essa berma queimada... se a apagares, passados uns dias estás lá outra vez a apagar esse pedaço. Nessa altura podes nem chegar a tempo e alastrar.

E muito do fogo apaga-se... com fogo. Apagar certos pedaços é mesmo estar a pedir problemas.


Como não formulei nenhuma teoria não entendo a tua resposta:

Os jornalistas são do mais leigo na matéria. A maior parte só diz asneiras e acha se dono da razão.

Por isso mesmo nem vejo notícias acerca de fogos nem ando a mandar teorias para o ar porque o meu entendimento na matéria é 0.

À custa destes fogos já deve haver centenas de pessoas com equivalência em engenharia florestal e apagar fogos. Não sabem do assunto limitem-se a estar caladinhos.


A resposta do Ruie34 e a do Vocsa foram bem mais coerentes e completas do que a do Tjqueiroz e por isso a tua resposta a bold não é verdade porque não acusei os bombeiros como dizes

O Tjqueiroz já respondeu a quase tudo.

Sim sou leigo, daí eu ter colocado em cima da mesa cenários plausíveis para a actuação dos bombeiros.
Que podiam estar simplesmente a ver para onde evoluiria o fogo, dada a escassez de recursos antes de atacar.

Não colocaste questões de forma inocente, poupa-me, colocaste em causa o trabalho dos bombeiros, logo com 3 pedras na mão, à boleia de um jornalista sensacionalista.
Assumiste o pior em vez de tentares perceber o porquê.


É ligeiramente diferente [:D]


Óh Pepa interpreta como quiseres mas eu só queria perceber do porquê!
Mas uma coisa é certa os bombeiros obedecem a ordens e se calhar as ordens deles era estarem ali à espera de ordens incompreensivelmente!!... e na minha óptica. Dai as questões e o exemplo fotográfico que coloquei e baseado no que ouvi. E portanto o quem questiono não é o bombeiro (soldado) é o superior hierárquico ou toda uma estrutura de comando que afinal foi substituida...
Na tropa só abres fogo contra o inimigo à ordem do teu superior
No teu trabalho se não tiveres nada (nada mesmo!) para fazer aguardas que o teu chefe te dê serviço para despacho
 
Óh Pepa interpreta como quiseres mas eu só queria perceber do porquê!
Mas uma coisa é certa os bombeiros obedecem a ordens e se calhar as ordens deles era estarem ali à espera de ordens incompreensivelmente!!... e na minha óptica. Dai as questões e o exemplo fotográfico que coloquei e baseado no que ouvi. E portanto o quem questiono não é o bombeiro (soldado) é o superior hierárquico ou toda uma estrutura de comando que afinal foi substituida...
Na tropa só abres fogo contra o inimigo à ordem do teu superior
No teu trabalho se não tiveres nada (nada mesmo!) para fazer aguardas que o teu chefe te dê serviço para despacho

Incompreensivelmente?

Dei várias hipóteses de compreensão do porquê de poderem estar à espera...
 
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