Tópico dos Recibos Verdes

Realmente estamos de mal a pior...e sem luz ao fundo do túnel, os anos vão passando e o futuro advinhas tenebroso!:sh)
 
André, uma coisa não impede a outra, pois nem relação tem...

Já falámos disso e, até porque o tema não é a FP, não é a precarização dos vínculos laborais que, afinando pela miséria, dá a estabilidade de que as famílias necessitam!

Eu não me estava a referir exclusivamente à FP.

Num país onde o despedimento individual não é permitido, estás à espera de quê?

E sim tem relação.

Pôr um trabalhador nos quadros de uma qualquer empresa significa na prática uma rigidez imcompatível com a dinâmica económica, porque só existem 2 maneiras de o despedir:

-falência
-despedimento colectivo

E por isso é que a rigidez de uns leva à existência de outros, as novas gerações, que andam anos e anos no recibo verde, ou seja, na precaridade mais primária.

O mesmo acontece em França e em todos os países com legislação laboral super rígida.

Estabilidade e bla bla bla família..ai poupa-me. Avança homem que estás completamente parado no tempo.

Os tempos são outros. No mundo moderno todos os dias empresas fecham, outras abrem, tudo está em movimento.

Os ingleses, os irlandeses, os espanhóis, os americanos, os, os, os vivem completamente bem com regras laborais mais flexíveis.
Por isso deixa-te de tretas [:p]

Não é por acaso que existe uma relação inversa entre precaridade e flexixbilidade laboral, por muito que tu queiras ignorar a coisa.
 
(...)Não é por acaso que existe uma relação inversa entre precaridade e flexixbilidade laboral, por muito que tu queiras ignorar a coisa.
O maior motor económico da Europa começou a entrar em crise quando começaram a adoptar o trabalho precário.

Isso só pode funcionar bem num sistema fechado onde não há novos trabalhadores todos os dias.

Mas na realidade há pessoas que se reformam, há imigração e emigração, há novos candidatos ao mercado de trabalho todos os dias, algo dinâmico que tem de ser devidamente regulado e onde deve haver protecção do trabalho e do trabalhador, para não acontecer o que esta a acontecer em Portugal e em países que estão a adoptar medidas liberais.




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O maior motor económico da Europa começou a entrar em crise quando começaram a adoptar o trabalho precário.





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A associação entre os dois factos parece-me excessiva, pelo menos se não estiveres a considerar outros factores como, por exemplo, as consequências do pós-11 de Setembro.
 
A associação entre os dois factos parece-me excessiva, pelo menos se não estiveres a considerar outros factores como, por exemplo, as consequências do pós-11 de Setembro.
A crise começou dois anos antes do 9/11.

Os resultados pós 9/11 só confirmaram que a economia estava ainda fragilizada, mas nem foram muito preocupantes do ponto de vista económico.







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Eu não sou muito a favor dos contractos efectivos, pelo menos nos actuais modos, agora ter propostas de trabalho como já tive em que tinha de 15 dias a 1 mês de formação não paga e ng me garantia se ficava na empresa após acabar e caso ficasse contractos renováveis todos os meses :sh)
Ou a mais recente que me propuseram ficar sem contracto até ficar desempregado de longa duração po patrão ir buscar uns € e ao fim de 2 meses no dia de receber e virarem-se pra mim olha não temos dinheiro, não precisas de vir mais:sh):sh)

Isto vai de mal a pior...
 
Eu não me estava a referir exclusivamente à FP.

Num país onde o despedimento individual não é permitido, estás à espera de quê?

E sim tem relação.

Pôr um trabalhador nos quadros de uma qualquer empresa significa na prática uma rigidez imcompatível com a dinâmica económica, porque só existem 2 maneiras de o despedir:

-falência
-despedimento colectivo

E por isso é que a rigidez de uns leva à existência de outros, as novas gerações, que andam anos e anos no recibo verde, ou seja, na precaridade mais primária.

O mesmo acontece em França e em todos os países com legislação laboral super rígida.

Estabilidade e bla bla bla família..ai poupa-me. Avança homem que estás completamente parado no tempo.

Os tempos são outros. No mundo moderno todos os dias empresas fecham, outras abrem, tudo está em movimento.

Os ingleses, os irlandeses, os espanhóis, os americanos, os, os, os vivem completamente bem com regras laborais mais flexíveis.
Por isso deixa-te de tretas [:p]

Não é por acaso que existe uma relação inversa entre precaridade e flexixbilidade laboral, por muito que tu queiras ignorar a coisa.
Continuamos a "branquear" a situação, não é?... :sh)
 
Há um estudo estatístico que afirma que 80% dos tugas sonham ter um negócio próprio.

E desses, 75% tem o sonho de ter um café. [:D]

Agora a sério, as coisas não podem continuar com esta precaridade por muito mais tempo sob pena de acabarmos como os japoneses, envelhecidos e com a população a decrescer de forma alarmante.
 
Agora a sério, as coisas não podem continuar com esta precaridade por muito mais tempo sob pena de acabarmos como os japoneses, envelhecidos e com a população a decrescer de forma alarmante.

E como é se impede esta precaridade, diz-nos lá?
 
E como é que podemos ver a precaridade de uma positiva, diz-nos lá?

Quem é que vê a precariade de uma [forma?] positiva?

Mas gostava sinceramente que pusesses consistência nesse desejo bonitinho.

Com mais leis? Flexibilizando? Inflexibilizando?
 
Pe Leve isso não tem nmada de mal.

Cada um de nos tem que despetar o gestor que temos dentro de nos.

Os nossos activos são o nosso dinheiro e a nossa capacidade de trabalha, multiplicada pelo seu valor de mercado.

se queres aumentar os teus activos, tens que aumentar as tuas variaveis, como por exemplo am tua formação por forma a aumentar o valor de mercado da tua mão de obra.

Os nosso passivos são as nossas dividas e as nossas obrigações.

Quanto á questão do banco não é bem assim.
Semrpe trabalhei a recibos verdes e nunca tive falta de credito, pelo contrario ate tenho excesso de oferta.

MAs não é so isso que o futuro nos reserva.
rserva ainda mais.

a reforma , devera cada vez mais ser pensada e gerida por cada um. por exemplo.



Cada vez mais cada um de nos sera uma microempresa, ate porque a nossa vida não e´mais que a nossas empresa [:cool:]
 
Quem é que vê a precariade de uma [forma?] positiva?

Mas gostava sinceramente que pusesses consistência nesse desejo bonitinho.

Com mais leis? Flexibilizando? Inflexibilizando?

Não é desejo bonitinho até porque é coisa que já tenho, mas faz-me impressão como é que um trabalhador que podia perfeitamente estar com contracto, encontra-se a trabalhar a recibos verdes. Que motivação tem um trabalhador que não tem qualquer segurança, que sabe que vai andar toda a vida a recibos verdes, e sobretudo, o que ganha um empresário e uma empresa com essa situação?

E não digo que os recibos verdes são maus. Tenho fornecedores a sacar uma pipa de massa em recibos verdes, mas primeiro começaram numa empresa com um contrato normal e só depois se lançaram para outros vôos.
 
Não é desejo bonitinho até porque é coisa que já tenho, mas faz-me impressão como é que um trabalhador que podia perfeitamente estar com contracto, encontra-se a trabalhar a recibos verdes. Que motivação tem um trabalhador que não tem qualquer segurança, que sabe que vai andar toda a vida a recibos verdes, e sobretudo, o que ganha um empresário e uma empresa com essa situação?

E não digo que os recibos verdes são maus. Tenho fornecedores a sacar uma pipa de massa em recibos verdes, mas primeiro começaram numa empresa com um contrato normal e só depois se lançaram para outros vôos.

Lá estão vocês com a mistura das situações pessoais com a análise de situações.

Obviamente que me referia ao desejo bonitinho de que não devia haver precaridade de forma geral como afirmaste aqui: "Agora a sério, as coisas não podem continuar com esta precaridade por muito mais tempo..."

Como é que se diminui essa precaridade no mercado de trabalho. Esquece a tua ou outra qualquer situação pessoal.

São precisas mais leis? Menos leis? Flexibilizando? Inflexibilizando?
 
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