Tópico dos Vinhos Portugueses

Embora goste bastante de vinho a acompanhar a refeição, bebo-o normalmente em almoços/jantares com amigos/colegas, não me dando para beber "sozinho" em casa.

No entanto, por alturas do verão, decidi parar de emborcar porcarias gaseificadas á refeição e começar a beber vinho (de preferência) tinto (que adoro).

Não é que, depois de 2/3 meses a beber 1 copo de vinho á refeição, já não me sabe bem beber sumos ou água com a refeição? :confused: [:D]

Assim sendo, ando mais comprador e vou começar a debitar as compras por aqui, sendo que são compras de vinhos (quase) correntes pois, embora uma garrafa de 0,75 me dê para ~5 refeições, para o dia-a-dia não me posso dar a grandes luxos.

Hoje lá fui ao Continente e resolvi sair um pouco dos meus adorados Alentejanos e comprar duas garrafinhas, uma de Cabriz e outra de Porca de Murça. Vamos ver se escorregam bem. [:D]

Mas como não podia deixar de ser, lá tive que comprar Alentejanos, optando por duas garrafas de Moira's que, por 1,99€, me parece ser bastante razoável.

O Quinta de Cabriz foi dos vinhos, falados neste tópico, que menos me seduziu. Por volta desse preço tens o Terras do Pó (Sado) que, a meu ver, lhe dá 10-0. Ou o Courela (Alentejano), que também me parece melhor.

Já alguém provou um vinho branco chamado Prova dos 9? Não sendo entendido em brancos (nem em tintos, mas pronto[:D]), gostei. Longe de ser um vinho fantástico, mas com um preço ajustado à qualidade que aparente.
 
O Quinta de Cabriz foi dos vinhos, falados neste tópico, que menos me seduziu. Por volta desse preço tens o Terras do Pó (Sado) que, a meu ver, lhe dá 10-0. Ou o Courela (Alentejano), que também me parece melhor.

Já alguém provou um vinho branco chamado Prova dos 9? Não sendo entendido em brancos (nem em tintos, mas pronto[:D]), gostei. Longe de ser um vinho fantástico, mas com um preço ajustado à qualidade que aparente.

O Quinta de Cabriz é um vinho de decaiu um bocado de qualidade recentemente, com muita pena minha, pois era uma opção segura dentro dos vinhos de baixo preço.

Nesse nível de preços (2-3€) o Loios de João Portugal Ramos, está muito bom.
 
Eu adoro este:

watermark.php


Infelizmente, só o consigo encontrar no Intermarchê (que não fica muito à mão).
 
Nesse nível de preços (2-3€) o Loios de João Portugal Ramos, está muito bom.

Já nem falei nesse, porque deve ser dos vinhos com mais destaque neste tópico. Especialmente pela propaganda que lhe fazes[:p][:D]

Experimenta o Courela, se já não o fizeste (é da casa Cortes de Cima - bom presságio né?).[;)]
 
Já nem falei nesse, porque deve ser dos vinhos com mais destaque neste tópico. Especialmente pela propaganda que lhe fazes[:p][:D]

Experimenta o Courela, se já não o fizeste (é da casa Cortes de Cima - bom presságio né?).[;)]

Bem interessante, principalmente o de 2008, que foi um ano excelente para toda a região e tb para a Cortes de Cima.
Mas prefiro fazer um peq. esforço monetario extra e ir para o Chaminé de 2008, o meu preferido em vinhos "correntes"...[;)]

O meu "luxo" cá de casa é mesmo umas garrafitas de Incógnito 2003 para dias especiais.
Para quem quiser brilhar sem gastar uma pipa de dinheiro, o monocasta Touriga de 2005 é tb de eleição. Abraço
 
esqueci-me de referir este, que tb abri à uns dias, para acompanhar um polvo.
A colheita de 2006 costuma estar nos hipermercados, juntamente com a de 2008 e ao mesmo preço. No entanto, a colheita de 2006 é bem superior, pelo que, havendo dos 2, nao duvidem na melhor opção do mais antigo.

Foto0114E001.jpg
 
Já nem falei nesse, porque deve ser dos vinhos com mais destaque neste tópico. Especialmente pela propaganda que lhe fazes[:p][:D]

Experimenta o Courela, se já não o fizeste (é da casa Cortes de Cima - bom presságio né?).[;)]

Lembro-me lá eu do que almocei ontem, quanto mais do que postei aqui há uns meses atrás !! [:D][:p]

Não conheço o Courela, mas sou fã de Cortes de Cima, costumo comprar o Chaminé com muita regularidade. Tenho lá em casa para abrir uma Cortes de Cima de 2008 e uma Syrah monovarietal também deles, mas não me recordo de que ano. Por isso esse Courela dificilmente me desiludirá - vai já para a lista de compras. ;)

Manucas, o De La Rosa é também frequente cá por estas bandas, e de facto tens razão, o de 2008 é muito bom, mas para quem conhece o de 2006, desilude um pouco.

Do Douro e nessa linhagem, o Duorum de 2007 (agora não tenho a certeza se é 2007 ou 2008, mas acho que é 2007) é um vinho de que gosto particularmente.
 
Mais 3 exemplares seguros, escolhidos a dedo na Feira de Vinhos selecionados de Portugal, que se realiza no Pingo Doce.
O primeiro, da casa Ermelinda Freitas, foi galardoado no ano passado com medalha de ouro.
O segundo, "parente pobre" do Chriseia, recebeu 90 pontos na revista Wine Spectator, tb no ano passado.
O terceiro já falei dele umas 50 paginas atrás, como o melhor Syrah du Monde 2008 e um syrah improvavel da região da bairrada.
Tudo vinhos na ordem dos 10-15 euros, logo, excelentes opções para investir...[;)]
Os meus conselhos do que lá vi:
Perder a cabeça: Chriseia de 2006 por cerca de 45 euros
Melhor compra: Syrah Herdade da Figueirinha (Alentejo) por cerca de 6 euros

Ver anexo 71681

O Post Scriptum é de facto uma excelente opção!
 
Vou postar aqui para nao desorientar o outro topico.

A fortified wine produced on the Portuguese island of Madeira in the eastern Atlantic, madeira in the eighteenth century was common in Britain and particularly popular in the American colonies. George Washington had an affinity for this particular type of wine.The first order for Madeira in George Washington's correspondence dates to the spring of 1759, when he asked his London agent, Robert Cary & Company to "Order from the best House in Madeira a Pipe of the best old Wine, and let it be Securd from Pilferers."1 A pipe held approximately 126 gallons of wine.2 About a year later, Washington transported a pipe of wine to Mount Vernon from Alexandria, "wch. Captn. McKee brought from Madeira," along with "a chest of Lemons and some other trifles."3Three years later, in the spring of 1763, Washington notified Cary & Company that he would be writing directly to the island firm of John and James Searles for a pipe of Madeira wine, and that they, in turn, would be contacting Cary for payment.4 In his letter to the Searles, Washington specifically asked for "a rich oily Wine," and asked that, "if the present vintage shoud not be good, to have it of the last, or in short of any other which you can recommend."5 Washington's orders for Madeira continued throughout his lifetime. He purchased a second pipe from John Searles in 1764, even though he admitted that he still had not yet tapped into the first one. Two years later, Washington switched suppliers and requested similar or larger quantities from the firm of Scott, Pringle, Cheape & Company. By 1768, Washington had not gotten around to drinking the 1766 order, but still asked that an additional 150 gallons be sent.6 In the last orders prior to the American Revolution, Washington sent flour from Mount Vernon directly to Madeira instead of having his English agent pay the island firms and received wine and other products from the islands in exchange.7Significant amounts of Madeira continued to be purchased for the Washington household both after the war and during the presidency. Two pipes of Madeira were received for the presidential household in Philadelphia in August of 1793 and paid for in January of the following year. Another two pipes of the same wine arrived in May of 1794 and an equal amount again in July and November of the same year.8When Washington made a trip to tour western lands in the fall of 1784, he carried along in his "equipage Trunk and the Canteens" three types of alcoholic beverages, two of which were Portuguese wines-Madeira and port.9 During the last year of Washington's life, an English visitor at Mount Vernon recorded that both port and Madeira were served during the fruit and nut course at dinner. A Polish nobleman noted that when there were houseguests at Mount Vernon, Washington "loves to chat after dinner with a glass of Madeira in his hand."10 Washington's step-granddaughter Nelly later recalled, "After dinner" Washington "drank 3 glasses of madeira."11Mary V. ThompsonResearch HistorianGeorge Washington's Mount Vernon

Madeira · George Washington's Mount Vernon


For the Founding Fathers, “it was the most important drink,” says Berk. In fact, Thomas Jefferson gave the aging of Madeira considerable thought. According to the Thomas Jefferson Foundatione, he made a number of calculations for aging it in the winter of 1775. “If a pipe of Madeira yields 30 doz. Bottles, we drink it at 7. Years old for 3/ a bottle, which includes the 7. Years interest. Such a bottle holds 15 common wine glasses…A pipe of new Madeira will yield 40. Dozen, which brings the price (there being no interest) to 20/ a doz. Or 20d the bottle when drank new.” (Later in life, according to documents at his former home Monticello, he did switch to easier drinking wines from Italy and France, stating in 1817 “[t]he taste of this country [was] artificially created by our long restraint under the English government to the strong wines of Portugal and Spain.”)
Jefferson wasn’t alone. George Washington was a big fan of Madeira and made sure his house was stocked with gallons and gallons of it. He was known to enjoy several glasses of it after his dinner, according to an article written by Mary V. Thompson, a research historian at Mount Vernon Estate and Garden.

America’s Love Affair With Madeira Wine (thedailybeast.com)


Nao fazia a ideia. Os pormenores da historia :)
 
Voltar
Superior