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PetrolHead95
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Divinal esse IS-F! A cor exterior, os estofos, as jantes... [br
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Ano 2013:
EUA: Lexus: 273,847 total sales (up 12% over 2012) - Lexus December 2013 Sales Report (Including Year-End Sales Totals)
Europa:43,281 sales (Lexus achieved record annual sales volumes in six European markets in 2013 including: Russia, France, Kazakhstan, Israel, Norway and the Caucasus.) - Lexus Europe 2013 Sales Report
China: Lexus China sales increased 14% in 2013, for a total of 73,000 vehicles sold - Lexus China Sales Up 14% in 2013
Médio Oriente: Lexus was the #1 luxury automotive brand in the Middle East for 2013, with sales growing 19% for a total of 37,284 vehicles sold. - Lexus Sets Middle East Sales Record in 2013
Ano 2014: (apenas encontrei para EUA)
EUA:
- Lexus USA has reported 17,637 total sales for January 2014, an 8.8% improvement over the start of last year
- Lexus USA has reported 18,855 total sales for February 2014, a 8.7% improvement over last year
- Lexus USA has reported 28,593 total sales for March 2014, a 28.0% improvement over last year
Foi com extremo sentido de gratidão que aceitei o desafio lançado pela equipa do Razão Automóvel para escrever um artigo de opinião sobre o mais badalado Lexus de sempre, o Lexus LFA!
Este é o meu primeiro texto do género e logo para falar de um dos carros, que aos meus e aos olhos de muitos, (Jeremy Clarkson p.e.) é um dos melhores já alguma vez construídos.
A tarefa que se me afigura pela frente não é fácil. De verdade, enquanto escrevo estas palavras, lembro-me de Luis de Camões e do quanto ele pediu inspiração às ninfas do Tejo para que a epopeia que viria a escrever, estivesse à altura dos feitos dos descobridores portugueses. No que me diz respeito, a minha missão terá importância semelhante à dele – afinal de contas, estarei a defender a honra do povo japonês, de toda a sua cultura milenar e do melhor carro alguma vez feito do outro lado do mundo (os fãs do Nissan GT-R que me perdoem a franqueza e a parcialidade).
Tendo eu feito o trabalho de campo necessário, reparei que apesar das inúmeras análises feitas ao LFA, pelos mais prestigiados jornalistas da área, penso que houve algo que ficou por dizer – É um carro que enche as medidas dos seis sentidos que o ser humano possui, se não vejam:
Visão
Os gostos são relativos e nos automóveis, é isso que mantém a discussão incessantemente acesa por essa internet e pistas de corrida fora. Tudo o que direi sobre a estética do Lexus LFA nas próximas linhas é opinião pessoal e como tal, mais uma vez, será deveras parcial.
O carro é absoluta e assombrosamente fantástico ao nível estético! Não faz por conseguir isso de uma forma desesperada e esforçada – consegue-o ser de uma maneira bem natural. Deixem-me contudo destacar a traseira, que assim que o spoiler abre a partir dos habituais 120 km/h, torna-se quase obra de ficção científica.
Melhor que isso: os designers da Lexus tomaram como fonte de inspiração a infame espada japonesa, mais conhecida como “Katana” – e olhando para o carro conseguimos perceber que o conseguiram – olhem para o formato da dianteira principalmente – é como uma espada apontada à próxima curva.
Assim, o LFA é mais que um carro espantoso – é um porta estandarte da cultura histórica japonesa; um autêntico samurai do asfalto do séc. XXI pronto para dividir a distância das rectas e cortar ao meio toda e qualquer curva.
Audição
Mozart, Beethoven, Bäch, Strauss, Stravinski (…) – todos eles ficariam envergonhados ao compararem as suas obras musicais com aquela que é emanada da linha de escape do glorioso V10 que vive debaixo do capot desta super máquina japonesa!
Se ainda não ouviram, não se podem considerar verdadeiros amantes de automóveis. Quem já ouviu, facilmente percebe que é tudo menos simples descrever as sensações de arrepio que a sua nota de escape provoca, do quão épica que é. Perdoem-me a heresia mas nem os F1 de hoje soam tão melodiosos como o motor do LFA (crédito à Yamaha pois é ela a responsável pela afinação do motor e de toda a linha de escape para que o resultado final seja assim).
Tacto
Para quem desconhece a história, permitam-me que a conte em poucas palavras. Depois de cerca de 10 anos de estudos e preparação, quando o LFA estava quase a passar à fase de produção, os engenheiros da Lexus, na busca pela perfeição que lhes é reconhecida, decidiram que a carroçaria em alumínio não fazia justiça à magnificência e performance que iria ser o seu baluarte. Por isso, só haveria um material indicado para “vestir” este samurai: fibra de carbono.
Sentir o Lexus LFA com a ponta dos dedos deverá ser o clímax para qualquer “petrolhead”. A maneira como a fibra de carbono e aquelas linhas magistralmente pontiagudas se unem para formar uma simbiose perfeita de estética, velocidade e prestações, é majestosa.
O interior, todo ele pautado pela pele, fibra de carbono e alumínio, invoca uma vez mais a velocidade e prazer de condução até à exaustão. A atenção ao detalhe é psicótica. As trocas de mudança através das patilhas são tão selvagens como o coice de um sniper a disparar a sua arma (cortesia da transmissão de embraiagem única e não dupla como agora é moda).
Olfacto
Usando a célebre frase do blockbuster “Apocalipse Now” e adaptando-a devidamente ao assunto aqui tratado – “Adoro sentir o cheiro a pneu queimado logo pela manhã”. O Lexus LFA convida ao “hooliganismo” em cada curva que se atravesse no caminho. A traseira solta-se com facilidade, e visto não haver excessos de peso, os slides seriam uma constante.
Mais uma vez, e recordando o facto de o carro ter sido inspirado na Katana japonesa, isto repercute-se também no estilo de condução – é no fio da lâmina que o LFA gosta e deve ser conduzido!
Se a tudo isto, juntarmos o inconfundível aroma de gasolina queimada pelo triplo lança-chamas traseiro (perdão, saídas de escape) então terá como resultado sensações olfactivas que nós, amantes de automóveis não trocaríamos nem por perfumes da mais luxuosa das marcas.
Paladar
Parece difícil fazer acreditar a um ser humano “normal”, que um “mero” automóvel poderá ter efeitos ao nível deste sentido. Pois bem, a esses filisteus digo que o LFA, assim que o conhecemos, faz-nos crescer água na boca; faz-nos salivar desenfreadamente para o conduzir!
E ironia das ironias, ao conduzi-lo, tem o efeito exactamente oposto, e faz com que a nossa boca esteja mais seca que os cofres do estado português. Sinceramente, acho que os sortudos que tiverem tal privilégio, a única coisa que irão sentir na boca é o coração quase a saltar cá para fora, tal é a injecção de adrenalina.
O 6º Sentido: Alma e Coração
Ao longo deste período, pensei em inúmeras analogias para definir e explicar o efeito que o Lexus LFA tem em mim.
Poderia dizer que inspirou estas minhas humildes e tolas palavras, tal como as tágides inspiraram Camões. Mas acho que é mais certo dizer que o LFA está para mim, como Cleópatra esteve para o Imperador Júlio César: tal como esta foi a mulher que mais marcou a vida do imperador romano, não importando se ele tivesse dormido com mil e uma outras, também eu, não importando quantos carros conduzirei na minha vida, irei olhar para esta máquina sempre com um sentimento único e inexplicável. Não há, nem haverá, nenhum outro carro no mundo que queira com tanto afinco como quero o Lexus LFA.
Eu sei que não é o carro mais rápido à face da Terra; é exímio mas não é o que melhor curva; é esteticamente espectacular, mas não é o mais bonito de todos; e apesar da sua performance avassaladora, o preço é assustadoramente elevado. Então porquê de ele despertar todos os estes efeitos em mim?
A resposta é simples: nos automóveis, tal como no amor, o coração tem razões que a própria razão desconhece e o Lexus LFA conseguiu isso, conquistar-me a alma e despertar-me o coração.
Fica Técnica Lexus LFA:
Motor: V10 N/A
Clilindrada: 4.800cc
Potência: 552 cv às 8.700 Rpm
Binário: 480 Nm
Caixa: 6 Velocidades Automática
Velocidade Máxima: 325 Km/h
0-100 Km/h: 3.7s
Para terminar, agradeço a toda a equipa do Razão Automóvel por me terem dado a oportunidade de mostrar ao mundo o que sinto por este magnífico carro, a Akio Toyoda, CEO da Toyota e principal impulsionador de todo o projecto em redor do LFA, e a todos os leitores do Razão Automóvel por seguirem diariamente esta fantástica publicação on-line.
A não ser um V12 NA...Não há nada como um V10 NA.
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Si eres un curioso del mundo del motor, te habrás dado cuenta de que hemos empezado una nueva línea de artículos que tienen como finalidad ofrecer un poco de información sobre los motores que equipan algunos de los coches más impresionantes. Si el otro día os hablábamos del Porsche 911 GT3 y su motor bóxer, hoy hemos decidido cambiar de continente… (Por cierto, atendemos peticiones)
A principios del 2000 y con vistas a ser tan solo un proyecto de investigación y desarrollo bastante sencillo, Toyota Motor Coporation estableció el programa LFA.
Con la llegada del proyecto a manos de Haruhiko Tanahashi, el equipo encargado del proyecto LFA recibió varias luces verdes y cheques en blanco y comenzó a ganar impulso y lo que empezó siento un ejercicio de I+D se convirtió en un programa de desarrollo individualizado.
La tarea no era fácil ya que todo se transformó en la creación de un superdeportivo, el LFA. El equipo encargado no era un grupo corriente, sino que se había formado por unos ingenieros con mucho talento que compartían una pasión por la conducción deportiva y por métodos de ingeniería poco convencionales.
Al año siguiente de la llegada de Tanahashi-san, comenzó el trabajo en el motor V10 del LFA y, a mediados del 2003, se completó el primer prototipo.
Como todos sabréis, el LFA terminó produciendo a mano en el taller del LFA en la plantaMotomachi de la Ciudad Toyota. Sólo se construyeron 500 ejemplares, a un ritmo máximo de 20 unidades por mes para garantizar una calidad de fabricación y una atención al detalle durante el proceso de personalización sin igual.
Cada motor V10 era montado por un solo ingeniero y llevará su firma como prueba de lanaturaleza individualizadora, pero espera, ¿un V10?…
Un V10 japonés, atmosférico y a medida
El componente principal del LFA es un motor V10 hecho a medida que establece nuevos estándares automovilísticos en cuanto a dimensiones, estructura, peso ligero y rendimiento.
Desde el principio, Tanahashi-san y sus ingenieros establecieron que el motor del LFA, debía ir instalado por detrás del eje delantero, tendría una capacidad de 4.805 cc, desarrollaría 412 kW/560 DIN CV y aceleraría “escandalosamente” hasta 9.000 rpm.
Este V10 presenta un ángulo de 72º entre las bancadas, el ángulo “perfecto” para el equilibrio, en un motor V10 para proporcionar unas características de conducción suaves.
La aspiración es atmosférica lo que se traduce en una entrega de potencia lineal y una respuesta de estrangulación excepcional para unos cuerpos de estrangulamiento individuales controlados electrónicamente para cada cilindro.
El sistema de lubricación de cárter seco
El sistema de lubricación empleado es por cárter seco aspecto que no solo garantiza la bajada del centro de gravedad y reduce la inercia del coche, sino que, también permite al motor proporcionar una buena respuesta y lubricación en curvas largas a alta velocidad.
Temporización variable de válvulas VVT-i
El motor V10 produce 480 Nm de par máximo a 6.800 rpm. La aplicación de la temporización variable inteligente de válvulas (VVT-i), tanto de admisión como de escape, en combinación con colectores de escape de igual longitud e inyectores de 12 agujeros y volumen elevado, hace que el 90% de este par motor esté disponible entre 3.700 rpm y las 9.000 rpm.
La combinación de estas cifras se traducen un tiempo de aceleración de 0 a 100 km/h en tan solo 3,7 segundos y una velocidad máxima de 325 km/h.
El peso y la fricción interna también influyen
Con 412 kW y un peso en orden de marcha de 1.480 kg, conseguido gracias al uso generalizado de fibra de carbono (CFRP) en el chasis y la carrocería, el LFA ofrece una excelente relación de potencia y peso de 278 kW por tonelada.
La combinación de una relación de compresión elevada de 12:1, una baja fricción interna y una optimización del flujo de alimentación y escape da lugar a que el motor del LFA desarrolle 85,7 kW/117 DIN CV por litro, una de las producciones de potencia específica más elevadas en el mercado.
Como era de esperar, el árbol de levas también fue sometido a una intensa observación y, como resultado, las culatas presentan características que son más comunes en coches de carreras que en los coupés biplaza. Las válvulas y varillas de conexión de titanio, un 40% más ligeras que los componentes equivalentes de hierro, se complementan con balancines sólidos ultraligeros con carbono tipo diamante con revestimiento de sili**** y boquillas de aceite integradas.
Otros puntos a destacar, incluyen culatas de aleación de magnesio, los pistones de aluminio forjado, muelles de válvulas de forma cilíndrica de baja inercia y un cigüeñal más ligero, completamente integrado con muñequillas de cilindros emparejados diseñados para reducir las pérdidas de bombeo.
Alimentación de aire dual
Un sistema dual de alimentación de aire mejora el rendimiento del motor al cambiar de un puerto de admisión primario a velocidades del motor medias o bajas a puertos duales a revoluciones más elevadas para reforzar la eficiencia de la respiración.
Cada cilindro presenta un cuerpo de estrangulamiento independiente controlado electrónicamente para garantizar que la alimentación de aire del motor sigue la ruta más rápida y eficiente. Curiosamente, un innovador sistema calcula el volumen de aire de alimentación basado en el ángulo del pedal del acelerador y permite calcular el volumen de inyección de combustible apropiado más rápidamente que el sistema convencional.
El sistema de baja fricción del LFA tuvo tanto éxito que el modelo puede elevar las revoluciones desde el ralentí hasta las 9.000 rpm de la zona roja del cuentarrevoluciones en tan sólo seis décimas de segundo.
Filosofía Downsizing en toda regla “Made in Yamaha”
Mientras que el innovador V10 del LFA es tan pequeño como un motor V8 tradicional y tan ligero como un V6 convencional, proporciona un rendimiento concentrado de súper deportivo. A 9.000 rpm sus pistones se mueven a aproximadamente 25 metros por segundo, convirtiéndolo en uno de los motores de más revoluciones y potencia que jamás se ha visto en un coche fabricado en serie.
Este motor innovador se desarrolló junto con Yamaha y es el resultado de una estructura de colaboración que existe entre Toyota Motor Corporation y este especialista japonés en ingeniería. Toyota controló y gestionó este desarrollo con la ayuda de Yamaha en todas sus etapas cruciales para cumplir con sus estándares rigurosos.
Caja de cambios secuencial con embrague robotizado ASG: Cambios en 0,2 segundos
La caja de cambios de seis velocidades controlada automáticamente (ASG) hecha a medida para el LFA, impulsa las ruedas traseras mediante un diferencial de deslizamiento limitado con sensores de par motor y se ha montado sobre el eje trasero para conseguir una distribución óptima del peso de 48:52.
Este sistema de transmisión inteligente se ha diseñado para realizar cambios rápidos y es capaz de subir a una marcha superior en tan sólo 0,2 segundos.
Además del diferencial de deslizamiento limitado para la mejora de la tracción, la transmisión ASG también presenta cuatro modalidades de conducción:
AUTO, SPORT, NORMAL y MOJADO.
La rapidez de los cambios de marcha se puede ajustar en siete programas, desde aproximadamente 0,2 segundos para un esfuerzo intensivo en pista hasta 1,0 segundo.
Mientras que la subida de marcha sólo necesita un toque ligero de los dedos, la leva de reducción requiere un esfuerzo mayor, de manera que se mejore la unión mecánica entre el conductor y la transmisión.
La naturaleza de revoluciones increíblemente rápidas del motor V10 del LFA requiere un embrague simple ultra ligero y de óptima respuesta, lo que en la práctica descarta el uso de una transmisión de embrague doble.
El motor y la caja de cambios se conectan mediante un transeje que crea un enlace rígido y sin flexiones entre propulsor y caja de cambios, lo que constituye un elemento crucial en la estructura ultra rígida del chasis del LFA.
La característica melodía del LFA
En alguna ocasión os hemos mostrado el sonido del V10 del LFA y la verdad es que pone los pelos de gallina, pero ¿sabes por qué?
El equipo de acústica estudió el inconfundible sonido generado por un coche de Fórmula 1 al máximo de sus revoluciones. Mediante el énfasis en la frecuencia de la segunda combustión en el motor del LFA y con la introducción de armonías ardientes primarias, secundarias y terciarias, Tanahashi-san y su equipo crearon una característica nota de escape diferente de cualquier otro coche en carretera, a la que denominaron “Armonía de Octava”.
Este sonido sólo ha sido posible gracias al ajuste meticuloso del sistema de escape de fase múltiple. Las bancadas derecha e izquierda del motor presentan colectores de escape de igual longitud y de gran diámetro que no sólo mejoran los niveles de par motor a altas revoluciones, sino que además crean una calidad de sonido armónica y clara.
Tras dejar los convertidores catalíticos, los escapes separados de la derecha y la izquierda fluyen a través de una caja silenciadora más pequeña y, a continuación, pasan al silenciador principal de fases múltiples instalado detrás de la caja de cambios en el eje de trasero.
El silenciador principal presenta una estructura de titanio ligero y utiliza una válvula que selecciona entre dos caminos que canalizan el flujo de escape de acuerdo con la velocidad del motor. A 3.000 rpm o menos, la válvula permanecerá cerrada para guiarlo a través de cámaras múltiples que obtienen una nota de escape discreta. Por encima de este límite, la válvula se abre y permite que el escape eluda las cámaras y pase a una única cámara de resonancia, desde donde saldrá directamente a través de las tres salidas de escape llamativamente agrupadas del LFA.
El sistema de inducción del V10 también se ha modificado. La caja de resonancia única de resina partida horizontalmente, imita las cámaras acústicas de los instrumentos de cuerda y viento.
Hasta 4.000 rpm emite la frecuencia primaria del motor a 300 Hz. Ésta cambia a 400- 500 Hz según las revoluciones del motor aumentan a 6.000 rpm y finalmente alcanza su valor más elevado a 600 Hz cuando el motor se aproxima ruidosamente a las 9.000 rpm.
Además, el puerto de admisión de aire primario se ha construido con un material poroso para producir unos tonos entre bajos y medios. El sonido de la alimentación y el escape del motor se han canalizado hacia el habitáculo para que el conductor pueda vivir la melodía de primera mano.
Ficha técnica motor
Motor: Tipo1LR-GUE, con 10 cilindros a 72° V-type. Mecanismo de vávulas Roker Arm Type 40 válvulas.
Carrera: 88 mm
Calibre: 79 mm
Cilindrada: 4.805 cc
Compresión: 12.0:1
Potencia del motor: 412 (560)/8700
Par máximo: 480 (48.9)/6800
Número de revoluciones máximo: 9.000/min
Clase de carburante: 95 octanos o superior
Instalación eléctrica: 12V-48AH
Velocidad máxima 325 km/h
Aceleración de 0-100 km/h 3.7 s
Consumo: ND
Emisiones de CO2: ND
Clase medioambiental de homologación CE: Euro 5