Tópico sobre cães.

eu não sou o cão ([:D]) e estava a ver o video e a pensar" porra que a mulher é chata como caraças"
o bicho nem teve culpa
 
Hehehehe

A minha aprendeu quem mandava facilmente...

Essa da torção do estômago :(, penso que nunca tinha ouvido falar num Doberman...

Tenho sempre medo disso com o meu Pongo. Não sei se faço mal, mas segui os conselhos do criador. Desde os 3 meses que come e vai dormir... É que quilo e meio naquele estômago "pequenino"...
Mas é das coisas que mais "medo" me dá em relação ao meu cão! Nas raças "pequenas" que tive nem nunca me passou pela cabeça o problema da torção do estômago, mas tou a ver que tava errado. ;)

Eles aprendem muito depressa, mas também testam sempre que podem[;)]

O meu dobermann mais velho, que morreu já com 14 anos, teve também uma torção, mas tal como o outro, foi operado de urgência, a diferença é que se safou...
Tive uma São Bernardo que também me morreu com uma torção, e estas que tenho agora já não morrem de torção, optei por fazer uma gastropexia preventiva (fixação do estômago para que não torça).

Eu sempre tive TODOS os cuidados do mundo, não faziam exercício nem antes nem depois de comer, a ração é SEMPRE demolhada com água quente meia hora antes de a comerem, comem em taças elevadas, e mesmo assim tenho tido azares...

Não deves dar a ração toda de uma vez, deves dividir em 2 doses diárias, por várias razões, uma delas é precisamente não sobrecarregar o estômago com a dose diária toda de uma vez.
 
Eles aprendem muito depressa, mas também testam sempre que podem[;)]

O meu dobermann mais velho, que morreu já com 14 anos, teve também uma torção, mas tal como o outro, foi operado de urgência, a diferença é que se safou...
Tive uma São Bernardo que também me morreu com uma torção, e estas que tenho agora já não morrem de torção, optei por fazer uma gastropexia preventiva (fixação do estômago para que não torça).

Eu sempre tive TODOS os cuidados do mundo, não faziam exercício nem antes nem depois de comer, a ração é SEMPRE demolhada com água quente meia hora antes de a comerem, comem em taças elevadas, e mesmo assim tenho tido azares...

Não deves dar a ração toda de uma vez, deves dividir em 2 doses diárias, por várias razões, uma delas é precisamente não sobrecarregar o estômago com a dose diária toda de uma vez.

Isso de dividir é discutível, mas nem quero começar esse debate ;) mas ao dividir por duas vezes estou a aumentar a probabilidade de acontecer uma torção. Ele já vai com 5 anos e já sabe que pelas 10 da noite é comer e ir dormir ;)

EDIT: Vá, dormir ou ficar deitado na sala caminho a olhar para mim ;).
Mas sim a minha vet Tb me disse pá dividir, mas segui o conselho do criador...
 
Última edição:
Isso de dividir é discutível, mas nem quero começar esse debate ;) mas ao dividir por duas vezes estou a aumentar a probabilidade de acontecer uma torção. Ele já vai com 5 anos e já sabe que pelas 10 da noite é comer e ir dormir ;)

EDIT: Vá, dormir ou ficar deitaríamos má sala caminho a olhar para mim ;)

Não é nada discutível, e vou-te explicar porquê.
Em primeiro lugar, é preferível que a distribuição de calorias e nutrientes seja feita ao longo do dia, são melhor absorvidos e o cão faz uma melhor gerência da energia necessária para a sua actividade.
Depois, e é a razão principal, o estômago dos cães não é como o nosso, o estômago está suspenso por tendões, pois a posição do cão (horizontal) assim o obriga. Com a idade, esses tendões tendem a ficar mais flácidos e elásticos, portanto muitíssimo mais propensos a torções. A torção é, em 99,9% das vezes, antecedida de uma dilatação, a dilatação é provocada pela libertação de gases resultantes da fermentação da ração, portanto, quanto maior for a quantidade de ração, mais provável é que exista uma mais volumosa libertação de gases, daí à dilatação é um ápice.
De deres menos ração de cada vez, mesmo havendo dilatação, é menor do que com a dose completa.

Se tiveres paciência, lê este artigo de um amigo meu, ex-criador de Dogues Alemães e proprietário de um Hospital Veterinário:
CasadeAnaval disse:
A Torção de estômago aflige especialmente os animais de grande porte dos quais damos exemplo de raças mais afectadas como o Serra da Estrela e o Dogue alemão , e em muitos casos , o Pastor Alemão. Basicamente o estômago torce-se sobre si mesmo formando um nó. É uma verdadeira Emergência Veterinária pois se o animal não for socorrido pode morrer em questão de 6 a 12 horas. Podem ser tomadas medidas preventivas, que implicam sempre esforço por parte do animal. Caracteriza-se por o estômago dar uma volta sobre si mesmo ficando torcido. A torção pode bloquear parcial ou totalmente a drenagem estomacal (saída de alimentos do estômago). Provoca obstrução dos gases, aumentando o volume do órgão. O resultado é a necrose (morte de tecido) por estrangulamento da parede estomacal e órgãos vizinhos: Em termos cirúrgicos é efectuado o esvaziamento do estômago e sua sutura de forma a evitar que se volte a repetir facilmente a situação. De uma forma mais completa a situação processa-se da seguinte forma:

O estômago normal contém geralmente gases, muco o alimento que está a ser digerido. Submete-se a um ritmo normal da contracção, recebendo o alimento do esófago situado acima, submetendo o mesmo a um processo de digestão que culmina com a excreção dos dejectos.

No estômago, dilatado gases e/ou os alimentos expandem o estômago muitas vezes acima do seu tamanho normal, causando tremenda dor abdominal . Para razões ainda não totalmente compreendidas , este estômago brutalmente distendido tem tendência a girar, e a torcer-se sobre si mesmo cortando o acesso sanguíneo e impedindo a expulsão dos gases produzidos pela mesma Esta circunstância é extremamente dolorosa e também rapidamente um risco de vida. Um cão com a torção de , estômago morrerá com dores e sufocado em questão de horas .

O estômago dilatado está a pressionar as vias principais de circulação sanguínea o que pode elevar o animal a entrar em choque: A dilatação também dificulta progressivamente a respiração nas vias de sangue principais que carregam o sangue para trás ao coração. Isto para a circulação normal e emite o cão em choque. Para mais, os tecidos do estômago estão a morrer visto que está a ser evitada a circulação sanguínea nos mesmos. Não pode haver nenhuma recuperação até que o estômago esteja destorcido e o gás libertado. Isto é conseguido ou através de um tubo e de uma bomba ou de cirurgia. Com a cirurgia o estômago é destorcido e fixado de forma a minimizar as possibilidades de o caso voltar a acontecer. Além da torção do estômago pode ocorrer a torção do baço que ainda tornará mais grave a situação e implicará na sua remoção.

Cirurgia

Todos os cães, uma vez que sejam estabilizados , devem efectuar a cirurgia. Sem cirurgia, os danos feitos interiormente não podem ser avaliados ou reparados e a torção pode voltar a manifestar-se dentro de poucas horas pode retornar em algum ponto, uniforme dentro de poucas horas seguintes e a aventura acima deve ser repetida. A cirurgia permite que o estômago seja fixado na posição normal de modo que dificilmente possa outra vez torcer-se.

A avaliação dos danos internos é também muito importante para a recuperação. Se houver uma secção de tecido morto na parede do estômago, este deve ser descoberto e removido ou o cão morrerá apesar do procedimento descrito acima.

Por ser de extrema gravidade, a prevenção é a melhor medida de combate à torção gástrica.

Prevenção
· Não dê alimentos em grandes quantidades. Fraccione as refeições.

· Evite rações com pouca fibra.

· Evite rações com alta fermentação (ricas em carboidratos; por exemplo, amido não degelatinado).

· Não permita que o animal beba grandes quantidades de água de uma só vez, inclusive durante as refeições.

Evite exercícios violentos após as refeições (tais como pular e correr).

Cirurgia preventiva

·

Sinais de alarme

distensão abdominal com timpanismo (gases);

· ânsia de vómito não produtiva;

· pulso fraco;

· salivação intensa;

· dificuldade respiratória;

· mucosas pálidas;

· aumento da frequência cardíaca;

· inquietude.

Quanto mais tempo esperar antes de contactar o seus veterinário, maiores serão os riscos para o seu animal

Créditos:

Bem vindo ao Hospital Veterinrio Principal

E mais alguma informação:
Bloat - The Mother of All Emergencies


There are many injuries and physical disorders that represent life-threatening emergencies. There is only one condition so drastic that it overshadows them all in terms of rapidity of consequences and effort in emergency treatment. This is the gastric dilatation and volvulus – the bloat.

What is it and Why is it so Serious?

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The normal stomach

The normal stomach sits high in the abdomen and contains a small amount of gas, some mucus, and any food being digested. It undergoes a normal rhythm of contraction, receiving food from the esophagus above, grinding the food, and meting the ground food out to the small intestine at its other end. Normally this proceeds uneventfully except for the occasional burp.

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In the bloated stomach, gas and/or food stretches the stomach many times its normal size, causing tremendous abdominal pain. For reasons we do not fully understand, this grossly distended stomach has a tendency to rotate, thus twisting off not only its own blood supply but the only exit routes for the gas inside. Not only is this condition extremely painful but it is also rapidly life-threatening. A dog with a bloated, twisted stomach (more scientifically called gastric dilatation and volvulus) will die in pain in a matter of hours unless drastic steps are taken.

What are the Risk Factors for Developing Bloat?

Classically, this condition affects dog breeds that are said to be deep chested, meaning the length of their chest from backbone to sternum is relatively long while the chest width from right to left is narrow. Examples of deep chested breeds would be the Great Dane, Greyhound, and the setter breeds. Still, any dog can bloat, even dachshunds and Chihuahuas.

Dogs weighing more than 99 pounds have an approximate 20% risk of bloat.

Classically, the dog had eaten a large meal and exercised heavily shortly thereafter. Still, we usually do not know why a given dog bloats on an individual basis. No specific diet or dietary ingredient has been proven to be associated with bloat. Some factors found to increase and decrease the risk of bloat are listed below.

Factors Increasing the Risk of Bloat

Feeding only one meal a day
Having closely related family members with a history of bloat
Eating rapidly
Being thin or underweight
Moistening dry foods (particularly if citric acid is listed as a preservative)
Feeding from an elevated bowl
Restricting water before and after meals
Feeding a dry diet with animal fat listed in the first four ingredients
Fearful or anxious temperament
History of aggression towards people or other dogs
Male dogs are more likely to bloat than females
Older dogs (7 - 12 years) were the highest risk group

Factors Decreasing the Risk of Bloat

Inclusion of canned dog food in the diet
Inclusion of table scraps in the diet
Happy or easy-going temperament
Feeding a dry food containing a calcium-rich meat meal (such as meat/lamb meal, fish meal, chicken by-product meal, meat meal, or bone meal) listed in the first four ingredients of the ingredient list.
Eating two or more meals per day
Contrary to popular belief, cereal ingredients such as soy, wheat or corn in the first four ingredients of the ingredient list does not increase the risk of bloat.

In a study done by the Purdue University Research Group, headed by Dr. Lawrence T. Glickman, the Great Dane was the number one breed at risk for bloat, the St. Bernard was the #2 breed at risk, and the Weimaraner was the #3 breed at risk.
A study by Ward, Patonek, and Glickman reviewed the benefit of prophylactic surgery for bloat. Prophylactic surgery amounts to performing the gastropexy surgery (see below) in a healthy dog, usually in conjunction with spay or neuter. The lifetime risk of death from bloat was calculated, along with estimated treatment for bloat, versus cost of prophylactic gastropexy. Prophylactic gastropexy was found to make sense for at-risk breeds, especially the Great Dane, which is at highest risk for bloat.

How to tell if your Dog has Bloated

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Radiograph showing typical gas distension of the stomach in a case of bloat

The dog may have an obviously distended stomach especially near the ribs but this is not always evident depending on the dog's body configuration.

The biggest clue is the vomiting: the pet appears highly nauseated and is retching but little is coming up.

If you see this, rush your dog to the veterinarian IMMEDIATELY.

What has to be Done

There are several steps to saving a bloated dog’s life. Part of the problem is that all steps should be done at the same time and as quickly as possible.

First: The Stomach must be Decompressed
The huge stomach is by now pressing on the major blood vessels carrying blood back to the heart. This stops normal circulation and sends the dog into shock. Making matters worse, the stomach tissue is dying because it is stretched too tightly to allow blood circulation through it. There can be no recovery until the stomach is untwisted and the gas released. A stomach tube and stomach pump are generally used for this but sometime surgery is needed to achieve stomach decompression.

Also First: Rapid IV Fluids Must be Given to Reverse the Shock
Intravenous catheters are placed and life-giving fluid solutions are rushed in to replace the blood that cannot get past the bloated stomach to return to the heart. The intense pain associated with this disease causes the heart rate to race at such a high rate that heart failure will result. Medication to resolve the pain is needed if the patient’s heart rate is to slow down. Medication for shock, antibiotics and electrolytes are all vital in stabilizing the patient.

Also First: The Heart Rhythm is Assessed and Stabilized
There is a very dangerous heart rhythm problem called a "premature ventricular contraction" or "pvc," that is associated with bloat and it must be ruled out. If the dog has it, intravenous medications are needed to stabilize the rhythm. Since the rhythm problem may not be evident until even the next day, continual EKG monitoring may be necessary. Disturbed heart rhythm already present at the beginning of treatment is associated with a 38% mortality rate.

Getting the bloated dog's stomach decompressed and reversing the shock is an adventure in itself but the work is not yet half finished.

Surgery
All bloated dogs, once stable, should have surgery. Without surgery, the damage done inside cannot be assessed or repaired, plus bloat may recur at any point - even within the next few hours- and the above adventure must be repeated. The surgery, called gastropexy, allows the stomach to be tacked into normal position so that it may never again twist. Without gastropexy, the recurrence rate of bloat may be as high as 75%.

Assessment of the internal damage is also important to recovery. If there is some dying tissue on the stomach wall, this must be discovered and removed or the dog will die despite the heroics described above. Also, the spleen, which is located adjacent to the stomach, may twist with the stomach. The spleen may need to be removed too.
If the tissue damage is so bad that part of the stomach must be removed, the mortality rate jumps to 28 - 38%.
If the tissue damage is so bad that the spleen must be removed, the mortality rate is 32 - 38%.

After the expense and effort of the stomach decompression, it is tempting to forgo the further expense of surgery. However, consider that the next time your dog bloats, you may not be there to catch it in time and, according the study described below, without surgery there is a 24% mortality rate and a 76% chance of re-bloating at some point. The best choice is to finish the treatment that has been started and have the abdomen explored. If the stomach can be surgically tacked into place, recurrence rate drops to 6%.

Results of a Statistical Study

In 1993, a statistical study involving 134 dogs with gastric dilatation and volvulus was conducted by the School of Veterinary Medicine in Hanover, Germany.

Out of 134 dogs that came into the hospital with this condition:

- 10% died or were euthanized prior to surgery (factors involved included expense of treatment, severity/advancement of disease etc.)


- 33 dogs were treated with decompression and no surgery. Of these dogs, 8 (24%) died or were euthanized within the next 48 hours due to poor response to treatment. (Six of these 8 had re-bloated)


- Of the dogs that did not have surgical treatment but did survive to go home, 76% eventually had another episode of gastric dilatation and volvulus.


- 88 dogs were treated with both decompression and surgery. Of these dogs, 10% (9 dogs) died in surgery, 18% (16 dogs) died in the week after surgery, and 71.5% (63 dogs) went home in good condition. Of the dogs that went home in good condition, 6% (4 dogs) had a second episode of bloat later in life.


- In this study 66.4% of the bloated dogs were male and 33.6% were female. Most dogs were between ages 7 and 12 years old. The German Shepherd dog and the Boxer appeared to have a greater risk for bloating than did other breeds.

(Meyer-Lindenberg A., Harder A., Fehr M., Luerssen D., Brunnberg L. Treatment of gastric dilatation-volvulus and a rapid method for prevention of relapse in dogs: 134 cases (1988-1991) Journal of the AVMA, Vol 23, No 9, Nov 1 1993, 1301-1307.)

Another study published December of 2006 looked at 166 dogs that received surgery for gastric dilatation and volvulus. The goal of the study was to identify factors that led to poor prognosis.

- A 16.2% mortality rate was observed. The mortality rate for dogs over age 10 years was 21%.


- Of the 166 going to surgery, 4.8% were euthanized during surgery, and the other 11.4% died during hospitalization (two of dogs died during surgery). All dogs that survived to go home were still alive at the time of suture removal.


- 34 out of 166 dogs had gastric necrosis (dead stomach tissue that had to be removed). Of these dogs 26% died or were euthanized.


- Post-operative complications of some sort occurred in 75.9% of patients. Approximately 50% of these dogs developed a cardiac arrhythmia.


- Risk factors significantly associated with death prior to suture removal included clinical signs of bloating for greater than 6 hours before seeing the vet, partial stomach removal combined with spleen removal, need for blood transfusion, low blood pressure at any time during hospitalization, sepsis (blood infection), and peritonitis (infection of the abdominal membranes).

(Beck, J.J., Staatz, A.J., Pelsue, D.H., Kudnig, S.T., MacPhail, C.M., Seim H.B, and Monnet, E. Risk factors associated with short-term outcome and development of perioperative complications in dogs undergoing surgery because of gastric dilatation-volvulus: 166 cases (1992-2003). Journal of the AVMA, Vol 229, No 12, December 15, 2006, p 1934-1939.)


It is crucially important that owners of big dogs be aware of this condition and are prepared for it. Know where to take your dog during overnight or Sunday hours for emergency care. Avoid exercising your dog after a large meal. Know what to watch for. Enjoy the special friendship a large dog provides but at the same time be aware of the large dog's special needs and concerns.

Date Published: 1/1/2001
Date Reviewed/Revised: 02/15/2009


Copyright 2009 - 2010 by the Veterinary Information Network, Inc. All rights reserved.
in 01 Bloat - The Mother of All Emergencies - VeterinaryPartner.com - a VIN company!
 
Para isso dou-lhe a ração de manhã e ele que vá comendo! heheheh

Mas mesmo assim metade de cada vez ainda são 750g... Deve ser parecido com o São Bernardo que já tiveste.

Ele esteve foi todo apanha do ouvido. Uma infecção à séria, tadinho. Ainda se pensou em algum problema neurológico, pois ficou afectado de movimentos e tudo... :( Mas já está a 100% :).

Tu vais a exposições e essas coisas?

É "que tenho cão para ir", mas nunca me dei ao trabalho... Mas tenho curiosidade! ;)
 
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Para isso dou-lhe a ração de manhã e ele que vá comendo! heheheh

Mas mesmo assim metade de cada vez ainda são 750g... Deve ser parecido com o São Bernardo que já tiveste.

Ele esteve foi todo apanha do ouvido. Uma infecção à séria, tadinho. Ainda se pensou em algum problema neurológico, pois ficou afectado de movimentos e tudo... :( Mas já está a 100% :).

Tu vais a exposições e essas coisas?

É "que tenho cão para ir", mas nunca me dei ao trabalho... Mas tenho curiosidade! ;)

Ainda tenho uma S. Bernardo, mas come 800gr de ração por dia, apesar de pesar 70kg (acho 1,500kg de ração um pouco exagerado[;)]) E ela come, tal como as dob's, 2 vezes ao dia, ração bem demolhada.

Não vou a expos porque a dob está esterilizada, a outra não é de exposição, e porque honestamente nunca me senti atraída para ir expor, aliás, sentia, com o meu macho, mas ele faleceu antes de eu começar nessas andanças[s)], estava à espera dos 18 meses para o pôr na classe adequada, pois só mesmo com essa idade é que ia valer a pena levá-lo a competir por causa do desenvolvimento do corpo, até essa idade estão numa fase que "nem é carne nem é peixe"... Mas gosto de ir ver e saber os resultados, tanto nacionais como internacionais, e gosto de ver as crias que resultam de determinados cruzamentos[;)]

Se tens cão para ir, ainda que já com 5 anos, podes sempre tentar, inscreves-te e vais ver como corre[;)]
 
Ainda tenho uma S. Bernardo, mas come 800gr de ração por dia, apesar de pesar 70kg (acho 1,500kg de ração um pouco exagerado[;)]) E ela come, tal como as dob's, 2 vezes ao dia, ração bem demolhada.

Não vou a expos porque a dob está esterilizada, a outra não é de exposição, e porque honestamente nunca me senti atraída para ir expor, aliás, sentia, com o meu macho, mas ele faleceu antes de eu começar nessas andanças[s)], estava à espera dos 18 meses para o pôr na classe adequada, pois só mesmo com essa idade é que ia valer a pena levá-lo a competir por causa do desenvolvimento do corpo, até essa idade estão numa fase que "nem é carne nem é peixe"... Mas gosto de ir ver e saber os resultados, tanto nacionais como internacionais, e gosto de ver as crias que resultam de determinados cruzamentos[;)]

Se tens cão para ir, ainda que já com 5 anos, podes sempre tentar, inscreves-te e vais ver como corre[;)]

Lol, estás no teu direito! [;)]

Só não vejo qual a necessidade de estar a inventar, mas ok. Deve haver alguma.

Btw, eu já fui ajudar uma vez numa exposição, mas n sei se com o meu cão lá ia. Mas sim ok, também já é "velho", nem tinha pensado nisso!
 
Lol, estás no teu direito! [;)]

Só não vejo qual a necessidade de estar a inventar, mas ok. Deve haver alguma.

Btw, eu já fui ajudar uma vez numa exposição, mas n sei se com o meu cão lá ia. Mas sim ok, também já é "velho", nem tinha pensado nisso!

Não disse que estavas a inventar, só falei na quantidade porque o teu cão pode estar efectivamente a comer demais, e não aproveita tudo o que come, ou seja, se não é gordo, pode eventualmente estar a c@gar muito, é sinal que está a expelir comida que ingere a mais, percebes? Não te estou a criticar, estou a fazer um reparo. Também tudo depende da ração que está a comer, se fores ver a dose por exemplo de uma boa ração como a Naturea, as doses para cães com cerca de 80kg, rondam os 700 a 800 gramas por dia.

Quanto às expos, tens a classe aberta[;)]
 
Uma pergunta aos mais entendidos, um pastor alemão de 3 meses, com LOP, teste de despistagem à displasia da anca, vacinado, e já com micro-chip por 550€, é caro ou anda mais ou menos pelo preço deles?
 
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