Tópico Toyota

BLADERUNNER

New member
(como na pesquisa não encontrei nenhum tópico sobre a marca e já deixei de postar inúmeras notícias sobre a Toyota, resolvi abrir este tópico. Se for repost, então pedia que juntassem ao tópico que não consigo encontrar[;)])
Começo por uma notícia relevante:
60 anos de Toyota Land Cruiser
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Há apenas 60 anos no início de agosto, a polícia japonesa encomendou à Toyota o BJ JeepToyota 289 depois de ser conquistada pela demonstração de que o piloto de testes da Toyota, Ichiro Taira, que conseguiu conduzir até a sexta estação do Monte Fuji (2700m), ao volante do protótipo todo-terreno da empresa de Nagoya, tendo sido o primeiro veículo motorizado a fazê-lo. Foi o início real de uma carreira longa e frutífera para esta elite de tracção permanece como um dos poucos veículos encontrados em qualquer lugar no mundo em locais onde a estrada é apenas um sonho ou uma memória.
O Rankuru, como é carinhosamente conhecido no Japão, nasceu num concurso em 1950 para todos os jovens "forças de autodefesa", o renascimento do exército japonês pelas autoridades de ocupação dos EUA em resposta à ameaça criada pela Guerra da Coreia. Os americanos queriam que o Japão desenvolvesse e produzisse veículos militares que pudessem ser usados ​​em toda a Ásia. A Toyota projetou um 4×4 com base num chassi de camião com um motor de 6 cilindros 3,5 l, muito inspirado no Jeep Willys, Toyota BJ Jeep. O concurso foi perdido para Willys, com precisão, mas o BJ policial atraiu
o suficiente o Escritório Nacional de Florestas, para iniciar a produção em 1953.
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No ano seguinte, após uma reclamação por Willys, Toyota deixou cair o nome em favor de Jeep Land Cruiser, de acordo com Hanji Umehara, director técnico da Toyota, na altura, de ter "um nome como a competição digna " (não o nomeando de The Land Rover) e em 1955, a Toyota, tendo confiança, decidiu lançar o Land Cruiser para conquistar o mundo. Para a ocasião, o BJ foi completado por um novo modelo, a série 20-30, disponível em uma variedade de corpos abertos e fechados e duas distâncias entre eixos diferentes e equipados com um novo motor a gasolina de 3,8 litros FJ A Série 20-30 assumiria o terminal logo depois. Em 1957, a Toyota, assim como outros fabricantes japoneses para esta tipologia, responderam a um concurso público para os militares dos EUA, desta vez para o seu próprio equipamento,e fracassou novamente. Isso, no entanto, permitiu ao construtor para colocar as rodas nos Estados Unidos, o que seria uma aventura para além do Land Cruiser ...
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Após a série de 20-30 chegou em 1960 a série 40, que continua a ser o ícone Land Cruiser. Produzido até 1984, o Série 40 ia assistir a uma série de importantes inovações, como a introdução de motores diesel, como o HJ 6 L cilindros 3,5 equipado para a maioria dos carros vendidos para exportação.
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O aparecimento de um modelo derivado, a Série 55, com um chassis longo e corpo tipo vagão,a inaugurar um ramo paralelo que deu origem ao conceito de SUV com o Série 60, 80 e 120. Land Cruiser é mais civilizado hoje.
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O utilitário Land Cruiser hardcore, ao ter uma outra revisão completa em 1984 com o aparecimento da Série 70 continua a sua missão até hoje característica em todos os países onde chega o luxo e conforto em favor da sustentabilidade e arte para ir a qualquer lugar. Isso não o impediu de alterar-se com o tempo, recebendo amortecedores combinado mola na dianteira e motor turbo-diesel para apaziguar os deuses das florestas tropicais exigentes de baixas emissões.O Land Cruiser é tanto uma parte da paisagem que passa na tela num ponto ou outro em dois documentários de viagens de difusão no mundo.
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Em 2011, o Land Cruiser ainda é líder e tem muitos outros pequenos dentro da faixa de Toyota, o neo-retro FJCruiser RAV4, ou o Lexus RX SUV urbano, ou a indestrutível pickup Hilux , mas continua líder da família. Feliz aniversário, Rankuru-san, a trazê-lo assim por 60 anos.
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Para mais informações sobre mini-site especial dedicado à Terra Site Toyota Cruiser Corporativa, incluindo uma árvore genealógica do modelo com tantos ramos.
Le Land Cruiser a 60 ans | le blog auto
 
Toyota ao ataque ao recorde de Nordschleife
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Desde a suaretirada doCampeonato Mundial deFórmula 1, a ToyotaMotorsportnão tem nenhum programade estatura internacional.EntreLeMansWRC,WTCC,rumoresabundam.Mas, entretanto, a fábricaem Colónia tem vindo a trabalhar noutro projecto:quebrar o recordedoNordschleifecomum veículo eléctrico.
Para abordar o recorde do Peugeot com o EX1 em 9.01.338, a Toyota desenvolveu um motor de alto desempenho.
O carro terá a forma de um coupé de dois lugares com uma capacidade de velocidade máxima de 260 km/h e uns 0-100 km/h em 3,9 segundos.

O EX1 da Peugeot também anunciou uma velocidade máxima de 260 km/h alcançado em 6.6 segundos e 0-100 km/h em 3,6 segundos com ambos os motores proporcionando uma potência total de 250 kW/240Nm e baterias de 30kW (total de 380cv) para uma autonomia de 450 km.
"Acreditamos que iremos bater o recorde actual", disse em comunicado Rob Leupen, Director de Operações Comerciais da Toyota Motorsport. "Vai ser uma prova do progresso do desempenho de veículos eléctricos. Queremos mostrar ao mundo como a nossa tecnologia é avançada. A nossa missão é continuar a avançar, não só para desportos motorizados, mas também para a indústria automóvel em geral. Queremos oferecer produtos melhores e mais firmes para os nossos clientes."

Toyota à l
Em final de Agosto iremos comprovar.
 
História da Toyota

A Toyota Motor Corporation (TMC) está entre as dez maiores empresas da listagem da Fortune Global 500, e posiciona-se entre as mais importantes corporações mundiais globais. A Toyota ocupa neste momento o primeiro lugar de maior fabricante de automóveis mundial, com vendas anuais superiores a seis milhões de veículos nos cinco continentes.
A Toyota tem todo o orgulho em ser um dos fabricantes de veículos mais admirados de sempre, uma proeza que a empresa acredita resultar da sua imensa dedicação em satisfazer o cliente. Tal como muitas empresas que deixaram a sua marca bem vincada na história da Humanidade, a Toyota tem-se definido por um conjunto único de valores e de princípios que têm as suas raízes nos seus anos de formação no Japão.

A história da Toyota começa em finais do século 19, no momento em que Sakichi Toyoda inventou a primeira máquina de fiar eléctrica no Japão, que acabou por revolucionar a indústria têxtil do país. Em Janeiro de 1918, Sakichi fundou a Toyoda Spinning and Weaving Company e, com a ajuda do seu filho, Kiichiro Toyoda, realizou o sonho de uma vida ao fabricar uma máquina de fiar automática, em 1924. Dois anos mais tarde, era criada a Toyoda Automatic Loom Works.

Um dos primeiros carros Toyota

Tal como o seu pai, Kiichiro tinha um espírito inovador e durante as suas visitas à Europa e aos Estados Unidos nos anos 20 ficou profundamente interessado na indústria automóvel que aí ia dando os primeiros passos. Rentabilizando ao máximo as £100,000 que Sakichi Toyoda recebeu pela venda dos direitos da patente da sua máquina de fiar automática, Kiichiro estabeleceu as fundações da Toyota Motor Corporation (TMC), a qual foi criada em 1937. De máquinas de fiar a automóveis, a história da Toyota tem sido uma sucessão constante de situações em que as fronteiras da manufactura foram alargadas.

Abertura ao mundo

Além da própria TMC, um dos grandes legados de Kiichiro Toyoda’s é o famoso Sistema de Produção Toyota. Instigado pela necessidade de fazer mais com menos, Kiichiro inventou e optimizou a filosofia "just-in-time" - a produção apenas das necessárias quantidades de artigos já encomendados com um mínimo de desperdício - que acabou por se tornar um elemento crucial no desenvolvimento da empresa, em sintonia com a filosofia de respeito consistente para com as pessoas. Na devida altura, o Sistema Produtivo da Toyota, com ênfase no melhoramento constante e o valor do empenho dos funcionários, Ao longo do processo, o Toyota Production System, foi considerado pela indústria automóvel mundial como a referência inquestionável.

Erguendo-se das cinzas da indústria, na elevação no Japão do pós-guerra, a Toyota tornou-se o maior construtor de automóveis naquele país, conquistando uma fatia do mercado nacional superior a 40%. Em 1980, a Toyota já tinha montado o seu veículo número 30 milhões e na passagem do século atingia já os 100 milhões de automóveis construídos.

No final dos anos 50, a Toyota começou a lançar as pontes para a conquista dos mercados internacionais. Os primeiros Toyota Crown chegaram aos Estados Unidos 1957 e, em 1965, modelos como o Toyota Corolla conseguiam-lhe granjear uma boa reputação na qualidade do serviço ao cliente e sua satisfação e os volumes de vendas começavam a estar ao nível dos fabricantes americanos. Actualmente, as vendas anuais da Toyota nos Estados Unidos situam-se quase nos 2 milhões de unidades, além de que 1.2 milhões de veículos e quase 1.3 milhões de motores e transmissões foram aí produzidos nos Estados Unidos em 2002.

Adesão à Europa

As primeiras importações oficiais da Toyota para a Europa tiveram lugar na Dinamarca em 1963 e, desde então, a corporação tem vindo a crescer continuadamente no sofisticado e complexo mercado europeu. Em 2003, a Toyota tinha já vendido mais de 12 milhões de viaturas na Europa, tendo registado o seu sexto recorde anual de vendas consecutivo. A Toyota acredita na sua filosofia de localização dos seus veículos para que possam dar resposta às diferentes necessidades dos diferentes tipos de clientes europeus. O que quer dizer que as actividades da empresa na Europa - sejam elas a construção, investigação e desenvolvimento ou marketing - são geralmente localizadas próximo das comunidades que pretendem servir.

Hoje em dia, a Toyota está a colher os frutos desta estratégia. Criou uma reputação sem paralelo em toda a Europa na fiabilidade e satisfação do cliente . Apoiada por uma rede de 24 empresas nacionais de marketing e vendas e cerca de 3300 concessionários, a Toyota olha o futuro com a perspectiva de aumento de vendas nos anos que se seguem.
 
Toyota Supra - A Evolução (parte I)

Toyota Supra - A Evolução (parte I)

O nome Supra fica gravado na história da Toyota num espaço muito especial.

Apareceu nos mercados em 1979 como uma derivação do modelo desportivo Toyota Celica. Esta primeira geração era denominada Toyota Celica Supra, contudo no Japão o seu nome era Celica XX. O seu nome, como muitos de toda a gama Toyota deriva do Latim, sendo que Celica significa “vindo dos céus”, o nome Supra significa “acima de”. Ou seja Celica Supra poderá dizer-se que significa “ Vindo de acima dos céus”.

Este modelo desportivo da Toyota evoluiu desde o seu nascimento durante quarto gerações e permanece hoje como um dos mais populares carros desportivos no mundo. Poderá dizer-se que o Supra é o herdeiro do Toyota 2000GT, pois no que respeita ao motor todos usaram o esquema de seis cilindros em linha sendo que as três primeiras gerações Supra todas usaram um motor da família M que era a mesma família de motores que pertencia o 3M – motor que equipava o Toyota 2000GT. Na primeira geração a grelha frontal é bastante semelhante com a do 2000GT. De referir ainda que todas os modelos Supra possuíam tracção às rodas traseiras.
A popularidade do nome Supra pode ser constatada nos inúmeros jogos de vídeo que possuem as diversas gerações do Supra para se puder "conduzir" um sem sair de casa e também através de alguns filmes sendo o mais conhecido o Fast&Furious onde o Supra MKIV é a personagem principal.

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MKI

Decorria o ano de 1979, quando a Toyota deu a conhecer ao mundo o Toyota Celica Supra. Este carro era uma variação de vertente mais desportiva do Celica liftback, em termos de dimensões esta versão era mais larga e comprida do que o modelo base. O objectivo da Toyota para este modelo era sem duvida criar um rival para o Datsun Z.



Em termos de motorizações a Toyota deixou de lado os motores de quatro cilindros do Celica e adoptou uma configuração de seis cilindros em linha. Esta opção pelos seis cilindros em linha garante uma grande estabilidade em termos de vibrações, estabilidade essa apenas comparável à dos motores V12. Esta vantagem proporciona uma vida prolongada ao motor devido ao menor desgaste dos seus componentes e um melhor rendimento.
Os motores escolhidos foram então dois. No Japão foi adoptado o motor 4M-EU, este motor tinha 1988c.c, duas árvore de cams e duas válvulas por cilindro. Nos Estados Unidos o motor era semelhante mas tinha 2563c.c., apesar das diferentes cilindradas ambos debitavam 110Cv de potência – mais 20Cv que o Celica GT – e tinham um binário máximo de 188Nm. Ambos os motores foram os primeiros da Toyota a virem equipados com injecção electrónica de combustível. O modelo japonês é normalmente designado por MA45 enquanto que o modelo norte-americano é designado por MA46.
Em termos de transmissões havia duas opções, uma caixa de 5 velocidades manuais (W50) e uma caixa automática de 4 velocidades (A40D). Em opção havia um diferencial auto-blocante.

Este Celica Supra evidenciava o carácter inovador da Toyota que ainda hoje perdura, para além do novo sistema de injecção já referido, este Celica Supra vinha ainda equipado com travões de disco às quatro rodas e no que respeita à suspensão trazia suspensão independente às quatro rodas; sistema McPherson no eixo dianteiro e multi-link no eixo traseiro. Em ambos os eixos foram ainda adicionadas as barras estabilizadoras.

Em 1980 a Toyota disponibilizou apenas no Japão o motor 4M-TEU semelhante ao anterior motor disponibilizado no mercado japonês mas desta feita vinha equipado com um turbo Garret T03 que permitia ao motor desenvolver 145Cv. Se em 1979 a Toyota tinha lançado o seu primeiro motor de injecção electrónica, com este motor a Toyota tinha acabado de lançar o seu primeiro motor com turbo.




Um ano mais tarde houve novas evoluções no campo dos motores, foi disponibilizado o motor 5M-E que mantinha a mesma base do anterior 4M-E mas viu a sua cilindrada ser aumentada para 2759c.c., A potência ficou nos 116Cv com um binário de 197Nm. Os Celica Supra equipados com este motor ficaram conhecidos como MA47. A caixa automática foi também revista e a Toyota passou a disponibilizar a caixa A43D.
Em termos de equipamento eram disponibilizadas como opcional suspensões mais desportivas.

MKII

Em 1982 com a introdução no mercado da terceira geração Celica, era também lançada a nova geração Celica Supra conhecida também como Supra MKII ou MA61. Nesta geração o Celica Supra mantinha a base do Celica, no entanto a nível estético era marcado pelos faróis escamoteáveis que facilmente o distinguiam dos demais Celicas.



Nesta geração o Celica Supra apresentava duas versões a L-Type – uma versão mais requintada – e a P-Type – a versão mais desportiva. Sucintamente as diferenças passavam pela adopção na P-Type de alargamentos nas cavas das rodas em fibra de vidro, pneus mais largos e bancos mais desportivos. No aspecto mecânico a P-Type oferecia de série um diferencial auto-blocante.

Nesta geração manteve-se a configuração de seis cilindros em linha bem como a cilindrada – 2759c.c. – e o número de válvulas. No entanto o motor não era igual, recebia então a designação de 5M-GE. Houve variadíssimas versões de potência pelo mundo fora, se nos Estados Unidos a potência era de 145Cv, as versões japonesas e europeias tinham 160Cv e 174Cv respectivamente. O binário máximo das versões por cá vendidas era de 281Nm.
Para transmitir potência às rodas o Celica Supra oferecia uma nova caixa manual de cinco velocidades denominada W58 e a caixa automática de quatro velocidades já presente na anterior geração.



No que respeita ao chassis esta geração mantinha o esquema de suspensão independente mas desta feita o desenvolvimento da suspensão teve o know-how da Lotus. A direcção passou a ser de pinhão e cremalheira em detrimento do anterior sistema de esferas recirculantes.

Um ano mais tarde, em 1983, a Toyota equipou o Celica Supra com uma nova e revolucionaria caixa automática, foi a primeira na indústria automóvel a ser controlada electronicamente, podendo o condutor seleccionar uma opção “power” para proporcionar a mais rápida aceleração possível e a opção “normal” para dar mais controlo ao condutor para pisos mais escorregadios.

Em 1984 foi a vez dos motor ser alvo de modificações nas versões equipadas com caixas manuais. As alterações passaram pela alteração do colector de admissão e o aumento da taxa de compressão. Esta alteração teve mais impacto nos mercados Norte Americanos onde a potência subiu de 145Cv para 160Cv, enquanto que na Europa a potência subiu de 174Cv para 178Cv enquanto que o binário teve um aumento de 6Nm ficando agora em 287Nm.
Houve ainda alterações estéticas que passaram pela adopção em letras grandes do nome “Supra” na traseira e algumas alterações de pormenor no interior

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Estes atributos do Celica Supra fizeram com que merecesse o prémio de carro importado do ano atribuido pela revista Norte Americana Motor Trend.

MKIII

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Durante o ano de 1986, o nome Toyota Celica Supra desaparece, para dar lugar ao nome Toyota Supra. Não só mudou o nome como também mudou o conteúdo. O Supra tinha acabado de entrar no segmento dos super-desportivos e ganhava agora vida própria. Nesta geração a Toyota disponibilizou uma versão targa do Supra que permitia remover a capota entre os pilares A e B.

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Mas como para ser um super-desportivo ou sequer um desportivo não basta aumentar a potência, a Toyota muniu este Supra de algumas tecnologias de estado da arte da altura. Esta geração, com o diminutivo de MA70, trazia já um ABS de quatro vias, suspensão com dois níveis de dureza diferentes controlados através do painel de instrumentos e um sistema com o nome de ACIS (Acoustic Controlled Induction System) que permitia ler a compressão do ar dentro dos canais do colector de admissão para aumentar a performance. Sobre o sistema de suspensão que tinha como nome TEMS (Toyota Electronically Modulated Suspension) para além dos dois níveis de amortecimento, tinha ainda um terceiro nível que se activava quando o condutor fazia uma forte travagem em manobras de alta velocidade. No entanto a HKS conseguiu hackar esse sistema e permitia que esse terceiro nível de amortecimento fosse escolhido pelo condutor sempre que quisesse.

Em termos de motorizações este Supra vinha com o novo motor 7M-GE mantendo como sempre os seis cilindros em linha, mas desta vez a cilindrada subiu para 2954c.c. e passou de duas para quatro válvulas por cilindro. Desta vez as potências eram idênticas em todos os mercados e debitavam 200Cv/6000rpm com um binário máximo de 265Nm/4800rpm.
Em termos de transmissões mantinha-se a W58 de cinco velocidades manuais havia uma nova caixa automática de 4 relações – A340E.
No campo do chassis, as suspensões mantiveram o conceito de suspensão independente e tinham agora um sistema de duplo wishbone.

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Um ano mais tarde a Toyota disponibilizou um novo motor, era ele o 7M-GTE e como o nome indica é um motor semelhante ao anterior mas aqui é equipado com um turbo. O turbo era o CT26 e elevava a potência para 230Cv/5600rpm enquanto que o binário se situava nos 325Nm/4400rpm. Estes valores faziam que o Supra acelerasse dos 0-100Km/h em 6,3s e atingisse uma velocidade máxima de 245Km/h. Para lidar com o aumento de potência foi também disponibilizada uma nova caixa manual de cinco velocidades – R154.
De referir que durante o planeamento destes motores para o Supra foi pensado em usar um material nobre para a junta da cabeça, o asbestos, mas à última da hora – talvez por questões ambientais – foi deixada de parte essa ideia. No entanto a especificação de aperto da cabeça do motor não foi aumentada como deveria ter sido, o que fez com que alguns proprietários tivessem de trocar a junta da cabeça ao motor prematuramente.

Em 1989 a Toyota introduziu um restyling ao Supra, foram redesenhados os faróis traseiros, o pára-choques dianteiro e o volante. Os motores receberam ligeiras alterações sendo que o 7M-GTE viu a sua potência subir em 2Cv.

 
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Toyota Supra - A Evolução (parte II)

Toyota Supra - A Evolução (parte II)

No Japão para além destes dois motores eram ainda disponibilizados outros dois com menor cilindrada mas sempre com seis cilindros em linha e munidos de turbo. Um deles era o 1G-GTE de 1988c.c. com 210Cv/6200rpm e 275Nm/3800rpm. Com este motor o Supra é conhecido com GA70.
O outro motor era o 1JZ-GTE de 2491c.c. com dois turbos de cerâmica CT12a da Kyocera e permitia ao Supra – JZA-70 – chegar aos 280Cv/6000rpm que é o máximo de potência permitida no Japão. O binário era de 363Nm/4800rpm.


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Uma outra versão pouco conhecida entre nós é a Turbo-A. Foram produzidas somente 500 unidades entre Agosto e Setembro de 1988 e foi desenvolvida a pensar nos diversos campeonatos de turismo pelo mundo fora.
Este Supra tinha um motor 7M-GTE modificado em alguns aspectos, tinha um intercooler de maiores dimensões, o corpo da borboleta do acelerador era maior, o turbo CT-26e tinha maiores dimensões e mais pressão que o modelo base e em termos mecânicos tinha mais alguns pormenores diferentes.
Estas alterações permitiram uma potência de 267Cv/5600rpm e 357Nm/4400rpm, o que permitia ao Supra ser o carro japonês mais rápido desse ano.
Em termos de chassis as suspensões tinham uma taragem mais dura e não tinha o sistema TEMS.
Esteticamente o exterior tinha a designação TurboA, havia uma entrada de ar no lugar da matricula dos Supra base e era apenas disponibilizado em preto com o código 202. Os interiores eram em pele cinza e o volante e manete da caixa eram de origem Momo.



Em termos desportivos não teve o sucesso pretendido pois ao ser um 3.0l de cilindrada era obrigado a correr com mais peso, no entanto em corridas com menos restrições conseguiu ainda alguns bons resultados.
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MKIV

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Em 1993 a Toyota lançou um novo Supra, o MKIV também conhecido como JZA80.
Desenvolvido para rivalizar com a nata dos modelos desportivos da época, foi um carro que impunha respeito a qualquer super-desportivo. Uma prova da excelência deste novo Supra foi a atribuição do prémio de design e engenharia pela revista Popular Mechanics.

Esta geração Supra é considerada por muitos o Toyota mais apaixonante de sempre. Com um design verdadeiramente sensacional, o Supra mantinha o estilo coupé de 3 portas, e incorporava agora uma entrada de ar de grandes dimensões no pára-choques enquanto que os faróis deixaram de ser escamoteáveis – antecipando a tendência de hoje - e a versão europeia aprentava uma entrada de ar no capot nas versões turbo



Foram disponibilizados dois motores para este Supra, o 2JZ-GE e o 2JZ-GTE.
O primeiro, o motor de acesso ao Supra era um motor atmosférico com os tradicionais seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e 2997c.c. Os valores de potência e binário ficavam na ordem dos 220Cv/5800rpm e 285Nm/4800rpm. Mais tarde, em 1998, com a adopção do sistema VVTi este motor passou a debitar 225Cv de potência e 299Nm de binário.
O outro motor mantinha as mesmas características mas estava ainda munido por dois turbos – CT12B – que elevaram a potência para 330Cv/5600rpm e o binário para 428Nm/4000rpm. Estes valores permitiam que o Supra precisa-se apenas de 4,8 segundos dos 0-100Km/h e alcança-se uma velocidade máxima de 280Km/h. O motor era ainda coadjuvado por uma caixa manual de seis velocidades Toyota/Getrag – V160. Mais tarde surgiu também uma caixa de seis velocidades semi-automática com comandos no volante, mas só foi disponibilizada no Japão.
O funcionamento dos turbos, ao contrário do que acontecia com os motores bi-turbo da época, não funcionavam em paralelo mas sim de forma sequencial. Desta forma em baixas rotações funciona um turbo, enquanto que a partir das 4500rpm funciona outro turbo. Este tipo de bi-turbo consegue dar mais potência numa faixa mais alargada de rotações e diminui o efeito lag.
É de referir que no Japão devido ao acordo entre construtores, a potência do 2JZ-GTE era de 280Cv devido a menores injectores e turbos diferentes.



A suspensão recorria à solução de duplos triângulos sobrepostos. A qualidade do chassis do Supra é tal que durante os testes de afinação da suspensão no circuito de Nurbrügring, o Supra fez a volta mais rápida de sempre no segmento dos automóveis de série. A melhor prova da sua estabilidade é a capacidade do Supra aguentar forças de 0,98G’s durante uma curva.
No capítulo da segurança o Supra destacava-se por quatro travões de discos ventilados com 323mm à frente e 325mm atrás auxiliados pelo sistema ABS com cinco sensores sendo um de aceleração lateral. Existia também o duplo air-bag, as barras nas portas, o controlo de tracção (desligável), o diferencial auto-blocante e é claro um chassis de superior qualidade.

No desenvolvimento do Supra foi posta muita atenção no factor peso, assim ficou decidido que o Supra ia usar alumínio no capot, no tecto das versões targa e nos braços susperiores da suspensão. Outras medidas passaram pelo material do volante ser em magnésio, o depósito de combustível em material polimérico e até o spoiler traseiro viu o seu peso ser reduzido ao ser oco por dentro. Com estas medidas e apesar de ter novos e mais componentes que o seu antecessor o Supra emagreceu cerca de 130Kg face ao anterior Supra. Em termos de distribuição de peso o versão atmosférica apresentava uma distribuição de 51% - 49% e a versão bi-turbo contava com 53% - 47%.

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No capítulo dos interiores o Supra recorria a uma solução vanguardista, o objectivo era um melhoramento substancial da ergonomia. A consola central era virada para o condutor, a manete da caixa de velocidades estava ao nível do volante e os bancos conferiam um perfeito suporte ao corpo do condutor. De destacar ainda o sistema de som surround de nove colunas.

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Ainda sobre este magnifico automóvel, podemos dizer que o chefe do projecto, Isao Tsuzuki, descreveu o Supra como “um carro de competição que pode ser conduzido com confiança nas estradas normais”. Outro dos pontos fortes do Supra são a fiabilidade e qualidade de construção. Quem comprou um Supra, tem carro para toda a vida.

Muitos consideram que em 1993 a Toyota produziu um clássico instantâneo…O Supra!





Fontes:
Toyotistas
amigosjaponesesantigos.com
Wikipedia
Turbo-A.net | Home of the Toyota Supra Turbo-A
Toyota CelicaSupra Forums - CelicaSupra.com
Toyota 2000GT
Best Cars Web Site
 
@ nto

Nos posts onde colocaste os thumbnails, tenta não fazer o texto tão "comprido".
Coloca 3 a 3 ou 4 a 4 [;)]

Topa:

 
Aproveito o tópico para falar de um modelo que, apesar de não vingar no mercado como a marca pretendia (por vários motivos que não vale a pena estar aqui a enumerar), foi e é seguramente motivo de controvérsia

Toyota Auris:

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Trata-se de um modelo que, quando saiu na minha opinião estava perfeitamente enquadrado no segmento (pecando apenas pelos materiais do interior), mas foi sol de pouca dura... o segmento foi quase todo remodelado em 2009 e o Auris foi um dos modelos que ficou mais distante da média do segmento em termos gerais.

Evidenciou-se sobretudo pelo desempenho do modesto 1.4 D-4D, que, pelas medições, consegue bater-se a modelos mais potentes (e apesar de mais pesado que o Corolla E12, consegue manter boas medições perdendo apenas na velocidade máxima), mantendo bons níveis de consumo pecando apenas pela caixa curta (resolvido desde 2009 com a caixa de 6 velocidades).

Em 2008 decidi comprar um, por ser aquilo que andava a procura - um carro novo, espaçoso, potente qb, bem equipado, a um preço justo. O resumo é que o carro surpreende (como alguns users do forum já puderam constantar em várias situações), mas tem pecado pela baixa fiabilidade (não será por acaso que há tantos à venda...).

Aqui a Toyota teve falhas graves principalmente ao nível da direcção, onde colunas, veios e caixas eram e ainda são pão nosso de cada dia (calhou-me uma unidade destas... 3 veios intermédios e 2 caixas de direcção e vamos ver se resolve...).

Resumindo chamo-lhe a caixa de surpresas, porque para mim é um carro muito bonito, rebaixado fica um mimo, tem tudo para ser competente, mas traz algumas desilusões nos componentes mais básicos que não deveriam falhar nos tempos que correm.
 
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