Depois de ler vários artigos da tal revista encontrei este teste que é o de um carro que tenho.
Os dados deles:
http://motor.terra.es/motor/pruebas/nuestros.cfm?id=MOT26366&id_version=13707
Os dados do construtor:
http://motor.terra.es/motor/pruebas/ficha.cfm?id=MOT26366&id_version=13707
Curioso, aqui não há cavalos escondidos, apenas uma diferença no regime do binário, curiosamente é na faixa de rotação de 2300 rpm que a revista declara como tendo o maior binário e exactamente aquela onde sinto a maior força do motor, às 1750 rpm declaradas pela marca como a rotação de maior binário noto o motor algo amorfo.
Depois de ver outros testes a outros carros fiquei com a dúvida, será que o banco deles retira potência a uns, dá a mesma igual à declarada a outros, e mais potência só a alguns? Não acredito muito, se o banco é o mesmo e os carros são testados da mesma maneira, porque raio só aparece mais potência em alguns motores e menos potência ou igual à declarada em outros? A partir do momento que usam o mesmo processo para todos os carros, se tivesse que dar erro por exagero na medição no banco deles nos motores TSI também daria sempre mais cavalos nos motores de todos os outros carros, ou não seria?
No caso do meu apenas dá uma diferença de dois cavalos a mais e nada me admiraria se medissem outro carro diferente e desse menos 3 ou 4 cavalos que os declarados, é difícil que em 10 motores iguais todos tenham exactamente o mesmo rendimento, depende dos Kms que já têm, da rodagem, de ligeiras diferenças de afinação, da qualidade do combustível que se meteu, etc, etc,
Num teste que acompanhei a um carro Peugeot 407 2.0 HDI achei interessante a potência medida sempre no mesmo banco ter sido igual à declarada pelo fabricante quando novo e ter ganho gradualmente até aos 50.000Km mais cavalos, ao fim dessa kilometragem tinha ganho mais 7 cavalos que o declarado, depois manteve-se a potência inalterada a partir daí para a frentre, portanto, pequenas diferenças em relação às declaradas acho perfeitamente admíssiveis, agora essas diferenças maiores que as declaradas é que não percebo mesmo qual a lógica. Será alguma grande margem de segurança para não suceder o que aconteceu com o caso do Clio onde parte dos 200 CV declarados pela marca tinham ido pastar para parte incerta?
Os dados deles:
http://motor.terra.es/motor/pruebas/nuestros.cfm?id=MOT26366&id_version=13707
Os dados do construtor:
http://motor.terra.es/motor/pruebas/ficha.cfm?id=MOT26366&id_version=13707
Curioso, aqui não há cavalos escondidos, apenas uma diferença no regime do binário, curiosamente é na faixa de rotação de 2300 rpm que a revista declara como tendo o maior binário e exactamente aquela onde sinto a maior força do motor, às 1750 rpm declaradas pela marca como a rotação de maior binário noto o motor algo amorfo.
Depois de ver outros testes a outros carros fiquei com a dúvida, será que o banco deles retira potência a uns, dá a mesma igual à declarada a outros, e mais potência só a alguns? Não acredito muito, se o banco é o mesmo e os carros são testados da mesma maneira, porque raio só aparece mais potência em alguns motores e menos potência ou igual à declarada em outros? A partir do momento que usam o mesmo processo para todos os carros, se tivesse que dar erro por exagero na medição no banco deles nos motores TSI também daria sempre mais cavalos nos motores de todos os outros carros, ou não seria?
No caso do meu apenas dá uma diferença de dois cavalos a mais e nada me admiraria se medissem outro carro diferente e desse menos 3 ou 4 cavalos que os declarados, é difícil que em 10 motores iguais todos tenham exactamente o mesmo rendimento, depende dos Kms que já têm, da rodagem, de ligeiras diferenças de afinação, da qualidade do combustível que se meteu, etc, etc,
Num teste que acompanhei a um carro Peugeot 407 2.0 HDI achei interessante a potência medida sempre no mesmo banco ter sido igual à declarada pelo fabricante quando novo e ter ganho gradualmente até aos 50.000Km mais cavalos, ao fim dessa kilometragem tinha ganho mais 7 cavalos que o declarado, depois manteve-se a potência inalterada a partir daí para a frentre, portanto, pequenas diferenças em relação às declaradas acho perfeitamente admíssiveis, agora essas diferenças maiores que as declaradas é que não percebo mesmo qual a lógica. Será alguma grande margem de segurança para não suceder o que aconteceu com o caso do Clio onde parte dos 200 CV declarados pela marca tinham ido pastar para parte incerta?