Tuning, qual a vossa opinião???

Tantos casos que há disso!Kits específicos,de marcas reconhecidas,para um carro que levam logo com olhar torto nas IPO e se quem lá vai com o carro não se põe esperto leva logo com uma reprovação,e os discos às vezes têm as mesmas dimensões que de origem.Às vezes basta pintar as maxilas de vermelho para isso.A ignorância e vontade de fazer mal que há nos centros de IPO é surpreendente.

A minha dúvida começa logo pelo facto de o inspector ter que ter conhecimentos sobre as dimensões dos discos.Sera que eles têm um manual com todas as dimensões de origem das viaturas? Pintar as maxilas de vermelho n é proibido! e ganhar uns mm no diametro tb n se ve sem mais nem menos a olho nú.Acredito qdo disses que há ou pode haver má vontade desses tipos mas para haver má vontade tem que haver antes conhecimentos técnicos (e n esteticos ou a olhometro).
 
A minha dúvida começa logo pelo facto de o inspector ter que ter conhecimentos sobre as dimensões dos discos.Sera que eles têm um manual com todas as dimensões de origem das viaturas? Pintar as maxilas de vermelho n é proibido! e ganhar uns mm no diametro tb n se ve sem mais nem menos a olho nú.Acredito qdo disses que há ou pode haver má vontade desses tipos mas para haver má vontade tem que haver antes conhecimentos técnicos (e n esteticos ou a olhometro).

Para haver má vontade só é preciso haver vontade...Há quem faça o inverso de pintar as maxilas nas molas de rebaixamento.Pinta-se de preto e assim já não saltam à vista,precisamente desses tipos que não percebem nem querem perceber.
 
Para haver má vontade só é preciso haver vontade...


ok. de acordo. O meu argumento passa pelo seguinte: Se eu apanhasse um inspector da IPO em dia não, e ele me quisesse entalar por ter umas maxilas veremllhas ou uns discos com um ar manhoso, ele teria que fundamentar cabalmente a sua posição na legislação vigente. e para tal, com a cor das maxilas nada tinha a fazer. Se acaso eu tivese colocado uns discos uns mm maiores, o sr. inspector teria que ter a fineza de me informar qual a discrepÂnia técnica detectada, ou seja, saber o diametro de origem e o actual.Findo este quid pro quo e de forma certamente cordata, caso o sujeito conseguisse chegar à conclusão que tinha uns discos maiores (dúvido mas pronto..), então averbava essa irregularidade e eu chegava la no dia seguinte com o kit de origem :) De qualquer forma é evidente que é mais agradavel n apanhar um tipo desses mal disposto.
 
Para haver má vontade só é preciso haver vontade...


ok. de acordo. O meu argumento passa pelo seguinte: Se eu apanhasse um inspector da IPO em dia não, e ele me quisesse entalar por ter umas maxilas veremllhas ou uns discos com um ar manhoso, ele teria que fundamentar cabalmente a sua posição na legislação vigente. e para tal, com a cor das maxilas nada tinha a fazer. Se acaso eu tivese colocado uns discos uns mm maiores, o sr. inspector teria que ter a fineza de me informar qual a discrepÂnia técnica detectada, ou seja, saber o diametro de origem e o actual.Findo este quid pro quo e de forma certamente cordata, caso o sujeito conseguisse chegar à conclusão que tinha uns discos maiores (dúvido mas pronto..), então averbava essa irregularidade e eu chegava la no dia seguinte com o kit de origem :) De qualquer forma é evidente que é mais agradavel n apanhar um tipo desses mal disposto.

Pois.Eles pensam que têm a faca e o queijo na mão[;)]
 
Há muito boa gente que garante isso, basta ter conhecimentos de eng mecanica, por exemplo por experimentação consegues determinar o comportamento do sistema às alterações. E dependendo do componente que alteras, podes ter alterações mais ou menos contidas.

Sabes quanto custa fazer essas experiencias?? Sabes o tempo perdido nisso? O investimento colocado? Os riscos associados??


Mantendo a garantia do veiculo, obviamente não sobre a peça alterada, e sem os produtos serem aprovados por eles. E se houver problemas o ónus da prova está na marca para provar que foi a peça alterada que provocou o problema.

Ai agora os produtos já são aprovados por eles?? Decide-te...Dizes uma coisa e agora já dizes outra.

Certo, mas não precisas de informação técnica especifica dum sistema. Podes ter informação técnica geral aplicável em todas as implementações, e com mais ou menos trabalho, inferir os comportamentos particulares.

Ai não precisas? Se soubesses as artimanhas que se fazem durante o desenvolvimento de um veiculo, se calhar já dizias que sim, é preciso saber os comportamentos particulares.


Dois bons exemplos: http://en.wikipedia.org/wiki/Abarth e http://en.wikipedia.org/wiki/Alpine_(car)
Vês como as coisas podem começar. Cá enquanto tivermos esta mentalidade, limitamo-nos a montar desenhos trazidos de fora até que noutro lado o preço por hora seja mais barato.

Mais um bom exemplo: http://en.wikipedia.org/wiki/AC_Schnitzer

Eu daí vejo uma coisa em comum: A competição deu-lhes origem a elas e não o tuning.
Se tiveres um pouco de visão, notas o porque desse facto ser importante!
 
Sinceramente não percebo o argumento muitas vezes usado do:

Rebaixar o carro, pode ser muito perigoso em caso de atropelamento.


Atropelar um pião, é sempre perigoso, mas desde quando este tema é + ou - perigoso por um carro estar ou não rebaixado?
Um Ferrari é muito mais baixo que um jipe, ou não?!
Então, onde é que está a norma que diz que um carro tem que ter "x" cm´s de altura na frente?!
Até há carros que são rebaixados na propria marca, e esses já não são então perigosos em caso de atropelamento?!

Não tens uma norma com "x" de altura, mas tens normas (legislações) que variam consoante a produção de cada marca...Uma marca que joga com isso é a Lotus.

As legalizações, era tão simples quanto isto. Lá fora, há muito que há homologações.
Há uma certificcação T.U.V que determina ou não se determinado componente está homologado para determinado veiculo.
Só em Portugal é que esse entidade não tem valor.

Não, não são simples. Até porque a TUV não vai tão a fundo como tu pensas. Apenas garante a qualidade da peça (ela mesmo), não te garante efeitos fantasticos no veiculo.

Por exemplo, eu gostava de colocar o KIT brembo junior completo no 156 1.6! O carro de origem tem discos de 288mm e maxilas de 2 pistões.
Este kit brembo, com certificação, é composto por discos de 305mm, maxilas de 4 pistões, pastilhas de melhor qualidade, etc.
Aqui, simplesmente chego a uma IPO ou operação STOP e o carro é considerado alterado!
Agora, se conseguirem, expliquem-me onde é que este alteração traz problemas em termos de segurança! [;)]

E esse kit vem de onde? Supostamente de um 156 vitaminado? Tipo o v6 não? E por acaso tens a suspensão igual? Rigidez de chassis? Circuito de travagem?? A menos que a tua resposta seja positiva a tudo, eu também não aceitava!
 
Sinceramente não percebo o argumento muitas vezes usado do:

Rebaixar o carro, pode ser muito perigoso em caso de atropelamento.


Atropelar um pião, é sempre perigoso, mas desde quando este tema é + ou - perigoso por um carro estar ou não rebaixado?
Um Ferrari é muito mais baixo que um jipe, ou não?!
Então, onde é que está a norma que diz que um carro tem que ter "x" cm´s de altura na frente?!
Até há carros que são rebaixados na propria marca, e esses já não são então perigosos em caso de atropelamento?!

As legalizações, era tão simples quanto isto. Lá fora, há muito que há homologações.
Há uma certificcação T.U.V que determina ou não se determinado componente está homologado para determinado veiculo.
Só em Portugal é que esse entidade não tem valor.

Por exemplo, eu gostava de colocar o KIT brembo junior completo no 156 1.6! O carro de origem tem discos de 288mm e maxilas de 2 pistões.
Este kit brembo, com certificação, é composto por discos de 305mm, maxilas de 4 pistões, pastilhas de melhor qualidade, etc.
Aqui, simplesmente chego a uma IPO ou operação STOP e o carro é considerado alterado!
Agora, se conseguirem, expliquem-me onde é que este alteração traz problemas em termos de segurança! [;)]

Boas.

Não me leves a mal, mas já ouviste falar em zonas de deformação planeadas? É que ao alterares a estrutura a Teu bel prazer poderás eventualmente desvirtuar o desenho original dessas zonas e produzir um efeito final grave para o peão.


É claro que a alteração dos travões para melhor não traz problemas de segurança, muito pelo contrário, daí ser necessário achar o equilíbrio na lei que infelizmente ainda não existe. O desprezo completo pelas normas TUV é disso um bom exemplo.

Abraço,
McDriver
 
Boas.

Não me leves a mal, mas já ouviste falar em zonas de deformação planeadas? É que ao alterares a estrutura a Teu bel prazer poderás eventualmente desvirtuar o desenho original dessas zonas e produzir um efeito final grave para o peão.


É claro que a alteração dos travões para melhor não traz problemas de segurança, muito pelo contrário, daí ser necessário achar o equilíbrio na lei que infelizmente ainda não existe. O desprezo completo pelas normas TUV é disso um bom exemplo.

Abraço,
McDriver

Eu não falei em alterar o desenho do carro.
Falei no argumento de, um carro não pode andar rebaixado porque aumenta o risco de lesões em piões.Isso é que eu gostava de ver explicado.
O meu 156, sendo o modelo sport, veio rebaixado de fabrica em relação a um base ou versão lusso.
E não vejo qualquer diferença na carroceria em relação a um 156 versão normal.
Então, o meu carro é mais perigoso para um pião que o lusso?! não me parece.
Mais, como veio de marca pode andar, mas se alguém com um lusso não quiser ir deixar balurdios na marca e baixar o carro cá fora, já ninguém lhe passa a declaração de homologação!!
Eu pergunto o porquê?! é isto que não funciona no nosso país em relação as legislações. Há uma especie de monopolio com as concessões. Elas também não têm interesse que isto seja aberto e legalizado. Assim sempre vão mamando 50€ por cada legalização que se peça para homologar medidas de jantes.

Querem outro exemplo:

O meu 156 veio de origem no livrete com:

195/60r15 + 205/55R16 + 215/45r17

O 156 2.5 v6 de um amigo meu só tem no livrete 205/55R16.
Foi a dgv, eu fui com ele, mostrei os meus documentos e eles disseram que não podiam fazer nada, só com a declaração da marca.
A marca pede 50€ para passar uma carta com a homologação das medidas, que por acaso já deviam ter lá vindo escritas desde novo. Mais no manual do carro diz as 3 medidas admitidas!
Brincamos ou quê?!!!
Isto é sempre a roubar....
É este tipo de problemas burocráticos que eu critico.
Mais, se alguém for logo a seguir a ele a DGV, com um carro exactamente igual, eles vão dizer que precisa de declaração.
Cada carro, uma declaração.
E assim vão mamando todos...
 
Sabes quanto custa fazer essas experiencias?? Sabes o tempo perdido nisso? O investimento colocado? Os riscos associados??

Sei, e é bastante mais acessível do que muitos outros negócios no mundo automóvel. Basta ver os exemplos de empresas tipo abarth para perceber que é um ponto de entrada.


Ai agora os produtos já são aprovados por eles?? Decide-te...Dizes uma coisa e agora já dizes outra.
Tens que ler melhor o que disse.


Ai não precisas? Se soubesses as artimanhas que se fazem durante o desenvolvimento de um veiculo, se calhar já dizias que sim, é preciso saber os comportamentos particulares.
Posso-te dizer o mesmo em relação a tudo o que é feito hoje em dia. E é como te digo, se toda a gente pensasse assim hoje em dia para teres um computador tinhas obrigatoriamente que comprar um IBM. Como te disse, enquanto não há informação, faz-se engenharia reversa, depois disso é o típico.

http://en.wikipedia.org/wiki/Reverse_engineering




Eu daí vejo uma coisa em comum: A competição deu-lhes origem a elas e não o tuning.
Se tiveres um pouco de visão, notas o porque desse facto ser importante!
Se tu tivesses um pouco de visão percebias que os principios aplicados em competição são os mesmos aplicados em tuning. Aliás, quase todas as empresas sérias de tuning também tem um ramo de competição. Porque será? Uma area alavanca a outra, e como competição no geral não é de todo a area mais rentavel, é o tuning que mantem muitas delas vivas. [;)]
 
Última edição:
Sei, e é bastante mais acessível do que muitos outros negócios no mundo automóvel. Basta ver os exemplos de empresas tipo abarth para perceber que é um ponto de entrada.

Não, não sabes...

Tens que ler melhor o que disse.

Já li e continuo sem chegar a nenhuma conclusão...

Posso-te dizer o mesmo em relação a tudo o que é feito hoje em dia. E é como te digo, se toda a gente pensasse assim hoje em dia para teres um computador tinhas obrigatoriamente que comprar um IBM. Como te disse, enquanto não há informação, faz-se engenharia reversa, depois disso é o típico.

http://en.wikipedia.org/wiki/Reverse_engineering

Não vás por aí...Ias a falencia mais rapido do que percebias o carro a tua frente...

Se tu tivesses um pouco de visão percebias que os principios aplicados em competição são os mesmos aplicados em tuning. Aliás, quase todas as empresas sérias de tuning também tem um ramo de competição. Porque será? Uma area alavanca a outra, e como competição no geral não é de todo a area mais rentavel, é o tuning que mantem muitas delas vivas. [;)]

Ai são os mesmos principios?? Achas mesmo que um carro para a competição tens os mesmos parametros a ter em conta do que um road legal car??? Até a barraca abana!!!
 
Não vás por aí...Ias a falencia mais rapido do que percebias o carro a tua frente...

Discordo, e basta pensar no mercado potencial para perceber onde há mais dinheiro a ganhar.

Ai são os mesmos principios?? Achas mesmo que um carro para a competição tens os mesmos parametros a ter em conta do que um road legal car??? Até a barraca abana!!!

Por serem os mesmos princípios, ou ser utilizado o mesmo tipo de conhecimento e ser feito o mesmo tipo de engenharia, não quer dizer que a implementação seja orientada para os mesmos parâmetros.
 
Por serem os mesmos princípios, ou ser utilizado o mesmo tipo de conhecimento e ser feito o mesmo tipo de engenharia, não quer dizer que a implementação seja orientada para os mesmos parâmetros.


E depois esbarras-te nas legislações, na produção em série, no cliente final que afinal não conduz como o teu piloto, e por aí fora...E depois chegas a conclusão que se queres fazer alguma coisa de jeito, precisas do suporte da marca...
 
E depois esbarras-te nas legislações, na produção em série, no cliente final que afinal não conduz como o teu piloto, e por aí fora...E depois chegas a conclusão que se queres fazer alguma coisa de jeito, precisas do suporte da marca...

Não precisas. Por exemplo eu tenho acompanhado de perto o trabalho da ALTA, e eles são totalmente independentes da mini. E vê lá que produzem peças em serie, vendidas em todo o mundo.

http://www.altaminiperformance.com/pages/show/2/About_Us

http://www.hamann-motorsport.de/

http://9ff.de/en/news/index.php
 
Bling Quartet: The Art of Tuning

Bling Quartet: The Art of Tuning

Bling Quartet

Stylish, reliable and frighteningly quick, these four cars represent a new standard in tuning.

In this day and age when the greenhouse effect takes precedence over just about every other environmental subject, the popular notion is that we must all do our part in minimizing our carbon footprint on the world, starting by staying away from high-performance automobiles. Not so fast. Trucks and SUVs usually burn more fuel and emit more carbon dioxide on a consistent basis, and if we all do our part by restricting daily home energy use, recycle everything imaginable and perhaps plant a tree or two, there's no reason to give up our weekend jaunts to the local track or to a favorite winding road, especially with cars like these.
Let us introduce to you the latest crop of special high-performance machines that has recently come R&T's way. While these cars are labeled "aftermarket," their amazing attention to detail and high level of quality have them on the same playing field as today's production cars, but with a lot more guilty pleasures mixed in, including the all-important "bling" factor.
Noted GT-R tuner, Mine's, shipped the world's first seriously tweaked Nissan GT-R (R35) to us from Japan. Also making the trek across the Pacific was Honda's preeminent tuner and race specialist, Spoon, and its Honda NSX-R GT. From Europe came TechArt's amazing GTstreet, based on the 997 Porsche 911 Turbo, and representing the stars and stripes is D3 and its impressive Cadillac CTS.
We took this special foursome to our favorite local handling course, the Streets of Willow Springs in Rosamond, California, where we put a new twist into the proceedings by running the track in the opposite direction. Why? Because the layout provided for faster speeds on the straights, and it seemed like a fun thing to do.
After all, the main reason for the existence of these cars is to have fun. Lots of fun.

D3 Cadillac CTS vs. Spoon NSX-R GT vs. TechArt Gtstreet vs. Mine's GT-R

091820081929143545.jpg

091820081929144784.jpg

091820081929149359.jpg



Mine's GT-R Lap Time: 1:25.79
TechArt GTstreet Lap Time: 1:29.06
Spoon NSX-R GT Lap Time: 1:31.09
D3 Cadillac CTS Lap Time: 1:34.94
 
até estou admirado com o resultado do cts... o menos potente do grupo, com menos 80cv que o nsx e ainda fez um tempo razoável... imagino o cts-v que está para vir :O,,
 
Voltar
Superior