Uma pergunta: O País está a encerrar?

"Montijo em protesto contra encerramento de Urgências
População ameaça com mais acções de contestação


Os cidadãos do Montijo colocaram panos negros nas janelas com o objectivo de protestar contra o encerramento do serviço de urgências do hospital local, após o ministro da Saúde, Correia de Campos, ter enviado uma carta aos presidentes de várias autarquias, na qual justifica a necessidade de encerrar as urgências com a falta de recursos humanos gerada pela criação «ao acaso» destes serviços.

A edil do Montijo, Maria Amélia Antunes, apesar de não ter participado na acção de protesto, promovida pela Comissão de Utentes de Saúde local, elogiou a motivação dos munícipes e garante que tudo fará para contrariar as recomendações da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das urgências.

Segundo noticiou o Público, a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal do Montijo já aprovaram, por unanimidade, duas moções contra a decisão do Governo.

Para a autarca, «não há razão» para o encerramento das urgências do Montijo, uma vez que os concelhos servidos pelo hospital local e de Alcochete têm tido um grande crescimento demográfico, pelo que afirma que «quem fez este relatório não conhece a realidade destes concelhos».

Maria Amélia Antunes explica que «o hospital do Barreiro ou o Garcia de Orta não são alternativas para estas pessoas», adiantando que já enviou uma carta ao ministro a demonstrar o seu desagrado.

Na resposta, Correia de Campos terá esclarecido que a proposta de encerramento de algumas unidades «poderá sofrer alterações aqui e ali, em resultado da discussão pública», explicou a autarca.

Segundo noticiou a Lusa, na missiva entregue às autarquias, o ministro da Saúde afirma que a «dificuldade na aceitação deste novo modelo» por parte das populações locais resulta, «basicamente», de estas precisarem de «ver para crer» as vantagens da requalificação.

O objectivo principal desta reforma é que, pelo menos, 90% dos utentes demorem menos de 30 minutos no trajecto até a um serviço de urgência, e menos de 45 minutos no acesso a uma urgência médico-cirúrgica.

Carlos Faúlha, membro da Comissão de Utentes de Saúde do Montijo e Alcochete, afirmou que «existem apenas meia dúzia de ambulâncias dos bombeiros que não terão capacidade de resposta para transportar os doentes para outros hospitais».

O responsável acrescentou que a população irá concentrar-se, na sexta-feira, junto ao hospital, tendo também ameaçado que os protestos poderão passar por «cortes de estrada, marchas lentas e vigílias»."

http://www.fabricadeconteudos.com/?...6d163e820&id=1b16975ed845f7716aa1c7ab90c2c7a6
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

Qualquer dia já não há mais nada para fechar...
Ainda temos o Governo... :)

Mas é este o efeito perverso das falhas de comunicação entre quem governa e os que são governados. Esta gente (governantes) não entende que as pessoas gostam de ser ouvidas e que até seria fácil levar a água ao moinho se se preocupassem em vender as sua mensagem junto das populações.

Eu vou fechar esta Escola, pois como só tem 3 alunos, não é possível ter um quadro de professores à altura das qualificações que pretendes obter para o teu filho. Mas fecho a Escola, assegurando-te que vai para uma onde esse objectivo vai ser atingido e mais ainda, assegurando-lhe o transporte e alimentação.

E se eles não mudam depressa de comportamento (um pouco autista, diga-se) a coisa vai ficar preta. O País vais ficar ingovernável e o buraco vai-se alargar.
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por Nephilim

Qualquer dia já não há mais nada para fechar...
Ainda temos o Governo... :)

Mas é este o efeito perverso das falhas de comunicação entre quem governa e os que são governados. Esta gente (governantes) não entende que as pessoas gostam de ser ouvidas e que até seria fácil levar a água ao moinho se se preocupassem em vender as sua mensagem junto das populações.

Eu vou fechar esta Escola, pois como só tem 3 alunos, não é possível ter um quadro de professores à altura das qualificações que pretendes obter para o teu filho. Mas fecho a Escola, assegurando-te que vai para uma onde esse objectivo vai ser atingido e mais ainda, assegurando-lhe o transporte e alimentação.

E se eles não mudam depressa de comportamento (um pouco autista, diga-se) a coisa vai ficar preta. O País vais ficar ingovernável e o buraco vai-se alargar.
Completamente de acordo!:)
 
"2006-11-02 10:04:49

Maternidade da Figueira encerra esta sexta-feira
Juntamente com as Urgências de Obstetrícia e Ginecologia


A Maternidade e as Urgências de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) encerram esta sexta-feira, dia 3 de Novembro.

A partir do próximo sábado, as parturientes e utentes da urgência de obstetrícia e ginecologia do HDFF terão de ser transferidas para os Hospitais da Universidade de Coimbra e Hospital de Santo André, em Leiria.

Os partidos dividem-se na Figueira da Foz, no sentido em que o PSD, que tutela o concelho, manifesta-se contra o encerramento da maternidade, adiantando que esta possui «excelentes profissionais e condições para continuar a funcionar».

António Paredes, do PS, citado pelo Diário As Beiras, refere que «não obstante a qualidade dos profissionais do Hospital da Figueira, que é excelente, as figueirenses vão ficar a ganhar, em questões de segurança e qualidade, ao serem encaminhadas para hospitais centrais»."

http://www.fabricadeconteudos.com/?...6d163e820&id=c97f9808337daa4b4ad047577db3f2d4
 
"fechar em 2007

Em causa 545 postos de trabalho da fábrica de cablagens para indústria automóvel

A administração da Lear Corporation Portugal anunciou hoje o encerramento, em Abril de 2007, da sua fábrica de cablagens automóveis em Valongo, mas assegurou que irá manter a unidade de Palmela.

SIC

A fábrica da multinacional em Portugal já deu início ao processo de negociação para a saída de 545 trabalhadores.

A empresa justifica, em comunicado, que o fecho da unidade já foi comunicado aos trabalhadores - com a "reestruturação da sua actividade a nível internacional", na sequência da "enorme pressão concorrencial em matéria de custos".

"Esta decisão faz parte de um processo similar ao de tantas outras empresas de cablagens que já abandonaram Portugal, sendo a Lear Corporation uma das últimas deste sector ainda presentes em território português", sustenta.

Ou seja, a unidade de Valongo vai fechar dentro de seis meses, quando terminar o prazo do contrato estabelecido entre a empresa e o Estado português. Além disso, os responsáveis da empresa dizem que o encerramento acontece porque os custos de produção em Portugal são muito elevados.

A empresa garante que vai manter a funcionar a fábrica de Palmela, que produz assentos para automóveis e emprega 398 trabalhadores efectivos e 179 temporários."

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20061109+Lear+de+Valongo+vai+fechar.htm
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Eles de tão pouco que fazem, até que se podem demitir que ninguém dá pela ausência deles.
Como é que sabes que esses 30.000, precisamente esses fazem assim tão pouco?...[:p][:p][:p]
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por Nephilim

Qualquer dia já não há mais nada para fechar...
Ainda temos o Governo... :)

Mas é este o efeito perverso das falhas de comunicação entre quem governa e os que são governados. Esta gente (governantes) não entende que as pessoas gostam de ser ouvidas e que até seria fácil levar a água ao moinho se se preocupassem em vender as sua mensagem junto das populações.

Eu vou fechar esta Escola, pois como só tem 3 alunos, não é possível ter um quadro de professores à altura das qualificações que pretendes obter para o teu filho. Mas fecho a Escola, assegurando-te que vai para uma onde esse objectivo vai ser atingido e mais ainda, assegurando-lhe o transporte e alimentação.

E se eles não mudam depressa de comportamento (um pouco autista, diga-se) a coisa vai ficar preta. O País vais ficar ingovernável e o buraco vai-se alargar.

Claro que se fecha a escola com 3 alunos...é racional!
Sai mais caro, os professores estao deslocados, pouco motivados, os alunos tem escolas com poucas condiçoes, na mesma sala putos da 1ª à 4ª classe, que às tantas são irmaos ou primos, ficam sempre ali na terrinha, nao conhecem outras realidades e pessoas...ou seja, ficam condenados à nascença a serem uns pategos o resto da vida, com os horizontes limitados a uma vida a guardar cabras e ao sonho de comprar uma casal duas...
Ao invés, a camara paga o transporte, vao de carrinha pra escola (quem nas cidades tem/teve isso, tirando aqueles das escolas privadas?) e expandem horizontes...
Mais uma vez dou o exemplo, em Barcelos, onde trabalho, toda a gente se mandou ao ar com o fecho da maternidade...mas posso assegurar-vos que se demora menos tempo de barcelos a braga do que de gondomar ao hospital s. joao no porto!
E a piada e q se manifestaram contra o fecho da maternidade, contra aquela historia do gil vicente...mas ninguém se manisfesta ou toma atitudes em relação ao desemprego que ha na regiao, que e um problema fulcral!
Enfim...
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Eles de tão pouco que fazem, até que se podem demitir que ninguém dá pela ausência deles.
Como é que sabes que esses 30.000, precisamente esses fazem assim tão pouco?...[:p][:p][:p]
Pois, desculpa. Esses 30,000 são a excepção.

Há é 670,000 que não fazem puto. :D :)
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Eles de tão pouco que fazem, até que se podem demitir que ninguém dá pela ausência deles.
Como é que sabes que esses 30.000, precisamente esses fazem assim tão pouco?...[:p][:p][:p]
Pois, desculpa. Esses 30,000 são a excepção.

Há é 670,000 que não fazem puto. :D :)
Ah, estás a falar de empresários...:D:D:D[:p];)
 
vem tu para o interior a ver se manténs a mesma opinião..
faz tu as maravilhosas estradas do interior transmontano e depois vem dizer o mesmo.. essa cambada de palhaços que está com o cuzinho sentado em s.bento se conhecesse a realidade do pais isto talvez ficasse melhor..
no distrito de bragança estão a tirar tudo aos poucos.. começou com o quartel militar..comboio..serviços regionais..edp..telecom..serviços de saude..parque natural.. brevemente o comando geral da psp..e depois só falta o ensino superior que o juntem a um do litoral.. e depois metem aqui uma cerca e o pessoal do litoral vem cá ver os burros de miranda..

citação:Originalmente colocada por Avant

Quanto à maioria dos SAP e serviços de urgência de hospitais concelhios, concordo plenamente que fechem; tanto numa questão de racionalização de meios como de bom atendimento à população. De que serve a alguém ter uma "urgência" à porta de casa, se quando se está verdadeiramente doente, só lá se vai perder tempo, pois não há meios humanos nem materiais suficientes?? Ou que lógica tem estar um SAP aberto toda a noite, para ver 8 doentes, e 7 são enviados para a urgência do hospital mais próximo?? Não obrigado. Centralizar recursos tem toda a lógica. E as pessoas não ficam sem trabalho, pois a população fica muito melhor servida com 10 médicos de urgência num hospital distrital, do que 2 no hospital distrital e 8 em cada freguesia com um estetoscópio, termómetro, e pouco mais...
 
Monticor em protesto

Trabalhadores contestam fecho da fábrica


"Cerca de 50 trabalhadores manifestaram-se esta noite contra o fecho de uma fábrica no Montijo. A Monticor foi vendida a uma construtora e está a funcionar a meio gás. Os funcionários querem saber se vão continuar a receber os salários e até quando. Num gesto irónico, ofereceram prendas de Natal ao antigo patrão.

SIC

Os embrulhos estão vazios. Simbolizam a incerteza dos trabalhadores da Monticor.

A corticeira foi vendida em Agosto a uma empresa de construção civil. Desde aí a produção está praticamente parada. Os 76 funcionários acreditam que o espaço vai ser invadido pelo betão.

O PCP apresentou um requerimento à Assembleia da República, no qual exige ao Governo que se pronuncie sobre a situação.

O ex-patrão não apareceu. Os presentes de Natal foram mesmo assim deixados à porta do antigo dono da fábrica.
 
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