Zoltan Pluto
Banido
citação:Originalmente colocada por CL
Preâmbulo:
Houve aí quem chamasse cromo ao João Dias, suponho que venha de alguém novo por estas bandas e que não saiba de quem está a falar. Como ninguém teve a ombridade de o informar, e embora eu não seja advogado do dito senhor que se encontra por detrás desse nick (nem sequer muitas vezes me reveja nas suas posições) e nem sequer o próprio JD tenha valorizado esse epíteto, parece-me ser justo informar que o referido João Dias é Professor no Departamento de Engenharia Mecânica no Instituto Superior Técnico (em Lisboa) e uma alta individualidade, pelo menos a nível nacional, no campo da acidentologia automóvel, nas suas variadas formas.
Portanto, estou em crer que esse senhor João Dias terá mais alguns conhecimentos sobre este assunto do que quem agora lhe chama de cromo. Penso eu de que... aliás... não penso, tenho mesmo a certeza.
Prontes... travagem.
Oh Elise, claro que não depende só da velocidade, e sabes isso de ginjeira e ninguém disse o contrário. Claro que depende do coeficiente de atrito com o chão, o qual depende também do desenho do piso do pneu, do rasto existente e até do próprio pneu em si. Também depende do estado da suspensão, do estado do condutor, do tipo de piso e da simetria entre ambos os lados do carro, do coeficiente de atrito entre pastilha e disco, o qual varia com o aquecimento, comportamento dos discos face ao calor gerado e etc.
Mas o que se faz num teste standard não é comparar um Fiat Uno saído da sucata de onde esteve há 10 anos com um Ferrari Enzo novo e rodado a 100% das suas capacidades. O que se faz, e já deves ter visto n testes deste tipo (não sei se in loco se não), é pegar em carros relativamente novos, ir para uma pista, montar a instrumentação de ensaio e testá-los a todos, normalmente com o mesmo condutor/ensaiador (que faz isso há anos) e realizar mais do que uma medida para cada carro.
Portanto, não será lícito entrar com outras variáveis que não o carro testado com os pneus que lá vinham montados (normalmente não são substituídos os pneus para que todos fiquem iguais, até porque seria complicado arranjar o mesmo modelo para o Uno e para o Enzo, por exemplo).
E, finalmente, os dados de um ensaio têm tudo menos de teórico! Aquilo é pura prática! Embora haja alguma correlação entre ambas.
Talvez não saibas quem está além do meu Nick e conheço o dito senhor por isso o chamo cromo e pelos vistos o trabalho dele têm-se notado![8][}
Teoricamente está coberto de razão, pois téoricamente os calculos estão correctos, mas na prática existem sempre excepções está deverá ser uma delas!