Vendedores e as aparências

A Renault Telheiras e Renault Boavista fazem parte do Renault Retail Group Portugal, logo devem ter os mesmos objectivos estratégicos, podendo aqui negociar entre elas os descontos a oferecer. Pode-se ver isso em http://www.renaultretail.pt/artigo-estabelecimentos_stands-4-6

Quanto à diferença entre concessões e franchising, continuo a achar que é um conceito diferente. Os franchisings são acordos para direito de utilização da marca, que incluem outros direitos e deveres, nomeadamente % das receitas. A relação com a marca é muito mais profunda, estando a empresa mais limitada.

A Renault Retail Group é o importador [;)] Quando se fala em grupos refere-se a Santogal, Evicar, Parkik,Salvador Caetano,Mcoutinho,SLN,etc, etc [;)]
 
Nem tudo [;)]

O PeugeotSales sabe, de facto, do que fala. E há que reconhecer a sua honestidade.

Eu tenho um familiar muito próximo que é vendedor da Peugeot, já vão uns bons aninhos.

TUDO, mas mesmo tudo, o que ele me disse bate frase com frase com o que diz o 'Sales.

Não há conluio nenhum em a marca/o importador estabelecer limites para os descontos.

É o normal, qualquer empresa que comercializa produtos faz isso. E não tem nada de errado, quem não quiser dar o que se pede, é simples... não compra!

Claro que a concessão, se quiser, pode-se esticar no desconto, mas à conta da sua margem.

Conluio haveria se todas as marcas decidissem cobrar o mesmo preço por carros do mesmo segmento!...

Vamos lá esclarecer uma coisa, eu não me estou a referir às marcas e às suas políticas de preço. Obviamente que marca define a que preço quer vender o carro, mas permite aos concessionários fazer preços diferentes à custa da sua margem (tal como dizes no teu post). Até aqui estamos entendidos e não tenho nada a objectar (como os posts demonstram). No entanto, coloco problemas quando as concessões combinam não baixar preço. Foi isso que eu ouvi. É isso que alguns estão a defender como correcto.
Mas vamos passar para outro sector. Ex. água. A luso vende para o continente, jumbo e pingo-doce, entre outros. Vamos agora imaginar que estes concordam em vender a água luso ao mesmo preço uma vez que as margens são muito baixas (o que é verdade: rondam os 2%, 3%, muito abaixo do que apontam do sector automóvel), ou seja, eliminar a concorrência entre eles. Segundo o que dizem, não há problema algum. Aliás é justificável, segundo o vosso ponto de vista. Não há conluio, está tudo correcto segundo a vossa opinião. Se calhar já acham que não é bem assim... Agora substituam a água por o que quiserem: arroz, massa, azeite, sal, televisões, automóveis etc e digam de vossa justiça.

Os produtores de sal apanharam com uma multa à conta dessa. Ainda não ouvi ninguém criticar essa actuação da autoridade da concrrência. Combinaram preço, logo foram multados. Substituam sal por automóveis e produtores por concessionários e podem ter o mesmo caso.É só isso que estou a dizer e que disse em todos os meus posts. Só não percebeu quem quis.
 
A Renault Retail Group é o importador [;)] Quando se fala em grupos refere-se a Santogal, Evicar, Parkik,Salvador Caetano,Mcoutinho,SLN,etc, etc [;)]


A Renault Retail Group Portugal, que está encarregue de implementar as orientações estratégicas do grupo, é composta por uma unidade operacional de base composta por dois pólos urbanos, Lisboa e Porto.
Nesses pólos encontram-se diversos estabelecimentos Renault que cobrem o território da respectiva cidade e que incluem vários pontos de vendas e de serviços técnicos (oficinas de carroçaria, mecânica e de serviços rápidos).

Renault Retail Group Portugal, Automóveis Usados Renault, Venda de Usados Renault a Particulares e Comerciantes | Estabelecimentos | Estabelecimentos

Continuo a achar que a Renault Telheiras e a Renaul Boavista 'são do mesmo dono'.
 
Vamos lá esclarecer uma coisa, eu não me estou a referir às marcas e às suas políticas de preço. Obviamente que marca define a que preço quer vender o carro, mas permite aos concessionários fazer preços diferentes à custa da sua margem (tal como dizes no teu post). Até aqui estamos entendidos e não tenho nada a objectar (como os posts demonstram). No entanto, coloco problemas quando as concessões combinam não baixar preço. Foi isso que eu ouvi. É isso que alguns estão a defender como correcto.
Mas vamos passar para outro sector. Ex. água. A luso vende para o continente, jumbo e pingo-doce, entre outros. Vamos agora imaginar que estes concordam em vender a água luso ao mesmo preço uma vez que as margens são muito baixas (o que é verdade: rondam os 2%, 3%, muito abaixo do que apontam do sector automóvel), ou seja, eliminar a concorrência entre eles. Segundo o que dizem, não há problema algum. Aliás é justificável, segundo o vosso ponto de vista. Não há conluio, está tudo correcto segundo a vossa opinião. Se calhar já acham que não é bem assim... Agora substituam a água por o que quiserem: arroz, massa, azeite, sal, televisões, automóveis etc e digam de vossa justiça.

Os produtores de sal apanharam com uma multa à conta dessa. Ainda não ouvi ninguém criticar essa actuação da autoridade da concrrência. Combinaram preço, logo foram multados. Substituam sal por automóveis e produtores por concessionários e podem ter o mesmo caso.É só isso que estou a dizer e que disse em todos os meus posts. Só não percebeu quem quis.
Mas, pcg2001, explica melhor, se puderes, essa do sal.

É que se diferentes produtores combinaram o preço, a multa foi bem aplicada.

Era o que devia acontecer nos combustíveis e nas telecomunicações, por exemplo.

É diferente se um produtor (de água, por exemplo) diz aos distribuidores (jumbo, continente, etc) que não quer receber menos de X pela comercialização do seu produto. (no caso da água, muito provavelmente lixa-se porque ali são comercializadas águas de outras marcas, mais baratas [:D])

Isso é legítimo, parece-me. Pelo menos é assim que eu vejo a coisa...
 
Eu continuo a não entender a implicância com os vendedores de carros. Se não gostam vão a outro.
 
Eu continuo a não entender a implicância com os vendedores de carros. Se não gostam vão a outro.

Os vendedores de carros são como os outros profissionais!
Há bons, menos bons e maus!

Eu por acaso tenho tido azar! Nunca me calhou um bom, só menos bons e maus!

Mas também há uns anos precisei de comprar um portão de garagem automático e consultei 5 empresas para orçamento! Só uma me deu resposta e e foi essa a escolhida! Os outros 4 era só dificuldades, parecia que era um grande incómodo!
[8b]
 
Por acaso nunca tive problemas com os vendedores auto. Mas é como disseram, em todas as áreas há bons e maus profissionais.
 
Não, não está. Sendo os bens iguais, aquele que a meu ver tem melhor value for money é o que tem o preço mais baixo. No caso do carro, comprei num stand e vou fazer a revisões a outro que é mais próximo (o stand onde comprei não tem oficina no centro da cidade, só fora, pelo que vou a uma oficina da marca da cidade).

Tu esqueces-te de uma coisinha...

Actualmente, comprar carro não é apenas comprar o objecto. Com a compra dele, vem também uma "compra" de serviços a ele associado.

Assistência técnica e acompanhamento no acto da compra e após a mesma, só para dar 2 exemplos.

E isto tem um preço...

Por isso, continua a comprar mais barato, é que às vezes o barato acaba por sair bem caro...
 
Last edited:
Mas, pcg2001, explica melhor, se puderes, essa do sal.

É que se diferentes produtores combinaram o preço, a multa foi bem aplicada.

Era o que devia acontecer nos combustíveis e nas telecomunicações, por exemplo.

É diferente se um produtor (de água, por exemplo) diz aos distribuidores (jumbo, continente, etc) que não quer receber menos de X pela comercialização do seu produto. (no caso da água, muito provavelmente lixa-se porque ali são comercializadas águas de outras marcas, mais baratas [:D])

Isso é legítimo, parece-me. Pelo menos é assim que eu vejo a coisa...

Eu não vejo assim. O produtor vende o produto dele aos distribuidores, faz o preço dele de modo a ter o lucro máximo a que consegue vender o produto (tendo em conta preço e quantidade). A partir daí o distribuidor que faça o que quiser, tem de ter liberdade também para decidir se baixa a margem de lucro, mas vende mais ou se mantém a margem de lucro e vende menos.

Tudo funciona assim, seja onde for, vender 10 carros com 1eur de lucro dá o mesmo resultado de vender 1 carro com 1oeur de lucro. Normalmente o mercado tende a equilibrar-se. Se vendes com margens muito baixas acabas por fechar o estaminé pois não tens lucro suficiente, se vendes com margens muito altas acontece o mesmo porque vendes muito poucos carros.

Tou totalmente a favor do user que diz que compra a quem lhe vender mais barato. Falaram em assistência, mas a garantia é dada pela marca e não pelo concessionário.
 
Mas, pcg2001, explica melhor, se puderes, essa do sal.

É que se diferentes produtores combinaram o preço, a multa foi bem aplicada.

Era o que devia acontecer nos combustíveis e nas telecomunicações, por exemplo.

É diferente se um produtor (de água, por exemplo) diz aos distribuidores (jumbo, continente, etc) que não quer receber menos de X pela comercialização do seu produto. (no caso da água, muito provavelmente lixa-se porque ali são comercializadas águas de outras marcas, mais baratas [:D])

Isso é legítimo, parece-me. Pelo menos é assim que eu vejo a coisa...
Não foi isso o que eu disse. novamente, não tenho problema nenhum que um produtor (marca) dê indicações a que preço deseja a que o seu produto seja vendido. É assim que as coisas funcionam. Mas tal como disseste no post em que falas do teu familiar, os comerciantes/retalhistas/stands (neste caso) têm uma determinada margem da qual podem abdicar (em maior ou menor %) caso queiram conceder maiores descontos aos cliente para dessa forma venderem o carro (ao invés de outro concorrente). O caso que relatei foi que esses retalhistas tinham acordado não fazerem descontos. Ou seja, não foi a marca que os obrigou a não fazerem o desconto, foram eles que, deliberadamente teriam concordado em não fazerem desconto. Logo, estamos na situação dos produtores de sal. Obviamente que em qualquer conluio há-de haver sempre alguém que rompe o acordo (está perfeitamente comprovado), mas o princípio do processo é algo que não deve ser aceite. Podem argumentar que os stands têm margens baixas, mas o que estão a pedir é que seja o consumidor a arcar com custos que lhe poderiam evitáveis. Enquanto consumidor, é algo que não aceito. Só achei interessante ver pessoas a defenderem que gostam de pagar mais pelo mesmo bem quando o podem comprar por menos. Claro que percebo a posição dos vendedores, que desta forma sempre ficam com mais algum, mas tentarem racionalizar isso com algo defensável é que acho que nao faz sentido algum. Coloquem-se sempre no caso das águas, ou do sal, ou da massa, ou da carne, ou do peixe, ou do pão, ou etc... e depois digam se achavam bem se os comerciantes combinassem preço.

Já agora, eu nunca disse que os stands devem ter margem 0 ou próximo disso. É obvio que qualquer negócio para funcionar precisa de ter margem. No entanto, atitudes concertadas para manutenção de preço apenas têm como consequência a manutenção de empresas menos eficientes no mercado e a obtenção dos deonominados retornos anormais à custa de um preço mais elevado que é cobrado ao consumidor.
 
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Eu não vejo assim. O produtor vende o produto dele aos distribuidores, faz o preço dele de modo a ter o lucro máximo a que consegue vender o produto (tendo em conta preço e quantidade). A partir daí o distribuidor que faça o que quiser, tem de ter liberdade também para decidir se baixa a margem de lucro, mas vende mais ou se mantém a margem de lucro e vende menos.

Tudo funciona assim, seja onde for, vender 10 carros com 1eur de lucro dá o mesmo resultado de vender 1 carro com 1oeur de lucro. Normalmente o mercado tende a equilibrar-se. Se vendes com margens muito baixas acabas por fechar o estaminé pois não tens lucro suficiente, se vendes com margens muito altas acontece o mesmo porque vendes muito poucos carros.

Tou totalmente a favor do user que diz que compra a quem lhe vender mais barato. Falaram em assistência, mas a garantia é dada pela marca e não pelo concessionário.

[:cool:] estava a ver que estva sozinho no meu argumento!
 
Tu esqueces-te de uma coisinha...

Actualmente, comprar carro não é apenas comprar o objecto. Com a compra dele, vem também uma "compra" de serviços a ele associado.

Assistência técnica e acompanhamento no acto da compra e após a mesma, só para dar 2 exemplos.

E isto tem um preço...

Por isso, continua a comprar mais barato, é que às vezes o barato acaba por sair bem caro...
O problema da assistência não se coloca. Esta é dada pela marca e não por um stand/oficina em concreto. Eu comprei o carro num stand e faço as revisões noutro, tudo dentro da marca...
 
Acerca deste tópico tenho uma história engraçada, em 2003 o meu pai andava a procura de um carro comercial para ele, e um certo sábado peguei no meu cão e no meu carro e fui até santa cruz, e pelo caminho o meu ligou-me e pediu-me para lhe ver preços para carro, passei em torres vedras e fui entrando em stands de calções de banho, chinelos e t-shirt, até que entrei na renault e estava lá um vendedor muito simpático, conversa para aqui expliquei-lhe a situação deu-me preços e propôs-se a arranjar um test drive de um clio em lisboa, para não estar a fazer kms desnecessariamente e assim aconteceu, resultado passado um mês o meu pai comprou um clio comercial. Passado dois anos liguei-lhe e ele ainda se lembrava de mim, eu andava a procura de um carro semi-novo e perguntei-lhe se tinha alguma coisa ao qual ele me respondeu que o carro de serviço dele ia ser posto a venda combinamos e lá fui ver o carro e acabei por comprar o Modus para a Maria.
Resumindo e concluindo aquele Sr. Mário Luis que esta na Renault Chelas, no ano passado vendeu mais dois carritos uma Scenic(o meu pai trocou o clio) e um Megane (a minha trocou um Punto) só por não ligar a estereotipos e só não meu vendeu um megane coupe por ser muito caro para aquilo que eu podia pagar.
 
(...),

Actualmente, comprar carro não é apenas comprar o objecto. Com a compra dele, vem também uma "compra" de serviços a ele associado.

Assistência técnica e acompanhamento no acto da compra e após a mesma, só para dar 2 exemplos.

E isto tem um preço...

(...), barato, é que às vezes o barato acaba por sair bem caro...

Este argumento já o por diversas vezes, referi a comercias da marca, ou seja que mesmo não adquirindo o automóvel na concessão, cumprir o plano de assistência na mesma é possível, ou seja contribuir em termos financeiros para a mesma.

Por curiosidade são as marcas Nipónicas e Sul-Coreanas que tendo em teoria um preço de produto final mais competitivo (principalmente as Sul-Coreanas) dão também uma período de garantia muito superior ao estipulado por lei,ou seja se houver uma correcta manutenção do automóvel são duas áreas da concessão a facturar a comercial e a técnica e esta última decerto começa a ter um peso cada vez maior na contabilidade das concessões.
 
Não foi isso o que eu disse. novamente, não tenho problema nenhum que um produtor (marca) dê indicações a que preço deseja a que o seu produto seja vendido. É assim que as coisas funcionam. Mas tal como disseste no post em que falas do teu familiar, os comerciantes/retalhistas/stands (neste caso) têm uma determinada margem da qual podem abdicar (em maior ou menor %) caso queiram conceder maiores descontos aos cliente para dessa forma venderem o carro (ao invés de outro concorrente). O caso que relatei foi que esses retalhistas tinham acordado não fazerem descontos. Ou seja, não foi a marca que os obrigou a não fazerem o desconto, foram eles que, deliberadamente teriam concordado em não fazerem desconto. Logo, estamos na situação dos produtores de sal. Obviamente que em qualquer conluio há-de haver sempre alguém que rompe o acordo (está perfeitamente comprovado), mas o princípio do processo é algo que não deve ser aceite. Podem argumentar que os stands têm margens baixas, mas o que estão a pedir é que seja o consumidor a arcar com custos que lhe poderiam evitáveis. Enquanto consumidor, é algo que não aceito. Só achei interessante ver pessoas a defenderem que gostam de pagar mais pelo mesmo bem quando o podem comprar por menos. Claro que percebo a posição dos vendedores, que desta forma sempre ficam com mais algum, mas tentarem racionalizar isso com algo defensável é que acho que nao faz sentido algum. Coloquem-se sempre no caso das águas, ou do sal, ou da massa, ou da carne, ou do peixe, ou do pão, ou etc... e depois digam se achavam bem se os comerciantes combinassem preço.

Já agora, eu nunca disse que os stands devem ter margem 0 ou próximo disso. É obvio que qualquer negócio para funcionar precisa de ter margem. No entanto, atitudes concertadas para manutenção de preço apenas têm como consequência a manutenção de empresas menos eficientes no mercado e a obtenção dos deonominados retornos anormais à custa de um preço mais elevado que é cobrado ao consumidor.

[:cool:] estava a ver que estva sozinho no meu argumento!
pcg2001, estive a matutar neste assunto, inclusive a debatê-lo com uma "especialista" [:D] (a minha cara-metade, já formada em Gestão e eu ainda estudo para isso) e de modo que venho aqui "dar o braço a torcer", mais ou menos, porque de facto eu não estava a separar totalmente a política das marcas/importadores da política dos stand 's/distribuidores, sendo que de facto, a este nível existe conluio.

E cheguei à conclusão que de facto, tu e o air têm razão. Sempre tinha em mente que o conluio ocorria quando vários produtores faziam a caixinha entre si para combinarem preços semelhantes para produtos equivalentes.

Estamos sempre a aprender!... [;)]

Neste caso dos automóveis, existe é uma linha muito ténue entre o conluio e a "estratégia comercial"... portanto, é mais uma daquelas situações que toda a gente sabe que acontece, mas que dificilmente se consegue provar!...
 
Last edited:
Este argumento já o por diversas vezes, referi a comercias da marca, ou seja que mesmo não adquirindo o automóvel na concessão, cumprir o plano de assistência na mesma é possível, ou seja contribuir em termos financeiros para a mesma.

Por curiosidade são as marcas Nipónicas e Sul-Coreanas que tendo em teoria um preço de produto final mais competitivo (principalmente as Sul-Coreanas) dão também uma período de garantia muito superior ao estipulado por lei,ou seja se houver uma correcta manutenção do automóvel são duas áreas da concessão a facturar a comercial e a técnica e esta última decerto começa a ter um peso cada vez maior na contabilidade das concessões.

Começa? Há anos que o têm. E se as garantias n são maiores, é porque há aqui algum problema de cálculo que ainda n percebi!
 
Tou totalmente a favor do user que diz que compra a quem lhe vender mais barato. Falaram em assistência, mas a garantia é dada pela marca e não pelo concessionário.

Sabes como funciona a garantia entre marca e concessionário ?
 
Começa? Há anos que o têm. E se as garantias n são maiores, é porque há aqui algum problema de cálculo que ainda n percebi!

Começa agora a ter um papel se suporte que há anos não tinham em escala nas concessões, o mercado aumentou em número de potenciais compradores (M/F) na relação com o automóvel, o poder de compra ou possibilidade de aquisição poe meio de crédito subiu drásticamente se comparado com uma década atrás por mero exemplo, as ofertas disponiveis em motores, formatos, etc, e concorrência tiveram um verdadeiro disparo, e esta situação aqui referida ainda hoje não é compreendida pelos próprios operadores.

A própria questão de informação e formalização ou uma pré-formalização do negócio hoje é disponibilizada de imediato ao consumidor através das tecnologias de comunicação, o sector comercial hoje e cada vez mais o será uma questão de abordagem de comunicação e de fixação de serviços de assistência técnica na concessão.

A questão das garantias do produto dadas, passa em muito pela própria filosofia inerente à marca ou exploração de um novo ponto comercial.
 
Sabes como funciona a garantia entre marca e concessionário ?

Quais são os pontos a ter em conta para esta (garantia) ser assumida pela marca automóvel perante o cliente através da concessão?

Qual é a responsabilidade ou averiguação que é feita pela marca ao concessionário em termos técnicos?, e em termos financeiros ou de digamos de ranking de atribuição de serviço prestado à marca?, [;)]
 
Apôs ter lido o tópico, fico francamente desiludido com pessoas "possuidoras de cursos superiores dignos de títulos, Sr Eng, Sr Doutor" que generalizam esta profissão, colocando os vendedores quase como gente ralé.

Existem vendedores e vendedores. É inaceitável considerar que tudo é farinha do mesmo saco.

No sector automóvel particularmente, existe uma falta de interesse e formação por parte das marcas em qualificar os seus profissionais o que acho sinceramente muito mau.

Gostava de ver muitas pessoas que criticam vendedores, a realizar vendas "tendo em conta que é muito fácil segundo alguns" e andar todos os dias no terreno a lidar directamente com a concorrência.

Além de ser uma profissão muito antiga, hoje, é muito difícil de a realizar com sucesso, é portanto de admirar todos os bons profissionais.
 
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