Vinci GT e Sport - O Tópico

sim, é verdade, exceptuando a Fisker, que apenas personaliza os carros.
Ou seja, em vez de um construtor, temos um carroçador, no caso da Vinci.

Além da Fisker, podemos acrescentar o nome da Zagato.
Basicamente desenham novas roupagens para modelos existentes.

de qualquer maneira, pouco interessa e continuo a não ver problemas na questão.

Sim, tudo depende do consumidor final.
Para mim, sinceramente, não vejo nenhma mais valia em ter um carro que custa bastante mais do que o carro que derivou e que em nada ganha em beleza ou, supostamente no resto (no fundo é nisto em que consiste o carrossamento de um carro: ficar o melhor possível com a base que se tem).
Dizer que o carro é mais caro que um ferrari porque tem produção limitada.
Até concordava, caso fizessem mais componentes do que aqueles que o carro tem.
Já existiram alguns carrossadores de carros em portugal (principalmente réplicas de antigos) com base em outros automóveis, e nunca se deu tanta atenção mediática. Talvez seja por este ser um suposto "supercarro". Por mim até o posso considerar como tal, mas vai ser sempre o "supercarro dos outros" (vulgo: norte-americanos).
 
mas ainda não percebi qual o problema
existe uma quantidade de veículos mais ou menos exóticos que utilizam motores e outros componentes de outras marcas e ninguém tem problemas com isso.

Lotus com motores Toyota
Morgan com motores BMW
com motores V8 da GM ou da Ford existem mais uns quantos pequenos construtores.

Temos o caso da Fisker que cria carroçarias de desenho especifico para o Mercedes SL e BMW série 6 e ninguém se chateia com isso.

Se este é o 1º passo para algo melhor, que seja.
Pena, pena é terem abraçado o retro, criando algo sem identidade própria.
Tendo em conta que portugal não tem raízes históricas neste campo sem algo que determinasse alguma caracteristica estilistica propria, acho que poderiam ter arriscado e inovado muito mais a nivel visual.

Pois eu penso que é aqui que reside grande parte do problema. Se nós ainda fôssemos detentores de uma marca que tivesse raízes há muito, que quando iniciou carreira tivesse construído quase tudo pelos seus próprios meios "perdoava-se" isto.
O problema, é que como primeiro carro estamos simplesmete a pegar em algo mais do que a base de um modelo já existente (tanto quanto sei, as modificações do Vinci ficaram-se por um interior e uma carroçaria diferente, ainda que com influências em demasia de outra marca), ou seja, foi quase como pegar um Corvette e transformá-lo num Callaway.
Os exemplos que dás: Lotus, Morgan, etc, são marcas que já têm implementado o seu nome mundo fora, que desde o inicio vingaram no mercado com produtos 100% originais (outros quase lá a chegar).
No nosso Vinci o que temos de diferente?..
Temos um Corvette exclusivo que custa 150.000€.

Atenção, que para que não me interpretem mal, dou o meu apoio a este projecto e gostava de os ver avançar para a frente.
 
É possível fazer carros interessantes utilizando toda a base mecânica de outro modelo, é o que fazem a Callaway (www.callawaycars.com ) e a Fornasari (www.fornasaricars.com ), marcas que fazem seus carros a partir de toda a base mecânica do Corvette, proposta idêntica à da Vinci, mas ainda falta muito para esta chegar ao nível das outras duas, em especial da empresa norte-americana.
 
"Carro inteligente Português em testes dentro de 8 meses

[ 2007/09/21 | 17:44 ]
200

"Carro inteligente Português em testes dentro de 8 meses";


A Câmara do Porto e a Agência de Energia do Porto assinaram ontem um protocolo com a Retroconcept com vista à construção do protótipo Eco Vinci, um veículo movido por propulsão eléctrica, que estará numa primeira fase em testes ao serviço da câmara do Porto, para depois entrar em comercialização.

O Eco Vinci é um projecto que corresponde a um conceito inovador de locomoção, pensado para a utilização pública ou privada e que responde às novas orientações tecnológicas no que diz respeito à mobilidade sustentada nas cidades, através da utilização de veículos interactivos e sem emissões, segundo informou Miguel Rodrigues. O representante da Retroconcept, adiantou ainda que o primeiro protótipo deverá estar construído no prazo de oito meses. Depois deverá decorrer um período de três meses para que seja efectuada a sua validação e o Eco Vinci passe de facto a ser produzido.

Por seu lado, Rui Rio destacou a mobilidade como uma das prioridades da sua gestão autárquica, contextualizando a assinatura deste convénio num quadro global de poupança e substituição de fontes energéticas (petróleo por electricidade), enfatizando, igualmente, a componente da defesa ambiental, bem como a importância, em termos de competitividade económica, do «casamento» entre conhecimento e produção.

Para o desenvolvimento do Eco Vinci, a Câmara do Porto comprometeu-se a ceder todo o sistema de informações à Retroconcept relacionados com o tráfego e os estudos relativos à implementação de sistemas e serviços de mobilidade. À edilidade portuense caberá ainda os testes e monitorização de uma dezena de veículos, com o objectivo de ajudar a colmatar possíveis deficiências para o arranque da sua comercialização, prevista para o final do próximo ano.

O Eco Vinci será desenvolvido pelo Centro de Engenharia da Maia, através do Laboratório Europeu de Mobilidade Sustentada aí sedeado. A IT-Automotive - Sistemas Interactivos e a Microsoft Automotive terão a seu cargo o desenvolvimento de todos os sistemas a integrar no veículo que permitirão a interactividade entre o utilizador e a cidade, criando assim o conceito de Veículo Inteligente, hoje em dia, cada vez mais em voga. Este será o terceiro projecto da Retroconcept, depois do Vinci GT e o Vinci Sport, este último, será apresentado em breve."

Em http://www.autoportal.iol.pt/noticia.php?id=856915&div_id=1660#

Depois do Vinci GT, a Retroconcept já tem em desenvolvimento um modelo inteligente, que começa a ganhar «forma» com o anuncio da assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal do Porto, a Agência de Energia do Porto e a Retroconcept para a construção do primeiro protótipo Eco Vinc

Em http://www.autoportal.iol.pt/noticia.php?id=855988
 
Espero que dê em alguma coisa porque sinceramente essa história cheira-me a show off para sacar cobres às entidades habituais...

E depois vê-se que esse "gajo" da retroconcept precebe disso como eu de vindimas...

3 meses para colocar um carro em produção...

Tendo em conta que colocar em produção uma fábrica de um componente simplicíssimo para automóveis demora nunca menos de 3 anos em Pt, imagino um carro completo [:D][:D][:D]

Só se os mandar fazer em França a pátria dos micro carros e mata velhos e lhe colocar o emblema vinci... Era o que faria.[;)]
 
Espero que dê em alguma coisa porque sinceramente essa história cheira-me a show off para sacar cobres às entidades habituais...

E depois vê-se que esse "gajo" da retroconcept precebe disso como eu de vindimas...

3 meses para colocar um carro em produção...

Tendo em conta que colocar em produção uma fábrica de um componente simplicíssimo para automóveis demora nunca menos de 3 anos em Pt, imagino um carro completo [:D][:D][:D]

Só se os mandar fazer em França a pátria dos micro carros e mata velhos e lhe colocar o emblema vinci... Era o que faria.[;)]


apostamos na venturi??[:D]
 
Pessoal na minha opnião os maiores erros são em primeiro lugar o nome (Vinci) e em segundo o "batido" estilistico do Vinci GT.
eu tambem andei coma ideia de fazer uma mepresa de carros
CarGuer
carlos guerra
e só por causa disso vou voltar a essas coisas outra vez
mas em relação ao vinci
por favor quem é que quer comprar um corvette z06 por 200.000 euros e ainda por cima mais feio[8b] [:)]
 
Penso, que algo de mal se passou.
Com frequência visitava o AutoMuseu da Maia, pelo que me espantou e me desiludiu a ultima visita.
Estava fechado, abandonado mesmo, com 4 ou 5 carros perdidos no espaço que outrora recebera perto de uma centena. Tudo cheio de pó. Muito degradante. Se tivessem mudado de instalações estaria um aviso a denunciar, mas não nada disso.
E o AutoMuseu é nem mais um reflexo disso mesmo do Vinci. Grandes voos que acabam em desgraças. Perdemos não um mas dois projectos interessantes.
 
Penso, que algo de mal se passou.
Com frequência visitava o AutoMuseu da Maia, pelo que me espantou e me desiludiu a ultima visita.
Estava fechado, abandonado mesmo, com 4 ou 5 carros perdidos no espaço que outrora recebera perto de uma centena. Tudo cheio de pó. Muito degradante. Se tivessem mudado de instalações estaria um aviso a denunciar, mas não nada disso.
E o AutoMuseu é nem mais um reflexo disso mesmo do Vinci. Grandes voos que acabam em desgraças. Perdemos não um mas dois projectos interessantes.
Nao era de espantar, nao tanto pelo projecto mas pelos preços [8b]
Afinal de contas as pessoas nao sao parvas por muito patriotas que sejam!
 
Construir um carro que custa 200 mil euros, foi na minha opinião, de génio...
duas questões:

-construir? eles só pegaram num corvette e mudaram um bocadinho da chapa.
- custa 200 mil euros não, compram um corvette que custa praí 100 mil (já com os impostos) e metem-lhe mais 100 mil em cima pela carroçaria personalizada e tuning de motor [:)]
 
duas questões:

-construir? eles só pegaram num corvette e mudaram um bocadinho da chapa.
- custa 200 mil euros não, compram um corvette que custa praí 100 mil (já com os impostos) e metem-lhe mais 100 mil em cima pela carroçaria personalizada e tuning de motor [:)]
Tuning não, Xuning [:D]

Não sei onde é que aqueles tipos estavam com a cabeça quando decidiram avançar com um automovel deste calibre :sh)
 
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