"O cantinho das motos"-

Sim, quando comprei a GS e por acaso vinha com quickshift foi agradável surpresa, tanto para subir como para descer.

o QS da GS é muito bom... Basicamente só precisas de usar a embraiagem para arrancar e parar. o QS da Ducati é mais trapalhão, funciona melhor nas altas rotações, mas nas baixas e nas reduções não está ao nível do da BMW. E os novos da yamaha também são bons.
 
O QS da GS é bem tosco, só funciona razoavelmente nas 3 ultimas relações e a subir , porque a descer relações nem por isso.

Já tive motas que sem QS as mudanças entravem até melhor sem embraiagem do que a GS com QS.
 
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Já tinha visto esse video, [br:)]. mas ele quando dá a aceleradela para reduzir, ou deixa de travar momentaneamente com o da frente, ou nem sequer está a travar (deve travar apenas com o traseiro). Eeeee, isso ainda me dá confusão...

Há algumas partes que se ouve o pedal a raspar no chão

Quando eu era um adolescente os pedais da Macal Minarelli VH1 também roçavam no chão![:D]
Nesta não deverá acontecer. Se gastar 2/4 da área de contacto do pneu já tá bom![:p]
 
O QS da GS é bem tosco, só funciona razoavelmente nas 3 ultimas relações e a subir , porque a descer relações nem por isso.

Já tive motas que sem QS as mudanças entravem até melhor sem embraiagem do que a GS com QS.

ou andaste em algo antigo ou num melão. o QS da GS de 2022 funciona muito bem, melhor que o da Ducati que alguns magazines gabam.
 
O user em questão tem uma GS, se ele não sabe o que tem nas mãos, quem é que vai saber? Quem só lê nas revistas e vê no YouTube?

Aí são todos muito bons 😂
 
brunomeleiro Isso não quer dizer nada... sabes o ano da mota dele? os primeiro quicshifters eram mais rudimentares, e todos os anos vão ficando cada vez mais refinados.

E depois também é preciso que se experimente outras motas, porque a qualidade de um produto só pode ser atestada comparada com a concorrencia. Se isoladamente achares que o QS é mau, mas testares a concorrencia e forem ainda piores, então o teu é bom.

A GS eu que andei, tinha melhor quickshift que todas as Ducatis que andei até hoje, incluindo a minha. O melhor QS que experimentei foi o da nova Tracer 9, que contrasta com os QS antigos da Yamaha que eram altamente rudimentares.

Nunca percebi essa parvoice de ter um produto, automaticamente faz de ti um "conossieur"... daquelas coisas que só em portugal. O que não faltam é pessoas com carros e motas boas, e não fazem um cu com aquilo... Então os das Maxi-trails são os primeiros da fila que não saem do alcatrão.

Um bom jornalista (não esses bloggers/youtubers rafeiros) pode não ter mota nenhuma e sabe muito da poda, algo tipo Michael Neeves.

Um Quickshifter ainda não é uma caixa automática, mesmo os bons têm limitações.
 
ou andaste em algo antigo ou num melão. o QS da GS de 2022 funciona muito bem, melhor que o da Ducati que alguns magazines gabam.

Sim, já tem uns anos, é uma GSA 1.250 de 2019........sim é capaz de já ser melão maduro ( ou mesmo podre) , mas só tem 50 Km todinhos na minha mão.

E sim o QS é tosco....... e tu és o primeiro que ouço dizer bem do QS da Gs.

A minha também ainda fez pouca terra, já não tenho pulso para o peso, mas deve ser por isso que acho ( ou é) o QS tosco..........

Eu sei perfeitamente que um QS não é uma caixa automática, a anterior que tive era DCT ( que por acaso até nem é cx automática) mas funciona como tal.
 
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Oliveiraz33 temos opiniões discordantes, para mim o facto do meu produto ser uma porcaria, se os outros forem ainda piores, não faz do meu automaticamente bom.

E eu não disse que ter um produto faz da pessoa um conhecedor, no entanto parece-me que essa pessoa que tem milhares de km's rodados em vários cenários tem melhor conhecimento desse produto do que se pegar na mota dum amigo ou dum test Ride rápido, ou não concordas?

As opiniões e avaliações de cada um nestas coisas são sempre subjetivas, baseadas em sensações e valorização pessoal, não é uma ciência exata, e isso é válido para motor, ciclística, suspensões, travagem, iluminação... até aos pormenores por vezes mais insignificantes.

O facto de muitos utilizadores não saírem do alcatrão, se calhar diz muito mais do seu conhecimento do que tem nas mãos do que muitos outros com a "tesão do mijo" que se metem em (des)aventuras desnecessárias. Mas isso dava pano para mangas, nem vale a pena entrar por aí 😅
 
@bunomeleiro Mas o mercado funciona assim. Um renault clio em 2001, era bom em 2001, em 2022 é um carro ultrapassado e que não tem as modernidades de um carro moderno, nem que tão bomo como saiu da fábrica em 2001.

É tipo as caixas automáticas... Pegas numa caixa automática de há 30 anos atrás e é uma cagada para os standards de hoje em dia, mas antigamente era boa.

Pegas num computador de há 15 anos atrás, e ele tem exatamente a mesma performance que hoje, mas o nível da informática subiu de forma a que um computador com 15 anos parece obsoleto... mas o computador não mudou, é o mesmo e tem o mesmo poder computacional que tinha há 15 anos atrás.

Os primeiros quickshifters que só faziam upshift, quando sairam eram bons, hoje em dia com quickshifts mais modernos que até fazem autoblip, uma mota premium que não tenha quickshifter com autoblip, automaticamente já não é um bom quickshifter para os padrões atuais.

Até me parece um assunto muito pouco subjetivo. Os padrões atuais de mercado são um dado conhecido e o quickshifter não é diferente, também é uma tecnologia que foi evoluindo. O meu quickshifter é muito antigo, é dos primeiros, e andando com motas mais recentes dá para ver bem a diferença, mais suaves, mais consistentes e com autoblip.

Os modernos como os da GS, até fazem autoblip sem interromper cruise control.
 
Sim, já tem uns anos, é uma GSA 1.250 de 2019........sim é capaz de já ser melão maduro ( ou mesmo podre) , mas só tem 50 Km todinhos na minha mão.

E sim o QS é tosco....... e tu és o primeiro que ouço dizer bem do QS da Gs.

A minha também ainda fez pouca terra, já não tenho pulso para o peso, mas deve ser por isso que acho ( ou é) o QS tosco..........

Eu sei perfeitamente que um QS não é uma caixa automática, a anterior que tive era DCT ( que por acaso até nem é cx automática) mas funciona como tal.

Não funciona como uma XR de 4 cilindros, sendo motas de 2 cilindros, obviamente nunca vai ter a consistencia, porque tem metade da resolução de momentos de fazer o corte, são metade dos cilindros. Enquanto numa XR ou outra de 4 cilindros consegues ter mudanças mais ou menos suaves ás 3-4mil rpm, num bicilindrico só começa a ficar consistente das 4-5mil pra cima.

Um motor de 4 cilindros tem o dobro das oportunidades para consguir fazer um corte de ignição preciso de forma a fazer uma boa mudança de engrenagem. Eu já andei em 2 GS, e nunca me falhou uma mudança, nem nunca meti falsas neutras como já tenho metido em Ducatis ou KTMs por exemplo.

Há melhores? há, mas para uma bicilindrico de grande capacidade, eu pessoalmente achei satisfatório... Agora claro, não andei a fazer QS de primeira para segunda, nem ás 2000rpm, a essas rotações, há inconsistencias pelos motivos explicados acima.

Aquilo que eu tenho andado, acho o QS bom, ou estou habituado a standards muito mais de QS.
 
Mais um fã do QS.

Claro que os há a funcionar melhor que os outros e, por regra, quanto mais altas as rpm... melhor se tornam, sobretudo a subir!

Como já foi referido, numa moto com motor com 3 ou 4 cilindros é natural que a suavidade seja superior a um que tenha apenas 2 cilindros!

PS: graças ao uso do QS passei a travar muito pouco. Mesmo numa condução mais descontraída e com pendura...
 
Mais um fã do QS.

Claro que os há a funcionar melhor que os outros e, por regra, quanto mais altas as rpm... melhor se tornam, sobretudo a subir!

Como já foi referido, numa moto com motor com 3 ou 4 cilindros é natural que a suavidade seja superior a um que tenha apenas 2 cilindros!

PS: graças ao uso do QS passei a travar muito pouco. Mesmo numa condução mais descontraída e com pendura...


No caso da GS nas médias rotações funciona melhor, a partir das 3500 até às 6.000 rpm......... sobretudo a subir.

Eu então, sou dos que só uso QS, e sempre a subir, nunca a descer relações, em situações de aperto.....ou seja, pontualmente uso a subir.
 
Mais um motociclista que perdeu a vida, descobri eu ontem. Desta vez por estas bandas.
Um puto de 20 anos que estava num passeio de motas e motorizadas antigas. Passeio esse que eu julgava ter sido adiado devido às condições meteorológicas (eu também planeava ir com a Maria, mas não era debaixo de água, como devem calcular), mas pelos vistos não foi. Mas devia.
Constou-me que o rapaz ficou mais para trás, e na tentativa de recuperar terreno, enrolou mais o punho, e então despistou-se e foi contra o separador, partindo o pescoço.
Paz à sua alma

https://www.cmjornal.pt/portugal/det...os-em-alenquer
 
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MAs respondendo ao comentário do TWO anterior, que pensa que o DCT é cx. automática, pensa muito bem.

Como aliás pensam a maioria dos utilizadores dessas caixas, mas não. Tecnicamente não são cx. automáticas, são cx. de velocidades robotizadas, e quando muito podem ser chamadas de semi-automáticas. As verdadeiras cx. automáticas são as tradicionais e ainda muito usadas, cx. de conversor de binário.

A DCT, tal como a DSG do grupo VAG ( nos carros), e todas as cx. de dupla embraiagem que existem no mercado atualmente, são cx. de velocidade normais, que tem acoplado uma unidade mecatrónica, que aciona a embraiagem ( neste caso as 2 embraiagens) e mete a mudança de acordo com os seus diversos parâmetros, ou de acordo com a ordem do condutor via patilhas. A vantagem destas caixas é que são menos complexas do que as de conversos de binário, mas rápidas e não tem dissipação de potencia.......a potencia do motor é toda transmitidas às rodas (ou á roda). ( não se consegue escrever neste fórum, passado meia dúzia de palavras , fica de tal forma lento que não se consegue ler o que se escreve)
 
MAs respondendo ao comentário do TWO anterior, que pensa que o DCT é cx. automática, pensa muito bem.

Como aliás pensam a maioria dos utilizadores dessas caixas, mas não. Tecnicamente não são cx. automáticas, são cx. de velocidades robotizadas, e quando muito podem ser chamadas de semi-automáticas. As verdadeiras cx. automáticas são as tradicionais e ainda muito usadas, cx. de conversor de binário.

A DCT, tal como a DSG do grupo VAG ( nos carros), e todas as cx. de dupla embraiagem que existem no mercado atualmente, são cx. de velocidade normais, que tem acoplado uma unidade mecatrónica, que aciona a embraiagem ( neste caso as 2 embraiagens) e mete a mudança de acordo com os seus diversos parâmetros, ou de acordo com a ordem do condutor via patilhas. A vantagem destas caixas é que são menos complexas do que as de conversos de binário, mas rápidas e não tem dissipação de potencia.......a potencia do motor é toda transmitidas às rodas (ou á roda). ( não se consegue escrever neste fórum, passado meia dúzia de palavras , fica de tal forma lento que não se consegue ler o que se escreve)
Eu sempre associei o "caixa robotizada" são as caixas manuais com solenoides que fazem "imitar" um humano a manusear uma caixa automatica, como têm os smart ou as SMG da BMW, que facilmente podem ser convertidas em caixas manuais de novo.

Nunca ouvi chamar robotizado a uma DCT, mesmo que tecnicamente seja robotizado, mas nesse prisma uma automatica convencional com conversor de binário também se pode dizer que é robotizada.

Todas as caixas têm perdas de potencia, as de conversor de binário apenas têm mais. E uma DCT tem mais perdas de transmissão que uma manual, só não tem tanto como uma de conversor de binário.

Há uns anos atrás também chamava caixa automática só ás de conversor de binário, mas elas hoje são tão parecidas a nível de funcionamento para o utilizador que basicamente uso caixa automática para veículos sem pedal de embraiagem. Uma ZF de 8 velocidades num blind test quase parece uma dupla embraiagem e vice versa. Onde ainda se nota mais diferença é na entrega de potencia no arranque, as DCT não conseguem ter a suavidade e consistencia das de conversor de binário que andei até hoje.
 
Então e o variador aqui do secador, também não tem dissipação de potência. [:D]
 
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