Tópico das Casas

Quanto é que já custa um T3 na zona do Porto Alto e Samora Correia?
Olhando para o Idealista, sem precisar de obras, começam nos 160 k e os novos chegam aos 250 k.

Entretanto, o T1 na Amadora está quase todo de cara lavada, e já tem inquilino prestes a entrar. Vai ficar para um colega de trabalho, que está atravessar uma fase complicada.
 
Ou uma média de rendimentos mais reduzida, portanto de nada serve design/acabamentos XPTO ou grandes operações de marketing. O público alvo não tem dinheiro para pagar todo esse acréscimo.

Mas o intuito foi comprovar que não é preciso ir para Castelo Branco para ter um T2 a preço "decente".

Quanto ao emprego, não está assim tão longe. Estou em casa e daqui a bocadinho tenho que dar um pulinho ao centro da capital. 😉😎

por acaso tenho a sensação que as casas fora das zonas de maior pressão até costumam estar valorizadas em acabamentos (além, claro, das áreas muito mais generosas) e os construtores são menos mesquinhos a cortar em cenas básicas e até tentam oferecer "mais" para encher o olho (mesmo que a solução seja executada em preço de saldo).
 
por acaso tenho a sensação que as casas fora das zonas de maior pressão até costumam estar valorizadas em acabamentos (além, claro, das áreas muito mais generosas) e os construtores são menos mesquinhos a cortar em cenas básicas e até tentam oferecer "mais" para encher o olho (mesmo que a solução seja executada em preço de saldo).
Talvez por conseguirem contratar as especialidades "na terra". Mas hoje em dia, para a classe média, não deverá existir grande diferença.

Os acabamentos do T3 que falo são sóbrios e com qualidade razoável. Só a porta de segurança se portou mal, bloqueou, teve que ser arrombada e substituída.
 
Pessoal, o Bankinter está a oferecer uma prestação com o sistema de referenciação.

Ou seja, se eu referenciar alguém que mude o crédito para eles, eles oferecem uma prestação a essa pessoa e a quem referenciou.

Acho que não vai contra as regras aqui do fórum por isso já sabem, se quiserem mudar para o Bankinter digam-me que eu referencio e temos cada um uma prestação grátis.
:D
 
Preço das casas dispara. Estrangeiros ganham influência em Portugal


Os portugueses não conseguem e provavelmente nunca conseguirão competir com os salários deles..​
 
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Preço das casas dispara. Estrangeiros ganham influência em Portugal



Os portugueses não conseguem e provavelmente nunca conseguirão competir com os salários deles..​

Entre medidas e pseudo medidas tomadas agora para "tentar" apagar o fogo e agradar sempre a uma determinada franja da sociedade que certamente rende mais votos, o que temos assistido sobretudo nos últimos 10 anos, é um governo que nunca se mostrou interessado em controlar/proteger as compras por parte dos estrangeiros.

Eu gostaria de perceber porque raio não cobram uns impostos bem altos aos estrangeiros que pretendem comprar imóveis em Portugal não sendo resistentes nem primeira habitação, e não usam esses lucros para aliviar os impostos que os portugueses pagam numa primeira habilitação...
 
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Entre medidas e pseudo medidas tomadas agora para "tentar" apagar o fogo e agradar sempre a uma determinada franja da sociedade que certamente rende mais votos, o que temos assistido sobretudo nos últimos 10 anos, é um governo que nunca se mostrou interessado em controlar/proteger as compras por parte dos estrangeiros.

Eu gostaria de perceber porque raio não cobram uns impostos bem altos aos estrangeiros que pretendem comprar imóveis em Portugal não sendo resistentes nem primeira habitação, e não usam esses lucros para aliviar os impostos que os portugueses pagam numa primeira habilitação...

Este Governo não percebe nada de politica de habitação e como faz navegação à vista, achou que o melhor para combater a crise na habitação seria lançar umas medidas avulso sem qualquer estratégia, não sendo estas executáveis, tal como já foi referido pelos municipios.

Quase que aposto que este pacote de medidas vai contribuir para uma deterioração das condições na habitação​ e no fim do ano as coisas vão estar muito piores! Ainda bem que já deixei de ser senhorio.
 
Este Governo não percebe nada de politica de habitação e como faz navegação à vista, achou que o melhor para combater a crise na habitação seria lançar umas medidas avulso sem qualquer estratégia, não sendo estas executáveis, tal como já foi referido pelos municipios.

Quase que aposto que este pacote de medidas vai contribuir para uma deterioração das condições na habitação​ e no fim do ano as coisas vão estar muito piores! Ainda bem que já deixei de ser senhorio.

A parte que mais gostei foi a medida "arrendamento coercivo".
A esquerda caviar, tratou logo de excluir as vivendas desta medida. Entao iam ficar sem as vivendas para passar os fins de semana[:)].
 
Preço das casas dispara. Estrangeiros ganham influência em Portugal


Os portugueses não conseguem e provavelmente nunca conseguirão competir com os salários deles..​

A culpa no arrendamento é dos nómadas digitais lol, por cada nomada digital devem haver uns 1000 que não são nómadas digitais brasileiros e paquistaneses, não não se pode dizer.
 
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Preço das casas dispara. Estrangeiros ganham influência em Portugal



Os portugueses não conseguem e provavelmente nunca conseguirão competir com os salários deles..​
Cada vez temos mais pessoal dos usa por cá. E melhor, muitos são casados com europeus o que mete por terra qualquer tentativa de limitar a venda a estrangeiros.

E não temos mesmo qualquer hipótese, eles vão sempre ganhar pelo maior poder de compra, pelo que os portugueses que estão mal, mal ficarão.

A solução é mesmo aumentar a oferta, não vejo outro caminho.
 
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Entre medidas e pseudo medidas tomadas agora para "tentar" apagar o fogo e agradar sempre a uma determinada franja da sociedade que certamente rende mais votos, o que temos assistido sobretudo nos últimos 10 anos, é um governo que nunca se mostrou interessado em controlar/proteger as compras por parte dos estrangeiros.

Eu gostaria de perceber porque raio não cobram uns impostos bem altos aos estrangeiros que pretendem comprar imóveis em Portugal não sendo resistentes nem primeira habitação, e não usam esses lucros para aliviar os impostos que os portugueses pagam numa primeira habilitação...
Estrangeiros fora da ue é uma coisa, mas dentro da ue é outra. Vamos ficar sempre entalados.

A não ser que se queira tornar o país uma coreia do norte.
 
Estrangeiros fora da ue é uma coisa, mas dentro da ue é outra. Vamos ficar sempre entalados.

A não ser que se queira tornar o país uma coreia do norte.

Referia-me também a estrangeiros dentro da união europeia, e não se trata de uma Coreia do Norte, nem de perto!

Para mim, a estratégia que muita gente diz de aumentar a oferta, considero impossível de aplicar simplesmente porque neste momento não há mão de obra suficiente para a aumentar, nem agora nem num futuro próximo.

Para mim o mal já está feito quando se permitiu ao longo dos últimos anos uma loucura desenfreada pelo turismo, os vistos gold, e os empreendimentos imobiliários essencialmente vocacionados para estrangeiros que aconteceram nas principais cidades e que fizeram os valores dos imóveis disparar descontroladamente.

Por isso sim, acho que faltou medidas que protegessem mais os portugueses que cá vivem em vez de só ir ao cheiro do dinheiro estrangeiro que possa vir para Portugal, onde muitas vezes acabam até por se servir mais do país do que deixar algo de valor.

Neste momento que cada vez é mais difícil uma família normal comprar uma habitação própria, existe concorrência que só faz aumentar ainda mais essa dificuldade.
 
Vai contra o direito comunitário discriminar em função da nacionalidade dentro da UE. Só podes eventualmente restringir pessoas de fora da UE, ou restringir com base noutros critérios mais subtis mas nunca discriminar entre nacionalidades da UE.
 
Ontem tive a conhecer o apartamento de uma amiga. Fiquei algo mixed feelings sobre se isto é a realidade do normal do que acabamos a ter que nos sujeitar porque certos pormenores irritaram-me para o preço que ela pagou. Ou então estou completamente deslocado do que por aí se passa.

T2 de 90 m2 brutos numa área suburbana próxima a Lisboa, CPCV em 2021, aquisição na altura por ligeiramente menos que 268k.

Próximo à linha de comboio (estação a uns bons 15 min a pé, fica entre duas), bairro social do outro lado da linha. Imediatamente na proximidade do prédio não há grandes serviços (5-10 min a pé já alguma coisa), ouve-se os comboios a passar (mesmo com tudo fechado).

Uma boa sala com 2 frentes (sul / oeste) e uma vista até relativamente desafogada e uma varanda generosa a percorrer, dá para uma mesa de refeições à vontade e zonas para puff/sofá (a utilização já é mais discutível pois virada para uma estrada/bastante exposto pelo menos na vertente sul). P

O grande problema que "encontrei": portas da varanda a abrir para dentro, bloqueando bastante o espaço da sala. São portas grandes. Ou deixa o sofá no meio da sala ou vai ter uma abertura limitada. Acaba a prejudicar bastante a vida de uma sala que seria impecável pela área até generosa e as duas frentes.

AC expostos e não encastrados no tecto nas divisões...esteticamete é pena numa casa nova construída de raiz.

Cozinha independente. Mas estreita ao ponto de ser difícil fazer lá uma refeição. Talvez com uma solução de bancada e um banco alto na parede oposta à bancada (mas o construtor não a fez, acho eu porque o espaço é mesmo mínimo). A poupança mesquinha: não há gavetas pequenas (por exemplo as que usamos para talheres), só tem gavetões (ela que depois arranje uma solução de gaveta dupla interna disse-lhe o construtor). Mas cozinha Bosh.

Quartos: o maior problema. Na suite (que tem acesso a outra varanda e esta mais resguardada) teve que optar por uma cama 140x200. E mesmo assim praticamente não há espaço para mesas de cabeceira, a solução são umas prateleiras mínimas de cada lado. Isto apesar de um hall grande na entrada do quarto. Área de roupeiros fixe e iluminados.

Boa nota para a garagem. 2 lugares de acesso independente (apesar de 1d eles junto à parede) e de tamanho normal (reparei que outros ficam com pelo menos 1 dos lugares mais estreitos) e uma tomada azul para carregamento (32A pelo que percebi). Arrecadação pareceu-me boa.

Alarme já instalado e um sistema de video-porteiro xpto, aspiração central também.

E é isto.

Achei puxado mas pelos vistos é a realidade que temos. Diz ela que os apartamentos que ao lado vão construir já estão a pedir 300 a 350 para a mesma tipologia. :sh)
 
Referia-me também a estrangeiros dentro da união europeia, e não se trata de uma Coreia do Norte, nem de perto!

Para mim, a estratégia que muita gente diz de aumentar a oferta, considero impossível de aplicar simplesmente porque neste momento não há mão de obra suficiente para a aumentar, nem agora nem num futuro próximo.

Para mim o mal já está feito quando se permitiu ao longo dos últimos anos uma loucura desenfreada pelo turismo, os vistos gold, e os empreendimentos imobiliários essencialmente vocacionados para estrangeiros que aconteceram nas principais cidades e que fizeram os valores dos imóveis disparar descontroladamente.

Por isso sim, acho que faltou medidas que protegessem mais os portugueses que cá vivem em vez de só ir ao cheiro do dinheiro estrangeiro que possa vir para Portugal, onde muitas vezes acabam até por se servir mais do país do que deixar algo de valor.

Neste momento que cada vez é mais difícil uma família normal comprar uma habitação própria, existe concorrência que só faz aumentar ainda mais essa dificuldade.
Turismo nada tem a ver com habitação tradicional, pois implica sempre investimento acrescido.

Especialmente dentro dos centros históricos onde os custos disparam. Se o plano de negócio é ter retorno de 2 ou 3k por mês por uma habitação reabilitada, pensas mesmo que se fosse para o mercado tradicional alguém lhe ia achar um figo?

É que se fosse para meter no mercado com rendas baixas nenhuma reabilitação decente seria viável. Isto é um não assunto, são áreas de investimento completamente distintas, e bloquear uma não significa mais oferta noutra porque não serão assim tão permeáveis quanto se pensa. Isso aconteceu temporariamente na pandemia, mas em situação de controlo de danos e de forma temporária.
 
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