"O cantinho das motos"-

Para mim se procurasse algo 100% estradista (sport touring) até 10.000 eur era condição sine qua non ter jante 17. Por isso a minha escolha ficava reduzida a Tracer 7 , Sport 660 e Versys 650.
 
Bem, finalmente ao fim de 20 anos decidi comprar moto outra vez e já posso subscrever o tópico... [kiss]

Quando a fui buscar:

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Já com o pára-brisas e Topcase Givi 46L

IMG-5776.jpg

Boa sorte com a maquina nova!
A num instante a pratica vai voltar.
Só não lhe tinha posto uma marquise tão grande 😁
 
Dentro das mais estradistas a minha preferência vai para a Tracer 7 GT

brunomeleiro, porque razão preferes a Versys 650 à Tracer 7?

Eu não prefiro nada [:D]

O user é que referiu conforto, e nesse quesito, pelo formato a Versys ou a tal SRT (uma TRK 752cc) deverão cumprir melhor que a Tracer 7 e a Trident 660, que são mais sport Touring.

A Tracer 7 é o alvo a abater em vários aspectos.
 
Aí acidente é pão nosso de cada dia. Está para breve o início das obras da tão esperada rotunda


Enviado do meu M2010J19SY através do Tapatalk
Sim, já presenciei uma boa dúzia de acidentes nos últimos anos, e a qualquer hora estão vidros partidos e destroços no chão.

Sabes para quando vão ser as obras?
 
Boa sorte com a maquina nova!
A num instante a pratica vai voltar.
Só não lhe tinha posto uma marquise tão grande 😁

A marquise dá jeito, a d'orige é desagradável de usar em AE, com 1,81m de altura, na posição mais alta não protege o capacete, a partir dos 100 km/h vou sempre com a cabeça a gingar.

Não acho que fique nada mal para o tipo de moto que é, e parece-me uma solução melhor do que prender uma extensão em cima do original com 1 ou 2 molas.

IMG-5742.jpg



De qualquer das maneiras, voltar à original são 5 minutos, é desapertar 4 parafusos e voltar a apertar. Mas já não estou na fase de privilegiar a forma em detrimento da função. [:D]
 
A marquise dá jeito, a d'orige é desagradável de usar em AE, com 1,81m de altura, na posição mais alta não protege o capacete, a partir dos 100 km/h vou sempre com a cabeça a gingar.

Não acho que fique nada mal para o tipo de moto que é, e parece-me uma solução melhor do que prender uma extensão em cima do original com 1 ou 2 molas.

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De qualquer das maneiras, voltar à original são 5 minutos, é desapertar 4 parafusos e voltar a apertar. Mas já não estou na fase de privilegiar a forma em detrimento da função. [:D]

Eu como não ando muito em estrada/AE e as voltas do dia-a-dia são em regra curtas nem subi o ecrã de origem. Antes de pensar nisso ainda posso subir. Eu prefiro ver a estrada por cima do vidro. O vidro suja-se ou molha-se e depois dificulta a visão.

Por falar em marquises... quando comprei a N-Max usada ela vinha com uma marquise das grandes. Ainda andou assim uns meses mas depois mudei para o de origem, bem mais contido.

Quando está vento, uma marquise destas numa mota leve como é a N-Max instabiliza bastante a mota...
 

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A marquise dá jeito, a d'orige é desagradável de usar em AE, com 1,81m de altura, na posição mais alta não protege o capacete, a partir dos 100 km/h vou sempre com a cabeça a gingar.

Não acho que fique nada mal para o tipo de moto que é, e parece-me uma solução melhor do que prender uma extensão em cima do original com 1 ou 2 molas.

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De qualquer das maneiras, voltar à original são 5 minutos, é desapertar 4 parafusos e voltar a apertar. Mas já não estou na fase de privilegiar a forma em detrimento da função. [:D]


No sábado ou domingo passado passei pelo "vermelhudo" na N16....vamos lá ver se encontro a "vermelhuda" :)
 
Eu como não ando muito em estrada/AE e as voltas do dia-a-dia são em regra curtas nem subi o ecrã de origem. Antes de pensar nisso ainda posso subir. Eu prefiro ver a estrada por cima do vidro. O vidro suja-se ou molha-se e depois dificulta a visão.

Por falar em marquises... quando comprei a N-Max usada ela vinha com uma marquise das grandes. Ainda andou assim uns meses mas depois mudei para o de origem, bem mais contido.

Quando está vento, uma marquise destas numa mota leve como é a N-Max instabiliza bastante a mota...

Sentado direito, ainda consigo ver a estrada por cima do Givi.
Hoje fui dar uma volta a chuviscar (que revivalismo levar com umas gotas de chuva e cheirar a terra molhada dentro do capacete [:D])
Não achei que aumentasse a sensibilidade ao vento, e apanhei um bastante forte na A25 de Viseu para Mangualde. Pelo menos não pior que com o de origem. A moto, provavelmente por ser mais alta, é que é bastante mais sensível ao vento lateral do que me lembro da ZZR 600 ser. Mas é mais o hábito que outra coisa, Aí 280 kg a moverem-se para a frente a 120 km/h não se mexem assim com tanta facilidade... [:D]

Onde notei que provavelmente perde muito é em velocidade máxima, viu-se desgraçada para dar 145-150 em plano (foi de propósito para testar o pára-brisas), esta é menina para dar entre 160 a 170 sem grande demora.

Mas não está nos meus planos andar a essa velocidade em AE, até por causa da top case relativamente volumosa. Mas verdade seja dita que não notei qualquer instabilidade de maior com a moto a essa velocidade.
 
Sentado direito, ainda consigo ver a estrada por cima do Givi.
Hoje fui dar uma volta a chuviscar (que revivalismo levar com umas gotas de chuva e cheirar a terra molhada dentro do capacete [:D])
Não achei que aumentasse a sensibilidade ao vento, e apanhei um bastante forte na A25 de Viseu para Mangualde. Pelo menos não pior que com o de origem. A moto, provavelmente por ser mais alta, é que é bastante mais sensível ao vento lateral do que me lembro da ZZR 600 ser. Mas é mais o hábito que outra coisa, Aí 280 kg a moverem-se para a frente a 120 km/h não se mexem assim com tanta facilidade... [:D]

Onde notei que provavelmente perde muito é em velocidade máxima, viu-se desgraçada para dar 145-150 em plano (foi de propósito para testar o pára-brisas), esta é menina para dar entre 160 a 170 sem grande demora.

Mas não está nos meus planos andar a essa velocidade em AE, até por causa da top case relativamente volumosa. Mas verdade seja dita que não notei qualquer instabilidade de maior com a moto a essa velocidade.

Todo o santo dia digo a mim mesmo quando saio de manhã que a gasolina está cara que tenho de andar devagar que eu não sou nehnhum vândalo.

Todo o santo dia quando estou a chegar ao escritório já vou a tentar levantar a roda e a insultar metade das pessoas que vão pacatmente na sua vida mas que me estão a ocupar a trajetória ideal das curvas.

É assim a vida...
 
Ao ver essa cb500x penso sempre na NC750, e no compartimento, parece-me uma vantagem muito grande ter o compartimento de carga, mas deve ter alguma desvantagem porque não há mais marcas a adotar isso.
 
Ao ver essa cb500x penso sempre na NC750, e no compartimento, parece-me uma vantagem muito grande ter o compartimento de carga, mas deve ter alguma desvantagem porque não há mais marcas a adotar isso.

O problema é o evólocro que está à volta desse compartimento [:D]

Mas no geral concordo, não percebo como por exemplo a Honda não fez nada do género na NT, pois é um modelo com uma forte componente Touring mas também utilitária onde essa solução casava na perfeição. Ou melhor, até percebo, chama-se contenção de custos...
 
O Motor na NC750 tem uma posição muito mais deitada, libertando mais espaço em cima.

Ora nem mais! É essencialmente uma questão de física!
Como os cilindros estão muito inclinados (como no Honda Jazz) para a frente fica espaço disponível para usar o "falso depósito" como local de arrumação, sendo o tanque de combustível recuado e bocal de combustível (pouco prático) na traseira da moto.
O espaço do falso depósito ainda poderia ser maior se não fosse necessário "alojar" nessa zona outros componentes como a caixa do filtro de ar (complicado de retirar) e o sistema de injeção..
Já agora, não é à toa que o depósito de combustível é relativamente pequeno (perto de 15 litros), mas como os consumos são tão baixos...

Conclusão: é uma solução algo complexa em termos de engenharia e é por isso que, apesar de interessante, não tem vingado noutras marcas/modelos.
 
Ao ver essa cb500x penso sempre na NC750, e no compartimento, parece-me uma vantagem muito grande ter o compartimento de carga, mas deve ter alguma desvantagem porque não há mais marcas a adotar isso.

A NC750X é um conceito interessante, e quem as tem parece adorá-las.

Mas em relação à CB500X, é outro preço, outro peso, outro consumo, o triplo do IUC.

Não me parece que sejam concorrentes, mas se calhar uma evolução natural de quem sai da CB500X.
 
A NC750X é um conceito interessante, e quem as tem parece adorá-las.

Mas em relação à CB500X, é outro preço, outro peso, outro consumo, o triplo do IUC.

Não me parece que sejam concorrentes, mas se calhar uma evolução natural de quem sai da CB500X.

Não vejo a NC como evolução de uma CB500x, de todo.
Na minha opinião são mais concorrentes diretas do que evolução uma da outra.

Não consigo ver justificação para os 1350€ que a NC custa a mais do que a CB500x.
 
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