A vitimização dos simpatizantes do Chega é quase obsessiva. O Chega não é aos olhos dos portugueses nenhum bicho papão, nem o povo é assim tão manipulável. O crescimento do partido atesta isso mesmo.
O Chega tem assento parlamentar, num regime democrático, embora dentro do partido não existe grande democracia, como se viu na reeleição do seu líder com 99% dos votos. Não há outras correntes de opinião e as que surgem são logo afastadas.
O Chega não tem matriz. Copia do que vê lá fora, é protesto apenas e as propostas que apresenta, são as que agradam às pessoas, embora quem tem a devida distância, saiba que não são exequíveis, são balofas. Agora o eleitor do Chega, está a borrifar-se para algo que supostamente o levou à ruptura com outrso partidos, ou seja, as falsas promessas, mas agora aceita tudo que lhe tentam vender.
O Chega não tem pessoas relevantes e de competência comprovada. Tem nas suas fileiras malta que vai surfando a onda, oportunistas e a voz de comnado é apenas a do Ventura. O partido irá provavelmente aumentar a sua bancada parlamentar e actualmente tem dificuldade em arranjar quem preencha esses eventuais lugares e que faça mais do que apenas a sua presença. É convidarem o Topo...[

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Por fim, se o Chega vier a ser solução, que nome darão ao partido? Chega por agora faz sentido, mas se estiver no Governo é um contrasenso[

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