Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Discordo, porque o "centrão" não tem residencia fixa. [;)]

Ora empurra a maioria da votação para a direita, ora a empurra para a esquerda.

O que temos agora é um fluxo de 1 milhão de votos que claramente a empurraram para os valores proximos de 1991, e que apenas confirmam uma perda consistente e continua dos votantes da esquerda e extrema esquerda, e que já vem de 2019.

Aliás a percepção que vem ganhando volume na opinião publica de que a esquerda que saiu da Geringonça em 2019 foi prejudicial ao País e está a ser penalizada nas urnas, tem consistencia. IMO

a questa é que uma parte da maioria silenciosa decidiu abrir a boca, e esta ai o resultado
Sao muito mais que a minoria de esquerda barulhenta .
essa é que é essa
 
Além disso fez Direito e numa escola a sério, quando estava preso!
Um grande democrata sem dúvida alguma.
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Podes-lhe chamar o que quiseres, são empregos que os tugas não querem, a realidade é essa. E não querem porque há outros empregos disponíveis, apenas e só por isso. Se houvesse desemprego os tugas já queriam já que no fim do mês é preciso pagar contas.
Alguns destes empregos têm salários acima da média em Portugal, são é duros, tipo construção.
Os portugueses são explorados por quem? Fiquei com curiosidade.

Nessa frase sobre a realidade, faltou só acrescentares : evitam esses empregos porque, na grande maioria das vezes são mal-pagos.

Recorres novamente às falácias e sabes disso:
- esses alguns com salário acima da média, estão ao alcance de cada vez menos pessoas
- sendo o 'salário médio' um valor cada vez mais miserável relativamente ao constante aumento do custo de vida... o teu argumento cai por terra

São explorados por quem lhes paga uma miséria, e pela xularia politica que os sobre-carrega com impostos, como já sabes.
 
Alguma alma consegue me esclarecer onde o chega é fascista e que é contra o 25 de abril ?
E porque que o chamam de ditador ?

É que ainda nao percebi e ainda nao me conseguiram apresentar argumentos
 
Oiço muito essa referencia à "capacidade económica e social" da família, o que parece indicar que a família seria da alta burguesia. No entanto nos anos 50 e até falecer por volta de 1965, o pai era professor de liceu no Colégio Valsassina.

Ele estava impedido de ter funções ligadas ao estado (devido principalmente às atividades do filho) e nem sequer podia exercer a profissão de advogado.

Os pais do Cunhal eram pessoas com uma boa formação, mas não mais do que isso.

Avelino Cunhal:

Obrigado pela pequena lição mas ainda assim, estariam bem melhor do que a população no geral.
 
Alguma alma consegue me esclarecer onde o chega é fascista e que é contra o 25 de abril ?
E porque que o chamam de ditador ?

É que ainda nao percebi e ainda nao me conseguiram apresentar argumentos

Não conseguiram, nem conseguem. É conhecimento de ouvido! [:D]
 
Se o fizer morre. Convenhamos que a tarefa do Chega é tão ou mais complicada que a do PSD.

Nem por isso. É um partido como os outros. Só tem de viabilizar o governo. Depois disso o Montenegro só volta a precisar do CHEGA na aprovação do orçamento. Se o Montenegro negociar com o CHEGA a aprovação do orçamento corre tudo bem. Se o Montenegro persistir na ideia infantil de que pode apresentar um orçamento sem dialogar com ninguém e que os outros têm de o aprovar de cruz, então o CHEGA só tem de se abster. A geringonça de esquerda chumba o orçamento.

Para a história, ou neste caso campanha eleitoral seguinte, fica a ideia de que Montenegro é obtuso e não quer dialogar.

Portanto a tarfa complicada é toda para o PSD.
 
Já pensaste que foi exactamente por isso que a maioria votou Chega?

Não, não foi por isso que a maioria votou chega.

Além disso o Algarve sempre foi uma região mais pobre do que o resto do país, por isso é um problema que vai muito além de política.
 
Alguma alma consegue me esclarecer onde o chega é fascista e que é contra o 25 de abril ?
E porque que o chamam de ditador ?

É que ainda nao percebi e ainda nao me conseguiram apresentar argumentos

Não me parece que o AV seja fascista. Aliás a principal característica do AV é uma completa ausência ideológica, é plástico politicamente falando. Basta ler alguma coisa da tese de doutoramento dele para perceber a personagem política que criou e que é radicalmente diferente e até contraditória da que depois o tornou "conhecido" ainda no PSD na campanha em Loures. Que é a questão dos ciganos. Em que, a verdade, é que 90% dos portugueses concordam com 100% do que ele diz, mesmo que não concordem com o tom ou a forma. E que é um dos maiores fuel do crescimento do Chega no Alentejo e no Algarve.

Contudo, boa parte do núcleo duro da militância Chega é saudosista do Estado Novo. Esse eleitor que é residual sempre andou meio escondido e envergonhado, seja em locais obscuros de pequenos partidos, seja no CDS.

Não é por acaso que o AV abriu o discurso no domingo com "isto é um ajuste de contas com o pós-25 de Abril" e a sala ficou em êxtase. Disse-o com um objectivo específico e para um público específico. Que estava ali.

Que a dimensão actual da representação social do Chega vai muito além disso, é óbvio.

Neste momento o eleitor mediano (sentido estatístico) do Chega é o descontente de classe média baixa, branco, homem, instrução até ao 12º ano e emprego pouco diferenciado. Isto não é um fascista. Isto é o português mais comum, até. Trabalhador urbano ou rural. Que tanto vota Chega, como antes votava PS ou PCP, consoante a região onde vive e o histórico familiar. Que mete a carteira facilmente à frente de princípios abstractos de valores de democracia liberal, como é perfeitamente natural no seu contexto.

E se fores ler o programa de 2019, 2022 e 2024 vês essa evolução. A deixar cair as medidas mais polémicas, a ficar mais mainstream. De cortar no Estado para engordar o Estado. Do partido que queria acabar com o SNS ao partido que promete mais Estado em todo o lado, aumento generalizado de pensões para o SMN. Tudo em menos de 4-5 anos.

O Chega é um partido populista e de protesto. É conservador. E tem uma índole nacionalista na sua base (cada vez mais fraca).

Mas a grande revolução que está a fazer no sistema político português foi ter retirado à Esquerda comunista, e agora ao PS, o voto trabalhador, dos mais pobres, dos que se sentem injustiçados com o sistema.

Outra coisa socialmente a encaixar aqui bem é como no Norte o Chega tem os piores resultados, exactamente por não há o feeder da Extrema Esquerda e há historicamente muito mais facilidade do voto trabalhador ir para a direita tradicional.

O ridículo de se continuar a narrativa da extrema direita é que para isso ser verdade fica algo difícil explicar que onde o Chega é mais forte são bastiões tradicionais da esquerda, Alentejo, margem sul, áreas suburbanas de Lisboa sobretudo.

Passou tudo de extrema esquerda ou esquerda para a extrema direita? De comunas para fascistas?

Obviamente que não. A dicotomia do esquerda e direita faz cada vez menos sentido para tentar enquadrar esta população e até o sistema político.

Hoje a principal diferença do que distingue as posições políticas faz-se entre conservadores e liberais, seja socialmente seja economicamente, a velha dicotomia da esquerda / direita pouco nada bem explica já.
 
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Não me parece que o AV seja fascista. Aliás a principal característica do AV é uma completa ausência ideológica, é plástico politicamente falando. Basta ler alguma coisa da tese de doutoramento dele para perceber a personagem política que criou e que é radicalmente diferente e até contraditória da que depois o tornou "conhecido" ainda no PSD na campanha em Loures. Que é a questão dos ciganos. Em que, a verdade, é que 90% dos portugueses concordam com 100% do que ele diz, mesmo que não concordem com o tom ou a forma. E que é um dos maiores fuel do crescimento do Chega no Alentejo e no Algarve.

Contudo, boa parte do núcleo duro da militância Chega é saudosista do Estado Novo. Esse eleitor que é residual sempre andou meio escondido e envergonhado, seja em locais obscuros de pequenos partidos, seja no CDS.

Não é por acaso que o AV abriu o discurso no domingo com "isto é um ajuste de contas com o pós-25 de Abril" e a sala ficou em êxtase. Disse-o com um objectivo específico e para um público específico. Que estava ali.

Que a dimensão actual da representação social do Chega vai muito além disso, é óbvio.

Neste momento o eleitor mediano (sentido estatístico) do Chega é o descontente de classe média baixa, branco, homem, instrução até ao 12º ano e emprego pouco diferenciado. Isto não é um fascista. Isto é o português mais comum, até. Trabalhador urbano ou rural. Que tanto vota Chega, como antes votava PS ou PCP, consoante a região onde vive e o histórico familiar. Que mete a carteira facilmente à frente de princípios abstractos de valores de democracia liberal, como é perfeitamente natural no seu contexto.

E se fores ler o programa de 2019, 2022 e 2024 vês essa evolução. A deixar cair as medidas mais polémicas, a ficar mais mainstream. De cortar no Estado para engordar o Estado. Do partido que queria acabar com o SNS ao partido que promete mais Estado em todo o lado, aumento generalizado de pensões para o SMN. Tudo em menos de 4-5 anos.

O Chega é um partido populista e de protesto. É conservador. E tem uma índole nacionalista na sua base (cada vez mais fraca).

Mas a grande revolução que está a fazer no sistema político português foi ter retirado à Esquerda comunista, e agora ao PS, o voto trabalhador, dos mais pobres, dos que se sentem injustiçados com o sistema.

Outra coisa socialmente a encaixar aqui bem é como no Norte o Chega tem os piores resultados, exactamente por não há o feeder da Extrema Esquerda e há historicamente muito mais facilidade do voto trabalhador ir para a direita tradicional.

O ridículo de se continuar a narrativa da extrema direita é que para isso ser verdade fica algo difícil explicar que onde o Chega é mais forte são bastiões tradicionais da esquerda, Alentejo, margem sul, áreas suburbanas de Lisboa sobretudo.

Passou tudo de extrema esquerda ou esquerda para a extrema direita? De comunas para fascistas?

Obviamente que não. A dicotomia do esquerda e direita faz cada vez menos sentido para tentar enquadrar esta população e até o sistema político.

Hoje a principal diferença do que distingue as posições políticas faz-se entre conservadores e liberais, seja socialmente seja economicamente, a velha dicotomia da esquerda / direita pouco nada bem explica já.



A ilusão do Chega do “descontentamento” (msn.com)

Muitos dos abstencionistas que votaram domingo no Chega eram-no há vinte anos ou mais. Grande parte da raiz desse partido advém de dois lugares para os quais se olha menos nos media:

1) O de um movimento populista, extremado na Europa que surge solidificado num grande e concertado bloco em que uns ou outros se financiam e apoiam. André Ventura não é uma personagem menor neste enquadramento. Líder hábil, tem o apoio e está bem alavancado por todas as personagens relevantes globalmente aqui.

2) O outro lugar que vai ao encontro dos tais antigos abstencionistas portugueses que referenciei no início do artigo é o dos saudosistas do antigo regime, sem qualquer apego à democracia por melhores ou piores soluções que esta lhes dê. Durante anos, estiveram à margem do debate político exatamente por isso e naturalmente que não se trata de um fenómeno exclusivamente português. Pelo contrário. Por essa Europa, existem ligações históricas ao fascismo, com mais ou menos narrativas falsas marteladas hoje e através de todos os mecanismos subvertidos numa nova extrema-direita muito bem financiada. É por isso normal o porto seguro em personalidades históricas como Salazar. Passa de geração em geração e cria-se uma espécie de nostalgia de um país que só existiu para a realidade deles.

André Ventura sabe que a raiz do Chega é aí e também por isso, nunca foge muito dela.

Estes saudosistas do salazarismo valem os seus 10% no partido e hoje como ontem, vivem através das bandeiras da luta contra a corrupção, da podridão da política e por cá, têm apoios de peso mais ou menos camuflados como o herdeiro da Jerónimo Martins que ainda recentemente surgiu com a mesma cassete ignorante e riscada contra tudo o que é político e no julgamento do trabalho executivo destes. Santa ignorância de quem nada sabe a não ser do mundo que lhe foi herdado e que nem o mínimo do give back da escola americana tem. Se o tivesse, perceberia que o mínimo era pagar impostos em Portugal. Como dizia um grande empresário português recentemente e de forma corajosa: as nossas fracas elites financeiras e económicas muitas vezes falham bastante mais do que as políticas. Lessem mais livros!

Claro que há população descontente e não é pouca. Com razão de o ser e é preciso saber ir ao encontro de todas as pessoas, melhorando as suas vidas. Mas a ilusão ou os ossos do ofício dessa crença como parece existir tanto na cabeça de um político como Carlos Moedas ou de outro como Pedro Nuno Santos, na qual a melhor governação no espaço democrático acabará com todo este fenómeno e até com o crescimento da extrema-direita nalguns aspetos, é pura ignorância e ausência de mundividência. Bastaria olharem para alguns dos países mais bem governados, onde existe menor desigualdade, mais crescimento económico e a forma igual ou parecida como cresce o fenómeno através do ódio, narrativas falsas e do revisionismo histórico.

Não, a extrema-direita é em grande parte uma realidade que tem de ser combatida e desmantelada na sua raiz. Isso passa por expor e denunciar tanto as fontes do seu financiamento, a sua infiltração nalguns setores determinantes e criar legislação digital que permita combater a sua penetração através de todo um chorrilho de informação falsa nesse espaço. Apoiar o jornalismo factual e democrático.

Não se quis debater e perceber durante esta campanha o porquê de tantos ex-ministros queimados em lume brando durante anos na opinião pública, acabarem totalmente ilibados de um processo judicial e onde nem sequer foram ouvidos. Ignorou-se o processo que ditou a queda deste governo e as próprias trapalhadas em que está metida a Procuradora-Geral da República por causa dele. Cedeu-se perante a sua postura de inimputável que levou a que passados quase 5 meses, nenhum dos envolvidos do governo tivesse sequer sido chamado. Estamos nisto. Outra vez.

Fizemos o jogo da Mariana Mortágua e do André Ventura que querem amarrar os políticos a uma espécie de fascismo, comunismo ou trotskismo onde não conversam, almoçam ou fazem pontes com empresários. Ou onde são meros bonecos, até que o Chega chegue ao poder e seja o mais corrupto e perigoso deles todos. É sempre assim quando a extrema-direita vai para o governo.

Tivemos a sorte de ser um dos últimos países europeus em que o novo fenómeno da direita radical aterrou. Larguemos a lengalenga de que tudo começa e acaba na resolução do descontentamento. Não é assim e isso nem sequer existe assim.

Comecem pelo que custa mais. Desmantelar e reconfigurar todos os setores onde a nossa já está infiltrada, corroendo o próprio país. Verão que tudo o resto virá por acréscimo.

O contrário é deixarmos de ser o que somos.

Sim, o meu próximo artigo é exatamente apontar para onde estamos. Em termos sociais, económicos, de segurança como um dos países mais atrativos do mundo, de investimento público, atração de investimento estrangeiro e até de economia das famílias. Para poder voltar aos mesmos indicadores depois da descida vertiginosa a que vamos assistir.

Sempre em conta-corrente a esta ideia do Chega do “descontentamento”. Uma caracterização que tanto pode fazer rir, como chorar, tal é a ingenuidade que carrega.
 
FDS! Os xuxas até a Santa Casa deixaram de tanga!

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) estima que os prejuízos tenham ultrapassado, em 2023, os 62,3 milhões de euros. Para este buraco, contribuíram os impactos negativos da revisão das contas de 2021 e 2022, que está a ser concluída, e dos investimentos na internacionalização da Santa Casa Global, em particular no Brasil.
https://www.cmjornal.pt/sociedade/d...om-buraco-de-623-milhoes-de-euros?ref=HP_OutrasNoticias3
 
FDS! Os xuxas até a Santa Casa deixaram de tanga!

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) estima que os prejuízos tenham ultrapassado, em 2023, os 62,3 milhões de euros. Para este buraco, contribuíram os impactos negativos da revisão das contas de 2021 e 2022, que está a ser concluída, e dos investimentos na internacionalização da Santa Casa Global, em particular no Brasil.
https://www.cmjornal.pt/sociedade/d...om-buraco-de-623-milhoes-de-euros?ref=HP_OutrasNoticias3

Vendam mais raspadinhas que isso passa.
 
O Ventura disse ontem na entrevista 3 coisas:
- que aprova com o que concorda independentemente de quem propõe
- que não pretende lugares em troca de aprovações, isto é, que não exige a participação formal no governo
- que não proporá moções de censura e/ou que não permitirá que haja governo do PS na actual AR (o Chega poderia permiti-lo abstendo-se num cenário onde o PS se uniaa ao Livre ou BE por exemplo).

isto foi dito, alguns dos pontos repetidamente após questão confirmatoria da jornalista sobre se queria mesmo dizer o que estava a dizer.

agora vamos ver se cumpre.

Ninguém fala nisso mas os únicos que têm uma opção a tomar é o PS.

a humildade democrática deveria fazê-los abster-se sobre projectos de lei que são comuns ao PSD

relembro que o PSD comportou-se irrepreensivelmente em maiorias relativas do PS no passado, nomeadamente se estiverem em causa questões de aplicação do PRR.

infelizmente não me parece que haja reciprocidade mas o risco de novas eleições estará do seu lado.

da esquerda do PS sabemos que nunca há como contar com alguma coisa. Mas o PS tem um papel no sistema e responsabilidades.

relembre-se também que mesmo durante a geringonça o PSD aprovou e acordou projectos que eram necessários.

A estratégia que o PNS anunciou de oposição total tenho sérias dúvidas que o resultado de eleições próximas seja melhor, o ciclo mudou porque a esmagadora maioria da população já não os queria lá e vão ter que passar pelo período de nojo.

tudo isto parece chinês dada a elevada inflamação que vivemos. Mas há regras democráticas não escritas sobre o funcionamento dos regimes parlamentares que parece que toda a gente se esquece agora e que só existem quando o PS governa…

pena que tantos achem que não há e que o único papel que sabem vestir é detonar tudo e que os governos não consigam governar em maiorias relativas com negociação.

Por último

recusar-se uma coligação não é espezinhar ninguém. Há valores muito diferentes e os eleitores sabem disso e devem ser respeitados (ambas as partes).

recusar-se a negociar com qualquer partido, sim, será. Seja o chega ou seja o PS ou até os outros.

e aí está a diferença. Negociações pontuais e abertas a todos não quebram qualquer promessa na minha opinião e qualquer eleitor ponderado perceberá isso.

Ele disse isso no primeiro quarto de hora na TVI. Na CNN meia hora mais tarde, referiu que quer ter uma palavras a sdizer sobre quem sao os ministros que farao parte do governo, independentemente de serem Chega ou AD. Neste caso, duvido que o Montenegro lhe de conversa porque certamente ja tera a sua equipa formada.
 
Agora tá o PS e amiguinhos com a hipótese do PS ter a maior bancada parlamentar, ou empatado com o PSD, e ter direto de formar governo 😅… agora, os dois caramelos do CDS também não contam
 
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