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Well-known member
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Confesso que ver "desaparecer" o Bloco das bancadas da AR me dá um gozo só comparável ao eclipse dos Socialistas Socraticos e Costistas
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
"Greves no Estado: sim, é mesmo preciso pôr cobro a isto
Há um desequilíbrio gigantesco entre o direito dos trabalhadores à greve e o direito dos utentes ao transporte e ao trabalho – utentes esses que estão entre os mais pobres da população.
“(…) Fora de círculos altamente privilegiados, vocês conhecem alguém que se considere muito bem pago pelo seu trabalho?
Um professor?
Um polícia?
Um empregado de mesa? (…)
Ou não seremos todos regularmente assaltados por sentimentos de insatisfação e injustiça (…)?
[Se] quase toda a gente acha que deveria receber mais pelo que faz, (…) porque é que há tantas greves nas escolas públicas e tão poucas nas escolas privadas?
Porque é que os comboios da CP estão sempre a parar e os comboios da Fertagus estão sempre a circular?
Porque é que os mesmos médicos e enfermeiros que fazem greve no Hospital de Santa Maria não fazem greve no Hospital dos Lusíadas ou da Luz? (…)
Quem faz greve no sector privado sabe que a sua empresa sofre com isso e, em última análise, pode cair no desemprego se ela fechar.
Quem faz greve no sector público corre zero riscos: o Estado não fecha nem despede (…).
Mais.
A transição de uma economia industrial para uma economia de serviços e a enorme expansão e centralização das funções do Estado transformaram o perfil do trabalhador e o tipo de trabalho que ele desempenha. (…)
Há um desequilíbrio gigantesco entre o direito dos trabalhadores à greve [na CP] e o direito dos utentes ao transporte e ao trabalho – utentes esses que estão entre os mais pobres da população; que compram passes mensais; e que nunca recuperam o valor que perdem por causa das greves dos outros.
Quando Luís Montenegro diz que “é preciso pôr cobro a isto”, deixem-me, por uma vez, concordar efusivamente com ele.
Claro que é preciso pôr cobro a isto e mexer na lei da greve para assegurar que as funções essenciais do Estado não deixam de ser cumpridas (…).
Os nossos sindicatos do sector do Estado ainda acham que estão no tempo do PREC.
Sei que às vezes parece, mas já não estamos.”
Greves no Estado: sim, é mesmo preciso pôr cobro a isto
https://www.publico.pt/2025/05/09/opiniao/opiniao/greves-estado-sim-preciso-cobro-2132551
Há um desequilíbrio gigantesco entre o direito dos trabalhadores à greve e o direito dos utentes ao transporte e ao trabalho – utentes esses que estão entre os mais pobres da população."
isto é óbvio e indiscutível.
na minha opinião ou privatiza-se tudo, ou acaba-se com o direito à greve na FP.
o contribuinte não pode continuar refém do terrorismo sindical.
As estatisticas gerais falam em menos de 25% de parturientes estrangeiras, dentro desse valor não consigo avaliar quantas são as que descontam e usufruem legalmente.
Somamos o facto de cada vez mais haver parturientes (entre outros utilizadores) a recorrer ao privado especialmente nos grandes meios urbanos.
no fundo acho que acaba por remeter um pouco para a opinião de cada um de nós sobre a visão de um sistema de saude privado, misto ou gratuito.
Curiosamente uma jovem familiar que até está para parir alterou o seu discurso mais social sobre a maternidade para algo mais radical desde que adquiriu seguro que comicamente é ADSE, parte engraçada só pode parir naquele hospital com a medica que aderiu ao acordo senão paga tudo do bolso[][
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Também me ri quando uma familiar que sempre defendeu o SNS com unhas e dentes se saiu com a seguinte frase: "vou fazer o parto no hospital privado porque assim sei que não vai estar fechado. Além disso tem melhores condições" []
Extremismos e radicalismos é só de direita...
Esquerdalhos em ebulição. []
ok, pré pandemia:
2017:
- 740 mil consultas
- 259 mil urgências
2018:
- 756 mil consultas
- 255 mil urgências
2019:
- 773 mil consultas
- 260 mil urgências
Extremismos e radicalismos é só de direita...
Esquerdalhos em ebulição. []
A solução mais viável para mimseria adotar um sistema misto público-privado, devidamente regulado, como já acontece noutros países da Europa.
Neste modelo:
Isto permite:
- Clínicas e hospitais privados funcionam com regras claras e preços tabelados.
- O cidadão paga a consulta, mas depois recebe reembolso automático de parte do valor.
- Quem quiser, pode ter um seguro complementar para cobrir a diferença.
- O Estado continua a garantir o acesso universal à saúde, focando-se nos casos mais complexos e nas populações mais vulneráveis.
Não se trata de privatizar a saúde, mas sim de torná-la mais eficiente, justa e sustentável.
- Reduzir listas de espera no SNS;
- Melhorar a qualidade dos serviços;
- Atrair mais profissionais de saúde;
- E dar mais opções às pessoas, sem perder o espírito do SNS.
Precisamos de um sistema que funcione para todos, e isso só é possível se unirmos o melhor do público com o melhor do privado.
A saúde é um negócio LAMENTO !!!
Quer a gente goste ou não, tudo na saúde tem custos: médicos, enfermeiros, clínicas, exames, máquinas, medicamentos. Nada disso funciona sem dinheiro.
Por isso, sim a saúde também precisa ser rentável para continuar a existir.
Não se trata de privatizar tudo, mas de usar o bom senso:
Juntar o que o público tem de bom com o que o privado faz bem.
No fim, o que importa é que as pessoas sejam bem tratadas, no tempo certo, sem ficarem meses à espera por uma consulta ou exame
Além de dar um impulso à economia do país e aliviarem encargos ao Estado
Podes disponibilizar o link para o relatório Sff
essas estatisticas que acedestes não têm os tais dados de tempos de espera para consultas?
consegues partilhar?
Isto:
Está +- ao nível de classe, disto:
Deve ser isto que se chama de carisma que tanto apreciam no Ventura aqui os avençados do fórum.
Só no S. João ?!?! no SNS, é muito grave e todos sabemos qual a razão desses números.
Além dos nascimentos de novos portugueses que vamos registando, que sabemos que só cá estão na semana do nascimento..... e depois aparecem mães portuguesas a queixarem-se.
Nunca vi nas notícias mães estrangeiras a queixarem-se do fecho das urgências obstetricias.....
ok, pré pandemia:
2017:
- 740 mil consultas
- 259 mil urgências
2018:
- 756 mil consultas
- 255 mil urgências
2019:
- 773 mil consultas
- 260 mil urgências
google: relatório & contas hospital são João
tão lá muitos anos disponíveis
2019 - 58896 utentes à espera
2024 - 65000 utentes à espera
Rui Tavares a dizer que não é legitimo haver mudança na Constituição com 2/3 dos deputados.... Que deveria ser com 3/4 ou com o apoio do "centro-esquerda"...
LOL
Rui Tavares a dizer que não é legitimo haver mudança na Constituição com 2/3 dos deputados.... Que deveria ser com 3/4 ou com o apoio do "centro-esquerda"...
LOL