Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Um trolha não é mão de obra qualificada, um serralheiro, um eletricista, carpinteiro, canalizador, é mão de obra qualificada.

Se calhar nos ultimos 5-6 anos entraram em Portugal 1,5M de imigrantes, e não tens mão de obra qualificada, e isso mostra a falta de visão e planeamento que Portugal tem.

Ele não sabe o que é um serralheiro nem se apercebe o quão fraquinha é a mão de obra não qualificada que chegou.
 
A direita privatiza serviços públicos essenciais, trocando segurança e prevenção por lucro, as empresas privatizadas cortam na manutenção e investimento

Quando chegam tempestades e incêndios, são os cidadãos que pagam, com os serviços que falham exatamente quando mais são precisos.

Em termos simples, ao entregar redes de energia, água ou transporte a empresas privadas, o foco passa a ser maximizar lucro e reduzir custos, não preparar infraestruturas e serviços essenciais para choques climáticos, isso leva a menos manutenção preventiva, mais vulnerabilidade e na crise, a falhas em massa.
 
Quando os serviços públicos são tutelados por ‘boys do partido’ e faltam funcionários, o Estado perde experiência, critério e coordenação e na hora da resposta a emergências ou serviços para o cidadão, o que se vê são decisões ao acaso, burocracia paralisadora e serviços que simplesmente não funcionam.
Nomear pessoas por lealdade política em vez de selecionar pelo mérito, reduz a qualidade técnica, desorganiza as equipas e enfraquece a capacidade de planear, coordenar e agir rápido em situações de crise, como incêndios, inundações ou pandemias.

Vocês imaginam como teria sido a pandemia com o Passos Coelho como primeiro ministro? Creio que toda a gente se lembra das valas comuns no Brasil.
 
A direita privatiza serviços públicos essenciais, trocando segurança e prevenção por lucro, as empresas privatizadas cortam na manutenção e investimento

Quando chegam tempestades e incêndios, são os cidadãos que pagam, com os serviços que falham exatamente quando mais são precisos.

Em termos simples, ao entregar redes de energia, água ou transporte a empresas privadas, o foco passa a ser maximizar lucro e reduzir custos, não preparar infraestruturas e serviços essenciais para choques climáticos, isso leva a menos manutenção preventiva, mais vulnerabilidade e na crise, a falhas em massa.
Que chorrilho...

Manutenção preventiva e correctiva do estado, é ver escolas, hospitais, edificios do ministério da justiça, vias rodoviárias, etc. Tudo em óptimo estado...
 
Que chorrilho...

Manutenção preventiva e correctiva do estado, é ver escolas, hospitais, edificios do ministério da justiça, vias rodoviárias, etc. Tudo em óptimo estado...

Pois.

É continuar a privatizar e a nomear boys que "vamos todos ficar bem".
 
Vocês imaginam como teria sido a pandemia com o Passos Coelho como primeiro ministro? Creio que toda a gente se lembra das valas comuns no Brasil.

Porque não dizem:
"Vocês imaginam como teria sido a pandemia com o José Sócrates como primeiro ministro? Creio que toda a gente se lembra das valas comuns no Brasil."
 
Pois.

É continuar a privatizar e a nomear boys que "vamos todos ficar bem".
Que saudades quando era tudo público, uma cegonha defecou e metade do país ficou sem electricidade.

Bons tempos, em que a rede era realmente resistente e resiliente.

Aqui, uma empresa "privada", de seu nome Infraestruturas de Portugal, resolveu desmatar as vertentes de um aterro em Outubro/Novembro e torná-lo vulnerável às tipicas intempéries do Outono/Inverno. Agora os efeitos estão à vista, podedo bloquear um municipio a meio, e deixar centenas de crianças e jovens sem acesso às escolas por tempo indeterminado.

Ps: Aterro feito no tempo do Botas, e que nunca apresentou qualquer vulnerabilidade.
 
A direita privatiza serviços públicos essenciais, trocando segurança e prevenção por lucro, as empresas privatizadas cortam na manutenção e investimento

Quando chegam tempestades e incêndios, são os cidadãos que pagam, com os serviços que falham exatamente quando mais são precisos.

Em termos simples, ao entregar redes de energia, água ou transporte a empresas privadas, o foco passa a ser maximizar lucro e reduzir custos, não preparar infraestruturas e serviços essenciais para choques climáticos, isso leva a menos manutenção preventiva, mais vulnerabilidade e na crise, a falhas em massa.

Mas diz-me lá tu se quando a rede elrctrica era publica as estruturas das redes metálicas eram projetadas para ventos de 200 km/h?
A cegueira ideológica está a bater muito forte!
 
Porque não dizem:
"Vocês imaginam como teria sido a pandemia com o José Sócrates como primeiro ministro? Creio que toda a gente se lembra das valas comuns no Brasil."

Economicamente falando, José Sócrates e Pedro Passos Coelho são exatamente iguais, cortaram tanto no sector público que o doente quase morreu.

Os boys nomeados, as medidas políticas, os favores, a corrupção, as borlas fiscais às empresas pelo Sócrates só podem ser comparadas às de Passos.

Portanto, tens razão, podemos apontar também a desgraça que seria um governo de Sócrates na pandemia.
 
Que saudades quando era tudo público, uma cegonha defecou e metade do país ficou sem electricidade.

Bons tempos, em que a rede era realmente resistente e resiliente.

Aqui, uma empresa "privada", de seu nome Infraestruturas de Portugal, resolveu desmatar as vertentes de um aterro em Outubro/Novembro e torná-lo vulnerável às tipicas intempéries do Outono/Inverno. Agora os efeitos estão à vista, podedo bloquear um municipio a meio, e deixar centenas de crianças e jovens sem acesso às escolas por tempo indeterminado.

Ps: Aterro feito no tempo do Botas, e que nunca apresentou qualquer vulnerabilidade.

É continuar a apoiar governos que nomeam boys para lugares de decisão e direcção no sector público, sem qualquer capacidade, já que funciona tão bem...
 
Mas diz-me lá tu se quando a rede elrctrica era publica as estruturas das redes metálicas eram projetadas para ventos de 200 km/h?
A cegueira ideológica está a bater muito forte!

Estas propositadamente a simplificar uma questão que sabes ser de outra natureza.


Quando a EDP era empresa pública (primeiro como Eletricidade de Portugal Empresa Pública, depois como sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos), os presidentes e diretores eram nomeados politicamente pelo Governo, sob proposta da tutela ministerial do setor energético.

Ou seja, boys, boys, boys.

Noutros países menos corruptos, os cargos são por concursos públicos, claros e transparentes, sendo escolhidas pessoas com formação e não pelo cartão do partido.

Gente com formação e preparação, projeta infraestruturas e a resolução dos problemas tendo em conta a preparação para situações de risco e crises.

Os boys, aproveitam os cargos publicos para extrair riqueza do país e do povo.
 
Estas propositadamente a simplificar uma questão que sabes ser de outra natureza.


Quando a EDP era empresa pública (primeiro como Eletricidade de Portugal Empresa Pública, depois como sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos), os presidentes e diretores eram nomeados politicamente pelo Governo, sob proposta da tutela ministerial do setor energético.

Ou seja, boys, boys, boys.

Noutros países menos corruptos, os cargos são por concursos públicos, claros e transparentes, sendo escolhidas pessoas com formação e não pelo cartão do partido.

Gente com formação e preparação, projeta infraestruturas e a resolução dos problemas tendo em conta a preparação para situações de risco e crises.

Os boys, aproveitam os cargos publicos para extrair riqueza do país e do povo.

[:D][:)]

Uma nova adaptacão da desculpa dos comunas. O comunismo nunca funcionou, porque nunca foi totalmente aplicado. As empresas públicas são uma merdha porque são dirigodas por boys!

Há cassete para tudo!
 
Screenshot-20260207-212026-Instagram.jpg


Screenshot-20260207-212120-Instagram.jpg


...
 
Ele não sabe o que é um serralheiro nem se apercebe o quão fraquinha é a mão de obra não qualificada que chegou.

Pois não, confesso que fico contente pelo facto de essa malta estar cada vez a ganhar mais dinheiro, e contente por pessoal que despreza esses empregos terem que pagar quando tem que chamar um eletricista, ou alguém para fazer uma obra qualquer em casa.

Por outro lado esta aposta em mão de obra sem qualificação nenhuma e na pobreza, é triste, mas foi o que se escolheu fazer.. já dá para ver muito desse resultado, mas daqui a 5-10 anos quando se olhar para o estado da educação, saude e segurança em Portugal ( habitação já toda a gente percebe mas só afeta os mais jovens), talvez se perceba melhor..
 
A novidade de chover no inverno
Sou do tempo em que chover no inverno era coisa vulgar.

Hoje, qualquer científico da marmeleira explica que tempestade, “chuva a potes” ou dilúvio em Janeiro, não é mais do que expressão de “alterações climáticas”.

Um pagode para não deduzirem que o problema reside na insuficiência das infraestruturas de armazenamento de águas, escoamento de águas, capazes de responder a fluxos anormais de pluviosidade.

Chegam então as inundações a débito das “alterações climáticas” quando deviam ficar no deve/haver dos políticos governamentais e municipais pela ausencia de investimento neste domínio e no adiamento de obras fundamentais.

Vamos comprar energia a Espanha e França que esses têm barragens em excesso, mas “mais barragens e mini-hídricas, aqui, não ...”

Noutras latitudes, não foram na conversa da natureza trágica ou do clima que muda…

No Tennessee, nos Estados Unidos, o rio que banha o famoso vale, extravasava, ano sim ano não das suas margens, em mais de 1 050 kms de extensão, semeando tragédia e desespero.

E tudo então ficava submerso.

Até que, em 1933, o Presidente Franklin D. Roosevelt aprovou o “Tennessee Valley Authority Act” que criou uma entidade pública para a navegabilidade, o controlo de fluxos, a reflorestaçao, a preparação das margens e a promoção de barragens e fomento industrial e agrícola …

E onde havia um problema, passou a haver uma oportunidade para milhões de pessoas.

Por cá, a agua escorre com fartura no maciço central da Estrela - uma das maiores reservas na Europa - mas falta água de qualidade no território.

Construir barragens?

Isso não, vão continuar as conferências das ong’s do ambiente sentadas à mesa do orçamento e, daqui a um ano, o fado continua: ui o que chove no inverno …

E enquanto a agua segue para o mar, quantas barragens estão previstas para construção até final deste decênio?

E quantas se construiram no decenio passado?

E quando se reduzirão os dez anos necessários para o Estado licenciar uma simples barragem/mini-hídrica ?

Com tanta água doce saltando as margens, como pode cerca de 40% da população de cidades e aldeias de Portugal, ainda hoje beber água, sem absoluta qualidade e não proveniente de barragens?

As obras de regularização de leitos dos rios são menos ou mais importantes que o investimento na descarbonização ?

Passados os ultimos e ainda actuais eventos trágicos, a prática consuetudinária garante que chegados os sóis de Abril, ninguem mais lembrará de lançar o desafio ao sector privado: construam barragens!!!

Afinal, em Portugal, nas Cidades portuguesas, salvo um ou dois casos, quem faz em permanencia esta pergunta?

Que Portugal, que cidades queremos e teremos em 2035/40/50?

Quem governa a pensar nas proximas gerações e não nas proximas eleições?

Covilha, Fev 2026
Carlos Pinto
 
A novidade de chover no inverno
Sou do tempo em que chover no inverno era coisa vulgar.

Hoje, qualquer científico da marmeleira explica que tempestade, “chuva a potes” ou dilúvio em Janeiro, não é mais do que expressão de “alterações climáticas”.

Um pagode para não deduzirem que o problema reside na insuficiência das infraestruturas de armazenamento de águas, escoamento de águas, capazes de responder a fluxos anormais de pluviosidade.

Chegam então as inundações a débito das “alterações climáticas” quando deviam ficar no deve/haver dos políticos governamentais e municipais pela ausencia de investimento neste domínio e no adiamento de obras fundamentais.

Vamos comprar energia a Espanha e França que esses têm barragens em excesso, mas “mais barragens e mini-hídricas, aqui, não ...”

Noutras latitudes, não foram na conversa da natureza trágica ou do clima que muda…

No Tennessee, nos Estados Unidos, o rio que banha o famoso vale, extravasava, ano sim ano não das suas margens, em mais de 1 050 kms de extensão, semeando tragédia e desespero.

E tudo então ficava submerso.

Até que, em 1933, o Presidente Franklin D. Roosevelt aprovou o “Tennessee Valley Authority Act” que criou uma entidade pública para a navegabilidade, o controlo de fluxos, a reflorestaçao, a preparação das margens e a promoção de barragens e fomento industrial e agrícola …

E onde havia um problema, passou a haver uma oportunidade para milhões de pessoas.

Por cá, a agua escorre com fartura no maciço central da Estrela - uma das maiores reservas na Europa - mas falta água de qualidade no território.

Construir barragens?

Isso não, vão continuar as conferências das ong’s do ambiente sentadas à mesa do orçamento e, daqui a um ano, o fado continua: ui o que chove no inverno …

E enquanto a agua segue para o mar, quantas barragens estão previstas para construção até final deste decênio?

E quantas se construiram no decenio passado?

E quando se reduzirão os dez anos necessários para o Estado licenciar uma simples barragem/mini-hídrica ?

Com tanta água doce saltando as margens, como pode cerca de 40% da população de cidades e aldeias de Portugal, ainda hoje beber água, sem absoluta qualidade e não proveniente de barragens?

As obras de regularização de leitos dos rios são menos ou mais importantes que o investimento na descarbonização ?

Passados os ultimos e ainda actuais eventos trágicos, a prática consuetudinária garante que chegados os sóis de Abril, ninguem mais lembrará de lançar o desafio ao sector privado: construam barragens!!!

Afinal, em Portugal, nas Cidades portuguesas, salvo um ou dois casos, quem faz em permanencia esta pergunta?

Que Portugal, que cidades queremos e teremos em 2035/40/50?

Quem governa a pensar nas proximas gerações e não nas proximas eleições?

Covilha, Fev 2026
Carlos Pinto
Ja agora deixar o CV de quem escreveu isso. Acho sempre importante perceber se existe formaçao técnica na área.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Pinto
 
Um trolha não é mão de obra qualificada, um serralheiro, um eletricista, carpinteiro, canalizador, é mão de obra qualificada.

Se calhar nos ultimos 5-6 anos entraram em Portugal 1,5M de imigrantes, e não tens mão de obra qualificada, e isso mostra a falta de visão e planeamento que Portugal tem.

Quando falamos em "mão de obra qualificada" referimo-nos sempre a mão de obra com um curso superior.

É que se formos por essa ordem de ideias qualquer pessoa pode ser qualificada numa área qualquer, um condutor de Uber é qualificado porque tem carta de condução e por aí fora.

É preciso não esquecer que desses 1,5M que entraram grande parte deles já saiu para outros países da Europa, nenhum imigrante vem para Portugal para ficar cá, a não ser aqueles que não conseguem aprender outra língua.
 
Last edited:
Quando falamos em "mão de obra qualificada" referimo-nos sempre a mão de obra com um curso superior.

É que se formos por essa ordem de ideias qualquer pessoa pode ser qualificada numa área qualquer, um condutor de Uber é qualificado porque tem carta de condução e por aí fora.

É preciso não esquecer que desses 1,5M que entraram grande parte deles já saiu para outros países da Europa, nenhum imigrante vem para Portugal para ficar cá, a não ser aqueles que não conseguem aprender outra língua.

Só disparate jóia!
 
Só disparate jóia!

A maioria dos imigrantes quando recebem o passaporte/nacionalidade portugueses vão para outros países europeus. Mas tu achas que eles querem ficar no país mais pobre da Europa ocidental e um dos mais pobres de toda a Europa?
 
Back
Top