Quando falamos em "mão de obra qualificada" referimo-nos sempre a mão de obra com um curso superior.
É que se formos por essa ordem de ideias qualquer pessoa pode ser qualificada numa área qualquer, um condutor de Uber é qualificado porque tem carta de condução e por aí fora.
É preciso não esquecer que desses 1,5M que entraram grande parte deles já saiu para outros países da Europa, nenhum imigrante vem para Portugal para ficar cá, a não ser aqueles que não conseguem aprender outra língua.
Não tens os mínimos para entender o que quer que seja, quando achas que um condutor de uber, um serralheiro ou um eletricista tem a mesma qualificação.
Até para ajudante de eletricista é difícil arranjar, porque a malta aparece e passado 2 dias vai embora..
Nenhum imigrante? em 1.6M há 0 que quer ficar em Portugal?![]()
A maioria dos imigrantes quando recebem o passaporte/nacionalidade portugueses vão para outros países europeus. Mas tu achas que eles querem ficar no país mais pobre da Europa ocidental e um dos mais pobres de toda a Europa?
Eu não concord em termos gerais. Os imigrantes do norte de África é África sim: sonham com norte da Europa. E até alguns brasileiros.
Mas os imigrantes indoatanicos estão a construir comunidades na região de Lisboa e Alentejo.
É uma postura neocolonial pacífica.
Comunidades fechadas.
Estava a referir a bacorada da mão de obra especializada!
Ela fala de mão de obra qualificada.
Serralheiros, trolhas e eletricistas não são mão de obra qualificada.
O Sérgio Sousa Pinto tem razão.
O salário mínimo português foi ultrapassado por mais um país da União Europeia.
Somos os maiores car@/\♡, os outros não percebem nada disto.
Um trolha não é mão de obra qualificada, um serralheiro, um eletricista, carpinteiro, canalizador, é mão de obra qualificada.
Se calhar nos ultimos 5-6 anos entraram em Portugal 1,5M de imigrantes, e não tens mão de obra qualificada, e isso mostra a falta de visão e planeamento que Portugal tem.
A direita privatiza serviços públicos essenciais, trocando segurança e prevenção por lucro, as empresas privatizadas cortam na manutenção e investimento
Quando chegam tempestades e incêndios, são os cidadãos que pagam, com os serviços que falham exatamente quando mais são precisos.
Em termos simples, ao entregar redes de energia, água ou transporte a empresas privadas, o foco passa a ser maximizar lucro e reduzir custos, não preparar infraestruturas e serviços essenciais para choques climáticos, isso leva a menos manutenção preventiva, mais vulnerabilidade e na crise, a falhas em massa.
Pois.
É continuar a privatizar e a nomear boys que "vamos todos ficar bem".
Ela fala de mão de obra qualificada.
Serralheiros, trolhas e eletricistas não são mão de obra qualificada.
O Sérgio Sousa Pinto tem razão.
O salário mínimo português foi ultrapassado por mais um país da União Europeia.
Somos os maiores car@/\♡, os outros não percebem nada disto.
Tanto que em 2024, foi ultrapassado pela Polónia. Em 2025, pela Lituânia. E em 2026 é agora ultrapassado pelo Chipre.
As políticas económicas de esquerda aplicadas na Polónia, Lituânia, Chipre e Alemanha, são variadas e incidem principalmente num aumento de impostos sobre os mais ricos, reforço de proteção social e maior intervenção do Estado em setores estratégicos, mesmo que dentro de economias de mercado.
Polónia
O atual governo de coligação inclui forças de centro‑esquerda que têm pressionado por mais gastos sociais, como aumentos salariais para professores e mais financiamento público para a educação (por exemplo, propostas de elevar o financiamento da educação acima de um certo percentual do PIB). Há também ênfase em combater desigualdades regionais e em desbloquear fundos da UE que estavam retidos por tensões com Bruxelas, o que se traduz em mais investimento público e apoios sociais.
Lituânia
Após vitória do Partido Social‑Democrata (LSDP) nas eleições legislativas, a agenda económica tende a ser mais à esquerda, com promessa de aumentar impostos sobre os mais ricos e usar a receita para reforçar saúde e segurança social.
O partido vencedor tem tradição de defender pensões e proteção social mais fortes.
Chipre
O partido comunista AKEL na oposição, continua a defender Estado‑social, propriedade pública em setores estratégicos e maior proteção laboral, o que influência o debate político mesmo quando não está no poder. Forças de centro‑esquerda e social‑democratas (como EDEK e SYPOL) opõem‑se às políticas de austeridade pós‑crise bancária de 2013 e defendem maior redistribuição, maior protecção laboral, menos cortes sociais e mais controlo sobre o sistema financeiro, tentando reduzir o peso de Chipre como “paraíso fiscal”.
Alemanha
O governo liderado pelo SPD (social‑democrata) e aliado com os Verdes inclui propostas de aumentar impostos sobre os mais ricos e sobre grandes fortunas, justificando‑o como forma de financiar transição ecológica e proteção social. Há também uma tendência para maior investimento público em clima, digitalização e infraestruturas, além de discussões sobre flexibilizar regras de dívida pública para permitir mais gastos sociais, o que marca um deslocamento relativamente à tradição de “rigor fiscal” da Alemanha.
Se quiser, posso comparar estas políticas numa tabela simples (país × tipo de medida: impostos, proteção social, papel do Estado).
Isto de se usar rodinhas para andar de bicicleta....
Mas vamos lá, políticas económicas de esquerda:
• redistribuição da riqueza (praticamente não existe em Portugal)
• estado pouco burocrático (nem é preciso dizer nada, gestores públicos oriundos dos partidos criam mecanismos artificiais para reduzir a eficiência dos serviços públicos)
• proteção laboral (esta é fácil, a lei laboral é um conjunto de remendos, que a cada alteração reduz a protecção laboral)
• regulação de mercado (o mercado não é de forma nenhuma regulado sem ser pela legislação europeia transposta para Portugal)
• progressividade dos impostos (os impostos em Portugal são tudo menos progressivos, quem vive do trabalho paga impostos, quem tem muita riqueza não)
• redução da desigualdade (em Portugal a desigualdade aumenta inversamente relativamente a utilidade do cidadão para a sociedade, isso pode ser observado durante a pandemia em que os trabalhadores essenciais para manter a sociedade a funcionar, continuaram a ser remetidos aos baixos salários.
Portanto, só assim em poucas linhas, qualquer pessoa percebe que Portugal não aplica ou alguma vez aplicou políticas económicas de esquerda.
Mas atendendo a que vocês preferem utilizar a outra inteligência, a artificial, fica aqui um resumo das políticas económicas de esquerda nesses países: