Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Quando falamos em "mão de obra qualificada" referimo-nos sempre a mão de obra com um curso superior.

É que se formos por essa ordem de ideias qualquer pessoa pode ser qualificada numa área qualquer, um condutor de Uber é qualificado porque tem carta de condução e por aí fora.

É preciso não esquecer que desses 1,5M que entraram grande parte deles já saiu para outros países da Europa, nenhum imigrante vem para Portugal para ficar cá, a não ser aqueles que não conseguem aprender outra língua.

Não tens os mínimos para entender o que quer que seja, quando achas que um condutor de uber, um serralheiro ou um eletricista tem a mesma qualificação.

Até para ajudante de eletricista é difícil arranjar, porque a malta aparece e passado 2 dias vai embora..

Nenhum imigrante? em 1.6M há 0 que quer ficar em Portugal? 😅😅
 
Não tens os mínimos para entender o que quer que seja, quando achas que um condutor de uber, um serralheiro ou um eletricista tem a mesma qualificação.

Até para ajudante de eletricista é difícil arranjar, porque a malta aparece e passado 2 dias vai embora..

Nenhum imigrante? em 1.6M há 0 que quer ficar em Portugal? 😅😅

Eu não disse nada disso, se não consegues entender o que eu disse tu não tem os mínimos para entender o que quer que seja nem tens literacia suficiente para conseguir interpretar uma frase. Fazes parte daqueles 40% de portugueses com baixa literacia funcional.

O que se entende por imigrantes qualificados são imigrantes com um curso superior. É simples, sempre foi assim.

Se vamos levar o ter qualificações à letra então qualquer imigrante com experiência em algo tem qualificações em alguma coisa. Mas nunca foi isso que se entendeu por imigrantes qualificados. Qualquer pessoa honesta percebe que o Sérigo Sousa Pinto está certo, ter qualificações é ter um curso superior.

A grande maioria dos imigrantes não quer ficar em Portugal como é evidente, isto não é um país realmente desenvolvido como o centro da Europa. Apanhas um avião para o Luxemburgo e vais ver que metade ou mais do avião não são tugas.
 
Eu não concord em termos gerais. Os imigrantes do norte de África é África sim: sonham com norte da Europa. E até alguns brasileiros.

Mas os imigrantes indoatanicos estão a construir comunidades na região de Lisboa e Alentejo.
É uma postura neocolonial pacífica.

Comunidades fechadas.
 
A maioria dos imigrantes quando recebem o passaporte/nacionalidade portugueses vão para outros países europeus. Mas tu achas que eles querem ficar no país mais pobre da Europa ocidental e um dos mais pobres de toda a Europa?

Estava a referir a bacorada da mão de obra especializada!
 
Eu não concord em termos gerais. Os imigrantes do norte de África é África sim: sonham com norte da Europa. E até alguns brasileiros.

Mas os imigrantes indoatanicos estão a construir comunidades na região de Lisboa e Alentejo.
É uma postura neocolonial pacífica.

Comunidades fechadas.

Os indostânicos são dos que mais vão para outros países.

Os que acabam por ficar são aqueles que têm já cá negócios estabelecidos e muitos andam a fazer muito dinheiro com empresas de Uber, pequeno comércio e restaurantes, dinheiro legal, não me estou a referir a esquemas, eu sou cliente de vários restaurantes deles, eles são simplesmente muito bons nesse tipo de negócios e é assim em todos os países, mas acredita que a grande maioria deles vai logo assim que recebe a nacionalidade/passaporte. Aliás esses são logo os primeiros porque todos eles falam Inglês.
 
O salário mínimo português foi ultrapassado por mais um país da União Europeia.

Somos os maiores car@/\♡, os outros não percebem nada disto.
 
O salário mínimo português foi ultrapassado por mais um país da União Europeia.

Somos os maiores car@/\♡, os outros não percebem nada disto.



ora.... enquanto continuarem a comer baldes de esquerda muito mais países vão ultrapassar Portugal.

mas não percebo porque é que andas tão preocupado com os salários em Portugal e na função pública..... tu até trabalhas no privado e na alemanha [:D]

quem ouvir toda essa revolta até pode pensar que moras no barreiro e amanhã estás de volta à repartição [:)]
 
Um trolha não é mão de obra qualificada, um serralheiro, um eletricista, carpinteiro, canalizador, é mão de obra qualificada.

Se calhar nos ultimos 5-6 anos entraram em Portugal 1,5M de imigrantes, e não tens mão de obra qualificada, e isso mostra a falta de visão e planeamento que Portugal tem.

Como um pedreiro não integra esse grupo? Assim se vê o estigma que certas profissões associadas à construção civil ainda possuem.
 
A direita privatiza serviços públicos essenciais, trocando segurança e prevenção por lucro, as empresas privatizadas cortam na manutenção e investimento

Quando chegam tempestades e incêndios, são os cidadãos que pagam, com os serviços que falham exatamente quando mais são precisos.

Em termos simples, ao entregar redes de energia, água ou transporte a empresas privadas, o foco passa a ser maximizar lucro e reduzir custos, não preparar infraestruturas e serviços essenciais para choques climáticos, isso leva a menos manutenção preventiva, mais vulnerabilidade e na crise, a falhas em massa.

O mal deste país é ainda haver muito esta mentalidade de que o capitalismo é um bicho mau e que ser eficiente e produzir mais riqueza com menos recursos é uma coisa má.

O estado, ineficiente como é, é que é bom...

No entanto, não vejo portugueses a emigrar para a Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, etc...

Vão para onde? Irlanda, Inglaterra, Suíça...

Porque é que os portugueses querem tanto ir para outros paises usufruir da riqueza criada por politicas que em Portugal gerariam uma greve geral...
 
O salário mínimo português foi ultrapassado por mais um país da União Europeia.

Somos os maiores car@/\♡, os outros não percebem nada disto.

Tanto que em 2024, foi ultrapassado pela Polónia. Em 2025, pela Lituânia. E em 2026 é agora ultrapassado pelo Chipre.

É curioso, que há uma receita que todos os paises que melhoram economicamente parecem seguir, e que os aproxima dos paises mais ricos da UE, não só em termos de politicas economicas, como nos bons resultados economicos, e no entanto, os portugueses têm pavor a essa receita, e até dizem que a culpa do nosso falhanço é dessa receita (que nós não adotamos...)

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Isto de se usar rodinhas para andar de bicicleta....


Mas vamos lá, políticas económicas de esquerda:

• redistribuição da riqueza (praticamente não existe em Portugal)

• estado pouco burocrático (nem é preciso dizer nada, gestores públicos oriundos dos partidos criam mecanismos artificiais para reduzir a eficiência dos serviços públicos)

• proteção laboral (esta é fácil, a lei laboral é um conjunto de remendos, que a cada alteração reduz a protecção laboral)

• regulação de mercado (o mercado não é de forma nenhuma regulado sem ser pela legislação europeia transposta para Portugal)

• progressividade dos impostos (os impostos em Portugal são tudo menos progressivos, quem vive do trabalho paga impostos, quem tem muita riqueza não)

• redução da desigualdade (em Portugal a desigualdade aumenta inversamente relativamente a utilidade do cidadão para a sociedade, isso pode ser observado durante a pandemia em que os trabalhadores essenciais para manter a sociedade a funcionar, continuaram a ser remetidos aos baixos salários.

Portanto, só assim em poucas linhas, qualquer pessoa percebe que Portugal não aplica ou alguma vez aplicou políticas económicas de esquerda.

Mas atendendo a que vocês preferem utilizar a outra inteligência, a artificial, fica aqui um resumo das políticas económicas de esquerda nesses países:


As políticas económicas de esquerda aplicadas na Polónia, Lituânia, Chipre e Alemanha, são variadas e incidem principalmente num aumento de impostos sobre os mais ricos, reforço de proteção social e maior intervenção do Estado em setores estratégicos, mesmo que dentro de economias de mercado.

Polónia
O atual governo de coligação inclui forças de centro‑esquerda que têm pressionado por mais gastos sociais, como aumentos salariais para professores e mais financiamento público para a educação (por exemplo, propostas de elevar o financiamento da educação acima de um certo percentual do PIB). Há também ênfase em combater desigualdades regionais e em desbloquear fundos da UE que estavam retidos por tensões com Bruxelas, o que se traduz em mais investimento público e apoios sociais.

Lituânia
Após vitória do Partido Social‑Democrata (LSDP) nas eleições legislativas, a agenda económica tende a ser mais à esquerda, com promessa de aumentar impostos sobre os mais ricos e usar a receita para reforçar saúde e segurança social.
O partido vencedor tem tradição de defender pensões e proteção social mais fortes.

Chipre
O partido comunista AKEL na oposição, continua a defender Estado‑social, propriedade pública em setores estratégicos e maior proteção laboral, o que influência o debate político mesmo quando não está no poder. Forças de centro‑esquerda e social‑democratas (como EDEK e SYPOL) opõem‑se às políticas de austeridade pós‑crise bancária de 2013 e defendem maior redistribuição, maior protecção laboral, menos cortes sociais e mais controlo sobre o sistema financeiro, tentando reduzir o peso de Chipre como “paraíso fiscal”.

Alemanha
O governo liderado pelo SPD (social‑democrata) e aliado com os Verdes inclui propostas de aumentar impostos sobre os mais ricos e sobre grandes fortunas, justificando‑o como forma de financiar transição ecológica e proteção social. Há também uma tendência para maior investimento público em clima, digitalização e infraestruturas, além de discussões sobre flexibilizar regras de dívida pública para permitir mais gastos sociais, o que marca um deslocamento relativamente à tradição de “rigor fiscal” da Alemanha.

Se quiser, posso comparar estas políticas numa tabela simples (país × tipo de medida: impostos, proteção social, papel do Estado).
 
Isto de se usar rodinhas para andar de bicicleta....


Mas vamos lá, políticas económicas de esquerda:

• redistribuição da riqueza (praticamente não existe em Portugal)

• estado pouco burocrático (nem é preciso dizer nada, gestores públicos oriundos dos partidos criam mecanismos artificiais para reduzir a eficiência dos serviços públicos)

• proteção laboral (esta é fácil, a lei laboral é um conjunto de remendos, que a cada alteração reduz a protecção laboral)

• regulação de mercado (o mercado não é de forma nenhuma regulado sem ser pela legislação europeia transposta para Portugal)

• progressividade dos impostos (os impostos em Portugal são tudo menos progressivos, quem vive do trabalho paga impostos, quem tem muita riqueza não)

• redução da desigualdade (em Portugal a desigualdade aumenta inversamente relativamente a utilidade do cidadão para a sociedade, isso pode ser observado durante a pandemia em que os trabalhadores essenciais para manter a sociedade a funcionar, continuaram a ser remetidos aos baixos salários.

Portanto, só assim em poucas linhas, qualquer pessoa percebe que Portugal não aplica ou alguma vez aplicou políticas económicas de esquerda.

Mas atendendo a que vocês preferem utilizar a outra inteligência, a artificial, fica aqui um resumo das políticas económicas de esquerda nesses países:

Tambem tenho ChatGPT 😁

Discordo — e discordo sobretudo da premissa e do enquadramento.
  1. Confunde-se “não ser perfeito” com “não existir”
    Dizer que “praticamente não existe redistribuição” em Portugal é factualmente falso. Portugal tem:
  • IRS progressivo por escalões;
  • transferências sociais que reduzem significativamente o índice de Gini (antes e depois de impostos/transferências);
  • SNS universal financiado por impostos;
  • escola pública gratuita até ao ensino superior (com bolsas).
    Pode ser insuficiente ou mal desenhado — mas não inexistente.
  1. Estado burocrático ≠ políticas económicas de direita
    A burocracia portuguesa resulta sobretudo de:
  • centralismo histórico,
  • captura administrativa,
  • má gestão pública.
    Nada disso invalida que o modelo seja social-democrata/estatista. Um Estado ineficiente continua a ser Estado grande e interventivo.
  1. Proteção laboral: afirmar que só diminuiu é seletivo
    Houve perdas (especialmente no período da troika), mas também:
  • salário mínimo com aumentos contínuos;
  • reposição de feriados;
  • reforço da negociação coletiva;
  • limitações a contratos a prazo e recibos verdes (ainda insuficientes, concordo).
    Isto não é liberalismo económico puro.
  1. Regulação de mercado “só europeia” não invalida a orientação
    Portugal escolhe transpor diretivas muitas vezes de forma mais restritiva (“gold-plating”).
    Além disso, energia, banca, telecomunicações, trabalho e arrendamento são fortemente regulados. A UE não impõe tudo — os Estados-membros decidem muito.
  2. Impostos não progressivos? Parcialmente errado
    O problema português não é ausência de progressividade, é:
  • base fiscal estreita,
  • excessiva carga sobre trabalho,
  • fraca tributação de património e capital.
    Isso é um fracasso de desenho, não prova de políticas económicas de direita.
  1. Desigualdade e salários baixos não definem ideologia
    Baixos salários resultam de:
  • baixa produtividade,
  • estrutura económica frágil,
  • especialização em setores de baixo valor acrescentado.
    Países com políticas de esquerda também podem ter salários baixos se a economia não gera valor. Ideologia não cria riqueza por decreto.
  1. Comparação internacional: cherry-picking e narrativa
  • Polónia e Lituânia não são exemplos clássicos de esquerda económica; têm flat taxes, baixa sindicalização e forte liberalismo em vários setores.
  • Alemanha continua sem imposto sobre grandes fortunas e com forte disciplina orçamental.
  • Chipre foi (e em parte continua a ser) um hub fiscal altamente liberal.
Ou seja: chama-se “esquerda” a qualquer aumento pontual de despesa ou imposto, ignorando o modelo estrutural.

Conclusão
Portugal não é um paraíso socialista, mas também não é economicamente de direita. É um país com um modelo social-democrata incompleto, mal executado e capturado por interesses, o que é muito diferente de “nunca ter aplicado políticas económicas de esquerda”.

O debate só avança quando se deixa de confundir:
  • má execução com ausência de política,
  • resultados fracos com ideologia inexistente,
  • frustração legítima com análise rigorosa.
 
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