Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Ó formador explica lá a estes humildes tugas como é que pode ser sustentavel alguém refirmar-se aos 44 anos? [:D]

Desconta 2/3 do ordenado para a Ss? Ou é mesmo para ser por conta dos outros contribuintes?
 
por isso é que um dia só vão sobrar os funcionários públicos e não vai haver mais ninguém para lhes pagar a festa.

Não vás por aí Jimbo. O passado provou que para a FP vai haver sempre quem lhes pague a festa.
Recordemos o que se passou no tempo da Troika em que teria sido fundamental ter aproveitado essa época para uma reforma a sério do Estado, fosse nº de funcionários, fossem regalias, fossem avaliações, etc, mas sempre que se tentou fazer alguma coisa, o Tribunal Consitucional o que dizia?
» É inconstitucional.

Recordo ainda o seguinte: a taxa de desemprego em 2008 (no ano da crise) fixou-se em 7,6% tendo atingido um máximo em Janeiro de 2013 de 18,3%.
Quem recebeu o impacto destes nº's foi o sector privado (que é o sector produtivo), porque no sector público não se podia, nem pode despedir.
Isto faz algum sentido?
 
Não vás por aí Jimbo. O passado provou que para a FP vai haver sempre quem lhes pague a festa.
Recordemos o que se passou no tempo da Troika em que teria sido fundamental ter aproveitado essa época para uma reforma a sério do Estado, fosse nº de funcionários, fossem regalias, fossem avaliações, etc, mas sempre que se tentou fazer alguma coisa, o Tribunal Consitucional o que dizia?
» É inconstitucional.


Recordo ainda o seguinte: a taxa de desemprego em 2008 (no ano da crise) fixou-se em 7,6% tendo atingido um máximo em Janeiro de 2013 de 18,3%.
Quem recebeu o impacto destes nº's foi o sector privado (que é o sector produtivo), porque no sector público não se podia, nem pode despedir.
Isto faz algum sentido?



sim, ninguém se lembra disto e hoje em dia fizeram a narrativa que o PPC cortou nos rendimentos de toda a gente, mas a proposta original de passos coelho foi só cortar nos excessos do sistema - nos funcionários públicos. Mas o TC chumbou sucessivamente quaisquer medidas que apenas incluíssem FPs, e assim o governo foi obrigado a incluir quem trabalhava também.

os acrobatas do TC bloquearam medidas que penalizassem só os FPs com base no princípio da igualdade, mas depois as medidas que foram propostas para retirar benefícios à FP e igualá-los ao privado, o TC chumbou com o princípio da confiança no Estado [:D]


que biltres.
 
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sim, ninguém se lembra disto e hoje em dia fizeram a narrativa que o PPC cortou nos rendimentos de toda a gente, mas a proposta original de passos coelho foi só cortar nos excessos do sistema - nos funcionários públicos. Mas o TC chumbou sucessivamente quaisquer medidas que apenas incluíssem FPs, e assim o governo foi obrigado a incluir quem trabalhava também.

os acrobatas do TC bloquearam medidas que penalizassem só os FPs com base no princípio da igualdade, mas depois as medidas que foram propostas para retirar benefícios à FP e igualá-los ao privado, o TC chumbou com o princípio da confiança no Estado [:D]


que biltres.

Uma coisa que acho que vai ser interessante de analisar/comparar é o que aconteceu a geração que apanhou o PPC que foi a minha que estou nos 40 anos agora ou seja que basicamente entrou no mercado de trabalho na decada passada em plena crise internacional, com a geração que entrou no mercado nesta decada. E ver a vida que uns e outros conseguiram fazer.
 
Ó formador explica lá a estes humildes tugas como é que pode ser sustentavel alguém refirmar-se aos 44 anos? [:D]

Desconta 2/3 do ordenado para a Ss? Ou é mesmo para ser por conta dos outros contribuintes?


Essa foi outra.

Tentar normalizar reformas antecipadas ou fire, por exemplo professor a começar a trabalhar aos 23 anos e reformar-se aos 44 anos. 21 de descontos e 37 de reforma.

Se formos a pensar em casinhos claro que é possível, a 95% da população não.



E as dificuldades em % em valores de ordenado.

"Ganha mais desconta mais, ganha menos desconta menos. É o problema da segurança social."


Talvez 34,75% é diferente na Alemanha e na Suíça. Já no Peru as percentagens dão valores mais baixos e 10% de 1% é mais baixo que que 0.1%. Não sei.
 
o maior sonho dele é reformar-se daquela repartição maldita aos 50 anos, com a reforma completa, paga pelos funcionários do privado.

mas enquanto o cacilheiro vai e vem, deixem-no sonhar que vive na alemanha, a trabalhar numa empresa privada, e a ganhar 10x mais que no tugão.
 
Este tópico está top !!
Só dá aldrabões e invejosos

Adorei esta tirada : "Se eu voltar a sair, devem precisar de pelo menos uns 6 ou 7 imigrantes para substituir os impostos que pago" [:)]

Qual é a admiração?

Os impostos são progressivos, por isso quem ganha um salario baixo nada ou pouco paga de IRS, por exemplo.

Um salario minimo paga 0.

Um salario de 1500 € paga à volta de 3500 € de IRS.

Um salario de 3000 € já são quase 11 000 €.

Um salario de 4500 € já são quase 20 000 €.


Para teres a mesma receita de IRS de alguém que ganha 4500 €, precisas de mais de 5 pessoas a ganhar 1500 €.


image.png
 
quantas pessoas (imigrantes ou não) com ordenado mínimo (ou descontos minimos) são precisas para que os seus descontos paguem 1 reforma de 10.000 de 1 juiz ?

A TSU são 34,75%, sendo que 11% saem do salario base, portanto, ignorando outras despesas da SS, é preciso um salario base de 10000/0.3475 = 28776,97 €

Ou seja, mais de 30 imigrantes a ganhar um salario minimo.

Tentar normalizar reformas antecipadas ou fire, por exemplo professor a começar a trabalhar aos 23 anos e reformar-se aos 44 anos. 21 de descontos e 37 de reforma.

E ter em conta que para isso não se pode olhar apenas aos anos de descontos.

Uma pessoa que se reforma 5 anos mais cedo não é só alguém que desconta menos 5 anos, é uma pessoa que vai receber reforma por mais 5 anos.
 
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Eu acho graça discutir temas complexos e receber respostas simplistas parece que voltei a dar aulas no ensino básico.

Já lá dizia o outro, "quando a única ferramenta que tens é um martelo, todos os problemas são pregos".

O problema desta pequenez no pensar é a realidade em que coloca o país.

Reparem, quando se compara a ss com esquemas de ponzi, não se revela apenas o desconhecimento, tenta-se induzir os outros à ignorância e desviar a atenção de um tema importante, a fuga aos impostos --> a transferência de riqueza para fora do país --> os salários baixos.

Quando se diz que os funcionários públicos foram beneficiados durante a crise internacional do subprime que também afetou Portugal e levou o primeiro-ministro a querer ir além da troika, está tentar direcionar a culpa para o grupo que mais prejudicado foi (carreiras congeladas durante mais de 10 anos, cortes nos suplementos, subsídios de férias e de natal retirados, redução brutal dos recursos humanos e consequentemente da capacidade de resposta do Estado aos problemas urgentes do país e todos se lembram da falta de pessoas no serviço nacional de saúde e limpeza pública, polícias e outros, durante a pandemia), com as políticas tacanhas que atrasaram o país em quase 20 anos, quando na realidade o caminho devia ter sido outro, à semelhança de diversos países europeus que também passaram pelo mesmo e saíram-se bastante melhor do que nós.

Podia continuar a dar aqui exemplos de como não se resolvem problemas complexos com frases feitas simplistas ou políticas infantis, mas acho que já perceberam.


Quanto a questão da idade de reforma, o meu ponto é, há países neste mundo (felizmente) onde certas profissões tem idades de reforma mais baixas, pela natureza das funções exercidas que, naturalmente provocam um maior desgaste físico e psicológico (em Portugal isso não acontece apenas e só, por puro sadismo).

No entanto, nos casos em que isso acontece, tal não significa que estas pessoas deixaram de trabalhar, significa apenas, que foram compensadas pelo maior esforço exigido a algumas profissões (dei alguns exemplos acima) durante um número razoável de anos, com uma "carta livre da prisão".

Também conforme escrevi acima, tenho diversos colegas que são reformados e decidiram procurar um novo percurso profissional e dedicar-se a outras áreas (onde até são melhor remunerados), deixando vagas abertas em diversas empresas ou sector público, para os mais novos com mais energia e conhecimentos mais atualizados.

E francamente, se alguém se reforma de uma função exigente aos 44 ou perto disso e decide vir da Escócia para conhecer Portugal ou vice-versa, que direito tenho eu ou qualquer pessoa, de colocar isso em causa ou de se preocupar com a vida dos outros.

Também devo dizer que achei graça às críticas ao tribunal constitucional, fala-se tanto da falta de literacia financeira do português, mas parece-me que falta acima de tudo, literacia em civismo, em liberdade e todos os outros conhecimentos essenciais para se viver numa sociedade.
 
Eu acho graça discutir temas complexos e receber respostas simplistas parece que voltei a dar aulas no ensino básico.

Já lá dizia o outro, "quando a única ferramenta que tens é um martelo, todos os problemas são pregos".

O problema desta pequenez no pensar é a realidade em que coloca o país.

Reparem, quando se compara a ss com esquemas de ponzi, não se revela apenas o desconhecimento, tenta-se induzir os outros à ignorância e desviar a atenção de um tema importante, a fuga aos impostos --> a transferência de riqueza para fora do país --> os salários baixos.

Quando se diz que os funcionários públicos foram beneficiados durante a crise internacional do subprime que também afetou Portugal e levou o primeiro-ministro a querer ir além da troika, está tentar direcionar a culpa para o grupo que mais prejudicado foi (carreiras congeladas durante mais de 10 anos, cortes nos suplementos, subsídios de férias e de natal retirados, redução brutal dos recursos humanos e consequentemente da capacidade de resposta do Estado aos problemas urgentes do país e todos se lembram da falta de pessoas no serviço nacional de saúde e limpeza pública, polícias e outros, durante a pandemia), com as políticas tacanhas que atrasaram o país em quase 20 anos, quando na realidade o caminho devia ter sido outro, à semelhança de diversos países europeus que também passaram pelo mesmo e saíram-se bastante melhor do que nós.

Podia continuar a dar aqui exemplos de como não se resolvem problemas complexos com frases feitas simplistas ou políticas infantis, mas acho que já perceberam.


Quanto a questão da idade de reforma, o meu ponto é, há países neste mundo (felizmente) onde certas profissões tem idades de reforma mais baixas, pela natureza das funções exercidas que, naturalmente provocam um maior desgaste físico e psicológico (em Portugal isso não acontece apenas e só, por puro sadismo).

No entanto, nos casos em que isso acontece, tal não significa que estas pessoas deixaram de trabalhar, significa apenas, que foram compensadas pelo maior esforço exigido a algumas profissões (dei alguns exemplos acima) durante um número razoável de anos, com uma "carta livre da prisão".

Também conforme escrevi acima, tenho diversos colegas que são reformados e decidiram procurar um novo percurso profissional e dedicar-se a outras áreas (onde até são melhor remunerados), deixando vagas abertas em diversas empresas ou sector público, para os mais novos com mais energia e conhecimentos mais atualizados.

E francamente, se alguém se reforma de uma função exigente aos 44 ou perto disso e decide vir da Escócia para conhecer Portugal ou vice-versa, que direito tenho eu ou qualquer pessoa, de colocar isso em causa ou de se preocupar com a vida dos outros.

Também devo dizer que achei graça às críticas ao tribunal constitucional, fala-se tanto da falta de literacia financeira do português, mas parece-me que falta acima de tudo, literacia em civismo, em liberdade e todos os outros conhecimentos essenciais para se viver numa sociedade.

Numeros, contas...
Ai é que está o busílis da questão.

Mais vale atirar mais uma pazada de retórica ideológica para disfarçar. [:D]
 
Retirado do Facebook:
Caros concidadãos. Meus amigos.
Daqui a poucas horas começa o vosso martírio. Nalguns casos, já começou.

A cirurgia cancelada. A audiência adiada. A escola fechada. O transporte suprimido. A repartição encerrada. A vida normal em suspenso, na véspera de um feriado e com uma ponte depois, numa daquelas coincidências que todos já conhecemos de outras datas.

Um conjunto de pessoas que todos pagamos, e que em média já beneficia de maiores salários, maior protecção e menos horas de trabalho do que a esmagadora maioria dos trabalhadores do privado, decidiu abusar de um direito que nasceu em condições verdadeiramente hediondas.

A greve nasceu num tempo em que o trabalhador era tratado como peça descartável. Em que homens, mulheres e crianças cumpriam jornadas brutais, sem protecção, sem segurança e sem descanso. Nasceu quando os mais fracos não tinham outra arma contra os mais fortes.

Hoje, em Portugal, a caricatura está completa.

Amanhã, os que vão parar não são os esmagados do sistema. São parte do sistema. São pagos pelo dinheiro dos contribuintes. Recebem ao fim do mês com o dinheiro de quem não pode faltar. De quem, se faltar, perde clientes. Perde encomendas. Perde negócio. Perde emprego. Em suma, perde a pouca estabilidade que tenta manter.

O trabalhador do privado vai trabalhar. O pequeno empresário vai abrir a porta. O trabalhador independente vai cumprir prazos. O recibo verde vai facturar se conseguir.

A vida real não faz greve, mas a função pública faz.

E faz em nome dos trabalhadores, como se o trabalhador do privado, mais frágil, mais pobre e mais substituível, não existisse. Como se fosse apenas um NIF destinado a alimentar um Estado cada vez maior, mais caro, mais pesado e menos capaz de devolver aquilo que exige.

Quando se perguntarem a quem interessa a situação actual do país, lembrem-se deste dia.

Quando se perguntarem a quem interessa que os vossos impostos sejam tão altos, lembrem-se deste dia.

Quando se perguntarem a quem interessa um Estado gigantesco, lento, caro, ineficiente e sempre faminto por mais dinheiro, lembrem-se deste dia.

Quando se perguntarem a quem interessa manter Portugal de fronteiras abertas ao terceiro mundo, sem controlo e sem respeito por quem cá trabalha e paga tudo, lembrem-se também deste dia.

Amanhã vão andar por aí. Uns poucos estarão numa rua, com cartazes, megafones e palavras de ordem sem significado.

A maioria estará nos shoppings, nas esplanadas ou nas praias, se o tempo ajudar, enquanto o país que dizem defender fica paralisado para quem precisa que ele ande.

Quando o Estado falir e chegar a hora de reformar este sistema imoral que vos explora, que vos taxa, que vos esmaga e que vos dá cada vez menos em troca, façam um favor a vocês próprios: prestem às queixas deles exactamente a mesma atenção que eles hoje prestam às vossas.

A greve continua a ser um direito. A falta de vergonha, infelizmente, também.

Transformar um direito histórico dos explorados numa arma dos protegidos contra os desprotegidos não é luta social. É descaramento.
 
Os sindicatos estão a ficar mais inteligentes. Em vez de marcarem a greve para a sexta logo a seguir ao feriado (como habitualmente fazem), marcaram para o dia antes do feriado. Assim o pessoal mete um dia de férias na sexta, e fica com 5 dias livres em vez de 4. [:D][:D]

Mas se pensassem melhor, deixavam para a próxima semana, e faziam 2 dias em vez de 1. (segunda e terça). Assim metiam um dia de férias ou faltavam na sexta, apanhavam o feriado de amanhã e o da próxima quarta, e tiravam uma semana inteira de férias com apenas 1 dia!

Acho que valia bastante a pena, afinal acho que todos sabemos qual é a maior preocupação de 90% das pessoas que fazem greve ...[:blush:]
 
Last edited:
Fazendo o contraditório:




- Os Funcionários Públicos também são trabalhadores por conta de outrem, são assalariados.




- Os Funcionários Públicos também são contribuintes, descontam sobre a totalidade dos rendimentos que auferem da sua entidade empregadora.




- Os Funcionários Públicos também são utentes dos serviços. Também não tem médico de família, vagas nas creches, sofrem com os atrasos da justiça.




- Os Funcionários Públicos também são prejudicados pelas greves.




- Os Funcionários Públicos também são vitimas de assédios vários internos e externos.







PS1: Não sou FP

PS2: Estou em Greve

PS3: Sou profissional liberal e liberal

PS4: Penso e ajo de acordo com os meus ideais e circunstâncias em cada momento.
 
toda a gente sabe que o único FP neste fórum é o Altar [:D]

todos os outros que por aqui defendem os FPs ad eternum são empresários, CEOs, profissionais liberais, trabalham no privado, trabalham na alemanha, etc. [:)]


é a improbabilidade estatística mais improvável de sempre.
 
Hoje fui ao hospital para fazer umas análises por causa de uma cirurgia e voltei pelo mesmo caminho.
Quanto ao resto caros amigos, nunca sairemos da cepa torta.
Gravem isto.
 
Eu acho graça discutir temas complexos e receber respostas simplistas parece que voltei a dar aulas no ensino básico.

Já lá dizia o outro, "quando a única ferramenta que tens é um martelo, todos os problemas são pregos".

O problema desta pequenez no pensar é a realidade em que coloca o país.

Reparem, quando se compara a ss com esquemas de ponzi, não se revela apenas o desconhecimento, tenta-se induzir os outros à ignorância e desviar a atenção de um tema importante, a fuga aos impostos --> a transferência de riqueza para fora do país --> os salários baixos.

Quando se diz que os funcionários públicos foram beneficiados durante a crise internacional do subprime que também afetou Portugal e levou o primeiro-ministro a querer ir além da troika, está tentar direcionar a culpa para o grupo que mais prejudicado foi (carreiras congeladas durante mais de 10 anos, cortes nos suplementos, subsídios de férias e de natal retirados, redução brutal dos recursos humanos e consequentemente da capacidade de resposta do Estado aos problemas urgentes do país e todos se lembram da falta de pessoas no serviço nacional de saúde e limpeza pública, polícias e outros, durante a pandemia), com as políticas tacanhas que atrasaram o país em quase 20 anos, quando na realidade o caminho devia ter sido outro, à semelhança de diversos países europeus que também passaram pelo mesmo e saíram-se bastante melhor do que nós.

Podia continuar a dar aqui exemplos de como não se resolvem problemas complexos com frases feitas simplistas ou políticas infantis, mas acho que já perceberam.


Quanto a questão da idade de reforma, o meu ponto é, há países neste mundo (felizmente) onde certas profissões tem idades de reforma mais baixas, pela natureza das funções exercidas que, naturalmente provocam um maior desgaste físico e psicológico (em Portugal isso não acontece apenas e só, por puro sadismo).

No entanto, nos casos em que isso acontece, tal não significa que estas pessoas deixaram de trabalhar, significa apenas, que foram compensadas pelo maior esforço exigido a algumas profissões (dei alguns exemplos acima) durante um número razoável de anos, com uma "carta livre da prisão".

Também conforme escrevi acima, tenho diversos colegas que são reformados e decidiram procurar um novo percurso profissional e dedicar-se a outras áreas (onde até são melhor remunerados), deixando vagas abertas em diversas empresas ou sector público, para os mais novos com mais energia e conhecimentos mais atualizados.

E francamente, se alguém se reforma de uma função exigente aos 44 ou perto disso e decide vir da Escócia para conhecer Portugal ou vice-versa, que direito tenho eu ou qualquer pessoa, de colocar isso em causa ou de se preocupar com a vida dos outros.

Também devo dizer que achei graça às críticas ao tribunal constitucional, fala-se tanto da falta de literacia financeira do português, mas parece-me que falta acima de tudo, literacia em civismo, em liberdade e todos os outros conhecimentos essenciais para se viver numa sociedade.

Parei de ler quando li "tentar direccionar para o grupo mais prejudicado."
"Formador", 😂😂😂😂😂
 
Acho que em vez de chamarmos a Troika que veio obrigar os nossos FP a fazer sacrificios...

Deveriamos ter deixado o país falir, e depois era fazer layoff de hordas de funcionarios publicos como muitas empresas privadas fizeram.


Coitadinhos dos FP que tiveram de fazer sacrificios para que continuasse a haver dinheiro para pagar os seus proprios salarios.
 
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