[Economia] Sistema SDR Garrafas e Latas de Bebida

Sistema SDR Garrafas e Latas de Bebida

  • Sim, coloco na máquina

    Votos: 18 69,2%
  • Não, deito fora

    Votos: 8 30,8%

  • Total de eleitores
    26
"Se Portugal já tinha uma rede nacional de ecopontos instalada, presente em praticamente todos os concelhos e paga pelos contribuintes ao longo de décadas, a pergunta impõe-se:
Porque não investir na melhoria desse sistema, em vez de criar um novo, muito mais complexo e dispendioso?
O sistema Volta exige milhares de máquinas eletrónicas, consumo permanente de energia, manutenção especializada, atualizações de software, transporte das embalagens para centros de contagem, armazenamento, mais logística e mais mão-de-obra.
Tudo isto tem um custo económico e também um custo ambiental.
Entretanto, os ecopontos já existem. Precisavam, sim, de mais investimento: mais recolhas para evitar contentores cheios, campanhas de sensibilização, fiscalização e modernização dos centros de triagem.
Em vez disso, o Governo optou por criar uma estrutura paralela que representa um investimento de centenas de milhões de euros.
E é aqui que começam as perguntas incómodas.
Quem ganha com este novo modelo? Quem forneceu as máquinas? Quem assegura a manutenção? Quem controla a logística? Quem recebe as comissões da operação? Porque foi escolhida esta solução e não o reforço da rede de ecopontos?
Os portugueses têm o direito de conhecer todos os custos, todos os contratos e todos os beneficiários deste sistema.
Porque quando existe uma solução já instalada e se decide substituí-la por outra muito mais cara e complexa, a transparência deixa de ser uma opção: passa a ser uma obrigação.
Proteger o ambiente nunca pode servir de pretexto para criar novos negócios à custa dos contribuintes.
A verdadeira sustentabilidade exige reciclagem, mas também exige transparência, boa gestão do dinheiro público e decisões que sirvam o interesse do país — e não interesses particulares.​"
Marcia Henriques
 
"Se Portugal já tinha uma rede nacional de ecopontos instalada, presente em praticamente todos os concelhos e paga pelos contribuintes ao longo de décadas, a pergunta impõe-se:
Porque não investir na melhoria desse sistema, em vez de criar um novo, muito mais complexo e dispendioso?
O sistema Volta exige milhares de máquinas eletrónicas, consumo permanente de energia, manutenção especializada, atualizações de software, transporte das embalagens para centros de contagem, armazenamento, mais logística e mais mão-de-obra.
Tudo isto tem um custo económico e também um custo ambiental.
Entretanto, os ecopontos já existem. Precisavam, sim, de mais investimento: mais recolhas para evitar contentores cheios, campanhas de sensibilização, fiscalização e modernização dos centros de triagem.
Em vez disso, o Governo optou por criar uma estrutura paralela que representa um investimento de centenas de milhões de euros.
E é aqui que começam as perguntas incómodas.
Quem ganha com este novo modelo? Quem forneceu as máquinas? Quem assegura a manutenção? Quem controla a logística? Quem recebe as comissões da operação? Porque foi escolhida esta solução e não o reforço da rede de ecopontos?
Os portugueses têm o direito de conhecer todos os custos, todos os contratos e todos os beneficiários deste sistema.
Porque quando existe uma solução já instalada e se decide substituí-la por outra muito mais cara e complexa, a transparência deixa de ser uma opção: passa a ser uma obrigação.
Proteger o ambiente nunca pode servir de pretexto para criar novos negócios à custa dos contribuintes.
A verdadeira sustentabilidade exige reciclagem, mas também exige transparência, boa gestão do dinheiro público e decisões que sirvam o interesse do país — e não interesses particulares.​"
Marcia Henriques

Já tinha apanhado isso algures (Facebook, penso).

E concordo, porque não apostar na continuação dos ecopontos? A resposta é fácil: porque em Portugal vivem muitas pessoas que se estão a cag*r para a separação do lixo, então a única forma é pagar para garantir que reciclas.
 
Infelizmente é isso. Há pessoas que podiam ter um Ecoponto no meio da sua sala de estar, que mesmo assim não reciclavam nem separavam o lixo. [8b][8b][8b]
 
petição

ATENÇÃO: Os "ecologistas da estrada" exigem aumento de 150%!
Sim, leram bem. Aquele senhor que anda de bicicleta com dois sacos a abarrotar de latas, aquela senhora que revira o caixote ou os caminhantes da "volta"... eles não querem só simpatia. Querem um AUMENTO SALARIAL.
Será que têm razão?
10 cêntimos por embalagem é uma miséria. Não paga o esforço, não paga o tempo, não paga sequer o desgaste dos sapatos de andar de máquina em máquina à procura de troco. Se queremos que valha mesmo a pena recolher, o valor tem de ser a sério.
1f4e2.png
Por isso há uma petição pública a pedir o reforço do sistema "Volta": subir o depósito de 10 para 25 cêntimos, a partir de janeiro de 2027.
Não é só pelos "ecologistas da estrada". É por todos nós:
2705.png
Mais incentivo real para reciclar
2705.png
Menos garrafas nas bermas e nas ribeiras
2705.png
Um sistema que finalmente compensa quem faz a diferença todos os dias
1f449.png
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT132036
Há quem queira acabar com o Volta...outros querem o aumento da taxa. E da próxima vez que virem alguém a recolher latas, pensem que 25cent será o valor justo?

​​
 
"Se Portugal já tinha uma rede nacional de ecopontos instalada, presente em praticamente todos os concelhos e paga pelos contribuintes ao longo de décadas, a pergunta impõe-se:
Porque não investir na melhoria desse sistema, em vez de criar um novo, muito mais complexo e dispendioso?
O sistema Volta exige milhares de máquinas eletrónicas, consumo permanente de energia, manutenção especializada, atualizações de software, transporte das embalagens para centros de contagem, armazenamento, mais logística e mais mão-de-obra.
Tudo isto tem um custo económico e também um custo ambiental.
Entretanto, os ecopontos já existem. Precisavam, sim, de mais investimento: mais recolhas para evitar contentores cheios, campanhas de sensibilização, fiscalização e modernização dos centros de triagem.
Em vez disso, o Governo optou por criar uma estrutura paralela que representa um investimento de centenas de milhões de euros.
E é aqui que começam as perguntas incómodas.
Quem ganha com este novo modelo? Quem forneceu as máquinas? Quem assegura a manutenção? Quem controla a logística? Quem recebe as comissões da operação? Porque foi escolhida esta solução e não o reforço da rede de ecopontos?
Os portugueses têm o direito de conhecer todos os custos, todos os contratos e todos os beneficiários deste sistema.
Porque quando existe uma solução já instalada e se decide substituí-la por outra muito mais cara e complexa, a transparência deixa de ser uma opção: passa a ser uma obrigação.
Proteger o ambiente nunca pode servir de pretexto para criar novos negócios à custa dos contribuintes.
A verdadeira sustentabilidade exige reciclagem, mas também exige transparência, boa gestão do dinheiro público e decisões que sirvam o interesse do país — e não interesses particulares.​"
Marcia Henriques

A questão é simples.

Com este sistema consegues ter reciclagem premium e limpa.
Porque é que achas que as garrafas de óleo não estão incluídas? Ou garrafas de iogurte?
Só querem alumínio de lata e garrafas PET limpas. Que fica tudo separadinho e pronto a usar de novo.
 
Infelizmente é isso. Há pessoas que podiam ter um Ecoponto no meio da sua sala de estar, que mesmo assim não reciclavam nem separavam o lixo. [8b][8b][8b]

O moralismo ecológico fica muito bem na internet.

Só faltava os ecopontos de algumas zonas serem recolhidos com frequencia em vez de ficarem semanas entupidos é que assim quem é que fica com vontade de reciclar? ou guardas em casa ( como eu ) ou botas no lixo comum.

Como todos temos telhados de vidro na ecologia, eu prefiro nunca apontar o dedo a quem não recicla, não vá alguém apontar-me o dedo quando faço viagens de 10KM de carro quando EU as podia fazer belamente de bicicleta.
 
Bullshit. A verdade é que a maioria do povo é preguiçoso e desleixado e em muitos casos porco, a verdade nua e crua é essa.

Nos países nórdicos não vês nada desta palhaçada a acontecer, por isso é que eles estão no topo e nós nunca sairemos da cepa torta.
 
A questão é simples.

Com este sistema consegues ter reciclagem premium e limpa.
Porque é que achas que as garrafas de óleo não estão incluídas? Ou garrafas de iogurte?
Só querem alumínio de lata e garrafas PET limpas. Que fica tudo separadinho e pronto a usar de novo.

É comprar em vidro, se é para ser premium e não pindérico [:p], repara no preço de um boião de iogurte em vidro, como era padrão nos anos 80 para os lacticínios frescos.

Os microplásticos modernaços estão ai.
 
Bullshit. A verdade é que a maioria do povo é preguiçoso e desleixado e em muitos casos porco, a verdade nua e crua é essa.

Nos países nórdicos não vês nada desta palhaçada a acontecer, por isso é que eles estão no topo e nós nunca sairemos da cepa torta.

ser porco é outro assunto.
Deitar lixo po chão já é outro " nível " e de resto até proibido, note-se.

Agora quanto às ecologias gostas que te apontem o dedo? Ou és perfeito do ponto de vista ecológico?
Portanto não não é bullshit.
 
A questão é simples.

Com este sistema consegues ter reciclagem premium e limpa.
Porque é que achas que as garrafas de óleo não estão incluídas? Ou garrafas de iogurte?
Só querem alumínio de lata e garrafas PET limpas. Que fica tudo separadinho e pronto a usar de novo.

alguns tugas começam logo a pensar.. .ai é? (xulos)
ntão vão mamar com umas garrafas de coca cola cheias com o óleo velho do motor ....
:sh)
 
ser porco é outro assunto.
Deitar lixo po chão já é outro " nível " e de resto até proibido, note-se.

Agora quanto às ecologias gostas que te apontem o dedo? Ou és perfeito do ponto de vista ecológico?
Portanto não não é bullshit.


​Claro que não sou, nem eu nem ninguém. Mas é como na vida em geral: não se é perfeito mas tenta-se ser o melhor possível. E nesse aspecto estou à vontade porque há anos (desde sempre, aliás) que na minha casa se separa papel/cartão, metal/plástico e vidro, além das pilhas e dos monos eléctricos.
 
​Claro que não sou, nem eu nem ninguém. Mas é como na vida em geral: não se é perfeito mas tenta-se ser o melhor possível. E nesse aspecto estou à vontade porque há anos (desde sempre, aliás) que na minha casa se separa papel/cartão, metal/plástico e vidro, além das pilhas e dos monos eléctricos.

Exacto. De acordo.

Mas no entanto eu prefiro continuar a separar mas sem dizer nada sobre quem não o faz.

Por muito que eu não concorde.

Já ouvi malta que gosta de tomar banho durante 40 min no inverno, só em luz/gás e água nossa senhora.
Ou até quem anda a 140 quando podia ir a 100 e nalguns carros é uma diferença de CO2 brutal ao fim de umas centenas de KM.

Claro que podes sempre dizer "mas há coisas que nao custam nada " sim é certo, mas é o que é.

Mas focando novamente nas SDR acho que nao devia existir a taxa dos 10 cent.....para nao prejudicar quem por alguma razao nao quer ou nao pode ir à maquineta mas faz a sua reciclagem na mesma.
 
Em mafra foram instalados no ano passado uns ecopontos digitais nas ruas. Instalavas uma app, e quando fosses aos ecopontos colocar vidro, papel e plasticos, por cada artigo aquilo dava-te um valor ( nao sei precisar qual) que depois podias usar em descontos nas lojas aderentes do concelho de mafra.

raramente vi alguem usar isto...

https://www.youtube.com/watch?v=zOmSBt_HkvE

Mais honesto que o SDR diria eu, não afecta ng embora limite isso a quem tem smartphones mas isso já é outra questão, e velha.
 
Hoje tive uma garrafa que não leu por nada na máquina...
Acho que é por ter o texto e o Código de Barras num azul muito claro que faz pouco contraste com o fundo... :sh)
 
As garrafas vão começar a trazer marcadores acoplados para as pessoas remarcarem o texto/código de barras
mas depois têm de devolver os marcadores numa outra máquina
 
Voltar
Superior