Desculpem o offtopic, mas..
nós temos mesmo muita certeza que o problema é a velocidade. Ninguém no mundo tem tantas certezas, mas nós temos, mas falta-nos meios para combater esse flagelo.
Só assim se explica a leviandade com que se fazem obras nas nossas estradas. Depois dos inumeros crimes durante a renovação de parte do IC1 (obras sinalizadas de forma a causar embates frente a frente; semaforos no meio do nada sem uma unica indicação sequer de inicio de obras; MESES entre alcatroar e pintar a estrada, limites de velocidade absurdos; maquinas a trabalhar na via aberta, etc etc), devem ter contratado a mesma equipa para renovar o troço da N2 entre Estoi e Chelote
Alcatroaram sem colocar sinalização (sim, puseram 2 sinais que estiveram o tempo todo no chão), e agora simplesmente abandonaram a obra.
Não há sinal de inicio de obra, nem de fim, nem limites temporários, simplesmente temos um alcatrão novo sem qualquer indicio de sinalização horizontal.
Isto só pode acontecer num país onde os traços no chão não são necessários.
Não é perigoso não haver traços, o importante é andar devagar. está provado que 2 carros a 50km/h não batem um no outro mesmo que apontem as miras um ao outro, é tecnicamente impossível, mas só em Portugal.
é verdade que os nossos excelentes condutores não ligam a traços contínuos ou descontínuos, e isso de virem carros de frente nunca meteu medo a ninguém, portanto até percebo, para quê gastar dinheiro?!