O que é uma boa poupança?

Contas remuneradas​


Continuando a divulgar produtos que não compensam a inflação ;)

Produtos mais rentáveis com capital garantido, que permitem reforços e levantamentos sem penalização. Juros contabilizados diariamente, mesmo quando creditados apenas semanal ou mensalmente.

Inclusão dos Certificados de Aforro série F, com a TANB do primeiro trimestre, para comparação. Atenção que este produto
  • não permite levantar durante o primeiro trimestre
  • ao se levantar, penaliza nos juros do trimestre em curso
As TANB sem prazo podem sempre ser ajustadas.

Tipo de cada produto
  • Ordem: Conta bancária principal, de onde são feitos pagamentos e transferências
  • Poupança com IBAN: Conta bancária adicional, com reforços/levantamentos diretos
  • Poupança sem IBAN: Conta bancária adicional, com reforços/levantamentos via uma conta principal
  • Dívida pública: Títulos de dívida pública emitidos para particulares
  • Seguro: Seguro financeiro
A coluna IRS assinala os estrangeiros, que requerem declaração da conta e juros recebidos.

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* bunq oferece 50€ na adesão por convite (requer fornecer número móvel) e depósito de 1000€ por um ano

** Fidelidade oferece 25€ na adesão com código promocional e depósito de 25€ por um mês [Regulamento]

Links para detalhes
 

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Continuando a divulgar produtos que não compensam a inflação ;)

Produtos mais rentáveis com capital garantido, que permitem reforços e levantamentos sem penalização. Juros contabilizados diariamente, mesmo quando creditados apenas semanal ou mensalmente.

Inclusão dos Certificados de Aforro série F, com a TANB do primeiro trimestre, para comparação. Atenção que este produto
  • não permite levantar durante o primeiro trimestre
  • ao se levantar, penaliza nos juros do trimestre em curso
As TANB sem prazo podem sempre ser ajustadas.

Tipo de cada produto
  • Ordem: Conta bancária principal, de onde são feitos pagamentos e transferências
  • Poupança com IBAN: Conta bancária adicional, com reforços/levantamentos diretos
  • Poupança sem IBAN: Conta bancária adicional, com reforços/levantamentos via uma conta principal
  • Dívida pública: Títulos de dívida pública emitidos para particulares
  • Seguro: Seguro financeiro
A coluna IRS assinala os estrangeiros, que requerem declaração da conta e juros recebidos.

Ver anexo 14729084
* bunq oferece 50€ na adesão por convite (requer fornecer número móvel) e depósito de 1000€ por um ano

** Fidelidade oferece 25€ na adesão com código promocional e depósito de 25€ por um mês [Regulamento]

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Não sei se a parte inicial do teu post foi algum tipo de ironia face aos dois posts anteriores, mas, sendo o caso, mesmo da tua lista, apenas as duas primeiras linhas compensam a inflação.

E não são Depósitos a prazo ou produto análogo, conforme se estava a falar.

Além das óbvias limitações em termos de capital máximo.
 
Não sei se a parte inicial do teu post foi algum tipo de ironia face aos dois posts anteriores, mas, sendo o caso, mesmo da tua lista, apenas as duas primeiras linhas compensam a inflação.

E não são Depósitos a prazo ou produto análogo, conforme se estava a falar.

Além das óbvias limitações em termos de capital máximo.

Como outro colega respondeu às considerações inflacionistas, "Certo. Novidades?"

Está na moda assumir que quem considera produtos que rendem abaixo da inflação, não sabe dessa relação.

Estes produtos, como os restantes, têm os seus casos de uso. Depende do perfil, do prazo de aplicação, da disponibilidade do capital pretendida.

São produtos análogos aos depósitos a prazo, no aspeto do risco, mas permitem reforços e levantamentos não penalizados. Todos exceto os certificados de aforro e o Fidelidade Savings são contas bancárias, ao abrigo de um FGD europeu (até 100.000€).

Quanto aos limites, continua a haver espaço de manobra. Eu para capital disponível estou a utilizar o Advanzia, a que aderi no fim de junho quando ofereciam 3,90% TANB. Apesar da taxa inicial só ser garantida por 3 meses, ao terminar o segundo mês prolongaram-ma por 2 meses adicionais. No final de outubro logo vejo se se repetirá. Se quisesse, podia ter lá os 100.000€ máximo abrangidos por FGD a serem remunerados.
 
O problema não é a liquidez nem a garantia do capital. É a rentabilidade.

Este tipo de discurso é que cria um falso dilema, ou se aceita produtos que rendem abaixo da inflação porque se valoriza a liquidez, ou então, quem os critica não compreende o seu propósito.
Na realidade, a maior parte das pessoas percebe perfeitamente a utilidade destes produtos. O que se questiona é a frequência com que são promovidos como soluções atrativas quando, em termos reais, representam uma perda de poder de compra.

Dizer que um produto "tem casos de uso" não o torna uma boa opção financeira. Também o dinheiro parado à ordem tem casos de uso. A questão relevante é saber se a remuneração oferecida compensa a perda face à inflação e as alternativas disponíveis. Muitas vezes, a resposta é negativa.

O FGD protege contra a falência do banco, não contra a inflação. A inflação corrói o capital real.
Confundir uma coisa com a outra é um erro comum. Ter os 100.000€ intactos daqui a dez anos pode soar reconfortante, até se perceber que esses mesmos 100.000€ compram substancialmente menos do que compram hoje.
Esta é a parte da conversa que os defensores destes produtos convenientemente tendem a ignorar.

Já as taxas promocionais, são precisamente isso: promoções. Não provam a qualidade do produto, apenas que foi necessário um incentivo temporário para o tornar atrativo.

No fim, o critério é simples. Se a remuneração fica sistematicamente abaixo da inflação, o património perde valor real.
 
É perguntares ao JRJordão porque não fala mais dos seus investimentos em ETF ou fundos.

Se ele não quiser eu tento desenvolver daqui a 1 ou dois dias.
 
O problema não é a liquidez nem a garantia do capital. É a rentabilidade.

Este tipo de discurso é que cria um falso dilema, ou se aceita produtos que rendem abaixo da inflação porque se valoriza a liquidez, ou então, quem os critica não compreende o seu propósito.
Na realidade, a maior parte das pessoas percebe perfeitamente a utilidade destes produtos. O que se questiona é a frequência com que são promovidos como soluções atrativas quando, em termos reais, representam uma perda de poder de compra.

Dizer que um produto "tem casos de uso" não o torna uma boa opção financeira. Também o dinheiro parado à ordem tem casos de uso. A questão relevante é saber se a remuneração oferecida compensa a perda face à inflação e as alternativas disponíveis. Muitas vezes, a resposta é negativa.

O FGD protege contra a falência do banco, não contra a inflação. A inflação corrói o capital real.
Confundir uma coisa com a outra é um erro comum. Ter os 100.000€ intactos daqui a dez anos pode soar reconfortante, até se perceber que esses mesmos 100.000€ compram substancialmente menos do que compram hoje.
Esta é a parte da conversa que os defensores destes produtos convenientemente tendem a ignorar.

Já as taxas promocionais, são precisamente isso: promoções. Não provam a qualidade do produto, apenas que foi necessário um incentivo temporário para o tornar atrativo.

No fim, o critério é simples. Se a remuneração fica sistematicamente abaixo da inflação, o património perde valor real.
O que piorou e afetou muito também o retorno liquido das aplicações foi a subida da taxa liberatória de 2010 para cá.
Os anos de 2011 a 2013 foi o saque e depois assim ficou.
Passamos de 20%, para 21,5%, 25%, 26,5% para terminar nos 28% e assim ficou e lá vão 10 anos.
Pois.
 
O problema não é a liquidez nem a garantia do capital. É a rentabilidade.

Este tipo de discurso é que cria um falso dilema, ou se aceita produtos que rendem abaixo da inflação porque se valoriza a liquidez, ou então, quem os critica não compreende o seu propósito.
Na realidade, a maior parte das pessoas percebe perfeitamente a utilidade destes produtos. O que se questiona é a frequência com que são promovidos como soluções atrativas quando, em termos reais, representam uma perda de poder de compra.

Dizer que um produto "tem casos de uso" não o torna uma boa opção financeira. Também o dinheiro parado à ordem tem casos de uso. A questão relevante é saber se a remuneração oferecida compensa a perda face à inflação e as alternativas disponíveis. Muitas vezes, a resposta é negativa.

O FGD protege contra a falência do banco, não contra a inflação. A inflação corrói o capital real.
Confundir uma coisa com a outra é um erro comum. Ter os 100.000€ intactos daqui a dez anos pode soar reconfortante, até se perceber que esses mesmos 100.000€ compram substancialmente menos do que compram hoje.
Esta é a parte da conversa que os defensores destes produtos convenientemente tendem a ignorar.

Já as taxas promocionais, são precisamente isso: promoções. Não provam a qualidade do produto, apenas que foi necessário um incentivo temporário para o tornar atrativo.

No fim, o critério é simples. Se a remuneração fica sistematicamente abaixo da inflação, o património perde valor real.

Estamos num espaço de partilha de soluções de poupança.

Se em vez do habitual longo discurso a criticar, apresentasses essas melhores alternativas, era mais útil.
 
O problema não é a liquidez nem a garantia do capital. É a rentabilidade.

Este tipo de discurso é que cria um falso dilema, ou se aceita produtos que rendem abaixo da inflação porque se valoriza a liquidez, ou então, quem os critica não compreende o seu propósito.
Na realidade, a maior parte das pessoas percebe perfeitamente a utilidade destes produtos. O que se questiona é a frequência com que são promovidos como soluções atrativas quando, em termos reais, representam uma perda de poder de compra.

Dizer que um produto "tem casos de uso" não o torna uma boa opção financeira. Também o dinheiro parado à ordem tem casos de uso. A questão relevante é saber se a remuneração oferecida compensa a perda face à inflação e as alternativas disponíveis. Muitas vezes, a resposta é negativa.

O FGD protege contra a falência do banco, não contra a inflação. A inflação corrói o capital real.
Confundir uma coisa com a outra é um erro comum. Ter os 100.000€ intactos daqui a dez anos pode soar reconfortante, até se perceber que esses mesmos 100.000€ compram substancialmente menos do que compram hoje.
Esta é a parte da conversa que os defensores destes produtos convenientemente tendem a ignorar.

Já as taxas promocionais, são precisamente isso: promoções. Não provam a qualidade do produto, apenas que foi necessário um incentivo temporário para o tornar atrativo.

No fim, o critério é simples. Se a remuneração fica sistematicamente abaixo da inflação, o património perde valor real.
Tens tudo em REIT's?
 
É difícil não levar a peito, porque dá trabalho e ainda por cima é bastante meritório e a favor da comunidade no geral, mas não creio que tenha sido o objectivo dele.



Mas como não quiseste dizer as razões, eu posso tentar achar o porquê.


Uma grande parte da população não tem a vontade para investir em alternativas de bastante risco.

Quer seja pela falta de poder ter mais que o fundo de emergência, poder ter 5 anos sem poder mexer nos investimentos, quer seja pela falta de capacidade de aceitar perdas, não conseguir aguentar a volatilidade, ter sequer tempo ou vontade para se informar.


E para quem tem o trabalho de fazer o que Jordão faz de ajudar a comunidade, quer atingir o maior número de pessoas a quem consegue chegar e ajudar.

E como tem já algum alcance, eu faria o mesmo, porque com activos com mais risco já existe a possibilidade de desajudar.

Mas posso estar completamente errado.
 
E para quem tem o trabalho de fazer o que Jordão faz de ajudar a comunidade, quer atingir o maior número de pessoas a quem consegue chegar e ajudar.

E como tem já algum alcance, eu faria o mesmo, porque com activos com mais risco já existe a possibilidade de desajudar.

Mas posso estar completamente errado.

Não estás.

Não utilizo só o que divulgo, nem divulgo só o que utilizo. São esferas distintas, embora relacionadas.

Mas foram estes tipos de produtos que me senti habilitado a acompanhar e divulgar. Sem com isso indicar que são apropriados para todos ou todo o seu capital.

Estou sempre interessado em conhecer alternativas. Conheço vagamente algumas. Mas o tempo disponível é limitado, e não divulgo o que não conheço bastante bem. Por isso, se alguém que utiliza disponibilizar uma lista, era um bom serviço para a comunidade.
 
Última edição:
Tenho umas ações do BES e do BANIF. Alguém mas quer comprar? Vendo tudo por 1 cêntimo! E pago os portes de envio. Alta rentabilidade garantida!

Alguém quer?
 
Estamos num espaço de partilha de soluções de poupança.

Se em vez do habitual longo discurso a criticar, apresentasses essas melhores alternativas, era mais útil.

Compreendo que possas ter uma sensibilidade diferente relativamente às minhas intervenções, mas, sinceramente, só tu pareces ter interpretado o que escrevi como uma crítica.

Acreditei que poderia voltar a valer a pena dedicar algum tempo a debater ideias contigo, mas parece-me evidente que o tempo não trouxe a evolução que esperava encontrar nesse diálogo.

Sem colocar em causa o trabalho que realizas ao produzir este tipo de publicações, neste espaço e noutros semelhantes, limitei-me a constatar que as alternativas que apresentas nos quadros que partilhas serão sempre, e apenas, mecanismos de poupança.

Quando alguém surge no fórum a dizer que acumulou 10.000 € e pede sugestões sobre onde os aplicar, as respostas acabam invariavelmente por recair em CA ou DP. No entanto, como demonstrado, este tipo de instrumento tende a destruir valor real ao longo do tempo.

Qualquer processo de acumulação de riqueza assenta em duas fases distintas: poupança e investimento. Quando essa distinção não é feita, corre-se o risco de assumir que a simples acumulação de poupanças é suficiente para gerar riqueza. Na prática, sem recorrer a instrumentos capazes de compensar a inflação, a fiscalidade e os restantes custos associados, torna-se muito difícil extrair uma rentabilidade real das poupanças acumuladas.

Foi apenas essa diferença que procurei salientar, por considerar que pode ser relevante para quem pretende não só conservar o seu património, mas também fazê-lo crescer de forma sustentável.
 
No fim, o critério é simples. Se a remuneração fica sistematicamente abaixo da inflação, o património perde valor real.

Deduzo que exerças o direito de voto, assim leste a proposta fiscal do teu partido de eleição para reduzir o valor de incidência fiscal na figura de taxa liberatória, como queres aumentar a rentabilidade do investimento perante a inflacção real...

Comecemos por aí...
 
Tens tudo em REIT's?
Nem pouco mais ou menos.

O maior "fatia" está investida em imobiliário físico. A sua rentabilidade gera recursos para serem aplicados em ações e mREIT´s.

Encaro os mREIT´s como um "jogo", sabendo que cada set de ações adquiridas se vai traduzir, mensalmente, num incremento de liquidez, por via do dividendo recebido.
 
Deduzo que exerças o direito de voto, assim leste a proposta fiscal do teu partido de eleição para reduzir o valor de incidência fiscal na figura de taxa liberatória, como queres aumentar a rentabilidade do investimento perante a inflacção real...

Comecemos por aí...
Estás totalmente errado.

Sou apartidário. Há mais de 20 anos que não me desloco às urnas para meter cruzes. Isso seria dar importância a uma classe que não lhes reconheço qualquer competência.

Tenho o meu plano de investimentos, sei o que quero e o que não quero, e procuro segui-lo consistentemente.

Neste momento usufruo de rendimento passivo que me permitiria viver só disso.
 
Nem pouco mais ou menos.

O maior "fatia" está investida em imobiliário físico. A sua rentabilidade gera recursos para serem aplicados em ações e mREIT´s.

Encaro os mREIT´s como um "jogo", sabendo que cada set de ações adquiridas se vai traduzir, mensalmente, num incremento de liquidez, por via do dividendo recebido.
Parece estar quase tudo num sector o do imobiliário! Que tem sido um belo sector nos últimos anos.
 
Sem colocar em causa o trabalho que realizas ao produzir este tipo de publicações, neste espaço e noutros semelhantes, limitei-me a constatar que as alternativas que apresentas nos quadros que partilhas serão sempre, e apenas, mecanismos de poupança.
Título deste tópico: "O que é uma boa poupança"

Quando alguém surge no fórum a dizer que acumulou 10.000 € e pede sugestões sobre onde os aplicar, as respostas acabam invariavelmente por recair em CA ou DP.
Título deste tópico: "O que é uma boa poupança"

Dialoga com quem ainda tiver paciência. I'm out.
 
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