1,5% de aumento para a FP...

citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por pcnunes7

citação:Originalmente colocada por testenick

citação:Originalmente colocada por J.R.


Nem me vês a criticar o trabalho do anterior Governo Durão com a nomeação do Director Paulo Macedo e seu ordenado chorudo.

não criarmos CONDIÇÕES para investirem cá..... nada feito.

Um ordenado chorudo que até tem trazido dividendos, e em pouco tempo... mts dos processos fiscais estavam metidos na gaveta, e o homem tem feito trinta por uma linha para os meter cá fora, agora até o simples aviso da falta de pagamento de um imposto é mt rapido ao que era anteriormente...

PS: Até no melhor pano cai a nódoa... http://dn.sapo.pt/2005/04/14/negocios/paulo_macedo_alvo_execucao_fiscal_di.html
Vitima do seu próprio trabalho! ;)
só mostra honestidade na função:D
Não só devido ao trabalho dele mas graças a algumas medidas da Manuela. Mas se tivesse lá outro o mais certo era nada funçominar como é costume;).

Qt ao apanhado... eu tb sou um tipo cumpridor e já tive um azarito desses, por culpa minha (ignorância) e da repartição de finanças(incompetência) na prestação dos esclarecimentos.
Mas o que é certo é que incumpri:).
E depois... paguei:D.
vá lá, que até agora ninguém o veio criticar:D
 
é melhor assim,


Contribuições sobem 4,6% graças a combate à fraude
Segurança social Este ano, as medidas tomadas para reduzir a fraude e a evasão permitiram encaixar 220,7 milhões Para 2006, Governo promete um saldo positivo

Alexandra Figueira

Os primeiros resultados das medidas de combate à fraude e à evasão na Segurança Social (SS) adoptadas pelo Governo estão à vista este ano, só por via dos pagamentos voluntários pelos devedores após serem notificados, ou depois de execução, a SS encaixou 220,732 milhões de euros. A somar às contribuições correntes, as receitas decorrentes dos pagamentos de trabalhadores e empresas deverão atingir, este ano, 10,9 mil milhões de euros.

É um aumento de 4,6% face ao ano anterior, que se compara com os 2,9% obtidos em 2004 face a 2003, se se retirar da conta o encaixe obtido com a operação de titularização de dívidas feita por Manuela Ferreira Leite.

Os dados finais das contas da SS, aos quais o JN teve acesso, indicam que o clima de estagnação económica e o aumento do desemprego (e por isso a redução do número de trabalhadores que descontam para o sistema e aumento dos beneficiários de subsídio) não impediram o aumento das contribuições.

A justificação, adiantou o Secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, é em boa medida o resultado do combate à fraude, cujo plano foi anunciado em Abril, mas que começou a produzir efeitos com maior notoriedade depois do Verão.

Milhares de notificados

Exemplo disso é o facto de, só em Dezembro, os valores que deram entrada até ao dia habitual (o dia 15) serem 6% superiores aos que tinham sido arrecadados no mesmo mês do ano passado - 923,4 milhões de euros. "A cada mês que passa, conseguimos resultados cada vez melhores face ao ano anterior e é isso que leva ao aumento de 4,6% nas contribuições", afirmou.

Já os contribuintes que decidiram pagar dívidas após terem sido fiscalizados ou notificados - trabalhadores independentes foram 281 mil e empresas perto de 150 mil - permitiram engordar os cofres do Estado em 107,8 milhões de euros, até Novembro. "Para os trabalhadores independentes, por exemplo, nunca tinha havido qualquer espécie de notificação, desta natureza ou doutra", revelou.

A estes pagamentos, acresce a estimativa de final de ano de quase 113 milhões, decorrentes de dívidas recuperadas em fase de execução, que passa pela penhora ou hipoteca de bens, para posterior venda - mais 72% que o obtido por execuções no ano anterior.

Despesas sobem 7,7%

Os 220 milhões assim arrecadados elevam para 10,9 mil milhões as contribuições correntes e, a este valor, soma-se o dinheiro resultante do aumento da taxa máxima do IVA de 19% para 21% - um ponto percentual para a SS e outro para a Caixa Geral de Aposentações - e as transferências do Orçamento de Estado.

É assim que, apesar da subida em 7,7% das despesas correntes, o sistema terminará o ano com as contas equilibradas.
 

Desemprego de volta aos "verdes vales"
crise Mais de 50 mil pessoas estão no desemprego, no distrito de Braga Impacto social fica a dever-se ao facto de a maioria ter mais de 50 anos




Falências, milhares de de-sempregados e perspectivas de futuro pouco animadoras marcaram o ano que agora termina, nos vales do Ave e do Cávado. O sector têxtil, ainda o aglutinador de grande parte da mão-de-obra, definha, deixando um rasto de pessoas sem trabalho. No Centro de Emprego de Guimarães (que abrange, também, o concelho de Vizela), no final de Outubro, estavam inscritos 14 600 desempregados (40% com mais de 50 anos), ou seja, 15% da população activa. Um cenário semelhante nos concelhos de Vizela (em Novembro, a Facril atirou 81 pessoas para o desemprego), Barcelos, Famalicão e Braga. E estes não são os únicos dados preocupantes. Atente-se no perfil dos inscritos e temos motivos para franzir o sobrolho a maioria tem idades acima dos 50 anos, está desempregada há mais de um ano e tem fraca formação escolar. ."O calcanhar de Aquiles", chamou-lhe o presidente da Câmara, António Magalhães. A tal ponto que, em Outubro, o governador civil de Braga, Fernando Moniz, defendeu a criação, em Guimarães, de um Centro de Formação Profissional. Beltex, Facril, Fábrica de Curtumes da Ramada, Cuca, António Vaz da Costa, Gotz, Corais e Aguiar são nomes convocados para a selecção das falências e do desemprego nesta região. Mesmo assim, números residuais quando comparados com a norte-americana fábrica de componentes de automóveis Lear, que, em Junho, anunciou o "encerramento irreversível" da sua unidade da Póvoa de Lanhoso e o desemprego de cerca de 800 trabalhadores dos concelhos vizinhos. As perspectivas, no que toca ao têxtil, não são animadoras. No caso de Guimarães, prevê-se que, nos próximos cinco anos, perca cerca de 30 mil postos de trabalho, na sequência da "penetração" da China, no cálculo da Associação das Colectividades Têxteis da Europa.



Joaquim Forte
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

17 de Outubro 2005</u>

http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1236017&idCanal=1522


[:0]:(






e então??


Um cenário macroeconómico "prudente"
Por Pedro Ribeiro
terça-feira, 18 de Outubro de 2005
Os objectivos orçamentais são calculados em função do Produto Interno Bruto (PIB). O Governo tem por isso de adoptar no Orçamento uma previsão sobre a evolução da conjuntura económica - a evolução do PIB e de uma série de outros factores macroeconómicos relevantes, como a procura externa, a inflação ou o preço do petróleo.

O cenário macroeconómico usado no OE2006, garante o ministro das Finanças, é "um cenário realista". Mais, disse ontem Teixeira dos Santos, é um cenário "prudente".

Para o comprovar, o OE2006 inclui um quadro onde se comparam as projecções de crescimento da economia portuguesa feitas pela Comissão Europeia, pela OCDE, pelo Banco de Portugal, pelo FMI e pelo Governo. As previsões do Governo são as mais pessimistas de todas - com taxas iguais ou inferiores às das outras instituições.

O Produto Interno Bruto de Portugal vai crescer 0,5 por cento este ano, e 1,1 por cento em 2006, no cenário do Governo. Estas são previsões inferiores às contidas no PEC que o próprio Governo havia elaborado em Junho. "Tendo em conta [a deterioração da] conjuntura internacional, nomeadamente europeia, tivemos de ajustar o cenário macroeconómico para 2006", disse ontem o ministro.

O Governo espera que os preços do petróleo Brent se situem nos 65,6 dólares por barril; esta é uma previsão particularmente "prudente". O barril de Brent cotava-se ontem nos mercados internacionais a 57,9 dólares.

"Considerámos os preços indicados nos mercados de futuros", disse Teixeira dos Santos, ou seja, este preço significa que o Governo quer precaver-se contra a possibilidade de a escalada do crude continuar em 2006.

Talvez menos prudentes sejam as projecções para a inflação. O Governo antecipa uma taxa de inflação de 1,7 por cento para a zona euro em 2006, e 2,3 por cento em Portugal. Ora, o Banco Central Europeu (BCE) já admite que os preços aumentem mais de 2 por cento na zona euro no próximo ano.

Teixeira dos Santos explicou esperar uma estabilização da inflação devido a uma "moderação salarial", isto é, o ministro espera que os salários subam pouco em Portugal. Mas Otmar Issing, economista-chefe do BCE, disse na semana passada que a sua expectativa para os salários europeus era exactamente o contrário.

Isso põe também em risco a expectativa do Governo para a evolução das taxas de juro; o OE2006 prevê que a taxa Euribor a três meses (a usada no cálculo dos empréstimos à habitação) se cifre nos 2,4 por cento, uma leve subida. Mas, se a inflação aumentar, o BCE pode ser obrigado a uma subida mais pronunciada do preço do dinheiro.

O Governo também conta com uma subida importante da procura externa relevante para Portugal, para fomentar uma subida das exportações; isso depende contudo da retoma económica dos principais parceiros comerciais portugueses na zona euro.

Um corolário da "manutenção do baixo desempenho da economia" é a continuação de um desemprego elevado, diz o ministro. A taxa de desemprego portuguesa deverá subir para os 7,7 por cento, segundo o OE2006.
 
O Governo prevê receitas de 1563 milhões de euros em 2006 resultantes da privatização de uma nova parcela do capital da Galp Energia e da Rede Eléctrica Nacional (REN), valor que deverá equivaler a 1,1 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) apontado para o próximo ano, indica o Orçamento de Estado para 2006 divulgado hoje em conferência de imprensa pelo ministro das Finanças.


O governante sublinhou que as privatizações programadas para 2006 serão feitas principalmente no sector energético, escusando-se a avançar as percentagens de capital a vender a privados nas empresas desta área.

Há dias, o seu colega da Economia, Manuel Pinho, já tinha anunciado a venda de cinco por cento da EDP, ainda este ano, mas em relação às duas outras empresas não foram avançados nenhuns cenários.

O Estado detém 25,77 por cento da Galp Energia e mais 4,23 por cento da empresa petrolífera e de gás através da Parpública.

Na REN o Estado detém 70 por cento da empresa (directa e indirectamente), mas o ministro Manuel Pinho já defendeu que o Governo terá de ser mais cauteloso quanto à redução do peso do Estado nessa sociedade.

A colocação em bolsa da Galp Energia e da REN deverá ocorrer depois de resolvida a participação accionista da petrolífera italiana Eni na Galp, situação que deverá acontecer até ao final deste mês.

Os proveitos das privatizações deverão contribuir para o aumento das receitas totais de 5,7 por cento em 2006, segundo a proposta do OE do próximo ano, valor que permitirá aumentar o seu peso no PIB para 42,3 por cento, contra os actuais 41,4 por cento.

Despesas vão baixar 1773 milhões de euros em 2006

O Governo prevê reduzir a despesa em 1773 milhões de euros no próximo ano, passando o défice de 6,2 por cento em 2005 para 4,8 por cento do PIB em 2006.

Os reajustamentos previstos na Administração Pública permitirão uma redução dos gastos em 1,6 pontos percentuais, fazendo baixar o seu peso no PIB dos actuais 49,3 para 48,8 por cento do PIB, disse o ministro Teixeira dos Santos.

No subsector Estado, o ministro das Finanças prometeu descer as despesas em 250 milhões de euros em 2006, face ao ano em curso, principalmente através da moderação salarial e da eliminação de serviços dos ministérios que sejam entendidos como desnecessários ou que estejam em duplicação. As despesas do Estado irão também cair sob o efeito da convergência dos sistemas de saúde e da segurança social para os respectivos regimes gerais e do alargamento da idade de reforma dos actuais 60 para 65 anos, por um período de dez anos.

O ministro salientou que este é um orçamento de rigor que irá privilegiar o crescimento económico e ao mesmo tempo consolidar as finanças públicas e permitir a sustentabilidade da segurança social.

A previsão de crescimento do Governo para 2006 aponta para 1,1 por cento do PIB, no qual se inclui uma redução de 1,3 por cento do consumo público e o aumento do investimento em 1,7 por cento, da procura interna em 0,9 por cento, das exportações em 5,7 por cento e das importações em 4,2 por cento. O desemprego deverá subir para 7,7 por cento, enquanto a inflação estimada pelo Governo será de 2,3 por cento.

http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1235876&idCanal=1522

:D:D:D
 
Teixeira dos Santos diz que 2005 não será ano de recessão
09.12.2005 - 21h20 Lusa


O ministro das Finanças está convicto de que "o ano de 2005 não será de recessão, apesar da consolidação orçamental". Teixeira dos Santos comentava, assim, as contas nacionais relativas ao terceiro trimestre do ano, divulgadas hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo os números do INE, a riqueza produzida em Portugal no terceiro trimestre deste ano diminuiu 0,9 por cento, em comparação com o trimestre anterior, apesar de um aumento de 0,2 por cento face ao terceiro trimestre de 2004.

Se a economia voltar a contrair-se pela segunda vez consecutiva entre os terceiro e quarto trimestres de 2005, significa que Portugal entra em recessão técnica.

Apesar de recusar este cenário, Fernando Teixeira dos Santos admitiu que 2005 "será sempre um ano de fraco crescimento, independentemente do número final" que se apure.

Os números do INE indicam ainda que o valor do Produto Interno Bruto (PIB) nos três primeiros trimestres de 2005 cresceu também em 0,2 por cento face a igual período do ano passado.

Esta evolução deverá inviabilizar a previsão constante no Orçamento do Estado (OE), que previa uma expansão de 0,5 por cento do PIB em 2005, o que só será alcançado caso se assista a um crescimento do PIB de 1,2 por cento no último trimestre do ano, face a igual período do ano passado.

O Banco de Portugal já reviu em baixa a sua previsão de crescimento em 2005 para 0,3 por cento.

Para o ministro, o importante foi ter-se evitado a recessão, apesar da consolidação orçamental, e manter-se o valor da previsão para o défice ( seis por cento do PIB), qualquer que seja o valor final da variação da economia.
 
Os meus parabéns a este FPs[^][^].
Cada funcionário do fisco cobrou MAIS 20% de receita[^][^][^].
2.037 milhões de Euros, mais 322 mil do que em 2004[^][^][^].

E ISTO APESAR DO Nº DE FUNCIONÁRIOS TER DIMINUÍDO:D[}:)][}:)][^][^].

O peso dos funcionários da Inspecção Tributária em relação à totalidade da Administração Fiscal é de 11%.

Na Filândia é de 45%.
Em Espanha é de 27%.

NÃO HÁ DÚVIDA.
É necessário uma reforma do estado.
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

Os meus parabéns a este FPs[^][^].
Cada funcionário do fisco cobrou MAIS 20% de receita[^][^][^].
2.037 milhões de Euros, mais 322 mil do que em 2004[^][^][^].

E ISTO APESAR DO Nº DE FUNCIONÁRIOS TER DIMINUÍDO:D[}:)][}:)][^][^].

O peso dos funcionários da Inspecção Tributária em relação à totalidade da Administração Fiscal é de 11%.

Na Filândia é de 45%.
Em Espanha é de 27%.

NÃO HÁ DÚVIDA.
É necessário uma reforma do estado.
Tenho de me transferir para a Inspecção Tributária, devem estar a pagar mais lá...:D;)
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Tenho de me transferir para a Inspecção Tributária, devem estar a pagar mais lá...:D;)
:D
Mas deviam, né??
E mesmo lá devem haver uns melhores que outros.

Mas vão todos levar com 1,5%..... muito motivador;).

Se não é o lider a fazer forte a fraca gente.... num cenário mau.... nada feito.
Só que isto são exemplos excepcionais e os sistemas tem que funcionar com as "pessoas normais".


Já várias vezes falámos sobre avaliações-Mérito;).
Não é fácil mas é fundamental.

É verdade PCnunes7:D.
A não reforma da Administração Pública era a grande critica que eu aqui no fórum fazia à MFLeite que tinha esse pelouro.
MAs quem está no governo.....[:p];)
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Tenho de me transferir para a Inspecção Tributária, devem estar a pagar mais lá...:D;)
:D
Mas deviam, né??
E mesmo lá devem haver uns melhores que outros.

Mas vão todos levar com 1,5%..... muito motivador;).

...
Pois, a quem o dizes...;)
 
citação:Originalmente colocada por pcnunes7

citação:Originalmente colocada por zerorpm

citação:Originalmente colocada por pcnunes7

citação:Originalmente colocada por zerorpm

Pois as baixas da seg social são do privado....
[:0]

As baixas que a SS fiscaliza são trabalhadores privados...

Quando o FP está de baixa´é a ADSE que "paga"...
que eu saiba a ADSE, apesar de ser um sub-sistema, faz parte da Segurança Social. Poderá ter autonomia administrativa mas é só

A ADSE é tutelada pelo Ministério das Finanças e Administração pública.
 
Isto não é só dizer que só temos o que merecemos, pq há muitos de nós que se esforçam, sector publico e privado e em troca temos este gozo constante com o futuro, nosso e dos nossos filhos que passa impune e sem perdão.

É preciso reformar o Estado? Então que se faça as reformas, mas que se faça, de acordo com a justiça e não pela vontade de um qql grupo partidario com um conjunto obscuro de interesses, que não servem o país e tem prioridades diferentes das nossas, "vulgares" cidadãos pagantes de impostos.
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

citação:Originalmente colocada por J.R.

Os meus parabéns a este FPs[^][^].
Cada funcionário do fisco cobrou MAIS 20% de receita[^][^][^].
2.037 milhões de Euros, mais 322 mil do que em 2004[^][^][^].

E ISTO APESAR DO Nº DE FUNCIONÁRIOS TER DIMINUÍDO:D[}:)][}:)][^][^].

O peso dos funcionários da Inspecção Tributária em relação à totalidade da Administração Fiscal é de 11%.

Na Filândia é de 45%.
Em Espanha é de 27%.

NÃO HÁ DÚVIDA.
É necessário uma reforma do estado.
Tenho de me transferir para a Inspecção Tributária, devem estar a pagar mais lá...:D;)

;)
Vem!
Pessoal para trabalhar e produzir é sempre bem vindo!
:)
 
E a melhor parte (...) é que os encargos bancários no crédito à habitação vão aumentar... as portagens também (estas entre 4 e 5%...) e o resto...
 
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