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Originalmente colocada por v7
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raivin
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Colocado - 18/11/2006 : 12:57:40
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Originalmente colocada por Boxer
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Originalmente colocada por sylvester
num teste da top gear entre o 147 gta o foucs rs e o r32 o 147 arrasava com eles em recta. mas nas curvas....era impressionante ver quao mau o carro era.
Se o comportamento deste 156 for como o 147...
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Do que tenho visto por aí, o 147 padece de males que não afectam o 156.
Apesar de mais pequeno e, supostamente, mais ágil, o 147 acusa muito
"torque steer" e um descontrolo brutal no que toca a manter a potência
no chão. Claro que isso é em casos extremos de apertar com o carro ao
máximo numa curva, e só faz isso quem quer morrer
Mas o 156 tem uma dinâmica mais apurada fruto das alterações de que
foi alvo a nível dos pontos de ancoragem da suspensão, vendo assim
a geometria da mesma alterada de forma a favorecer o comportamento e
a estabilidade.
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deixa-me só acrescentar um pormenor: é um prazer ler os teus posts!
Concordo !
embora muitas das vezes o que ele ecreve não esteja totalmente correcto. Por exemplo neste caso, se o 147 tem dificuldade em por os 250 cv no chão e foge de frente ou seja é subvirador, isso vai-se notar com facilidade, nomeadamente em curvas lentas e não só quando se aperta com o carro ou máximo ou se quer morrer
Sim, isso acontece, especialmente no 147. Mas acontece em todos os
carros, porque todos têm um limite. Até num Uno 45 fazes isso, desde
que tenhas o volante totalmente virado e estejas em 1ª ou 2ª a apertar
bem com ele.
O que eu quis dizer é que, por causa dos seus problemas de tracção,
o 147 GTA acaba por ter velocidade de passagem em curva um pouco mais
baixas que as dos seus rivais.
A única altura numa curva em que precisas de usar o acelerador,
na maior parte dos casos, é à saída. Desde que o carro trave bem
e se "aguente à bomboca" durante a curva, consegue manter uma boa
velocidade ao longo dela.
O problema é quando queres sair a dar gás, e aí o 147 vai aos arames.
O mesmo se passa com o GTC naquela versão de 220 ou 240cv que nem
sei se se vende cá (no Reino Unido vende-se).
E depois, claro, também é diferente fazeres uma curva a dar gás em
2ª ou uma curva mais larga a dar gás em 4ª, onde tens menos probabilidade
de passar potência excessiva às rodas.
Resumindo, quanto mais apertada a curva, mais a falta de tracção se
vai notar num carro.
Há até uma relação muito restrita entre o volante e o acelerador,
que em termos muito simplistas consiste em nunca usar ambos a 100%.
Ou seja, em recta e com o volante a direito, dás gás como quiseres.
Mas à medida que vais virando, tens que ir aliviando o acelerador
(excepto em curvas a 5ª a fundo, e outras que tais, como é óbvio).
No limite pensa no volante todo virado para um lado e o acelerador
colado no fundo. Sai asneira, é certinho.
E isto é muito mais notório em carros FWD, onde as rodas da frente
têm a dupla tarefa de fornecer tracção e aderência, porque a
direcção também está a cargo delas.
Se o pneu está, durante uma curva, no seu limite de aderência, é
natural que ao acelerares ele passe esse limite e se solte, perendo
a aderência. É o que se passa nas saídas de frente.
Da mesma forma que se vais a puxar uma 3ª, por exemplo, num recta,
e de repente lhe viras o volante, como que a entrar numa curva com
demasiada velocidade, o pneu que estava 100% dedicado à tracção não
vai ter mais margem de manobra para digerir a deslocação transversal
que lhe impuseste. Neste caso, a inércia faz com que o carro tente
resistir à mudança de direcção, fugindo também de frente.
Daí ser tão importante a suavidade na entrega de potência num FWD.