2009 Opel Astra

Ainda hoje vinha com o AC no maximo e lembrei-me como seria se tivesse optado pelo GTC

Vinhas a optimizar o AC, porque tem climatizador. [:p]

O 1.3 é um excelente motor para se avaliar a pericia do condutor e quem souber aproveitá-lo, pode ter um andamento perfeitamente normal.
 
Ainda hoje fiz 35km com o AC ligado no percurso trabalho-casa. E sem percalço nenhum.

Continuo a não entender porque batem no ceguinho.
 
O Tubullar tem razão o Astra H saiu em Abril 2004, o Golf V em Novembro 2003.

É normal, os construtores estão a lançar modelos mais rapidamente, exigências do mercado.

Além de que passar de 6 para 5 anos não tem influencia nos residuais.
 
desenhar um carro pior que o Astra é muito dificil! entao que o gtc que já é o carro oficial dos bimbos. o engraçado é que sao quase todos de 90cv. ou seja eu com o meu modesto smart ou com o clio deixo os amuados e ficam muito mal perante a "dama" :megalol:
 
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desenhar um carro pior que o Astra é muito dificil! entao que o gtc que já é o carro oficial dos bimbos. o engraçado é que sao quase todos de 90cv. ou seja eu com o meu modesto smart ou com o clio deixo os amuados e ficam muito mal perante a "dama" :megalol:

Realmente com este post tens um moral desgraçado para chamar bimbo aos outros.
 
Se não estás a ser irónico gostaria que explicasses o que escreveste.

Os motores 1.7 TDS, desde o seu lançamento no Astra F sempre teve um problema de sobreaquecimento... mas sempre foi andando. Motor de guerra, mesmo com esse "problema".

Tive um que com mais de 300 mil kms não soube o que era avariar. Mas o sobreaquecimento sempre persistiu.

Até aqui nada de grave, o problema foi quando este foi montado no Vectra - um carro bastante mais pesado, e começaram a colar, e a dar problemas por tudo quanto era lado.

Comentários do publico "ah e tal, tiveste azar, ou essa unidade tem motor Opel".

Tretas, o 1686 cm3 não engana ninguém, Bomba injectora atrás, turbo atrás, e saída de gases á frente - típico Isuzu. O Vectra B 1.7, nunca teve motor Opel, apenas e só o famoso 1.7 de origem Isuzu.

Em 2000 é lançado o 1.7 DTI, até aos 150 mil kms tudo são rosas. Há casos em que berram antes, mas... são casos de azar. Apartir dos 150 mil é que é mesmo o ponto crucial da desgraça.

Quando são comprados, o vendedor, seja usado ou novo, bem sabe dizer "isto é Isuzu, faz 400 mil kms", e faz, sem dúvida, se for 400 vezes à oficina.

Quando saiu o Corsa 1.7 DTI, tive logo colegas a comprarem... um deles aos 80 mil kms queixa-se de óleo na água - nada de grave, um permutador de calor que se danifica.

Mais tarde a unidade de comando da bomba, e aos 180 mil kms é trocado porque apartir dos 150 mil kms veio tudo de rajada, turbo, bomba injectora, alternador, motor de arranque e afins.

Meu comentário - "tiveste azar com a tua unidade, Isuzu é bom."

Outro colega, com também um Corsa 1.7 DTI, até aos 150 mil kms sempre me disse "motor de guerra", à tempos liga-me "óh Paulo, o motor do meu carro não pega, e na Opel dizem que tem que levar a unidade de comando da bomba injectora nova, não me consegues ver isto?"

E eu vi, vi e ele aproveitou para me contar que estava a dar precisamente os mesmos problemas do outro colega, que era nosso colega em comum. - penso para mim "primeiras unidades...", afinal o meu, na altura com 130 ou 140 mil estava perfeito! Andava bem, e gastava pouco!

Reparei-lhe a unidade (de marca japonesa e a ostentar gordas letras ISUZU) - a causa da avaria foi a péssima qualidade da mesma.

Entretanto ia recebendo aqui no fórum PM's de pessoal com problemas em 1.7 DTI's, todos dentro deste género - oleo na água, bomba injectora, unidade de comando da bomba, alternador, motor de arranque, etc.

O meu chega aos 150 mil kms, e tudo impecável... por volta dos 155 mil dá um problema no alternador (o mesmo dos outros). Mandei reparar.

Aos 157 ou 158 começa-me a desaparecer água no reservatório... vai à Opel "óh pá, isto é mais um problema crónico, o acesso ao local da fuga é muito complicado, não compensa mexer, só quando se tiver que abrir o motor todo".

Aos 160 mil parte o colector de escape, ou do turbo, tinha que ser desmontado para analizar já que costuma partir uma peça, e a outra.(comecei a não gostar - cá em casa não estamos habituados a mais que 2 problemas num carro).

Aos 163 mil os (sempre presentes) soluços agravam-se, e o carro desliga-se em andamento na VCI do Porto.

Consegui desenrascar e voltar para casa, desmontei a unidade de comando da bomba, era o mesmo problema do meu colega.

(entretanto já perdi a conta à quantidade de unidades que já reparei com o mesmo problema).

Aos 167 mil, quando estou a verificar o nível de óleo (não gastava uma pinguinha - diriam muitos com orgulho), vejo gásoleo escorrido numa série de sitios, inclusivamente na unidade de comando que fica na parte de cima do motor, e por baixo da bomba tudo completamente babado.

Era mais a típica fuga de gásoleo pela bomba injectora.

Entretanto um outro amigo com um Astra 1.7 DTI, já tinha tido todos estes problemas, e estava com uma camisa rota (deve ter ido hoje buscar o carro, e deixou lá cerca de 1500 Euros). No entanto, depois de lhe ter sido diagnosticado esse problema, volta-lhe a aprecer o da bomba (o mesmo que o meu tinha, que nele já tinha sido reparado uma vez.)

Por volta dos 175 mil kms, começa-me a água da refrigeração a ficar turva, e o motor com um trabalhar cada dia mais escangalhado.

Fui à Opel perguntar como era, comentários de dois colaboradores, com os quais me dou imensamente bem:

"esse motor é um aborto, foi a maior aberração alguma vez feita, para resolveres isso compra um 2.0 DTI, e vende esse 1.7, que mesmo com esses problemas vais ter 7 cães a um osso, que eles berram todos"

E depois deram-me alguns exemplos de outros casos, por sorte até estava lá um nesse dia, a reparar mais um dos problemas cronicos, que já tinha tido também uma série deles que o meu tinha tido.

Na empresa onde o meu pai trabalha, um engenheiro tinha carro da empresa - Astra 1.7 DTI, aos 150 mil kms a empresa trocou-lhe o carro, e o carro passou a carro de serviço do pessoal.

Resultado - estão a pensar em despachalo que está fartíssimo de dar problemas - o antigo dono bem diz "comigo nunca deu qualquer problema".

O meu até aos 150 mil também não deu.

De seguida basta uma breve pesquisa por fóruns estrageiros para ver a opinião geral do 1.7 DTI,

"consommation tres bonne
pratique break
manque de reprise 17 dti
bruyante
fiabilite nul bcq de pannes graves et tres cher
demareur,alternateur ,boitier electronique,toit ouvrant,joint de culasse, 3 fois les bougies de prechauffage,divers pbls de carosserie,-voiture a eviter
car les pieces coute tres cher"

"moteur isuzu pas fiable"

"ecoturbo 1.7 = gros problèmes de culasse !!!

Dommage que ce petit break relativement sympathique, accumule les problèmes de culasse (à 40.000 Kms le joint à 130.000 kms la culasse fêlée) malgré un entretien régulier dans le réseau Opel."

"
Bon petit break est l'impression qu'apporte cette voiture.
Un bon mélange entre habitabilité et confort de conduite.
Seul petit défaut : le moteur 1.7 DIT est vraiment un peu faible."

Tudo em:

http://www.321auto.com/Neuf/Fiche_Technique/Avis/Liste_Avis.asp?Modele=184

E com isto decidi trocar o Astra 1.7 DTI - Motor Isuzu, por um Astra Coupé 2.2 DTI - Motor Opel.

Não quer dizer que não possa ter problemas, mas pelo menos não são ciclicos, nem de 5 em 5 mil kms!

Para terminar - no dia em que ia entregar o carro, surgiu mais um problema! [8b]

E não foi "um caso", são 95% deles assim, e todos com precisamente os mesmos problemas.

Para terminar, não adianta a desculpa do "os componentes é que são Opel e não prestam".

Tive o cuidado de verificar a marca da placa de díodos do alternador, e de outros componentes que deram barraca - Duas delas: Hitachi e Nipodenso

E acho que chega. [;)]
 
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Não se desviem do tema com a minha resposta, já passou, e já reportei o meu post.

Adiante,

Em relação ao novo Astra, para já há dois aspectos estéticos que não gosto – posição dos limpa-vidros (a abrir estilo monovolume), e o canto de vidro depois da porta do condutor. Não atino com isso.

Em termos de interior, para já não gosto, está a desviar-se muito da austeridade alemã.
 
Os motores 1.7 TDS, desde o seu lançamento no Astra F sempre teve um problema de sobreaquecimento... mas sempre foi andando. Motor de guerra, mesmo com esse "problema".

(...)

E acho que chega. [;)]

Obrigado pela explicação. De facto sempre ouvi dizer bem do bloco 1.7, daí ter pedido para justificares o que tinhas escrito. [;)]
 
http://carscoop.blogspot.com/2008/08/2009-opel-astra-scoop-insignia-inspired.html

2009 Opel Astra Scooped: Insignia-Inspired Styling and New 1.4 Turbo

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A prototype version of the forthcoming 2009 Opel Astra has been snapped at the Amsterdam Schiphol Airport in The Netherlands by a reader of our Dutch friends at Autojunk. Aimed directly towards the new VW Golf VI (see details here), the new Astra will make its world debut at the Frankfurt Motor Show in September 2009 with sales following shortly after. The Astra will also make it to the States as a Saturn and in Australia as a Holden.
The 2009 Astra is based on General Motor’s new global Delta platform, which also underpins the electric-hybrid Chevrolet Volt. Seen here in five-door trim, the Astra will be adorned with styling cues from the new Insignia both inside and outside. The range will also include a sleeker, more sporty three-door version, plus a station wagon, a sedan and a cabriolet with an electric-folding hardtop.
Powerplants will stretch from GM’s all-new 1.4-liter turbo to a 2.0-liter turbcharged engine developing at least 250HP in the top-spec OPC / VXR model. The 1.4-liter turbocharged engine will be offered in 2010 with outputs ranging from 120 hp to 140 hp and torque values of 175 to 200 Nm. It is estimated that this unit will deliver an approximate 8% improvement in fuel consumption compared to the naturally aspirated 1.6 and 1.8-liter engine that it will replace.
 
Engraçado, mais um 1.4 turbo.
Parece que é mesmo o sweet spot para os novos motores a gasolina [;)]
Até já perdi a conta dos que já sairam e estão para sair apr:)
 
Agradeço à VW por terem iniciado esta mini-revolução de motores turbinados a gasolina de pequenas cilindradas em carros de produção em massa, graças a eles a maior parte das marcas já possui boas alternativas neste campo.
 
Agradeço à VW por terem iniciado esta mini-revolução de motores turbinados a gasolina de pequenas cilindradas em carros de produção em massa, graças a eles a maior parte das marcas já possui boas alternativas neste campo.

Pequenos turbinados já existem há muito, R5, punto e mais uns quantos.

Mas sim, há que dar mérito à VW por re-incentivar estes pequenos grandes motores apr:).
 
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