Sou obrigado a concordar contigo, daí eu achar q Rui Rio vai ter um papel determinante no processo.
Apenas e só com o PSD estará o PS em condições de ter mais força negocial, q permita propor reformas (as quais com PS/PSD terão aprovação garantida no parlamento), q possam pelo menos atenuar e dilatar no tempo o esforço q será exigido aos portugueses.
Sei q termina aqui a nossa "concordância" visto eu defender um caminho e tu outro nas reformas, mas acredito mesmo q só com um bloco central bastante representativo da vontade do povo português (demonstrada através do voto nas últimas eleições), visto q PS e PSD juntos somam mais de 60% dos votos, aos quais gostava q se juntasse o CDS o que elevava essa percentagem para quase 70%, pois só assim estaria um governo português em condições de propor reformas estruturais com objetivos de médio prazo, e assim evitar q haja um ritmo de ajustamento como aconteceu em 2011.
Mesmo assim não será nada fácil, mas se não for assim, então não será sequer possível, visto q para este tipo de entendimentos, o BE e PCP são cartas fora do baralho, devido à sua incapacidade de assumir qualquer medida impopular.
Na minha opinião esta já deveria ter sido a postura do PS aquando da governação sob vigilância da troika, do governo PSD/CDS.
Mas infelizmente não houve, como agora Rui Rio parece ter, sentido de estado, o q é pena, pois assim talvez o ajustamento tivesse sido mais suave, e permanente.