A Crise Económica da Década de 20

Então, estás na idade dos porquês?

Se, se, se....

Soubesses um pouquinho sobre isto, e saberias que se não há activos, não há garantias, entram os avais pessoais, e se não há estes não há empréstimos, é assim que funciona o mundo real no privado!

Mais de 50% das empresas que solicitaram empréstimos não os vão ter. Imagina lá porque?

Então mas aí impõe-se outro "se". Se no fim de contas são as empresas que pagam com os seus activos e/ou os empresários com as garantias pessoais que prestam para que é se fazem empréstimos com garantias de Estado? Porque é que são linhas tão populares principalmente desde a crise financeira? No fundo não estão a garantir nada porque quem paga a conta é sempre a empresa e ou o empresário...
 
Então mas aí impõe-se outro "se". Se no fim de contas são as empresas que pagam com os seus activos e/ou os empresários com as garantias pessoais que prestam para que é se fazem empréstimos com garantias de Estado? Porque é que são linhas tão populares principalmente desde a crise financeira? No fundo não estão a garantir nada porque quem paga a conta é sempre a empresa e ou o empresário...

Eu confiava que tu chegarias lá [:D]
 
E tu extremante parecido ao nosso primeiro ministro, tal o incómodo com perguntas

Quando vamos para uma discussão sobre economia, finanças, pesca, corridas de automóveis, etc, convem avaliarmos se sabemos o basico para lá estarmos, certo?

Depois podem acontecer duas coisas: O interlocutor é paciente e vai-te elucidando e respondendo, ou não é paciente e manda-te ir estudar primeiro [:p]
 
Então, estás na idade dos porquês?

Se, se, se....

Soubesses um pouquinho sobre isto, e saberias que se não há activos, não há garantias, entram os avais pessoais, e se não há estes não há empréstimos, é assim que funciona o mundo real no privado!

Mais de 50% das empresas que solicitaram empréstimos não os vão ter. Imagina lá porque?

Realmente só sei o que li:

https://www.google.com/amp/s/www.jo...dito-e-impede-exigencia-de-garantias-pessoais


Destaco o seguinte desse artigo:

"Outra novidade, aplicável em todas as linhas, é que "não será exigido ao cliente qualquer tipo de aval ou garantia complementar (pessoal ou patrimonial)", respondendo o Executivo desta forma a algumas críticas que tinham sido feitas pelas associações patronais."

Se fosse como dizes não eram preciso garantias do estado, de todo, era só os bancos restringirem os empréstimos a quem apresentasse garantias pessoais ou patrimoniais.

Por isso volto a perguntar se uma empresa não pagar e não tiver activos para cobrir a dívida quem paga?
 
Última edição:
Quando vamos para uma discussão sobre economia, finanças, pesca, corridas de automóveis, etc, convem avaliarmos se sabemos o basico para lá estarmos, certo?

Depois podem acontecer duas coisas: O interlocutor é paciente e vai-te elucidando e respondendo, ou não é paciente e manda-te ir estudar primeiro [:p]
Com o devido respeito, mas nas discussões há dois tipos de pessoas, as q como eu q mostram o que sabem e não sabem.

E como tu, q qdo sabe fala, mas quando questionado diz sempre q o interlocutor não merece resposta.

Lá q te ponhas em bicos de pés não quer dizer q saibas, quer apenas dizer q te meteste em bicos de pés.

Já foram várias as vezes em q a mim e a outros users qdo não consegues argumentar, vens apenas dizer q "não tens paciência", o q não teria mal nenhum, se não fosse o facto de isso ocorrer sempre no momento em q podendo refutar a argumentação contrária, não o fazes.
 
Com o devido respeito, mas nas discussões há dois tipos de pessoas, as q como eu q mostram o que sabem e não sabem.

E como tu, q qdo sabe fala, mas quando questionado diz sempre q o interlocutor não merece resposta.

Lá q te ponhas em bicos de pés não quer dizer q saibas, quer apenas dizer q te meteste em bicos de pés.

Já foram várias as vezes em q a mim e a outros users qdo não consegues argumentar, vens apenas dizer q "não tens paciência", o q não teria mal nenhum, se não fosse o facto de isso ocorrer sempre no momento em q podendo refutar a argumentação contrária, não o fazes.


Não precisas de ficar tão ofendido, já percebi como queres que funcione contigo [;)]
 
Eu confiava que tu chegarias lá [:D]

Entao concluo que empresários, bancos e estado são todos tolos porque andam a contratar linhas de crédito com garantias pelo meio que são servem para nada! Pois se no fim de contas é a empresa e empresário os únicos chamados a pagar a dívida, para quê as garantias públicas? É um absurdo então! É caso para dizer que são todos masoquistas....

Ora como todos sabemos isso não é assim. Não é assim com as linhas, como não é assim com as operações ECA, como não é assim com os seguros de crédito com garantia de Estado e outros instrumentos. Basta ver as transferências do IAPMEI para a SPGM duante os anos da crise financeira para se perceber que não é de todo assim.
 
Não precisas de ficar tão ofendido, já percebi como queres que funcione contigo [;)]
Só me ofendem as pessoas de quem eu espero algo.

Tu só agiste de acordo com o teu registo normal, o de quem diz q sabe muito, mas nunca diz o q sabe, mesmo quando questionado.
 
Entao concluo que empresários, bancos e estado são todos tolos porque andam a contratar linhas de crédito com garantias pelo meio que são servem para nada! Pois se no fim de contas é a empresa e empresário os únicos chamados a pagar a dívida, para quê as garantias públicas? É um absurdo então! É caso para dizer que são todos masoquistas....

Ora como todos sabemos isso não é assim. Não é assim com as linhas, como não é assim com as operações ECA, como não é assim com os seguros de crédito com garantia de Estado e outros instrumentos. Basta ver as transferências do IAPMEI para a SPGM duante os anos da crise financeira para se perceber que não é de todo assim.


Ambos sabemos do que estamos aa falar. Se a minha empresa não pagar o emprestimo, o que acontece aos seus imoveis e outros activos?
 
Sim. Por isso é que eu sempre fui contra todos os programas europeus com parcelas a fundo perdido. Tal como sou agora contra estas linhas de crédito Covid-19 garantidas pelo Estado ou seja garantidas por todos nós.
Não faz sentido ser contra a mutualização de dívida ao nível da União Europeia e depois cá dentro já ser a favor. Porque nestas linhas é disso que se trata: dívida para as empresas com 80% do risco mutualizado por todos nós. Se as empresas não pagarem somos nós que pagamos com os nossos impostos. É disto que se trata.
Mas lá está como já ví aqui dizerem em Portugal são todos muito liberais até ao dia... até já vi confederações de comércio e indústria a sugerir financimentos a fundo perdido. Dinheiro dado, portanto...


Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..

No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.
 
Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..

No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.

Oboviamente. Mas deixa-me dizer-te que por cá não há qualquer ajuda a fundo perdido
 
Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..

No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.
Mas ninguém aqui criticou essa ajuda (justa e deveria ser maior e melhor).

Criticou-se sim os liberais q defendem a Holanda ao rejeitar a mutualização da dívida através dos eurobonds defendam q as empresas recorram a um mecanismo de garantias do estado, q consiste exatamente na mutualização do risco de incumprimento, visto as empresas se não tiverem condições/ativos para pagar, quem o fará seremos todos nós.
 
Então mas aí impõe-se outro "se". Se no fim de contas são as empresas que pagam com os seus activos e/ou os empresários com as garantias pessoais que prestam para que é se fazem empréstimos com garantias de Estado? Porque é que são linhas tão populares principalmente desde a crise financeira? No fundo não estão a garantir nada porque quem paga a conta é sempre a empresa e ou o empresário...

Óbvio que estão a garantir. O estado tem o poder de cobrar todos os impostos que necessitar. É o poder da extorsão legalizada. Queres melhor garantia?
 
Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..

No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.

Isso não é assim. O que origina a oferta é a procura e não o contrário. Ou seja não são as empresas que geram emprego mas sim as pessoas que com as suas necessidades de consumo puxam a oferta “gerando” empresas.
Se for para dar dinheiro é muito mais eficiente dá-lo às pessoas que decidem de forma livre e eficiente a alocação que vão dar a esse dinheiro que será sobretudo consumir e assim estimular a oferta.
 
Infelizmente é o único setor de excelência na função pública.
A restante máquina fiscal tem carências mas a cobrança é exímia [:D]

O nosso sistema fiscal é um dos melhores do mundo, tão eficiente que já se tornou famoso lá fora. Já fomos abordados por alguns paises europeus para ficarem a conhecer melhor os meandros do sistema com a ideia de os replicarem.
 
Isso não é assim. O que origina a oferta é a procura e não o contrário. Ou seja não são as empresas que geram emprego mas sim as pessoas que com as suas necessidades de consumo puxam a oferta “gerando” empresas.
Se for para dar dinheiro é muito mais eficiente dá-lo às pessoas que decidem de forma livre e eficiente a alocação que vão dar a esse dinheiro que será sobretudo consumir e assim estimular a oferta.

Não numa altura em que as pessoas estão confinadas entre quatro paredes e não podem sair para gastar.
As empresas precisam do dinheiro agora, numa altura em que as pessoas estão impedidas de gastar, mas as empresas continuam com as despesas correntes.
Daqui a um mês, quando as pessoas puderem voltar a consumir as empresas já poderão lá não estar.
 
Isso não é assim. O que origina a oferta é a procura e não o contrário. Ou seja não são as empresas que geram emprego mas sim as pessoas que com as suas necessidades de consumo puxam a oferta “gerando” empresas.
Se for para dar dinheiro é muito mais eficiente dá-lo às pessoas que decidem de forma livre e eficiente a alocação que vão dar a esse dinheiro que será sobretudo consumir e assim estimular a oferta.
Não discordo mas o mérito será na minha opinião, repartido.

Nascem empresas para satisfazer a procura e outras há q criam bens ou serviços q vão gerar procura de quem nem sonhava com esse bem ou produto.
 
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