Mach3
Well-known member
E tu extremante parecido ao nosso primeiro ministro, tal o incómodo com perguntasEntão, estás na idade dos porquês?
Se, se, se....
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
E tu extremante parecido ao nosso primeiro ministro, tal o incómodo com perguntasEntão, estás na idade dos porquês?
Se, se, se....
Então, estás na idade dos porquês?
Se, se, se....
Soubesses um pouquinho sobre isto, e saberias que se não há activos, não há garantias, entram os avais pessoais, e se não há estes não há empréstimos, é assim que funciona o mundo real no privado!
Mais de 50% das empresas que solicitaram empréstimos não os vão ter. Imagina lá porque?
Então mas aí impõe-se outro "se". Se no fim de contas são as empresas que pagam com os seus activos e/ou os empresários com as garantias pessoais que prestam para que é se fazem empréstimos com garantias de Estado? Porque é que são linhas tão populares principalmente desde a crise financeira? No fundo não estão a garantir nada porque quem paga a conta é sempre a empresa e ou o empresário...
E tu extremante parecido ao nosso primeiro ministro, tal o incómodo com perguntas
Então, estás na idade dos porquês?
Se, se, se....
Soubesses um pouquinho sobre isto, e saberias que se não há activos, não há garantias, entram os avais pessoais, e se não há estes não há empréstimos, é assim que funciona o mundo real no privado!
Mais de 50% das empresas que solicitaram empréstimos não os vão ter. Imagina lá porque?
Com o devido respeito, mas nas discussões há dois tipos de pessoas, as q como eu q mostram o que sabem e não sabem.Quando vamos para uma discussão sobre economia, finanças, pesca, corridas de automóveis, etc, convem avaliarmos se sabemos o basico para lá estarmos, certo?
Depois podem acontecer duas coisas: O interlocutor é paciente e vai-te elucidando e respondendo, ou não é paciente e manda-te ir estudar primeiro []
Com o devido respeito, mas nas discussões há dois tipos de pessoas, as q como eu q mostram o que sabem e não sabem.
E como tu, q qdo sabe fala, mas quando questionado diz sempre q o interlocutor não merece resposta.
Lá q te ponhas em bicos de pés não quer dizer q saibas, quer apenas dizer q te meteste em bicos de pés.
Já foram várias as vezes em q a mim e a outros users qdo não consegues argumentar, vens apenas dizer q "não tens paciência", o q não teria mal nenhum, se não fosse o facto de isso ocorrer sempre no momento em q podendo refutar a argumentação contrária, não o fazes.
Eu confiava que tu chegarias lá []
Só me ofendem as pessoas de quem eu espero algo.Não precisas de ficar tão ofendido, já percebi como queres que funcione contigo []
Entao concluo que empresários, bancos e estado são todos tolos porque andam a contratar linhas de crédito com garantias pelo meio que são servem para nada! Pois se no fim de contas é a empresa e empresário os únicos chamados a pagar a dívida, para quê as garantias públicas? É um absurdo então! É caso para dizer que são todos masoquistas....
Ora como todos sabemos isso não é assim. Não é assim com as linhas, como não é assim com as operações ECA, como não é assim com os seguros de crédito com garantia de Estado e outros instrumentos. Basta ver as transferências do IAPMEI para a SPGM duante os anos da crise financeira para se perceber que não é de todo assim.
Sim. Por isso é que eu sempre fui contra todos os programas europeus com parcelas a fundo perdido. Tal como sou agora contra estas linhas de crédito Covid-19 garantidas pelo Estado ou seja garantidas por todos nós.
Não faz sentido ser contra a mutualização de dívida ao nível da União Europeia e depois cá dentro já ser a favor. Porque nestas linhas é disso que se trata: dívida para as empresas com 80% do risco mutualizado por todos nós. Se as empresas não pagarem somos nós que pagamos com os nossos impostos. É disto que se trata.
Mas lá está como já ví aqui dizerem em Portugal são todos muito liberais até ao dia... até já vi confederações de comércio e indústria a sugerir financimentos a fundo perdido. Dinheiro dado, portanto...
Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..
No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.
Mas ninguém aqui criticou essa ajuda (justa e deveria ser maior e melhor).Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..
No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.
Então mas aí impõe-se outro "se". Se no fim de contas são as empresas que pagam com os seus activos e/ou os empresários com as garantias pessoais que prestam para que é se fazem empréstimos com garantias de Estado? Porque é que são linhas tão populares principalmente desde a crise financeira? No fundo não estão a garantir nada porque quem paga a conta é sempre a empresa e ou o empresário...
Óbvio que estão a garantir. O estado tem o poder de cobrar todos os impostos que necessitar. É o poder da extorsão legalizada. Queres melhor garantia?
Uma nota muito importante, sem empresas não tens empregos e sem empregos, em última instância, não tens estado..
No longo prazo fica mais barato ao estado (todos nós) segurar as empresas agora, mesmo que para isso tenha que dar dinheiro a fundo perdido (ver exemp. do UK), do que deixá-las cair e ficar com uma fatura incalculável, a todos os níveis, no futuro.
Resumindo, é um mal necessário.
Óbvio que estão a garantir. O estado tem o poder de cobrar todos os impostos que necessitar. É o poder da extorsão legalizada. Queres melhor garantia?
Infelizmente é o único setor de excelência na função pública.
A restante máquina fiscal tem carências mas a cobrança é exímia []
Isso não é assim. O que origina a oferta é a procura e não o contrário. Ou seja não são as empresas que geram emprego mas sim as pessoas que com as suas necessidades de consumo puxam a oferta “gerando” empresas.
Se for para dar dinheiro é muito mais eficiente dá-lo às pessoas que decidem de forma livre e eficiente a alocação que vão dar a esse dinheiro que será sobretudo consumir e assim estimular a oferta.
Não discordo mas o mérito será na minha opinião, repartido.Isso não é assim. O que origina a oferta é a procura e não o contrário. Ou seja não são as empresas que geram emprego mas sim as pessoas que com as suas necessidades de consumo puxam a oferta “gerando” empresas.
Se for para dar dinheiro é muito mais eficiente dá-lo às pessoas que decidem de forma livre e eficiente a alocação que vão dar a esse dinheiro que será sobretudo consumir e assim estimular a oferta.