A culpa é do RSI

Não sabia que uma CM podia fazer isso. Mas, se podem, então não vejo porque outras CMs não seguem deste exemplo. Isso é um excelente passo em frente. apr:)

É um protocolo qualquer que foi assinado entre a CM e o centro de emprego local, cujo objectivo é inserir no mundo do trabalho (durante um ano) desempregados de longa duração e beneficiários do rsi.
Este protocolo chama-se Contrato Emprego-Inserção e Contrato Emprego-Inserção + .

http://www.iefp.pt/apoios/candidatos/Paginas/ContratoEmprego-Inser%C3%A7%C3%A3o+.aspx

http://www.iefp.pt/apoios/candidato...ego-Inserção e Contrato Emprego-Inserção+.pdf
 
Last edited:
Esse valor é... FALSO


...


É claro que tenho consciênca que há muitos abusos e que considero que o que o cds diz tem muita razão... não acho é nada correcto andarem para aqui a atirar numeros sem saber do que falam.


Baseio-me em reportagens que vi em telejornais, em que familias numerosas recebiam o RSI nesse valor. Se é verdade ou não não sei confirmar, não conheço pessoalmente ninguem que o receba. Mas não previ que a noticia do Telejornal ainda por cima da RTP, fosse falsa.[8b]
 
Esse valor é... FALSO


...


É claro que tenho consciênca que há muitos abusos e que considero que o que o cds diz tem muita razão... não acho é nada correcto andarem para aqui a atirar numeros sem saber do que falam.

E o meu argumento para contradizer isso é:


FALSO
 
Trabalhar ou não trabalhar: eis a questão.
Uns querem trabalhar e não podem; outros podem e não querem. Aqui neste ponto é que reside a verdadeira diferença.
Como dizia Voltaire, “o trabalho nos livra de tês grandes males: o tédio, o vício e a pobreza.” Por isso é que, num país onde se ganha mal, quem trabalha trava diariamente uma luta contra estes flagelos, ao contrário de quem não faz nada por si preferindo parasitar à custa dos outros.

Estamos num país onde ninguém quer trabalho: querem é emprego.
E muitos nem sequer emprego querem: querem é subsídios.

Se existem pessoas que efectivamente precisam de apoio para ultrapassar uma situação difícil que atravessam, muitas outras que têm saúde e força para trabalhar preferem auferir o dinheiro dos outros necessitando apenas de fazer… nada. Sou contra o facto de eu (com ou sem saúde) ter de me levantar cedo para trabalhar e de pagar todos os meus impostos como cidadão cumpridor que sou, enquanto muitos recebem o RSI ficando de braços cruzados.
Pessoas com mais saúde que eu governam-se às minhas custas porque são espertas e eu não: eu apenas sou inteligente (que no nosso país é sinónimo de se ser burro). Trabalho para sustentar os espertos. Esses sim, governam-se bem: uns da classe rica que têm influência e se governam às minhas custas; outros de classe menos abastada que é financiada igualmente pela minha pessoa. Afinal, o mundo é dos espertos e esperteza é coisa que não tenho. Por isso faço parte da classe média burra portuguesa.

Assim, vejo um conjunto de malandros que se governam às custas de um número cada vez menor de gente que trabalha. Eu só me pergunto: quem irá ganhar para subsidiar tanta gente? Onde é que um país falido como o nosso irá buscar dinheiro para tantos auxílios? Até quando iremos todos nós aguentar tudo isto?
Como em tudo, devido aos abusos, mais cedo ou mais tarde irá pagar o justo pelo pecador; e quando isso acontecer quem realmente precisa destes apoios acabará por ser prejudicado por quem é esperto e espolia.

Se todos os que recebem o RSI e têm condições para trabalhar tivessem de prestar serviço comunitário como forma de retribuição por aquilo que a sociedade lhes oferece, talvez se sentissem mais válidos e os malandros desistissem de chupar o estado. Limpavam florestas para evitar os fogos de Verão; prestavam assistência domiciliária aos idosos e aos incapacitados; limpavam as praias; …
Trabalhavam em algo para merecerem o que recebem. Era o mais justo visto que o nosso dinheiro também não cai do céu. Temos de ir à luta e fazer por o merecer para nos sustentarmos a nós e aos nossos e contribuirmos para aqueles que realmente precisam.

Desculpem o meu tom, mas tenho andado adoentado e sobrecarregado de trabalho, e aborreço-me com alguns parasitas que vejo diariamente a jogar às cartas no café (e sempre com o cigarro na boca) governando-se com o dinheiro dos impostos que eu e outros com sangue e suor damos a ganhar ao país (às vezes com tantos sacrifícios):(
Isto amanhã passa-me.
 
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Baseio-me em reportagens que vi em telejornais, em que familias numerosas recebiam o RSI nesse valor. Se é verdade ou não não sei confirmar, não conheço pessoalmente ninguem que o receba. Mas não previ que a noticia do Telejornal ainda por cima da RTP, fosse falsa.[8b]

Então agora contextualiza isso na realidade!

Como dizes, e bem, familias numerosas não é uma pessoa que vai à procura de trabalho a uma padaria. É completamente diferente, é como dizer que um gato é um leão só porque é um felino... [:D]
 
eu tenho ideia que o rendimento mínimo garantido foi substituído pelo RSI...

Exactamente.

O Rendimento Minimo Garantido passaou a chamar-se Rendimento Social de Inserção.

Estranho é, como é que muita gente não sabe isso mas "sabe" de quanto é o valor. [:D]
 
Rendimento Social de Inserção...Subsídio de Desemprego... Rendimento Mínimo!

Está-se é a misturar tudo!!
Eu não sou nenhum expert da matéria, o pouco que sei é derivado aos diversos benefíciários desses vários rendimentos.
RSI E subsídio de desemprego já todos sabem o que é.

E Rendimento Mínimo??
É um valor que a Segurança Social entende como necessário para que um agredado familiar consiga sobreviver, o habitual actualmente parece que é para mulheres solteiras e com filhos. Nesta condição, aparentemente, a dita mãe solteira(ás vezes o marido continua por casa, mas isso são detalhes) recebe 400€, e contas pagas(renda,água,luz...tv cabo?!), e 200€ por cada filho, mais ajuda de comida por associações.
Para uma família comun com um filho, isto seria algo do género, 400€ + 350€(renda) + 75€(Luz) + 35€(Água) + 200€(1 Filho) = 1060€
...divorciada do marido que mora na mesma casa, rendimento do mesmo na construção civil, 750€...e vivem alegremende com 1810€ e alguma comida à borliu!

NOTA: Com casa própria para pagar não há ajuda!!

Então, a SS entende que uma mãe com um filho necessita de 1060€ para viver...sem trabalhar.(Valores "fictícios")

Um casal que trabalhe e ganhe o mínimo e ainda tenha um filho, tem de sobreviver, comer, pagar impostos, rendas, despesas de habitação, ter o filho na escola até aos 18...com menos de 1000€ mensais!!


Esta informação não vem de fonte oficial, é o cruzar de informações de um que conhece aquele, outro de conhece este...o boca em boca, mas com informações que batem certo vindo de bocas diferentes relativamente a casos diversos![/

Pois exactamente, tal como estavam a tentar fazer neste tópico (construir uma ideia baseada em falsidades)...
 
Se todos os que recebem o RSI e têm condições para trabalhar tivessem de prestar serviço comunitário como forma de retribuição por aquilo que a sociedade lhes oferece, talvez se sentissem mais válidos e os malandros desistissem de chupar o estado. Limpavam florestas para evitar os fogos de Verão; prestavam assistência domiciliária aos idosos e aos incapacitados; limpavam as praias; …
Trabalhavam em algo para merecerem o que recebem. Era o mais justo visto que o nosso dinheiro também não cai do céu. Temos de ir à luta e fazer por o merecer para nos sustentarmos a nós e aos nossos e contribuirmos para aqueles que realmente precisam.

Isto amanhã passa-me.

Já tenho defendido essa ideia, e penso que esse seja o sentimento de grande parte dos portugueses que não são subsídiados para não fazer nada.
No entando há quem ache melhor estarem sem fazer nada, porque se os poem a fazer serviço comunitário vão tirar o emprego a outros...
 
Não consigo perceber porque é que se chama de malandros às pessoas que recebem o RSI.

Se até o grande agitador de massas Paulo Portas afirma que há 25% de fraude, por oposição das Autoridades que baixam esse valor para 14%.

Eu sei que as pessoas têm dificuldade em lidar com números, mas ao menos podiam pegar nos dados que andam por aí na Net e tentar enquadrar realidades.

Mas preferem vir aqui vociferar contra os que andam a mamar o dinheiro dos seus imposto, quando provavelmente nem sequer pagam impostos ou pouco contribuem para o bem estar dos demais.
 
É UM ABUSO!!!
Esta subsídio-dependência está a tornar-se insustentável. Tenho alunos na minha direcção de turma cujos pais recebem perto de 900€ de RSI e além de não fazerem nada, nem os filhos mandam para a escola. E quando chegam vêm com atrasos por vezes superiores a 1 hora. Na escola, faltam às aulas e tenho de andar feito idiota atrás deles para irem para dentro das salas. Tudo para evitar que os meninos (marmanjões com 13 e 14 anos) não ultrapassem o limite de faltas. Mas como todos se estão a borrifar para o ensino, eu e outros professores temos então de andar a reunir para fazer as provas de recuperação para os meninos, além das consequentes aulas de recuperação.

Aqui o palerma levanta-se cedo de manhã e olha-se ao espelho e o que vê do outro lado? Um cara de parvo que se deixa explorar! É isso que somos, eu e muitos de nós que diariamente trabalhamos. E essa gente que na mesma hora está bem deitadinha a dormir nem sequer se dá ao trabalho de se levantar para encaminhar os filhos para a escola, desde que eu vá ganhar para pagar os subsídios que eles recebem, está tudo bem.
Eu que além de estar a descontar fortunas para quem actualmente está reformado (dinheiro que na altura não haverá para pagar a minha própria reforma) ainda sou roubado por gente que se governa do RSI retirado dos impostos que pago, rindo-se na minha cara. Sim que quando de manhã me olho ao espelho antes de ir trabalhar para mim e para essa gente, vejo um parvo roubado e gozado, pois instantes depois voltarei a deparar-me com a ausência dos seus filhos que quando se dignam vir para a escola, fazem-no tarde e a más horas.

Caramba, será que quase 900€ que é perto daquilo que muitos professores ganham a dar o litro todos os dias, não é o suficiente para, pelo menos, colocarem os seus filhos na escola (alguns deles a morar a 500m)? Eu tenho de me levantar cedo e (com ou sem saúde) ir trabalhar, pois preciso do dinheiro e se tiver um azar na vida e não pagar a prestação do meu apartamento vou com a minha família viver para debaixo da ponte. Esta gente governa-se às custas do suor do meu trabalho, recebendo ainda dinheiro para a renda da casa e estão-se borrifando para mim. Se eu não sou um estúpido, então o quê que sou para essa gente?

Mas também, pudera, quando temos governos que perseguem quem trabalha através de ASAEs, fiscalizações diversas, impostos sobre impostos, inspecções, avaliações, críticas, congelamentos e restrições, em vez de fiscalizar quem vive às custas do nosso dinheiro, como é que esta gente não haveria de abusar?
Quando sabemos que famílias com rendimentos acima do limite permitido, que não mandam os filhos para a escola, recebem o RSI como forma de evitar o abandono escolar, estamos nestes casos a promover o quê?
Quando temos gente que recebe 3 vezes o RSI com três nomes diferentes, o que estamos nós a ser?
Quando não se fiscalizam pessoas que colocam os rendimentos e os bens no nome doutros para se governarem com o RSI o que poderemos nós dizer?

Persegue-se quem trabalha, seja do público ou do privado em vez de se fiscalizar quem vive da mendiguice e da exploração. Andamos para aqui a discutir os tostões que cada um ganha a mais ou a menos do que o outro, quem é ou não culpado da crise, enquanto temos um conjunto de parasitas a gozar impunemente com todos nós, que somos quem trabalha.

Sinto que todos nós que trabalhamos estamos a ser roubados, enganados, explorados e gozados.
Para mim, BASTA! Já estou farto!!!

(desculpem o desabafo, mas tinha de deitar cá para fora senão explodia!):(
 
como sempre 1 texto que retrata a realidade de portugal

só ficou no esquecimento que alem desses 900euros que muitos ganham, ainda fazem uns pescatos, e ganham ai mais 200 ou 300 euros com esses pequenos trabalhitos
 
No que diz respeito à assiduidade e ao comportamento das crianças nas escolas, existem uma série de mecanismos que já estão a ser aplicados noutros países mais desenvolvidos e onde estes problemas começaram mais cedo.

Aqui, os nossos governantes, sob a capa do politicamente correcto, nada querem impor a esta gente que não cumpre o mínimo dos mínimos do seu papel social.

Porque não se começam a aplicar multas a quem não mantém a assiduidade dos seus filhos? Porque não respondem em tribunal pelo comportamento dos seus filhos na escola e em sociedade? Porque não existe uma verificação rigorosa de quem usufrui destes nossos impostos?

Isto só lá vai provocando dor onde lhes custa mais: na bolsa e no comodismo. Quem vive diariamente com toda esta podridão, parasitismo, inépcia, vive revoltado, como é cada vez mais fácil perceber pelas nossas intervenções neste fórum.

O que custa verdadeiramente é vermos que nada muda. Nem as eleições servem já para ajuste de contas porque parte deste país vive adormecido, num consumismo dormente que apagou valores, pensamento e nos apaga o futuro.
 
É UM ABUSO!!!
Esta subsídio-dependência está a tornar-se insustentável. Tenho alunos na minha direcção de turma cujos pais recebem perto de 900€ de RSI e além de não fazerem nada, nem os filhos mandam para a escola. E quando chegam vêm com atrasos por vezes superiores a 1 hora. Na escola, faltam às aulas e tenho de andar feito idiota atrás deles para irem para dentro das salas. Tudo para evitar que os meninos (marmanjões com 13 e 14 anos) não ultrapassem o limite de faltas. Mas como todos se estão a borrifar para o ensino, eu e outros professores temos então de andar a reunir para fazer as provas de recuperação para os meninos, além das consequentes aulas de recuperação.

Aqui o palerma levanta-se cedo de manhã e olha-se ao espelho e o que vê do outro lado? Um cara de parvo que se deixa explorar! É isso que somos, eu e muitos de nós que diariamente trabalhamos. E essa gente que na mesma hora está bem deitadinha a dormir nem sequer se dá ao trabalho de se levantar para encaminhar os filhos para a escola, desde que eu vá ganhar para pagar os subsídios que eles recebem, está tudo bem.
Eu que além de estar a descontar fortunas para quem actualmente está reformado (dinheiro que na altura não haverá para pagar a minha própria reforma) ainda sou roubado por gente que se governa do RSI retirado dos impostos que pago, rindo-se na minha cara. Sim que quando de manhã me olho ao espelho antes de ir trabalhar para mim e para essa gente, vejo um parvo roubado e gozado, pois instantes depois voltarei a deparar-me com a ausência dos seus filhos que quando se dignam vir para a escola, fazem-no tarde e a más horas.

Caramba, será que quase 900€ que é perto daquilo que muitos professores ganham a dar o litro todos os dias, não é o suficiente para, pelo menos, colocarem os seus filhos na escola (alguns deles a morar a 500m)? Eu tenho de me levantar cedo e (com ou sem saúde) ir trabalhar, pois preciso do dinheiro e se tiver um azar na vida e não pagar a prestação do meu apartamento vou com a minha família viver para debaixo da ponte. Esta gente governa-se às custas do suor do meu trabalho, recebendo ainda dinheiro para a renda da casa e estão-se borrifando para mim. Se eu não sou um estúpido, então o quê que sou para essa gente?

Mas também, pudera, quando temos governos que perseguem quem trabalha através de ASAEs, fiscalizações diversas, impostos sobre impostos, inspecções, avaliações, críticas, congelamentos e restrições, em vez de fiscalizar quem vive às custas do nosso dinheiro, como é que esta gente não haveria de abusar?
Quando sabemos que famílias com rendimentos acima do limite permitido, que não mandam os filhos para a escola, recebem o RSI como forma de evitar o abandono escolar, estamos nestes casos a promover o quê?
Quando temos gente que recebe 3 vezes o RSI com três nomes diferentes, o que estamos nós a ser?
Quando não se fiscalizam pessoas que colocam os rendimentos e os bens no nome doutros para se governarem com o RSI o que poderemos nós dizer?

Persegue-se quem trabalha, seja do público ou do privado em vez de se fiscalizar quem vive da mendiguice e da exploração. Andamos para aqui a discutir os tostões que cada um ganha a mais ou a menos do que o outro, quem é ou não culpado da crise, enquanto temos um conjunto de parasitas a gozar impunemente com todos nós, que somos quem trabalha.

Sinto que todos nós que trabalhamos estamos a ser roubados, enganados, explorados e gozados.
Para mim, BASTA! Já estou farto!!!

(desculpem o desabafo, mas tinha de deitar cá para fora senão explodia!):(

Compreendo a tua dor.

Não posso ser mais honesto que isto, Portugal não é o sítio para pessoas honestas. Enquanto não recompensarem pessoas honestas e aplicadas, infelizmente vou criando raízes aqui fora. Vou ficando cada vez mais habituado a um povo que não gosta de abusar dos benefícios que tem.

Aqui na Noruega, desempregados tem direito a perto de 90% do seu salário original até 500 dias (um ano e meio!). Bem apetitoso, mas a taxa de desemprego é de 3%. Acho que diz tudo da mentalidade daqui - ninguém gosta de ser parasita.
 
Compreendo a tua dor.

Não posso ser mais honesto que isto, Portugal não é o sítio para pessoas honestas. Enquanto não recompensarem pessoas honestas e aplicadas, infelizmente vou criando raízes aqui fora. Vou ficando cada vez mais habituado a um povo que não gosta de abusar dos benefícios que tem.

Aqui na Noruega, desempregados tem direito a perto de 90% do seu salário original até 500 dias (um ano e meio!). Bem apetitoso, mas a taxa de desemprego é de 3%. Acho que diz tudo da mentalidade daqui - ninguém gosta de ser parasita.
É, tocaste na ferida: a tal pobreza de espírito que tanto se fala num outro tópico. Essa é a verdadeira pobreza que por cá existe. As pessoas não se medem pela realização pessoal nem pela alegria de se desenvolverem individualmente numa actividade que as enriqueça. Aqui neste nosso pequeno pedaço de terra esquecido estamos a valorizar cada vez mais o oportunismo, a inveja e a crítica gratuita.

As pessoas procuram arrecadar tudo o que é subsídios primando por uma atitude anti-patriota esquecendo-se que quando fogem ao pagamento dos seus impostos, a sua cidadania não é exercida prejudicando o país… e todos nós que aqui vivemos (além aqueles que, como tu, gostariam um dia de regressar se o país mudasse).
Não fazem nada por melhorar as suas vidas, mas facilmente preferem criticar e rebaixar os outros para tentarem ficar por cima. Inveja-se todos aqueles que estão melhor na vida mas nada se faz para melhorar a sua situação.
Deitar abaixo sempre é mais fácil do que subir a pulso e meritoriamente a um patamar acima dos outros.

A falta de moral e cultura social é o verdadeiro cancro que tem destruído o nosso país. Toda a gente engana toda a gente porque tem a ideia de que todos se burlam entre si para subir na vida. Também, olhando para os exemplos que vêm de cima, como é possível que um povo consiga interiorizar alguma moral?

A nossa verdadeira pobreza é a de espírito. A outra pobreza não é mais do que o resultado da nossa falta de valores.

Essa pequena diferença faz toda a diferença. Uma diferença entre essa «tua» desenvolvida Noruega e este nosso atrasado Portugal: um país onde o atraso de vida começa dentro da cabeça das pessoas e acaba nos seus bolsos. Esta é a verdadeira crise a ser vencida; uma crise de mentalidades que têm de mudar para que se consiga mudar tudo ao seu redor.
 
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Toda a gente engana toda a gente porque tem a ideia de que todos se burlam entre si para subir na vida. Também, olhando para os exemplos que vêm de cima, como é possível que um povo consiga interiorizar alguma moral?

São duas frases que reflectem muito bem aquilo em que se transformou a sociedade Portuguesa: pessoas mesquinhas, invejosas, superficiais onde a xico-espertice impera e onde "vale tudo" para subir na vida, de preferência à custa dos outros. :sh)
 
já na bíblia jesus ensina o homem a pescar em vez de lhe dar o peixe de mão beijada...

Eu fico f**ido com isto, porque se quero comprar casa, tenho de andar a pechinchar nos bancos a procura de spreads e taxas baixas, enquanto se fosse um inútil para a sociedade, recebia um t5 novo em folha, arranjava umas gajas e toca-lhe de fazer filhos, quanto mais filhos, maior a mansão, mais recebo de rsi no total, os meus rebentos, esses meto os na escola ate aos 18anos sem pagar nada e ainda podem roubar os putos da classe media/alta, sempre poupo nos tennis e roupa de marca, quanto a mim, nas pausas entre coçar o c*lhão esquerdo para o direito, faço uns biscates para pagar o meu carro.

Não sou contra subsídios nem afins, por exemplo o micro credito é uma coisa boa, incentiva o pequeno comercio, mas dar algo sem receber nada de troca..isso já me faz confusão[8b]
 
Compreendo a tua dor.

Não posso ser mais honesto que isto, Portugal não é o sítio para pessoas honestas. Enquanto não recompensarem pessoas honestas e aplicadas, infelizmente vou criando raízes aqui fora. Vou ficando cada vez mais habituado a um povo que não gosta de abusar dos benefícios que tem.

Aqui na Noruega, desempregados tem direito a perto de 90% do seu salário original até 500 dias (um ano e meio!). Bem apetitoso, mas a taxa de desemprego é de 3%. Acho que diz tudo da mentalidade daqui - ninguém gosta de ser parasita
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São coisas destas que entristecem quem ama o seu país e o vê a cair pelo precipício por causa de uma data de gente que só sabe mamar à custa dos que trabalham e dos demais parasitas que não deixam que o país recupere... Depois, bem, depois há os que defendem este estado de coisas (dá-lhes jeito...) e os que mantém o nosso país no fundo das tabelas todas...
 
São coisas destas que entristecem quem ama o seu país e o vê a cair pelo precipício por causa de uma data de gente que só sabe mamar à custa dos que trabalham e dos demais parasitas que não deixam que o país recupere... Depois, bem, depois há os que defendem este estado de coisas (dá-lhes jeito...) e os que mantém o nosso país no fundo das tabelas todas...

Andamos todos à espera do choque... isto só lá vai quando daqui a dois anos estivermos afinal no mesmo abismo da Grécia, e começarem os corte drásticos. Espero que comecem por uma caça às parasitas.

No outro dia estive a falar com a minha esposa, como é que se consegue mudar a mentalidade de um país? Até que ponto a mentalidade dos gregos vai mudar em poucos anos? É que é essencial para que Portugal dê a volta, a mentalidade actual vai levar-nos à bancarrota.
 
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