Lamento a perda Paulo.
Infelizmente já tive de lidar directamente com a morte.
A minha avó, a minha irmã e o noivo, alguns amigos...
Quando olho para as pessoas, seja na morgue seja no caixão, não vejo ali a pessoa que conheço.
Não vos sei explicar melhor.
Comparação estupida :
O 156 que vendi: quando era meu, eu olhava para ele e via o meu carro.
Agora olho para ele e não me diz grande coisa, apenas me tras recordações.
A morte para mim não é o fim de tudo, é apenas a passagem para outro mundo.
A alma da pessoa larga o veiculo, o corpo, e vai para outro mundo conduzir outro diferente.
Ou seja, o condutor não desaparece, apenas "o carro vai para a sucata".
Bem sei que muitas pessoas vão achar isto estupido, mas é o melhor que me consigo exprimir.