A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

Acabei de ouvir na Antena3 que a água das piscinas da Califórnia dava para abastecer metade de África [8b][8b][8b]


Em 1983~84 uma reportagem da National Geographic mostrava que nessa data a riqueza catalogada e a estimativa das existentes (não catalogadas) nas Caves e Armazéns do Vaticano permitiriam desenvolver projectos de desenvolvimento que permitiriam erradicar definitivamente do 3º Mundo a pobreza e a fome.

Por isso já nada me supreende ...

Infelizmente :sh)
 
Eu nunca fui fã de estatísticas. São úteis, mas apenas como meros indicadores, e nunca como tradução exacta duma realidade.
No meio desses alegados 2 milhões de "pobres" estarão, com toda a certeza, incluídas pessoas que declaram valores bem diferentes dos auferidos, que têm outro tipo de sustentos, que arranjam bolsas de estudo e aparecem nas faculdades com BMW's, etc...

Mas mesmo uma pessoa que receba o ordenado mínimo, não sei como se consegue orientar sozinha. Pelo menos não aqui nas grandes cidades, onde tudo é caro.
 
Uma parte de um artigo de opinião que se mantém actual:

(...)
Apesar de tudo o que foi dito e ainda do que poderia ser fastidiosamente comprovado, fica por responder a seguinte questão de fundo que aflora a todas as mentes:

E a crise? Quem é que paga o tal bicho chamado défice? Não tem de tocar a todos, uma perna a um, uma unha a outro e por aí fora?


Socorramo-nos então das insuspeitas conclusões de estudos da Comunidade Europeia (afinal sempre temos que acreditar em qualquer coisa, pois nos últimos tempos...), em que referem o nome de Portugal à cabeça do pelotão dos países mais pobres da Europa (ultimamente são só recordes... ).

Já estou a ver muita gente a dizer que isso só vem confirmar que é preciso um esforço de todos e blá, blá blá...


Mas, as referidas conclusões da C.E. também referem que Portugal está à cabeça (que monotonia) dos países em que são maiores as assimetrias sociais e económicas entre a população.


Portugal continua a ser o País da União Europeia com mais baixos salários, onde se têm acentuado as desigualdades salariais e sociais e onde a repartição do rendimento nacional se tem crescentemente agravado. Estima-se que dois milhões e trezentos mil portugueses, onde se incluirão milhares de trabalhadores que auferem a retribuição mínima, vivam abaixo do limiar de pobreza, tendo rendimentos inferiores a 60% do rendimento médio nacional. Trata-se da mais elevada taxa de pobreza da União Europeia.

Mas, Portugal lidera também a tabela dos 15 países da UE no que respeita à disparidade de rendimentos, em que o fosso entre os 10% mais ricos e os 10% mais pobres é maior.

A evolução da riqueza material do País, medida pelo PIB, tem-se traduzido por uma apropriação, predominantemente a favor dos lucros das empresas, dos ganhos de produtividade da economia, em prejuízo dos rendimentos do trabalho.

Com estas evidências, até o meu amigo Joãozinho perceberia que, antes de exigir sacrifícios a todos, seria minimamente coerente tentar acertar o passo com a Europa, reduzindo drasticamente o tal fosso terceiro-mundista entre ricos e pobres. Ao mesmo tempo, a “carne do lombo” do tal bicho chamado défice, seria prioritariamente paga por aqueles que fogem escandalosamente ao fisco ( não me refiro às acções de mera maquilhagem estética sobre o pequeno contribuinte prevaricador), pelos que beneficiam de continuar a manter-se o sigilo bancário, pelos que vertem cifrões sobre as off-shores, pelos que engrossam a lista recorde ( mais uma ) de compradores de Porches por Km2, etc., deixando, isso sim, posteriormente para os trabalhadores, a comparticipação final, solidária e equilibrada, na tal unha ou até na perna do tal desagradável bicho do défice.

Finalmente, embora considere de toda a legitimidade as lutas desencadeados pelos diversos trabalhadores, fardados ou não, atingidos pelas medidas recentes deste Governo, estou seguro que qualquer opção corporativista, num espírito de “salve-se quem puder”, é profundamente errada, devendo-se contrapor, isso sim, uma campanha unitária de responsabilização daqueles que não nos deixam sair da Europa profunda, que apenas vibra com os seus hipermercados gigantones, com os seus estádios galácticos e até com os autarcas corruptos pincelados de laca, euros e arrogância!

Mas,está aqui algo de novo? Não está aqui aquilo que todos instintivamente sentimos?

Será que os nossos governantes do bloco central, licenciados nas áreas do maior ilusionismo político não sabem disso?

Concerteza que sim, mas todos os cenários são possíveis num país em que o mundo político e o mundo económico se confundem, em que os governantes, os empresários, os administradores e os consultores trocam de cadeiras entre si, com a mesma eficiência e crueldade com que outros mataram o Joãozinho, que nunca brincara aos soldadinhos de chumbo.


Roberto Robles - 27-10-2005
Fonte




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porque é que as vitimas são sempre os BMW porsches e mercedes?

atirem la pro aston martins, ferraris renoltes e otros.
deixem las os porsches e BMWs em paz[:D]
 
WASHINGTON - A proporção de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia em todo o mundo foi reduzida de 40% para 21%, ou seja, quase à metade, entre 1981 e 2001. Levando-se em conta o crescimento da população mundial, isso significa que o número de pessoas que vivem na extrema pobreza caiu de 1,5 para 1,1 bilhão. Esse progresso demonstra que existe uma real possibilidade de diminuir em centenas de milhões o grupo de indivíduos abaixo da linha de pobreza num prazo de apenas 20 anos.
Esses números, obtidos nos Indicadores do Desenvolvimento Mundial para 2004 do Banco Mundial, e que se baseiam em pesquisas domiciliares no mundo inteiro, aumentam a esperança de que a primeira das 8 Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDMs), estabelecidas por 189 líderes mundiais em setembro de 2000, cujo objetivo é reduzir à metade a taxa de pobreza em 2015, de seu nível em 1990, está ao nosso alcance.
Essas estatísticas também confirmam que, apesar do que alguns possam sugerir, é primordial o papel do crescimento econômico na redução da pobreza.
Na China, por exemplo, a renda média vem aumentando 8,5% ao ano desde 1981, e o número de pobres diminuiu em mais de 400 milhões. De outro lado, o número de pessoas extremamente pobres na África Subsaariana quase duplicou desde 1981, passando de 164 milhões para 314 milhões, o que representa um aumento de 42% para cerca de 47% da população regional.
A principal razão dessa tendência alarmante é a falta de crescimento; no mesmo período, houve uma queda de 14% no PIB da região. Pelo mesmo motivo, foi observado um cenário igualmente desconcertante no Leste Europeu e na Ásia Central, enquanto na América Latina os níveis de pobreza se mantiveram mais ou menos constantes.
O panorama global emergente apresenta grandes disparidades quanto ao progresso observado no combate à pobreza. Os sucessos em alguns países são anulados por retrocessos em outros. Em todos os lugares, a explicação imediata é a mesma: o crescimento ou a sua ausência.
Observa-se que a mesma taxa de crescimento pode produzir maiores ou menores alterações nos índices de pobreza, dependendo de como os pobres de um país são mais ou menos afetados em relação ao conjunto da população.
Isso se aplica até mesmo às economias em rápido crescimento da China e da Índia, onde a desigualdade de oportunidades - perpetuada pelo acesso desigual à saúde e à educação - reduz o efeito do crescimento econômico sobre a redução da pobreza. No Sul da Ásia, o índice de desnutrição infantil é de aproximadamente 40%, ao lado de baixas taxas de matrícula e de conclusão escolar.
No Brasil, a escolarização dos adultos no quintil (termo estatístico referente às separatrizes que dividem a área de distribuição de freqüência em domínios de área igual a múltiplos inteiros de um quinto da área inicial) mais rico da população é de 10 anos, enquanto é de apenas 3 anos no quintil mais pobre.
Numa amostra de 20 países em desenvolvimento, as taxas de mortalidade infantil dos 20% mais pobres caíram apenas na proporção da metade da rapidez do que se deu em relação ao total da população. De modo geral, contudo, é certo que o efeito e as mudanças na desigualdade não são tão importantes quanto o crescimento, quando se pretende explicar o progresso diferenciado na redução da pobreza em diversos países e regiões.
Exportar a fórmula - A experiência da China - e da Índia, em menor mas ainda significativa escala - sugere que as reformas econômicas, o apoio à iniciativa privada e aos mecanismos de mercado, bem como a abertura para o comércio exterior e a competitividade, podem criar um clima propício para impulsionar e manter o crescimento ao longo de muitos anos. Por sua vez, esse crescimento desencadeou um processo de redução sustentável da pobreza.
Essa fórmula pode ser exportada para outras regiões? Há evidências que apontam para essa possibilidade. Muitos governos na América Latina e no Leste Europeu demonstraram seu compromisso com as reformas, inclusive a abertura e integração comercial. Se esses países se mantiverem nessa direção, eles poderão se beneficiar com a recuperação econômica global. Essa tendência poderá ser reforçada, por certo, caso disponham de maior acesso aos mercados dos países desenvolvidos.
Na África, a situação é mais difícil, devido ao persistente crescimento negativo em muitos países, ao aumento da pobreza nos últimos 20 anos e à redução da expectativa de vida causada pela incidência da aids. A maioria dos países da África Subsaariana, juntamente com alguns da Ásia Central, não evoluiu tanto quanto os do Leste e Sul da Ásia, no tocante às reformas econômicas. O mesmo não ocorreu em relação ao acesso ao capital externo e à ajuda para o desenvolvimento.
Conseqüentemente, esses países apresentaram baixo crescimento e não conseguiram reduzir a pobreza. Para reverter essa tendência negativa, observada em muitos desses países, serão essenciais as reformas, a criação de instituições e a implementação de políticas eficazes de combate à pobreza, bem como dois importantes fatores adicionais: maior acesso aos mercados e mais ajuda externa.
Subsídios - Para atingir o crescimento necessário a uma eficaz redução da pobreza, os países em desenvolvimento precisam ter acesso aos mercados externos para exportar serviços, produtos agrícolas e manufaturados. Cerca de 70% dos pobres no mundo obtêm renda do trabalho agrícola, mas os mercados para seus produtos nos países ricos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) apresentam grandes distorções. Isso ocorre, em parte, porque os países desenvolvidos gastam US$ 330 bilhões ao ano com financiamentos para os agricultores. A redução dos subsídios agrícolas nos países de renda alta - por meio da redução das grandes barreiras à importação e da desvinculação dos pagamentos diretos aos agricultores, referentes à produção anterior - poderia reverter em ganhos significativos para os produtores rurais de baixa renda nos países em desenvolvimento.
Fora do âmbito agrícola, apesar de as tarifas médias sobre os produtos manufaturados serem baixas nos países da OCDE, persistem os altos "picos tarifários", com freqüência precisamente nos setores mais essenciais aos países em desenvolvimento, como vestuário e calçados.
Por exemplo, muitos países do Leste e Sul da Ásia se defrontam com uma tarifa equivalente a 200% ou mais sobre as suas exportações de calçados para o Japão. Nos EUA, a taxas sobre importação de calçados para alguns países estão acima de 50%. Além disso, mesmo que as tarifas sejam baixas, alguns países em desenvolvimento que conseguem exportar para países ricos têm enfrentado processos antidumping.
As economias em desenvolvimento e em transição respondem por três quartos de todas as investigações antidumping nos países da OCDE, embora representem apenas um terço de todas as importações dessa instituição. Por fim, os ganhos dos países em desenvolvimento, provenientes de um maior comércio de serviços terceirizados, da atividade dos fornecedores de serviços e do investimento direto estrangeiro são potencialmente altos, com impactos positivos sobre o crescimento e a redução da pobreza.
Os países ricos precisam manter o acesso relativamente aberto que já existe ao comércio internacional de serviços e demonstrar o desejo de expandir o acesso aos fornecedores de serviços dos países em desenvolvimento.
A ajuda para o desenvolvimento também continua a ser uma necessidade premente, especialmente entre os países mais pobres. Maiores investimentos em educação, saúde e infra-estrutura são essenciais para ajudá-los a atingir as MDMs quanto à matrícula escolar, mortalidade infantil, saúde materna e combate à aids, bem como para sair da pobreza.
O atual nível de assistência oficial ao desenvolvimento dos 22 países da OCDE, US$ 58 bilhões em 2002, permanece muito abaixo do necessário para esses investimentos. Precisamos nos basear nas lições oferecidas por esses indicadores de pobreza. Elas sugerem a necessidade de sua ampliação e adaptação a outras experiências, aproximando-as o mais possível das reformas na política econômica, que estão sendo implementadas com tanto sucesso no Leste e no Sul da Ásia. Essas lições convidam os países ricos, de renda média e em desenvolvimento a abrir seus mercados para comerciar com os países emergentes. Indicam também que uma maior ajuda, bem administrada e dirigida aos mais pobres, visando à educação, saúde e alimentação, é necessária para criar as condições que impulsionam o crescimento.
O fato de já termos reduzido à metade a pobreza global desde 1981 mostra que é possível fazê-lo novamente. O desafio está em garantir que a metade dos que sairão da pobreza em 2015 pertença a todos os países do mundo.
François Bourguignon é economista-chefe do Banco Mundial.






Ou seja goste-se ou nõ a melhor forma de combater a pobreza, é a adesão ao capitalismo e economia de mercado.
por outro lado a melhor forma de ajudar os paises pobres é acabar com a subsidiação da produção nos paises ricos e abrir os mercados aos paises pobres.
O resto é retorica[:D]
 
porque é que as vitimas são sempre os BMW porsches e mercedes?

atirem la pro aston martins, ferraris renoltes e otros.
deixem las os porsches e BMWs em paz[:D]
Não entendo como podes levar este assunto com tanta ligeireza.

Talvez aches que não te toca e os outros que se f...lixem ou talvez seja uma nota mais soft num assunto que é grave.

Não creio que seja a melhor abordagem, levas a que te tomem por algo que seguramente não és ao fazer comentários destes, que, apesar de retirarem parte da carga emocional de algo tão grave e que nos puxa para abaixo a todos, produtores de riqueza e investidores ou empresários, não retiram a lucidez do artigo que revela sobejamente o que é urgente fazer para mudar a inercia.

Apesar de haver quem não queira mudar nada e antes pelo contrario, queira travar e se possível retroceder, o desenvolvimento do pais, pois é nestas épocas que se ganha mais dinheiro.




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O resto é retorica[:D]


Mais um pouco de retórica.

Abismo entre ricos e pobres aumenta em Portugal

Publicado: 17.10.2005
Portugal é o país com maior desigualdade entre ricos e pobres. Um quinto dos portugueses vive abaixo do limiar da pobreza

"Portugal é de longe o país da União Europeia (UE) com maior desigualdade entre ricos e pobres", refere um relatório divulgado pela associação humanitária OIKOS, que hoje, segunda-feira, assinala o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima em 1,5 biliões o número de pessoas a viver abaixo do limiar da pobreza, um flagelo que aumenta ao ritmo de 25 milhões de afectados por ano.
Um quinto dos portugueses abaixo do limiar da pobreza

"A pobreza em Portugal é um problema social grave e o seu não reconhecimento tem-se revelado, ultimamente, um dos maiores entraves à sua erradicação", menciona um manifesto divulgado hoje pela OIKOS, que lembra que um quinto dos portugueses vive no limiar da pobreza (21% da população).
Segundo a OIKOS, 12,4% da população activa não ganha mais do que o salário mínimo nacional, enquanto 7,2% da população activa está desempregada. Só no ano de 2003, mais de 5.000 trabalhadores "tiveram o seu trabalho reduzido ou suspenso".
No âmbito dos reformados, 26,3% recebem menos de 200 euros de reforma por mês e 147.332 recebem o Rendimento Social de Inclusão (151,84 euros).
País tem a pior distribuição de riqueza

O documento subscrito salienta também que as 100 maiores fortunas portuguesas representam 17% do Produto Interno Bruto nacional, pelo que o país tem a pior distribuição de riqueza no seio da UE com os 20% mais ricos a controlar 45,9% do rendimento nacional.
João José Fernandes, director da OIKOS, aponta algumas razões para a dimensão do problema, tais como a especulação da economia, a desinformação e a falta de fiscalização. "O Estado pede aos portugueses para apertar o cinto, mas não fiscaliza, só recolhe dividendos. A fiscalização é cega e quem paga a factura são os trabalhadores por conta de outrem que não conseguem fugir", salienta ao JPN.
O responsável considera ainda imprescindível a avaliação do problema à margem de ideologias que "aprisionem o debate" e a aplicação de uma política de criação de emprego.
Sector privado tem de ser responsável

João José Fernandes avisa ainda que o sector privado não tem cumprido com a sua responsabilidade social e que tem privilegiado a especulação em detrimento da criação de postos de trabalho.
"A pobreza não é apenas falta de dinheiro, mas também falta de acesso a bens que conferem dignidade social ao ser humano”, remata o director da OIKOS.
Pedro Sales Dias

fonte
 
Não entendo como podes levar este assunto com tanta ligeireza.

Talvez aches que não te toca e os outros que se f...lixem ou talvez seja uma nota mais soft num assunto que é grave.

Não creio que seja a melhor abordagem, levas a que te tomem por algo que seguramente não és ao fazer comentários destes, que, apesar de retirarem parte da carga emocional de algo tão grave e que nos puxa para abaixo a todos, produtores de riqueza e investidores ou empresários, não retiram a lucidez do artigo que revela sobejamente o que é urgente fazer para mudar a inercia.

Apesar de haver quem não queira mudar nada e antes pelo contrario, queira travar e se possível retroceder, o desenvolvimento do pais, pois é nestas épocas que se ganha mais dinheiro.




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Estás muito dramático hoje...

Numa escala de 1 a 10, vamos a ver o que cada um de nós faz para colmatar essa situação. Ficaríamos muito, mas mesmo muito surpreeendidos.

Aceitas o desafio? [:cool:]
 
Não entendo como podes levar este assunto com tanta ligeireza.

Talvez aches que não te toca e os outros que se f...lixem ou talvez seja uma nota mais soft num assunto que é grave.

Não creio que seja a melhor abordagem, levas a que te tomem por algo que seguramente não és ao fazer comentários destes, que, apesar de retirarem parte da carga emocional de algo tão grave e que nos puxa para abaixo a todos, produtores de riqueza e investidores ou empresários, não retiram a lucidez do artigo que revela sobejamente o que é urgente fazer para mudar a inercia.

Apesar de haver quem não queira mudar nada e antes pelo contrario, queira travar e se possível retroceder, o desenvolvimento do pais, pois é nestas épocas que se ganha mais dinheiro.




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Um post humoristico não faz mal a ninguem.
le o seguinte esse sim serio e objectivo

alem disso , a compra de carros de luxo não tem nada a ver com pobreza
 
Última edição:
Não entendo como podes levar este assunto com tanta ligeireza.

Ligeireza é ter uma visão do mundo baseada no pressusposto de que todos os que vivem bem ou melhor, só o conseguem porque rouba(ra)m aqui ou acolá, são corruptos e/ou fogem aos impostos, ou isto ou aquilo.

Isso sim é ser ligeiro.
 
Tal como diria o Padre António Vieira, o coração dos homens conquista-se por actos e não por palavras.

Atenção que isto é uma transcrição literal de um dos seus sermões. [:cool:] [;)]
 
Estás muito dramático hoje...

Numa escala de 1 a 10, vamos a ver o que cada um de nós faz para colmatar essa situação. Ficaríamos muito, mas mesmo muito surpreeendidos.

Aceitas o desafio? [:cool:]
Eu trabalho, pago os meus impostos antes de receber, não voto para dar maiorias a partidos políticos.

E tu fazes o quê para colmatar esta situação?

Surpreende-nos.
 
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