Epá não crucifiquem o Ilyushin porque ele até disse ali umas acertadas.
Primeiro há que separar conceitos, no caso deste furacão não houve um grande nível de prevenção, até porque NY não é uma cidade normalmente fustigada por este tipo de acontecimentos. Se tivesse havido prevenção provavelmente não teriamos estas áreas gigantescas inundadas. O que houve foi uma
preparação quase exemplar, não gosto de dizer perfeita porque existem sempre desacertos ou personagens que pensam que sabem mais que a FEMA. (à imagem do que aconteceu com o Katrina e os 555 autocarros que nunca chegaram)
A preparação foi demonstrada através dos alertas à população e pela disponibilização de meios de evacuação para os ocupantes das zonas possivelmente afectadas. Na fase da resposta não há muito a fazer nestes casos, é esperar que passe e não sair à rua. Agora vem a fase da recuperação e com ela a última parte do teste que este furacão fez à administração Obama.
O n.º de mortes pode ser analisado sob duas perspectivas, se o compararmos com o n.º de habitantes daquela zona pode ser considerado bastante satisfatório. No entanto se o compararmos com a intensidade do furacão (e uma vez que falamos dos EUA) pode ser considerado um pouco acima do esperado.
Os dados foram nitidamente empolados pelos OCS e foi contra isso que me manifestei anteriormente neste tópico. [

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Por último, é importante relacionar este furacão com as eleições que se aproximam. Face ao n.º de indecisos que se regista e às percentagens que separam os candidatos, é de extrema importância que Mr. Obama saia de forma exemplar, sob pena de perder a curta vantagem que detém face ao Romney. Isso explica as suas intervenções na TV e todos os cuidados que esta administração está a ter com a gestão da emergência provocada pelo furacão. Parece-me elementar... [

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Vamos ver quanto tempo demorará a recuperação, apesar do know-how adquirido com o 11/9 a tarefa afigura-se árdua. Principalmente no metro...